Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública

Repositório Institucional - Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
Not a member yet
    7524 research outputs found

    Prevalência e sensibilidade da flora bacteriana isolada em amostras urinárias de gestantes em uma maternidade de referência da cidade de Salvador

    No full text
    SalvadorIntrodução: as infecções do trato urinário (ITU) se configuram como o segundo grupo de doenças mais comuns na prática clínica, acometendo principalmente mulheres. Essas infecções são as mais prevalentes durante a gestação, estando associadas a expressivas taxas de mobimortalidade materna e perinatal. Objetivo: identificar a flora bacteriana envolvida em infecções do trato urinário em gestantes e o perfil de sensibilidade desses microrganismos aos antimicrobianos mais comumente utilizados. Metodologia: Estudo descritivo envolvendo os resultados de 1034 uroculturas e antibiogramas de amostras urinárias colhidas de gestantes, realizadas no Laboratório de Análises Clínicas do Instituto de Perinatologia da Bahia entre julho de 2020 a julho de 2021. Resultados: das uroculturas que formaram a amostra, 11,22% apresentaram crescimento bacteriano. Em 67,86% das amostras positivas, se observou o crescimento de bactérias Gram negativas. A Escherichia coli foi o microorganismo mais prevalente, isolado em 41,37% das culturas positivas. A segunda bactéria mais frequente foi o Streptococcos agalactie (19,82%), seguido da Klebsiella pneumoniae, em 12,93%. Outras bactérias também foram isoladas, Lactobacillus sp e Enterococcus faecalis na mesma proporção de 3,54%, Staphylococcus saprophyticus e Enterobacter coclae na proporção de 2,59%, Acinetobacter baumanii, Proteus mirabillis e Pseudomonas aeruginosa em 1,72% das amostras e na proporção de 0,86% as bactérias Acinetobacter sp., Citrobacter freundi, Klebsiella aerogenes, Klebsiella oxytoca, Staphylococcus hominis e Staphylococcus capitis. A Cândida sp. também foi isolada em 3,45% dos casos e não foi concomitante com o crescimento de bactérias. Os beta-lactâmicos Amoxicilina e a Ampicilina foram os antimicrobianos com maior taxa de resistência por parte de E. coli, 100,0% e 81,48% respectivamente. A associação trimetropin-sulfametoxozol não inibiu o crescimento desse micorganismo em 35,49%, a norfloxacina em 25,0%, o ciprofloxacino em 22,58% e a levofloxacina em 20,0% das culturas. Ampicilina -sulbactam, a cefalexina, a cefazolina, a cefuroxima e a Nitrofurantoína apresentaram uma resistência de igual proporção de 16,66%. A ampicilina, ampicilinasulbactam e a cefalotina não inibiram o crescimento em placa em 100% das cepas de Klebsiella pneumoniae. Esse microrganismo também se mostrou resistente em 66,76% à cefuroxima; 33,33% à piperacilina – tazobactam, 25,0% ao trimetroprim – sulfametoxazol, 22,2% à amoxicilina- ácido Clavulânico e 16,66% a nitrofurantoína. 100% das cepas de Staphylococcus hominis isoladas foram resistentes às Penicilinas como a ampicilina, oxacilina e penicilina G. Esse mesmo grupo se relacionou com uma resistência de 50% das cepas de Staphylococcus Saprophyticus. 100% das cepas de Staphylococcus capitis se mostraram resistente à ampicilina e à penicilina G. Conclusão: o percentual de culturas positivas foi de 11,22%. O microorganismo mais isolados foi a E. Coli, que se mostrou mais resistente à amoxicilina e à ampicilina. Os Gram-positivos foram isolados em 32,14% das culturas e o mais prevalente foi o S. agalactie. O terceiro patógeno mais prevalente foi a K. pneumoniae, que apresentou alta resistência à ampicilina, ampicilina-sulbactam e cefalotina

