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AIDS: uma epidemia do mundo atual
A sigla aids é originada do idioma inglês, e quer dizer síndrome da
imunodeficiência adquirida. Foi reconhecida no início da década de 1980, nos
Estados Unidos, quando adultos do sexo masculino apresentaram
comprometimento do sistema imunológico. A aids é causada pelo vírus HIV, que
destrói os linfócitos (células de defesa do organismo), permitindo o aparecimento
de várias doenças oportunistas. As três formas de transmissão do vírus HIV são:
sexual, sangüínea e perinatal (da mãe para o filho). A classificação da aids é
baseada nos sinais e sintomas, e apresenta padrões diferentes para o adulto e a
criança. Com a evolução da doença, há o surgimento de várias complicações, que
vão desde manifestações cutâneas a manifestações neurológicas. Somente através
da realização de testes é possível saber se uma pessoa tem o vírus HIV, pois
muitos dos sintomas são comuns a outras doenças. O teste anti-HIV deve ser
realizado quando a pessoa se expõe a algum fator de risco. Existem vários testes
que detectam os anticorpos contra o vírus HIV, como por exemplo, o “Elisa” e o
Western Blot, que são mais utilizados devido ao baixo custo; os testes de detecção
viral, como o PCR (reação em cadeia de polimerase), têm custo elevado e são
utilizados em situações específicas. Atualmente a aids não tem cura, mas os
medicamentos anti-retrovirais prolongam a vida do portador do vírus HIV. Os
medicamentos atuam em fases diferentes do ciclo viral, e a associação deles,
conhecida como coquetel, é importante para que o vírus não crie resistência a
esses medicamentos. Somente com acompanhamento médico é possível
identificar o momento mais adequado para o início do tratamento. O número de
casos de aids vem aumentando em todo o mundo, e a transmissão não está ligada
a “grupos de risco” como se dizia antigamente, mas a comportamentos de risco.
Qualquer pessoa pode se infectar com o vírus, desde que não adote práticas de
prevenção
Inteligência animal
A palavra inteligência jamais foi conceituada com precisão. E mesmo assim, a
maioria das pessoas considera o homem como o único ser inteligente da Terra. Este
trabalho se resume a mostrar, através de vários exemplos observados na natureza, que
as características atribuídas aos homens, como seres inteligentes, podem ser
observadas em diversos animais também. Os abutres-egípcios abrindo ovos com
pedras, os macacos que aprenderam a lavar comida para tirar areia, as construções do
castor. Além disso, a comunicação dos golfinhos e das abelhas também se faz
presente neste trabalho, bem como a importância do cérebro em anfíbios. Caracterizar
os homens como sendo o único ser inteligente é errado, pelo menos até que se defina
com precisão a palavra inteligênci
Os novos proletários do mundo e alguns aspectos da dominação de classe
http://www.unicamp.br/cemarx/ANAIS%20IV%20COLOQUIO/comunica%E7%F5es/GT3/gt3m2c5.pd
A teoria do subimperialismo brasileiro: notas para uma (re)discussão contemporânea
GT 5 – Relações de classe no capitalismo contemporâne
Jornal Esquina - Edição Marco 1975 - Para Onde Vão as Comunicações
O Jornal Esquina, editado desde 1973, é integralmente produzido pelos alunos do 6º semestre do curso de Jornalismo. Funciona como uma verdadeira redação de jornal. A equipe é responsável pelas pautas, textos, edição, fotografias, diagramação e arte
Jornal do CEUB 1970-1973
Coletânea das publicações do Jornal do CEUB, dos anos 1970 a 1973.
Ano 1, n. 1, set. 1970.
Ano 1, n. 2, out. 1970.
Ano 1, n. 4, dez. 1970.
n. 5, mar. 1971.
n. 6, abr. 1971.
n. 7, maio 1971.
n. 10, ago. 1971.
n. 11, set. 1971.
n. 11-12, nov./dez. 1971.
n. 12, out. 1971.
n. 14, maio 1972.
n. 15, jun. 1972.
n. 17, ago. 1972.
n. 24, jul. 1973