Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
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EDUCAÇÃO FÍSICA TCC II Plano de Ensino 2022.2
Execução do projeto de pesquisa trabalho de conclusão de curso TC
Mordida aberta anterior na dentição decídua e mista: revisão de literatura
SalvadorA mordida aberta anterior (MAA) é uma má oclusão muito presente na infância, e tem como principais fatores etiológicos os hábitos bucais deletérios, como a sucção digital e de chupeta, que são consideradas comuns neste período de vida. Se estes forem corrigidos ainda na dentição decídua, dificilmente as suas consequências irão progredir para a dentadura mista. A MAA também pode ser causada por hábitos não funcionais, como a respiração bucal ou a deglutição atípica, e causar danos ao sistema estomatognático. Além desses fatores etiológicos, existem também os fatores genéticos, que podem contribuir para o estabelecimento desta má oclusão. Alguns hábitos funcionais, como a respiração nasal e a amamentação natural, agem como agentes protetores da MAA, visto que, estimulam o crescimento craniofacial favorável. Um dos
maiores impactos nos pacientes que possuem esta má oclusão, além dos prejuízos oclusais, dentários e funcionais, é o dano estético - a assimetria facial é uma das características desta má oclusão, o que costuma incomodar bastante os pacientes. Sendo assim, o papel da Odontopediatria é diagnosticar a MAA precocemente e intervir de forma correta, sabendo que o tratamento é multiprofissional, incluindo a Fonoaudiologia, Otorrinolaringologia e Ortodontia. As formas de tratamento para a MAA são direcionadas para interrupção do hábito deletério, corrigindo assim o problema. Isso pode ser feito apenas com o uso de aparelhos que reeduquem a musculatura – grades palatinas e esporões – e em casos mais graves, tratamentos ortodônticos mais complexos, associados ou não a cirurgia. Assim, foi objetivo deste estudo fazer uma
revisão de literatura sobre a MAA, descrevendo os principais achados científicos sobre o tema
ENFERMAGEM PSICODINÂMICA DO CUIDAR Plano de Ensino 2022.1
O papel do enfermeiro na gestão do cuidado. A subjetividade na relação enfermeiro-equipe de saúde-paciente-família e suas implicações no processo do cuidar. Qualidade de vida no trabalho
Rede de apoio social e sintomas ansiosos e depressivos em gestantes durante a pandemia pela covid-19: um estudo transversal
Salvadoratividade remunerada; escolaridade superior; renda familiar de mais de três salários-mínimos e boa parte no terceiro trimestre da gestação sem planejamento. A correlação entre sintomas depressivos e ansiosos e rede de apoio social das mulheres analisadas, mostraram que todas as dimensões foram moderadas e estatisticamente significantes. Conclusão: A redução da rede de apoio social das mulheres durante a gestação, esteve correlacionado com presença de Transformações e adaptações exigidas pelo ciclo gravídico-puerperal podem desencadear a presença de sintomas ansiosos e depressivos. Para amenizar os fatores estressantes deste período, uma boa rede de apoio social tem se mostrado extremamente relevante para suporte. Objetivo: investigar se existe correlação entre a rede de apoio social e presença de sintomas ansiosos e depressivos em gestantes durante a pandemia da COVID-19. Metodologia: estudo transversal, onde foram selecionadas mulheres entre 18 e 35 anos e residentes na cidade de Feira de Santana. Foram aplicados questionário sociodemográfico; Escala MOSS, para avaliar o suporte social e Escala HAD, para avaliar sintomas de ansiedade e depressão. As variáveis categóricas foram expressas por frequências absoluta e relativa e as variáveis quantitativas por média e desvio–padrão (DP) ou mediana e intervalo interqualítico (IIQ). Para comparação dos grupos foram utilizados os testes de MannWhitney e qui-quarado de Pearson. As associações entre as variáveis e os sintomas de ansiedade e depressão foram analisadas por regressão logística. Resultados: avaliadas 108 gestantes, com idade que variou de 18 a 35 anos, raça/cor parda; casada e com relacionamento estável no momento da pesquisa, exercendo sintomas psicológicos
MEDICINA SAÚDE DA CRIANÇA II Plano de Ensino 2022.2
Atenção à saúde da criança nas diversas faixas etárias em ambiente real e de simulação. Foco em anamnese, exame físico, estado nutricional, desenvolvimento neuropsicomotor e identificação de riscos à saúde. Práticas ambulatoriais em puericultura e pediatria. Conhecimento das patologias pediátricas mais prevalentes. Desenvolvimento do raciocínio clínico com formulação de lista de problemas. Postura ética nas relações interpessoais. Demonstração de comunicação empática na orientação da criança, familiares e cuidadores
Displasia óssea poliostótica: relato de caso
SalvadorA displasia óssea é um distúrbio de natureza benigna e progressiva, de etiologia desconhecida, não neoplásico, que possui manifestações tumorais de crescimentos lento, substituindo tecido esponjoso da medula óssea normal por proliferação fibroblástica estruturalmente desorganizada. Essa condição pode estar presente em um único osso (Displasia Fibrosa Monostótica) ou em dois ou mais ossos sem continuidade (Displasia Fibrosa Poliostótica). O diagnóstico baseia-se na história médica do paciente, apresentação clínica, exames radiográficos revelando presença de imagem radiolúcida uni ou multilocular, com radiopacidade em diferentes graus de definição possuindo aspecto de “vidro fosco” ou “vidro despolido” e, quando necessário, exames histopatológicos. O trabalho realizado tem como objetivo relatar um caso de displasia óssea poliostótica em uma paciente de gênero feminino de 37 anos, demonstrando, a partir de imagens radiográficas, a importância desse tipo de exame para um correto diagnóstico desta patologia