    Síndrome fúngica e suas repercussões clínicas uma revisão sistemática

    No full text
    SalvadorIntrodução: A síndrome fúngica é uma desordem propiciada por uma diminuição da imunidade geral com complicações sistêmicas. A modulação anormal do eixo bidirecional cérebro-intestino é o ponto de partida para o desenvolvimento dessa síndrome que é a disbiose intestinal. Por ser uma síndrome recente, sua identificação e conduta ainda não está esclarecida. Objetivo: Explicitar condutas que melhor promovem a sua resolução da Síndrome Fúngica (SF) e descrever os mecanismos de instalação, fatores de risco, o quadro clínico e diagnóstico da síndrome fúngica. Métodos: Trata-se de uma revisão sistemática de literatura. A busca de artigos foi realizada na base de dados eletrônica MEDLINE/PubMed, EMBASE, Cochrane Library e Lilacs por meio da combinação de descritores em ciências de saúde. Os filtros para os idiomas português, inglês e espanhol foram ativados. Todos os anos de publicação foram incluídos na busca. Resultados: Dos 629 artigos encontrados, apenas 5 foram incluídos nessa revisão. Destes, 3 foram ensaios clínicos randomizados que comparavam a colonização fúngica antes e após a utilização de probióticos, sendo que todos os 3 mostraram superioridade no uso da substância quando comparado ao placebo. Os estudos de coorte avaliaram os fatores de risco associado a SF e foram incluídos 2 trabalhos com esse desenho de estudos. Os fatores de risco pesquisados nestes foram uso de Inibidores de Bomba de Prótons (IBPs), colectomia e dismotilidadade intestinal. Para uso de IBPs, a SF o crescimento foi observado em 80% dos pacientes em uso da medicação, comparado aos 60% do grupo controle. A prevalência de SIFO é de 24% no grupo de pacientes colectomizados em comparação com 8% no grupo controle. Conclusão: Esta revisão sistemática demonstrou que o uso de probióticos diminui a colonização fúngica nos pacientes com disbiose intestinal em todos os ensaios clínicos randomizados. Os fatores de riscos associados a síndrome fúngica são imunossupressão, uso de antibióticos e inibidores de bomba de prótons (IBPs), pacientes colectomizados e com motilidade intestinal anormal. O mecanismo fisiopatológico principal para desenvolvimento da síndrome fúngica é a disbiose intestinal. Os sintomas da síndrome fúngica são sintomas gastrointestinais, porém são inespecíficos e este trabalho não encontrou evidência suficiente das suas manifestações clínicas. O diagnóstico de síndrome fúngica é de exclusão e o método diagnóstico mais fidedigno é a cultura do intestino delgado

    Características clínicas e desfechos maternos associados à infecção por covid-19 em gestantes uma revisão sistemática.

    No full text
    SalvadorIntrodução: No ano de 2020 a OMS declarou oficialmente a pandemia da Covid-19 e a infecção por COVID-19 durante a gestação se tornou uma preocupação global em saúde pública. De acordo com a literatura, é sabido que a gravidez está associada a mudanças significativas na anatomia, fisiologia e bioquímica do corpo humano, afetando os vários sistemas orgânicos de maneira diversa. Devido à falta de informações consolidadas sobre os impactos do novo coronavírus nas mulheres grávidas e nos desfechos maternos, faz-se necessária a realização de maiores investigações a esse respeito. Objetivos: O presente estudo teve como objetivo avaliar o impacto da infecção por COVID-19 em gestantes, relatar as principais características clínicas observadas em gestantes infectadas por COVID-19, identificar os desfechos mais frequentes em mulheres que foram infectadas por COVID-19 na gestação e descrever os principais fatores de risco associados a desfechos negativos em gestantes infectadas por COVID-19. Metodologia: Este trabalho consiste em uma revisão sistemática da literatura que foi realizada conforme o recomendado pelo protocolo PRISMA. Os artigos incluídos na revisão foram estudos sobre gestantes infectadas por COVID-19 e seus desfechos maternos, publicados em português, inglês ou espanhol entre 2020 e 2022. Apenas foram considerados estudos coorte, caso-controle e transversais que avaliaram dados primários. Foram utilizadas as plataformas LILACS, PubMed e Scielo e os artigos selecionados foram avaliados qualitativamente conforme a Newcastle-Ottawa Scale (NOS) e sua versão adaptada para estudos transversais. Resultados: Inicialmente, 146 artigos foram identificados nas bases de dados e avaliados conforme os critérios de elegibilidade previamente determinados. Ao final da seleção e avaliação qualitativa, 8 foram incluídos. Os resultados desta revisão sistemática revelaram que a maioria dos estudos incluídos (60%) avaliou o desfecho de óbito como o principal resultado observado. Contudo, vale ressaltar que outros desfechos ainda foram avaliados, como morbidade materna e admissão em UTI. Além disso, houve relato de diversas variáveis associadas a desfechos negativos em gestantes infectadas por COVID-19, como idade materna e presença de outras comorbidades. Conclusões: Foi demostrado que as características clínicas de grávidas com COVID-19 são semelhantes às da população em geral, enquanto a infecção em grávidas apresentou maior associação com óbito materno. Outros fatores de risco aparentam ter maior impacto no desfecho da doença do que a gestação isoladamente. Entretanto, os estudos não compararam gestantes infectadas e não infectadas, sendo necessários mais estudos que comparem estes dois grupos e investiguem o impacto da vacinação nos desfechos maternos

