Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública

Repositório Institucional - Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
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    MEDICINA SAÚDE MENTAL E AUTOCUIDADO I Plano de Ensino 2022.1

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    Abordagem da saúde mental com foco no bem-estar global do aluno. Uso de técnicas de meditação, relaxamento, música, pintura e literatura. Reflexão sobre a auto-observação e a observação do outro. Desenvolvimento da aprendizagem colaborativa e de uma escuta sensível e acolhedora

    FISIOTERAPIA SAÚDE DO IDOSO Plano de Ensino 2022.1

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    Estudo dos processos da saúde e doença do idoso considerando o contexto psicossocial com foco nos diferentes níveis de atenção à saúde

    Split Crest: instalação de implantes em rebordos alveolares com deficiência de espessura óssea

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    SalvadorIntrodução: As reabilitações dentárias sobre implante de pacientes parcial ou totalmente edêntulos já é uma realidade com elevado índice de previsibilidade e evidência científica. Situações em que não há espessura adequada de osso remanescente, técnicas cirúrgicas de reconstrução óssea são indicadas. Objetivo: Discutir a técnica split crest para instalação de implantes em rebordos alveolares com deficiência de espessura óssea, como alternativa às técnicas de reconstrução, destacando os detalhes anatômicos do procedimento cirúrgico, tal como suas vantagens e limitações. Metodologia: Essa pesquisa foi realizada a partir da literatura disponível nos buscadores Google Scholar e PubMed, foram selecionados 22 estudos, bem como foram utilizadas imagens de um caso clínico para ilustração da técnica. Resultados: A técnica split crest apresenta possibilidade significativa de aumento na largura do rebordo alveolar, indicada para regiões de ossos tipo II e III, demonstrando resultados positivos na região anterior da maxila, em especial devido às características anatômicas e comportamento no processo de remodelagem óssea. Limitações de uso da técnica estão associadas ao grau de reabsorção do remanescente ósseo e/ou espaços de ausência dentária, devendo, portanto, haver uma avaliação adequada, clínica e imaginológica, das estruturas anatômicas locais. Considerações finais: A técnica split crest se apresenta como alternativa às técnicas de enxertia óssea, se destacando pela possibilidade de instalação imediata dos implantes dentários no momento da expansão das tábuas ósseas e elevada taxa de sobrevivência dos implante

    MEDICINA INTERNATO EM SAÚDE DA MULHER/NEONATOLOGIA Plano de Ensino 2022.1

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    Assistência integral à saúde da mulher e do recém-nascido no diagnóstico e tratamento de doenças obstétricas, ginecológicas e do período neonatal, mais prevalentes, com ênfase em ações preventivas. Atuação interprofissional para garantir a segurança do paciente e para atender às necessidades de saúde da mulher e do recém-nascido, considerando a diversidade de gênero, étnico-racial e sociocultural, conforme os princípios do SUS e à Política Nacional de Humanização e de Atenção Integral à Saúde da Mulhe

    MEDICINA METODOLOGIA INSTRUMENTAL Plano de Ensino 2022.2

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    Abordagem do método científico. Instrumentalização para a busca, tratamento e utilização da informação científica, favorecendo a comunicação clara e objetiva

    O desempenho dos estados do nordeste na realização do transplante hepático: 2015 a 2019

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    Introdução: O transplante hepático consolidou-se como a única opção terapêutica eficaz no tratamento de pacientes com doenças hepáticas avançadas e, atualmente, promove o aumento da qualidade de vida e da sobrevida do paciente. Apesar do Brasil apresentar-se como referência na realização do procedimento, ainda existem muitos obstáculos nesse processo. Ademais, o cenário é acentuado pela distribuição desigual dos centros de referência para transplante hepático no país, com discrepâncias loco-regionais no número de transplantes realizados. No que tange o Nordeste, apenas cinco Estados entre os nove que compõem a região possuem centro de referência capacitado para realização do transplante hepático até o ano de 2019, o que sobrecarrega ainda mais as filas de espera para realização do procedimento e dificulta o acesso dos pacientes ao transplante. Dessa forma, é importante compreender o desempenho entre os Estados da região Nordeste com relação a realização do procedimento de transplante hepático e a evolução de todo o cenário ao longo dos anos. Objetivos: Comparar o desempenho entre os Estados da região Nordeste com relação a realização do procedimento de transplante hepático ao longo dos anos de 2015 a 2019. Métodos: Trata-se de um estudo observacional, descritivo e ecológico, tipo transversal, realizado por meio da utilização de dados secundários de domínio público, através da consulta à base de dados do Registro Brasileiro de Transplantes da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos. Foram analisadas informações referentes à população inscrita em lista de espera para a realização de transplante hepático entre os anos de 2015 e 2019 nos estados da região Nordeste. As variáveis analisadas nesse estudo, nos anos de 2015, 2016, 2017, 2018 e 2019, em cada estado da região Nordeste, foram número de pacientes inscritos na lista de espera para transplante hepático, número de transplantes hepáticos realizados, número de transplantes hepáticos realizados por milhão de população, número de transplantes hepáticos esperados, de acordo com a população de cada estado da região Nordeste e número de óbitos em lista de espera para realização do transplante hepático. Foi utilizado o programa Microsoft Office Excel para armazenamento, processamento e análise dos dados. Foram realizadas análises descritivas e os resultados apresentados em tabelas com números absolutos (n) e percentual (%). Resultados: O estado do Ceará se destaca com alta taxa na realização de transplante hepáticos, por milhão de população, na região Nordeste, seguido do estado do Pernambuco. Os estados da Bahia, Maranhão e Paraíba apresentam baixas taxas na realização de transplante hepático, por milhão de população. Os estados de Alagoas, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe não realizam o procedimento de transplante hepático devido à ausência de centros especializados nesses estados. Conclusão: Nesse estudo, foi observado desigualdades entre os Estados com relação ao desempenho na realização do procedimento de transplante hepático e baixas taxas em sua maioria. O Ceará se destaca e apresenta a melhor taxa na realização no procedimento de transplante hepático na região do Nordeste

