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Accesibilidad en los museos de ciencia: la perspectiva de los mediadores brasileños
Licença atribuída ao artigo pela revista: CC BY-SA.Neste artigo, visamos compreender como mediadores de museus de ciências brasileiros entendem e lidam com a acessibilidade e com os públicos com deficiência nas instituições em que trabalham. Os dados foram coletados de abril a dezembro de 2019 por meio de um questionário on-line, com perguntas fechadas e abertas, respondido por 298 indivíduos. Sob o ponto de vista desses profissionais, ainda há algumas lacunas com relação à sua formação, prática e experiência e às estratégias de acessibilidade oferecidas pelos museus que trabalham. Isso faz com que se sintam pouco seguros para realizar o atendimento dos públicos com deficiência. Nesse sentido, apenas um quarto do total dos respondentes afirmou que se sentia preparado para atender pessoas com deficiência. Esse sentimento pode ocorrer em parte pelo fato de que metade de nossos respondentes são jovens de entre 20 e 29 anos e em geral com menos de cinco anos de carreira. Mas reforça a necessidade de que os museus invistam na formação e capacitação desses atores sociais e consolidem e/ou reforcem uma política institucional que vise a acessibilidade e inclusão das pessoas com deficiência nos museus de ciências.FAPERJ; CNPq; CAPESIn this paper, we aim to understand how museum educators of Brazilian science museums understand
and deal with accessibility and with audiences with disabilities in the institutions in which they work.
Data were collected from April to December 2019 through an online questionnaire, with closed and
open questions, answered by 298 individuals. From the point of view of these professionals, there are
still some gaps regarding their training, practice and experience and the accessibility strategies offered
by the museums they work with. This makes them feel unconfortable to interact with audiences with
disabilities. Only a quarter of all respondents said they felt prepared to interact with people with disabilities.
This feeling may occur partly due to the fact that half of our respondents are young people
between 20 and 29 years old and, in general, have less than five years of career, but also due to the little
practice of welcoming audiences with disabilities in museums. The data reinforce the need for museums
to invest in the training and qualification of these professionals and to consolidate and / or reinforce an
institutional policy aimed at accessibility and inclusion of people with disabilities in science museums.En este artículo pretendemos comprender cómo los mediadores de los museos de ciencia brasileños
entienden y tratan la accesibilidad y las audiencias con discapacidades en las instituciones en las que
trabajan. Los datos fueron recolectados de abril a diciembre de 2019 a través de un cuestionario en línea,
con preguntas cerradas y abiertas, respondidas por 298 personas. Desde el punto de vista de estos
profesionales, persisten algunas lagunas en cuanto a su formación, práctica y experiencia y las estrategias
de accesibilidad que ofrecen los museos con los que trabajan. Esto los hace sentir inseguros para
interactuar con audiencias con discapacidades. Solo una cuarta parte de todos los encuestados dijeron
que se sentían preparados para atender a las personas con discapacidades. Este sentimiento puede
darse en parte por el hecho de que la mitad de nuestros encuestados son jóvenes de entre 20 y 29 años
y en general con menos de cinco años de carrera, pero también por la poca práctica de acoger audiencias
con discapacidad en los museos. Los datos refuerzan la necesidad de los museos de invertir en la
formación y cualificación de estos profesionales y de consolidar y/o reforzar una política institucional
orientada a la accesibilidad e inclusión de las personas con discapacidad en los museos de ciencia
Can Climate and Environmental Factors Putatively Increase SARS-Cov2 Transmission Risks?
