Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública

Repositório Institucional - Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
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    Análise do uso das tecnologias assistivas para uma comunicação efetiva entre o cirurgião dentista e o paciente surdo

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    SalvadorIntrodução: Os deficientes auditivos enfrentam barreiras comunicativas nos atendimentos realizados nos serviços da área da saúde e, no atendimento odontológico, não é diferente. Sobretudo porque, muitos dentistas não conhecem a Libras. Perante essa realidade, acredita-se que o uso de tecnologias assistivas possa melhorar esta comunicação, oferecendo mais conforto e segurança ao paciente bem como ao profissional, que será capaz de se comunicar de maneira mais eficaz com o paciente surdo. Objetivo: comparar duas tecnologias assistivas utilizadas junto ao paciente surdo, como instrumento facilitador da comunicação dentista X paciente durante a anamnese. Metodologia: estudo transversal em uma amostra de 29 pessoas de ambos os sexos, com idades entre 18 a 45 anos, com diagnóstico de surdez, alfabetizados e que tenham sido capacitados para o uso da língua de libras, moradores de Salvador, Bahia, divididos em 3 grupos. Os grupos utilizaram de forma combinada um dispositivo móvel que realiza comunicação GERAL em LIBRAS (HANDTALK) e de um aplicativo específico da área Odontológica (ODONTO LIBRAS) além de responderem à anamnese sem o uso dos aplicativos. Posteriormente, os participantes responderam a um questionário com respostas objetivas em cinco níveis, avaliando e comparando as técnicas. Resultados: as notas atribuídas pelo mesmo participante aos aplicativos tiveram comportamento semelhante para o HAND TALK e Odonto Libras. Comprando os valores atribuídos por cada pergunta medindo a dispersão dos valores observou-se que o Odonto Libras obteve melhor avaliação em relação ao HAND TALK Conclusões: O uso das tecnologias assistivas testadas não foram capazes de substituir integralmente o intérprete durante a realização da anamnese de acordo com a avaliação dos participantes desta pesquisa

    FISIOTERAPIA FISIOTERAPIA BASEADA EM EVIDÊNCIAS Plano de Ensino 2022.2

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    Apresenta os princípios da Prática Baseada em Evidências e como o fisioterapeuta pode utilizá-los para tomar decisões clínicas sábias

    EDUCAÇÃO FÍSICA PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS FÍSICOS PARA GRUPOS ESPECIAIS Plano de Ensino 2022.1

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    Benefícios e riscos associados à atividade física. O exercício físico como estratégia de prevenção primária e tratamento não-farmacológico para doenças cardiovasculares, respiratórias e metabólicas. Avaliação, prescrição e monitoramento do exercício físico para grupos especiais. Considerações ambientais da prescrição do exercício físico para grupos especiais

    Intoxicação eletrônica em crianças de zero a quatro anos: percepção dos pais

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    SalvadorIntrodução: As atividades sociais e de lazer, no período da pandemia, foram reduzidas ou inexistiram, tanto quanto foi desconfigurada a borda entre lazer e trabalho. Nesse contexto, os pais, em muitos casos, precisaram cuidar das crianças, trabalhar e realizar atividades de casa. O cuidado das crianças, que já estava permeado pela presença, cada vez mais precoce, dos dispositivos eletrônicos digitais, sofreu uma intensificação nesse sentido. A Sociedade Brasileira de Pediatria alerta para os prejuízos na aquisição de habilidades associados à exposição precoce e intensa das telas, como atraso no desenvolvimento cognitivo, na linguagem, habilidades sociais e alterações de sono. O conceito de intoxicação eletrônica aponta para alterações discursivas do laço decorrente de entraves no exercício das funções maternas e paternas, acarretando impasses para a constituição psíquica, como concebido pela psicanálise, constituindo-se um risco à saúde mental desde um tempo precoce. Indaga-se como os cuidadores primários perceberam os sinais de intoxicação eletrônica em seus filhos. Objetivo: O presente trabalho buscou conhecer a percepção dos pais de crianças de zero a quatro anos, sobre o efeito do uso intenso dos dispositivos digitais. Metodologia: Trata-se de uma pesquisa qualitativa e exploratória, realizada através de entrevistas compreensivas com cuidadores primordiais de crianças pré-escolares e lactentes (entre dois e quatro anos), em Salvador, Região Metropolitana e Feira de Santana, que fazem uso intenso dos dispositivos digitais, apresentando ou não sinais de intoxicação eletrônica. A seleção dos participantes foi pelo método bola de neve. Os cuidadores pesquisados foram mães, em sua totalidade, por serem essas que ocuparam lugar de cuidador primário, nos casos investigados. A partir dos dados coletados foram estruturadas categorias, buscando a identificação de núcleos de sentido. Resultados: O primeiro núcleo de sentido, “Identificação de alterações”, corresponde às alterações identificadas a partir do uso das telas, o percurso de investigação dessas alterações e os sentimentos dos pais. O segundo núcleo de sentido, “Cuidado”, corresponde às medidas de cuidado adotadas a partir das alterações identificadas e se refere aos impasses para o exercício das funções maternas e paternas. As mães apresentaram, em sua maioria, dificuldade de perceber a intoxicação eletrônica em seus filhos, o uso constante das telas é normalizado na maior parte das famílias. O efeito do “só depois” pode ser visto, uma vez que os prejuízos são percebidos quando se espera da criança aquisição de habilidades como fala, interação e socialização. A pandemia intensificou o uso das telas pelas crianças, mas a depender do modo como esse uso foi mediado, pode haver diferentes efeitos, o que faz com que nem todo uso seja um caso de intoxicação eletrônica. Considerações Finais: Este trabalho identificou que os pais sabiam dos efeitos negativos do uso das telas para os bebês e crianças, mas ainda assim permitiram a exposição por não dimensionarem os impactos negativos do uso e por estarem sob efeito do uso intenso das telas na cultura digital vigente. Foram eles que identificaram que algo não ia bem com seus filhos, mas não conseguiram associar ao uso das telas. As atividades laborais ou de trabalho dos pais apareceu como um dos principais fatores de dificuldade destes na mediação do uso das telas. Há uma precariedade de estudos sobre a visão dos cuidadores primordiais e sobre os aspectos constitutivos do laço entre bebê (ou criança) e cuidador. Esse aspecto constitutivo do laço é importante para pensar a intoxicação eletrônica. O que está em questão é o lugar do desejo do cuidador pela criança que está se constituindo