    Influência de fatores maternos e perinatais na amamentação de recém-nascidos baixo peso e prematuros submetidos ao método canguru

    No full text
    SalvadorIntrodução: A amamentação é fundamental para o desenvolvimento saudável de recém-nascidos (RNs) prematuros e de baixo peso. Entretanto, fatores maternos e perinatais podem prejudicá-la, sendo o Método Canguru (MC) eficaz para promovêla. Logo, para ser admitido na Unidade de Cuidados Intermediários Canguru (UCINCa), o RN precisa cumprir critérios, fazendo com que alguns permaneçam na Unidade de Cuidados Intermediários Convencionais (UCINCo), enquanto poderiam, por parte do RN, estar na segunda etapa. Surge, assim, a oportunidade de comparação desses fatores na amamentação de RNs com características similares em diferentes contextos de internação. Objetivo: Comparar a amamentação dos RNs baixo peso e prematuros elegíveis para a segunda etapa que estão na UCINCo com a dos que estão na UCINCa, quanto à influência dos fatores maternos e perinatais. Metodologia: É um estudo caso/controle, dirigido no Hospital Geral Roberto Santos (Salvador – Bahia), entre o período de outubro à dezembro de 2022. A amostra é referente aos RNs prematuros e baixo peso internados na UCINCo e UCINCa, cuja coleta foi através de formulários e prontuários, englobando critérios clínicos, sociodemográfico e epidemiológico. Resultados: Foram analisados 9 pacientes da UCINCo e 21 da UCINCa. Observou-se que 19,04% e 55,55% não amamentavam e 23,80% e 44,44% alegaram ciência da importância do aleitamento materno exclusivo (AME) e do MC no pré-natal (UCINCa e UCINCo respectivamente). Por dia, a maior frequência entre os que amamentavam era de 7-12 vezes (42,85%) e de 1-6 vezes (44,44%), o contato pele a pele de 61,90% e 88,88% de 1-5 vezes e a frequência do estímulo a sucção de 57,14% de 6-10 vezes e 55,55% de 1-5 vezes (UCINCa e UCINCo respectivamente). A maioria das mulheres tinham entre 33-37 anos, não trabalhavam, eram procedentes de Salvador/Bahia, tinham renda de até 3 salários mínimos e 2 filhos vivos, em ambos grupos. Possuíam ensino médio completo ou superior incompleto na UCINCa (57,14%), havendo empate na UCINCo entre ensino fundamental completo ou médio incompleto e médio completo ou superior incompleto (33,33%). O número de consultas pré-natais foi majoritariamente inferior à 6 em ambas unidades. RNs femininos, parto cesáreo, não realizada amamentação na primeira hora pós-parto e ausência de AME são predominantes. Constata-se maior frequência de prematuridade moderada (52,38%) na UCINCa e tardia (44,44%) na UCINCo. Mães relataram disponibilidade, apoio externo, esclarecimento de dúvidas, acolhimento, solicitação de ajuda por iniciativa própria, acompanhante durante internamento e ausência de preconceito pela equipe, em ambas unidades. A média da idade gestacional ao nascimento foi de 32,4 ± 2,5 semanas e 32,7 ± 3,1 semanas (UCINCa e UCINCo respectivamente). A maioria das mães não possuíam enfermidade prévia à gestação; e hipertensão, diabetes e infecção do trato urinário foram as patologias adquiridas mais frequentes durante gravidez. Conclusões: Perfil clínico, fatores socioculturais e econômicos podem interferir na plena adesão à amamentação e ao MC. Bebês prematuros e de baixo peso que recebem cuidados na UCINCa são mais propensos a amamentar que aqueles da UCINCo, e isso pode ser influenciado por fatores maternos e perinatais