A Rede Genômica Fiocruz é formada por especialistas de todas as unidades da Fundação no país e de institutos parceiros que se empenham diariamente em gerar dados mais robustos sobre o comportamento do SARS-Cov-2 e contribuir para um melhor preparo do país no enfrentamento da pandemia em termos de diagnóstico mais precisos e vacinas eficazes. Saiba mais sobre a Rede Genômica Fiocruz em: http://www.genomahcov.fiocruz.br/After the identification of the first SARS-COV-2 infected cases in China, the virus was rapidly disseminated among the distinct continents and the COVID-19 pandemics was announced by the WHO in March 2020. Over time, the epidemiological sceneries varied among countries, according to the adopted mitigation measures and epidemic phase. Recently, a recrudescence of the epidemics has been observed in distinct countries. SARSCoV-2 can be transmitted by direct or indirect contact. The viral RNA has been detected in stool and other clinical specimens from infected patients and a putative fecal-oral transmission has been argued. Viruses are shed in human excreta, further disposed into the sewerage system or into the environment, in poor sanitation settings. Thus, SARS-CoV-2 RNA has been regularly detected in wastewater and surface water impacted by the direct discharge of sewage. Some studies have reported an association between climatic parameters and an increase in COVID-19 incidence. However, conclusive evidence based in full seasons is needed so far. This mini-review briefly discusses the putative role of climate and environmental factors on SARS-CoV-2 exposure, transmission and circulation patterns. Moreover, some additional challenges in middle and low-income settings are highlighted. Efforts must be driven to categorically understand the relationships between SARS-CoV-2 infection, circulation patterns and climate parameters, as the putative implications of viral persistence and viability in distinct environmental matrices. This information is crucial for COVID-19 control and prevention, especially in middle and low-income settings, already wedged by social inequality, inadequate sanitation and deficient healthcare admission
The condition of youths in Latin America: demands and ways of tackling health inequities
"Todo por uno mismo": autonomía individual y mediación técnica en aplicaciones de autocuidado psicológico
Fernanda Glória Bruno da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, da Escola de Comunicação teve seu artigo submetido e aprovado na edição da RECIIS - Dossiê Comunicação, Saúde e Crises Globais: parte 2 v. 15 n.1 (2021)Paula Cardoso Pereira da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, da Escola de Comunicação teve seu artigo submetido e aprovado na edição da RECIIS - Dossiê Comunicação, Saúde e Crises Globais: parte 2 v. 15 n.1 (2021)Anna Carolina Franco Bentes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, da Escola de Comunicação teve seu artigo submetido e aprovado na edição da RECIIS - Dossiê Comunicação, Saúde e Crises Globais: parte 2 v. 15 n.1 (2021)Debora Dantas Pio da Costa da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, da Escola de Comunicação teve seu artigo submetido e aprovado na edição da RECIIS - Dossiê Comunicação, Saúde e Crises Globais: parte 2 v. 15 n.1 (2021)Paulo Faltay da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, da Escola de Comunicação teve seu artigo submetido e aprovado na edição da RECIIS - Dossiê Comunicação, Saúde e Crises Globais: parte 2 v. 15 n.1 (2021)Mariana Antoun da Fonseca e Silva da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, da Escola de Comunicação teve seu artigo submetido e aprovado na edição da RECIIS - Dossiê Comunicação, Saúde e Crises Globais: parte 2 v. 15 n.1 (2021)Helena Strecker Gomes Carvalho da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, da Escola de Comunicação teve seu artigo submetido e aprovado na edição da RECIIS - Dossiê Comunicação, Saúde e Crises Globais: parte 2 v. 15 n.1 (2021)Natássia Salgueiro Rocha da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, da Escola de Comunicação teve seu artigo submetido e aprovado na edição da RECIIS - Dossiê Comunicação, Saúde e Crises Globais: parte 2 v. 15 n.1 (2021)Este artigo discute o resultado da análise de 10 aplicativos móveis de autocuidado psicológico utilizados no Brasil, que denominamos PsiApps. A análise se desdobra em duas camadas: uma 'visível', que envolve os discursos dos próprios aplicativos para descrever os problemas que visam solucionar, suas promessas e seus métodos; outra 'invisível', que inclui formas automatizadas de coleta e compartilhamento de dados dos usuários pelos aplicativos. Veremos como a ênfase na individualidade e na autonomia manifesta na primeira camada torna opaca uma série de mediadores presentes na segunda camada, em grande parte invisíveis para o usuário. O contraste entre a centralidade da agência individual promovida pelos discursos dos PsiApps e o caráter relacional da infraestrutura e do ecossistema de dados que os integram evidenciam as contradições da autonomia ofertada por esses aplicativos.This article discusses the result of the analysis of 10 psychological self-care mobile applications used in Brazil, which we call PsiApps. The analysis unfolds in two layers: one, 'visible', involves the discourses employed by the applications themselves to describe the problems they seek to solve, their promises and methods; the other, 'invisible', includes automated ways of