    Perfil epidemiológico de óbitos por infarto agudo do miocárdio, na bahia, no período de 2015 a 2019

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    Introdução: O infarto agudo do miocárdio (IAM) é apontado como a principal causa de morte no Brasil. A avaliação do perfil epidemiológico de óbitos por IAM é relevante para se conhecer em profundidade a real situação da mortalidade por essa causa, além de servir como base para políticas públicas de saúde e de ações de promoção e prevenção a serem executadas. Objetivo: Descrever o perfil epidemiológico de óbitos por IAM, na Bahia, no período de 2015 a 2019. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo, observacional, com dados secundários anuais de óbitos por IAM (causa 068.1, CID BR-10) obtidos do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), no período de 2015 a 2019. O estudo foi realizado na Bahia e foram analisadas as variáveis: macrorregião de saúde, ano do óbito, sexo, faixa etária, escolaridade, estado civil e cor/raça. Os dados foram analisados em números absolutos e relativos. Calculouse a taxa de mortalidade específica por ano, sexo e faixa etária. Resultados: Entre os anos de 2015 e 2019, a Bahia apresentou 24.079 óbitos por IAM, notificados no SIM. Em 2019 foi observado o maior número de óbitos por essa causa. As áreas onde se observou as maiores concentrações de óbitos foram nas macrorregiões de saúde Leste, Sudoeste e Centro-leste, sendo, 24,28%, 15,15% e 13,36% do total dos óbitos, respectivamente. A distribuição proporcional de óbitos por sexo revelou uma predominância de óbitos no sexo masculino. O número de óbitos por IAM alcançou valores mais elevados em indivíduos com faixas etárias de 80 anos e mais (28,24%). Os indivíduos pardos apresentaram uma maior proporção de mortalidade (58,01%) quando comparados aos demais. Quanto à escolaridade e ao estado civil, a predominância de óbitos se deu em indivíduos sem nenhuma escolaridade (27,45 %) e casados (35,01%). Conclusão: A evolução da mortalidade por IAM, na Bahia, no período de 2015 a 2019, apresenta tendência crescente ao longo dos anos analisados, sendo caracterizada por contrastes importantes entre as macrorregiões de saúde, sexo, faixa etária, cor/raça, estado civil e escolaridad

    Periodontite em pacientes com Síndrome de Down: uma revisão narrativa

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    SalvadorA periodontite é uma doença inflamatória crônica multifatorial, com etiologia primária sendo o biofilme bacteriano, considerada a sexta doença mais prevalente na humanidade e a sua progressão possibilita repercussões sistêmicas importantes. Diante do contexto dessa doença, pessoas com Síndrome de Down (categorizadas na nova classificação dentro de “Periodontite como manifestação de doenças sistêmicas”) apresentam uma alta prevalência da doença, manifestada precocemente, sendo o principal fator envolvido o comprometimento do sistema imunológico característico desses pacientes. Além disso, mesmo fazendo tratamento periodontal e tendo cuidados de suporte contínuos, pessoas com Síndrome de Down apresentam um alto risco de progressão da doença. Desta forma, é importante ressaltar que o tratamento precisa ser individualizado e o mais breve possível, fazendo uma intervenção preventiva. Sendo assim, foi realizada uma revisão de literatura narrativa com o objetivo de analisar a produção científica acerca da periodontite em pacientes com Síndrome de Down, ressaltando a importância do acompanhamento periodontal nesses indivíduos

    Características clínicas e da cérvice uterina de mulheres com ureaplasma spp. E mycoplasma sp. No fluxo genital