Evolução do conhecimento e opinião dos estudantes dos cursos de medicina, enfermagem e psicologia sobre o abortamento previsto em lei no Brasil
SalvadorINTRODUÇÃO. A interrupção eletiva da gravidez acompanha a humanidade há tempos imemoriais e sempre foi um tema estigmatizado e cercado de controvérsias. Na atualidade, a luta das mulheres pelo reconhecimento da sua condição de seres humanos detentores de direitos e da sua autodeterminação, tornou-se uma questão frequentemente debatida e foco de diferentes olhares. Apesar de ser um tema presente na legislação da maior parte dos países, incluindo o Brasil, não se observa uniformidade no seu permissivo legal ou orientações técnicas para a sua realização, coexistindo locais com uma maior flexibilidade no acesso ao abortamento e regiões com restrições severas. O meio acadêmico brasileiro reflete este cenário cercado de múltiplos olhares sobre o tema, situação que pode comprometer a formação de profissionais da área de saúde mais reflexivos sobre o real papel que devem desempenhar quando chamados para atuar em
assuntos controversos e que ultrapassam os limites das questões técnicas. OBJETIVO. Conhecer o entendimento e opinião dos estudantes da área de saúde de uma instituição de ensino privada sobre o abortamento previsto em Lei. MÉTODO. Trata-se de um estudo de corte transversal com uso de dados primários de uma amostra de conveniência, realizado entre 101 estudantes do curso de medicina, 23 de enfermagem e 39 de psicologia de uma instituição privada de caráter filantrópico em Salvador – Bahia entre os meses de julho e novembro de 2021. Utilizou-se como instrumento um questionário digital padronizado autoaplicável contendo perguntas sobre o perfil sociodemográfico dos participantes, assim como de conhecimento e opinião sobre o abortamento previsto em Lei, cujo questionário continha questões de verdadeiro ou falso e outras no formato Likert, variando de concordo totalmente a discordo totalmente. O coeficiente alfa de Cronbach foi utilizado para verificação da confiabilidade e consistência interna dos questionários aplicados. Foi considerado significância estatística valor de p <0,05. RESULTADOS. A fim de identificar a maneira como o abortamento previsto em Lei é abordado durante a graduação, a partir da visão dos alunos, tem-se que, nos cursos de medicina e psicologia, a abordagem é predominantemente curricular, enquanto no curso de enfermagem tal abordagem foi mínima. As perguntas de verdadeiro e falso, baseadas na legislação brasileira sobre o abortamento, obteve média de percentual de acertos maior do que 70%,
com exceção daquelas que abordaram fluxo de documentos legais e unidades de referência na cidade. Ao comparar as diferentes etapas de cada graduação, foi observado uma evolução do conhecimento apenas no curso de medicina. Quanto a opinião dos estudantes, objetos da pesquisa, esse aspecto analisado foi semelhante em todos os cursos e etapas de graduação, sendo os discentes em sua maioria favoráveis em fornecer informações sobre a temática à familiares, amigos, cônjuges, pacientes/clientes, mas alguns ainda demonstraram receio em participar do procedimento de interrupção da gestação. CONCLUSÃO. O abortamento eletivo é uma questão que envolve múltiplos aspectos e que possui um desdobramento social relevante, não se constituindo tema restrito a área de saúde, sendo necessário uma abordagem multi e interdisciplinar na sua condução
MEDICINA BASES DA IMUNOLOGIA E PATOLOGIA Plano de Ensino 2022.1
Estudo dos princípios básicos de imunologia. Compreensão dos mecanismos imunológicos de proteção. Princípios da patogenia de doenças infecciosas e neoplásicas. Processos gerais de patologia aplicados à prática clínica. Reconhecimento das principais alterações patológicas. Correlação das alterações imunológicas e patológicas com sinais e sintomas de doenças prevalentes na prática do médico generalista
O HIV como um marcador de mortalidade em hospitalizados pela covid-19: uma revisão sistemática
SalvadorIntrodução: A pandemia do COVID-19 se tornou um problema de saúde pública em todos o planeta e já tirou quase 5 milhões de vida em todo o mundo. Concomitantemente a isso também vivemos uma pandemia do vírus HIV que, apesar de diversas campanhas de conscientização, segue se disseminando em todo o mundo e gerando inúmeras mortes. A relação entre um indivíduo que vive com COVID-19 e HIV concomitantemente e uma maior mortalidade ainda é um motivo de discordância entre a comunidade científica, principalmente tratando-se da mortalidade em casos graves. Objetivo: Avaliar se a presença do vírus HIV é um marcador de mortalidade em pacientes hospitalizados pela COVID-19. Métodos: Esse trabalho se trata de uma revisão sistemática guiada pela recomendação PRISMA, utilizando-se da base de dados conhecida como PubMed. Nele foram incluídos estudos de coorte que relataram dados sobre o desfecho internação de paciente com a coinfecção de Sars-CoV-2 e HIV. Resultados: Dos 298 estudos encontrados, 5 eram estudos de coorte comparavam a mortalidade de pacientes hospitalizados pela COVID-19 entre um grupo com HIV e um grupo sem HIV. Todos os 5 estudos incluídos nessa revisão chegaram à conclusão de que não existem evidências estatísticas de que a presença da infecção por HIV é um marcador de mortalidade em pacientes já hospitalizados pela COVID-19. Conclusão: A presente revisão não encontrou evidências que sustentem a presença do vírus HIV como um marcador de mortalidade para hospitalizados pela COVID-19. Porém, destaca-se a necessidade de estudos maiores sobre o tema, uma vez que grande parte dos estudos disponíveis foram realizados com amostras pequenas