collecting and sharing user data by the applications. We will see how the emphasis on individuality and autonomy manifested in the first layer makes opaque a series of mediators largely invisible to the user present in the second layer. The contrast between the centrality of individual agency promoted by the discourses of the PsiApps and the relational character of the infrastructure and data ecosystem that they integrate highlight the contradictions in the notion of autonomy offered by these applications.Este artículo discute el resultado del análisis de 10 aplicaciones móviles de autocuidado psicológico utilizadas en Brasil, que llamamos PsiApps. El análisis se desarrolla en dos dimensiones: una 'visible', que involucra los discursos de las propias aplicaciones para describir los problemas que buscan resolver, sus promesas y métodos; otra 'invisible', que incluye formas automatizadas de recopilar y compartir datos de usuario por las aplicaciones. Veremos cómo el énfasis en la individualidad y la autonomía manifestado en la primera dimensión vuelve opacos una serie de mediadores en gran parte invisibles para el usuario presentes en la segunda dimensión. El contraste entre la centralidad de la agencia individual promovida por los discursos de los PsiApps y el carácter relacional de la infraestructura y el ecosistema de datos que integran manifiestan las diversas contradicciones de la autonomía que estas aplicaciones ofrecen
Recent advances in cryptococcus and cryptococcosis
The members of the Cryptococcus neoformans and Cryptococcus gattii species complexes are the main etiological agents of cryptococcosis, a life-threatening fungal infection affecting mostly immunocompromised people, but also immunocompetent hosts or those with unrecognized risk factors
Criopreservação e banco de células: procedimentos práticos e equipamentos
dubladoVídeo integrante do Curso Princípios básicos do cultivo de células de mamíferos, que aborda o subtema Criopreservação e banco de células: procedimentos práticos e equipamentosFiocruzMP4Tópicos em cultura de células de mamíferosPrograma de Pós-Graduação em Biociências e Biotecnologi
Explorando os mecanismos fisiopatológicos da sepse através da análise proteômica de vesículas extracelulares isoladas do plasma de pacientes
A sepse é a principal causa de morte em unidades de terapia intensiva no Brasil e uma das condições de maior ônus econômico por pacientes hospitalizados. Atualmente a sepse é definida como disfunção orgânica potencialmente fatal, decorrente de uma resposta imune desregulada frente a uma infecção. Sua forma mais grave, o choque séptico, ocorre na presença de profundas anormalidades circulatórias e do metabolismo celular, aumentando o risco de morte. Durante a resposta imune, a sinalização celular é fundamental na coordenação de um desfecho resolutivo. Recentemente, a comunicação intercelular, via secreção e captação de vesículas extracelulares (VEs) pelas células efetoras da resposta imune, passou a ser explorado no contexto da sepse. As VEs são estruturas que contêm biomoléculas, diretamente relacionadas às suas células de origem. Metodologias voltadas para análises globais de biomoléculas, como a proteômica, possibilitam a identificação e interpretação de perfis moleculares associados às condições clínicas, contribuindo na compreensão dos mecanismos fisiopatológicos complexos como a sepse. O presente trabalho, consiste na aplicação da abordagem proteômica shotgun, para análise exploratória de VEs isoladas do plasma de pacientes com sepse e choque séptico, comparados aos de indivíduos saudáveis. Para tal, diferentes métodos de isolamento das VEs foram testados, e demonstramos que a cromatografia de exclusão molecular (SEC do inglês: Size Exclusion Chromatography) é a técnica mais adequada para o isolamento de VEs do plasma, voltado para análise proteômica A quantificação relativa das VEs isoladas por SEC, nas amostras dos grupos experimentais, demonstrou que, apesar da concentração de VEs ser heterogênea, entre amostras do mesmo grupo de análise, as amostras do grupo choque, possuem a média de concentração mais elevada, comparado aos grupos sepse e controle. Porém, o tamanho relativo da maioria das VEs analisadas permaneceu entre 50 e 150 nm, e essa característica foi observada em todos os grupos de análise. Após a análise proteômica das VEs isoladas de amostras de pacientes (sepse + choque séptico) e controles, confirmamos a presença de proteínas comumente identificadas em trabalhos de análise de VEs do plasma como: Anexinas; Tetraspaninas; Enzimas Glicolíticas; Pequenas GTPases, Componentes do citoesqueleto, entre outros. A análise quantitativa (por spectral counting - SC) demonstrou diferenças entre o proteoma das VEs das amostras de pacientes e controles. Proteínas identificadas diferencialmente no grupo de pacientes, estão associadas a um perfil pró-inflamatório e pró-trombótico, especialmente envolvidos na ativação plaquetária, nas interações celulares associadas a modulação da barreira endotelial e na transmigração celular, bem como na degranulação de neutrófilos. As proteínas diferencialmente abundantes, quando comparamos os grupos sepse e choque séptico, estão relacionadas principalmente à via de degranulação de neutrófilos, enriquecida no grupo choque séptico, indicando um possível perfil molecular associado a gravidade. A caracterização do proteoma de VEs de pacientes com sepse e choque séptico, contribuiu com informações que permitem compreender os