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    Introdução:Os microrganismos Mycoplasma sp. e Ureaplasma spp. podem fazer parte da flora genital de muitas mulheres sexualmente ativas. Alguns autores descrevem esses microrganismos como habitantes comensais, embora eles também estejam associados a condições patológicas, como parto prematuro, corrimentos vaginais, uretrites, doença inflamatória pélvica e infertilidade. Objetivo: avaliar os dados clínicos e da cérvice uterina de pacientes que apresentaram fluxo vaginal com resultados positivos para Micoplasma sp. e/ou Ureaplasma spp.. Material e Métodos: Foi realizado um estudo do tipo corte transversal retrospectivo, através de análise de prontuário fisico. As determinações microbiológicas foram feitas através de culturas para Ureaplasma spp. e Mycoplasma sp. com material colhido do ecto e endocérvice com o auxílio de swabs estéreis. A colposcopia foi realizada com colposcópio Colpscan, e as os esfregaços vaginais foram corados pelo Papanicolaou. Os resultados foram analisados estatisticamente através de software IBM SPSS v14 e gráficos através do Microsoft Excel. Todos os testes foram bicaudados e considerouse p<0,05 como um achado estisticamente significante. Resultados: Foram avaliados 404 prontuários, destes, 80 foram excluídos. Participaram efetivamente 324 mulheres em idade reprodutiva. Foi encontrado 17,9% (58/324) de Ureaplasma spp. E 3,1%(10/324) de positividade para Mycoplasma sp. Houve significância estatística positiva entre a presença de Ureaplasma spp. e infecção do trato urinário: 39,7%(23/58) p=0,002 e infecção pelo HPV 39,7% (23/58) p=0,001. A infecção pelo Mycoplasma sp. apresentou significância estatística positiva com o uso de método contraceptivo: 66,2%(208/324) p=0,036. Foi encontrado maior percentual de colposcopia com achados anormais no grupo positivo (positivo: 65% vs. 35% p=0,001)nos casos negativos. Os achados colpocitológicos não apresentaram diferença significativa entre os grupos. Conclusão: A presença de Ureaplasma spp. no fluxo genital foi associada a HPV, enquanto a presença de Mycoplasma sp. a um menor uso de contraceptivo. Quando analisados ambos os patógenos, houve maior frequência de achados colposcópicos anormais sem diferença nos achados citológicos no grupo positivo para Ureaplasma spp. e/ou Mycoplasma sp.

    O uso da cannabis para o tratamento da dor orofacial: revisão de literatura

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    SalvadorIntrodução: A cannabis possui diversos compostos químicos, isolados e identificados. Esses princípios ativos apresentam ações farmacológicas e entre eles se destacam os canabinóides, o tetrahidrocanabinol (THC) e Canabidiol (CBD), que apresentam efeitos analgésicos, anticonvulsionantes, ansiolíticos e anti-inflamatórios, importantes no tratamento de diversas doenças. Através dessa descoberta e de ineficácias em tratamentos convencionais, a possibilidade de utilização dos canabinóides está sendo cada vez mais estudada e utilizada, inclusive pode auxiliar os pacientes odontológicos, com dor orofacial. A dor orofacial é uma patologia diretamente ligada à odontologia, englobando condições dolorosas em região extra e intrabucal. Diante disso, e dos resultados positivos da terapêutica canábica, pode ser possível utilizá-la no seu tratamento em função dos efeitos analgésicos em pacientes refratários aos tratamentos convencionais. Objetivo: Através de levantamentos bibliográficos, reconhecer as ações terapêuticas da cannabis, demonstrando o seu potencial para tratar a dor orofacial. Metodologia: Revisão de literatura de artigos disponíveis nas plataformas BVS, SciELO, LILACS, MEDLINE e Google Acadêmico, tendo como critério de inclusão trabalhos que abordem o uso de canabinóides como intervenção terapêutica e sobre as dores orofaciais, publicados em português, inglês e espanhol. Resultados: Dentre os achados foi possível observar a utilização dos canabinóides no tratamento das dores, devido ao seu potencial analgésico, tanto em adjunto com outras medicações, potencializando a analgesia e reduzindo efeitos adversos, quanto individualmente. Considerações finais: A cannabis é uma possibilidade terapêutica para uma gama de enfermidades e pode ser utilizada no tratamento das dores orofaciais, sendo benéfica também na redução dos efeitos adversos da terapia convencional

    FISIOTERAPIA BIOMORFOFUNCIONAL II Plano de Ensino 2022.1

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    Aborda conhecimentos básicos de histologia, anatomia, embriologia e fisiologia de forma integrada inter-relacionando conteúdos referentes aos constituintes do corpo humano

    MEDICINA SAÚDE MENTAL E AUTOCUIDADO II Plano de Ensino 2022.2

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    Estudo dos aspectos relevantes para construção da anamese com ênfase na história psicosocial (HPS). Aprofundamento da compreensão do psiquismo humano. Construção da HPS das diversas faixas etárias. Identificação de aspectos mentais normais e patológicos com base no exame físico e HPS. Conhecimento sobre altruísmo na preservação da saúde mental e facilitação nas relações interpessoais. Práticas de auto-cuidado

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