    Desfechos negativos da covid-19 em homens com fatores de risco cardiovasculares

    No full text
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde PúblicaIntrodução: a pandemia causada pela COVID-19 trouxe diversas incertezas para a área da saúde. Acreditava-se que a infecção comprometeria predominantemente o sistema pulmonar, mas, revelou-se ser uma doença sistêmica, expondo à vulnerabilidade de outros grupos de risco, como os cardiopatas. Os fatores de risco cardiovasculares (FRCV), mais comuns na população masculina, podem ser responsáveis pela evolução desfavorável desta doença nos internamentos hospitalares. Objetivo: descrever a prevalência dos fatores de risco cardiovasculares nos desfechos negativos (internamento em unidade de terapia intensiva – UTI – e óbito) entre homens internados por COVID-19, no município de Salvador/Bahia. Método: trata-se de um estudo epidemiológico descritivo, utilizando dados secundários sobre a primeira onda da COVID-19 no ano de 2020 (entre os meses de março a dezembro), obtidos através do banco de dados disponibilizado pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) do município de Salvador (CIEVS- SMS/SSA). Resultados: houve 5.429 registros obtidos através do CIEVS- SMS/SSA. A amostra foi composta por 85,3% de homens pretos ou pardos, 52,8% de idosos, 48,9% portadores de diabetes, 46,7% hipertensos, 60,4% tinham alguma cardiopatia crônica, e 90,4% eram obesos. Conclusão: a maioria das internações evoluiu para internamento em UTI (53,5%), e 37,9% da amostra foi à óbito. A presença dos FRCV como raça preta ou parda, cardiopatia prévia e obesidade foram mais prevalentes para desfecho grave nos homens acometidos pela COVID-19 no município de Salvador em 2020

    ODONTOLOGIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO AMBULATORIAL II Plano de Ensino 2023.1

    No full text
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde PúblicaAplicar os princípios de atenção integral à saúde, desenvolvendo ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual (durante o atendimento clínico), quanto coletivo (nas atividades de educação para saúde na sala de espera), sendo capaz de pensar de forma ampla e crítica os problemas de saúde bucal apresentados pelos pacientes e, consequentemente, procurando desenvolver planos de tratamento com abrangência sistêmica

    Prevalência contemporânea de fatores de risco cardiovascular em pacientes admitidos com infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento ST

    No full text
    SalvadorIntrodução. O Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) é uma doença de elevada incidência e prevalência, sendo a principal causa de mortes no Brasil e no mundo. O IAM é subdividido em IAM com e sem supradesnivelamento do segmento ST, com prognósticos distintos. Os fatores de risco para IAMCSST são conhecidos: histórico familiar para DAC precoce, tabagismo, diabetes mellitus, obesidade, sedentarismo e idade avançada, porém tem-se observado aumento da prevalência do IAMCSST em pacientes mais jovens, bem como uma redução da sua ocorrência durante a pandemia de COVID-19. Objetivos. Caracterizar o perfil clínico-epidemiológico e fatores de risco cardiovascular de pacientes admitidos com Infarto Agudo do Miocárdio com supradesnível do segmento ST (IAMCSST), atendidos em um serviço hospitalar de referência da rede de assistência privada da cidade de Salvador, Bahia. Métodos. Trata-se de estudo observacional analítico retrospectivo, de base individualizada, com delineamento transversal, realizado por meio de coleta de dados de prontuários eletrônicos, com medidas de frequência absoluta e relativa e teste do qui-quadrado. Resultados. Observou-se diferença estatística significante da prevalência de HAS como fator de risco em pacientes < 45 anos e ≥ 45 anos (p=0,021), e dislipidemia no pré e intra-pandemia (p=0,05). Conclusão. Encontrou-se menor prevalência de HAS em pacientes jovens. Durante a pandemia, observou-se menor prevalência de dislipidemia como fator de risco cardiovascular para IAMCSST, comparado ao período pré-pandêmico

    Frequência de casos graves e síndrome pós-covid-19 em pacientes com sobrepeso e obesidade acompanhados por equipe multiprofissional um estudo transversal