mecanismos fisiopatológicos envolvidos na desregulação da resposta imune, sob uma nova perspectiva, onde as VEs, através do seu conteúdo molecular, podem modular a resposta imune e os mecanismos associados ao estabelecimento da sepseSepsis is the leading cause of death in intensive care units in Brazil and one of the conditions with the highest economic burden for hospitalized patients. Currently, sepsis is defined as “potentially fatal organ dysfunction, resulting from a deregulated immune response to an infection”. Its most severe form, septic shock, occurs in the presence of profound circulatory and cell metabolism abnormalities, increasing the risk of death. During the immune response, cell signaling is essential in coordinating a resolving outcome. Recently, intercellular communication, via secretion and uptake of Extracellular Vesicles (EVs) by immune response cells, has been explored in the context of sepsis. EVs contain biomolecules, related to their cells of origin. Thereby, methodologies aimed a large analysis of biomolecules, such as proteomics, enable the identification and interpretation of molecular profiles, contributing to the understanding of complex pathophysiological mechanisms such as sepsis. The present work consists in the application of proteomics shotgun approach for an exploratory analysis, in EVs isolated from plasma samples of patients with sepsis and septic shock, compared to healthy individuals. To this end, different methods of EVs isolation were tested, and we demonstrated that Size Exclusion Chromatography (SEC) is the most suitable technique for isolating EVs from plasma, aimed proteomic analysis. The relative quantification of EVs isolated by SEC, in the samples of the experimental groups, showed that, despite the concentration of EVs being heterogeneous, among samples from the same analysis group, the samples from shock group have the highest mean concentration compared to sepsis and control However, the relative size of most EVs analyzed remained between 50 and 150 nm, and this characteristic was observed in all analysis groups. After proteomic analysis of EVs isolated from samples of patients (sepsis + septic shock) and controls, we confirmed the presence of proteins commonly identified in studies of EVs from plasma, such as: Annexins; Tetraspanins; Glycolytic Enzymes; Small GTPases, Cytoskeleton Components, among others. Quantitative analysis (by spectral counting - SC) showed differences between the EVs proteome of patient and control samples. Proteins differentially identified in the patient group are associated with a pro-inflammatory and pro-thrombotic profile, especially involved in platelet activation, in cell interactions associated with modulation of the endothelial barrier and cell transmigration, as well as in neutrophil degranulation. The differentially abundant proteins, when comparing the sepsis and septic shock groups, are mainly related to the neutrophil degranulation pathway, enriched in the septic shock group, indicating a possible molecular profile associated with gravity. The characterization of EVs proteome from patients with sepsis and septic shock provided information that allowed us to understand the pathophysiological mechanisms involved in the dysregulation of the immune response, from a new perspective, where EVs, through their molecular content, can modulate the immune response and the mechanisms associated with sepsi
Temporal changes in the clinical-epidemiological profile of patients with Chagas disease at a referral center in Brazil
Introduction: We aimed to describe the sociodemographic, epidemiological, and clinical characteristics of patients with chronic Chagas disease (CD) at an infectious disease referral center. Changes in patient profiles over time were also evaluated. Methods: This retrospective study included patients with CD from November 1986-December 2019. All patients underwent an evaluation protocol that included sociodemographic profile; epidemiological history; anamnesis; and physical, cardiologic, and digestive examinations. Trend differences for each 5-year period from 1986 to 2019 were tested using a nonparametric trend test for continuous and generalized linear models with binomial distribution for categorical variables. Results: A total of 2,168 patients (52.2% women) were included, with a mean age of 47.8 years old. White patients with low levels of education predominated. The reported transmission mode was vectorial in 90.2% of cases. The majority came from areas with a high prevalence (52.2%) and morbidity (67.8%) of CD. The most common clinical presentation was the indeterminate form (44.9%). The number of patients referred gradually decreased and the age at admission increased during the study period, as did the patients' levels of education. Conclusions: The clinical profile of CD is characterized by a predominance of the indeterminate form of the disease. Regarding the patients who were followed up at the referral center, there was a progressive increase in the mean age and a concomitant decrease in the number of new patients. This reflects the successful control of vector and transfusion transmission in Brazil as well as the aging population of patients with CD
Relatório do Estudo: Comportamento, Atitudes e Práticas (CAP) em saúde mental e enfrentamento à COVID-19 entre jovens indígenas da Amazônia Brasileira.
ISBN 978-65-994737-0-8Projeto apoiado pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional - USAID