    ODONTOLOGIA BIOSSEGURANÇA Plano de Ensino 2022.1

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    Análise dos riscos biológicos, químicos e físicos no campo de trabalho do profissional em odontologia permitindo identificação dos possíveis acidentes de trabalho frente à exposição de materiais biológicos. Análise de controle da infecção em artigos e superfícies. Higienização das mãos. Orientação sobre equipamentos de proteção individual. Fluxo e processamento de artigos, de superfícies, linhas de água rouparia e limpeza geral. Gerenciamento de resíduos em serviços odontológicos. Doenças Ocupacionais

    EDUCAÇÃO FÍSICA SER EMPREENDEDOR Plano de Ensino 2022.2

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    Análise da realidade do mundo do trabalho no contexto da saúde sob uma perspectiva contemporânea e a relação com o empreendedorismo. Estudo dos elementos constitutivos do ser empreendedor com ênfase na prática em saúde e a instrumentalidade necessária à inovação, estabelecendo relações entre a prática profissional e seu impacto social

    ENFERMAGEM DESENVOLVIMENTO DO CICLO DE VIDA Plano de Ensino 2022.2

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    Estuda o desenvolvimento do ciclo de vida, ressaltando o homem como ser bio-psico-social e os processos psicológicos básicos das etapas fundamentais na constituição dos processos normais e patológicos

    Perfil de dor no pós-operatório de histeroscopia cirúrgica em um serviço particular em Salvador – Bahia. 2022

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    SalvadorINTRODUÇÃO: A histeroscopia é o exame considerado padrão ouro para analisar a cavidade uterina através da visualização interna do útero por meio do histeroscópio, contudo quando se trata da histeroscopia cirúrgica, muitas pacientes referem muita dor após o procedimento. Diante desse fato, faz-se necessário estudos que colaborem com iniciativas que tenham o intuito de diminuir essa dor no pós-operatório das pacientes. OBJETIVO: Analisar o perfil de dor no pós-operatório de histeroscopia cirúrgica em um serviço particular em Salvador – Bahia de janeiro-março/2022. METODOLOGIA: Estudo observacional transversal descritivo com dados primários, realizado em um Hospital particular em Salvador - Bahia no período de abril a agosto de 2022, aplicando-se um formulário após a histeroscopia cirúrgica, o qual constava a idade, paridade, finalidade da histeroscopia, se houve ou não necessidade de dilatação, material utilizado para o procedimento, tipo de anestesia e qual anestésico usado, duração do procedimento, grau da dor e se houve necessidade de analgesia após o procedimento, caso tivesse tido qual substância havia sido utilizada. Esse questionário serviu de instrumento para avaliar a dor pós-operatória das pacientes submetidas à histeroscopia cirúrgica. RESULTADOS: Após a aplicação dos formulários em 30 pacientes, constatou-se que em relação a paridade, 31 (70%) estavam na faixa etária dos 30 aos 49 anos, 13 eram nulíparas (G0P0A0) (43,33%), 9 (30%) tinha como finalidade a biópsia, 22 (70%) não tiveram necessidade de dilatação do colo uterino, 13 (43,33%) utilizaram a camisa diagnóstica 4mm, todas foram submetidas a anestesia combinada em relação ao tipo de anestesia, apenas 3 (10%) apresentaram dor do tipo moderada, somente 2 pacientes tiveram necessidade de analgesia (6,66%). CONCLUSÃO: A utilização de métodos anestésicos associados, sedação e anestesia local com ropivacaína, parece desempenhar um papel importante na diminuição da dor no pós-operatório de histeroscopia cirúrgica das pacientes

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