    No full text
    SalvadorIntrodução: A obesidade propicia diversos distúrbios metabólicos, que conduzem à outras patologias, como disfunções respiratórias, doenças cardiovasculares, doenças renais, hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2, inflamação sistêmica, esteatose hepática e alguns tipos de câncer. Muitas dessas comorbidades também são consideradas fatores de risco para o desenvolvimento de casos graves de COVID-19. Dessa forma, a obesidade se mostra como um fator de risco para o desenvolvimento desses quadros severos. A correlação entre o desenvolvimento de casos graves de COVID-19, suas sequelas duradouras e o quadro de obesidade ainda é pouco estudado no Brasil, apesar de estudos internacionais já apontarem a sua importante conexão e evidenciarem cada vez mais os mecanismos fisiopatológicos por trás desse fenômeno. Objetivos: Descrever a frequência de casos de COVID-19, de acordo com os seus diversos graus de severidade; descrever a frequência de síndrome pós-covid como sequela, nos pacientes que foram infectados pela COVID-19; e comparar o perfil clínico e metabólico dos pacientes que tiveram casos leves dos que tiveram casos graves. Metodologia: Estudo observacional, analítico e transversal. Realizado no ambulatório de atendimento multiprofissional para Estudo das Pessoas com Excesso de Peso (PEPE), no Ambulatório Saúde Bahiana, da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP), que atende pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS), na cidade de Salvador-BA. Foi aplicado um questionário para levantamento de dados referentes a idade, sexo, etnia, peso, IMC, circunferência abdominal, comorbidades prévias, histórico de infecção por COVID-19, sintomas na fase aguda dessa doença, cuidados recebidos para o tratamento e sintomas característicos da Síndrome PósCOVID. Nos pacientes que deixaram de frequentar o ambulatório, foi realizada ligação telefônica para realização do mesmo questionário. Resultados: 156 pacientes foram entrevistados no período da pesquisa, 52 tiveram histórico de infecção por COVID-19, sendo 37 casos leves, 11 moderados e 4 graves. Não houve diferença significativa nos dados sociais e antropométricos entre esses pacientes. Na amostra não foi observada correlação entre gravidade de infecção por COVID-19 e o grau de obesidade. Dos pacientes que tiveram COVID-19, 39 relataram sintomas compatíveis com Síndrome Pós-COVID, sendo os principais a queda de cabelo, perda de memória, artralgia, fadiga e ansiedade. As principais comorbidades diagnosticadas na amostra foram hipertensão arterial sistêmica, disglicemia e dislipidemia, sendo que as duas primeiras estavam presentes em todos os pacientes que tiveram casos graves de COVID-19. Conclusão: a frequência de pacientes do ambulatório que tiveram COVID-19 foi maior do que a frequência nacional e estadual. A maioria relatou casos leves, diferindo da literatura prévia que evidenciava a obesidade como fator de risco para casos mais graves. Isso pode ser atribuído ao paradoxo da obesidade, ausência de testagem em massa da população e a pequena amostra obtida. Sintomas de Síndrome Pós-COVID foram significativos na amostra, necessitando de um olhar mais cuidadoso sobre essas repercussões. O controle das comorbidades desses pacientes, realizados pelo acompanhamento ambulatorial multiprofissional do PEPE pode ter contribuído para a manutenção de casos brandos da doença

    ODONTOLOGIA IMPLANTODONTIA Plano de Ensino 2023.1

    No full text
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde PúblicaEstudo das bases biológicas da osseointegração e dos fundamentos para a realização de diagnóstico e tratamento das perdas dentárias (edentulismos) através dos implantes osseointegráveis. Análise dos diversos tipos de guias utilizados em implantodontia. Análise de exames de imagem e sua relação/auxilio na seleção dos implantes. Análise da sequência de brocas para uma adequada instalação de implantes e avaliação dos diversos tipos de enxerto ósseo disponíveis para o aumento ósseo alveolar. Estudo da sequência clínica para a obtenção de próteses provisórias e finais sobre implantes e sua manutenção/proservação. Estudo de problematização (BrainStorm) sobre a interdisciplinaridade da implantodontia

    MEDICINA PATOLOGIA DOS SISTEMAS Plano de Ensino 2023.1

    No full text
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde PúblicaMétodos diagnósticos da patologia. Princípios de biossegurança em laboratório. Conhecimento e integração da anatomia patológica e da fisiopatologia com a clínica médica. Estudo e reconhecimento das patologias mais prevalentes na prática médica

    0

    full texts

    7,524

    metadata records
    Updated in last 30 days.
    Repositório Institucional - Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
    Access Repository Dashboard
    Do you manage Open Research Online? Become a CORE Member to access insider analytics, issue reports and manage access to outputs from your repository in the CORE Repository Dashboard! 👇