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    225 research outputs found

    A crise do Liberalismo e as primeiras manifestações das ideias socialistas em Portugal (1820-1852): Tese de Doutoramento

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    Este meu livro, sucintamente intitulado “A crise do liberalismo”, ocupa o lugar cimeiro da minha biografia intelectual. Trata-se de uma obra que foi aprofundadamente estudada e, direi mesmo, intensamente sofrida. Sofrida, bem entendido, no sentido fecundante de ter sido uma obra que a mim próprio obrigou a persistentes investigações e a longas reflexões que me conduziram à revisão de muitas perspectivas relativas à sociedade contemporânea portuguesa, isto é, à sociedade transformada pelas leis do sistema capitalista e dominada pela classe burguesa. Victor de Sá A Crise do Liberalismo e as primeiras manifestações das ideias socialistas em Portugal (1820-1852) (1ª ed., 1969) é uma obra marcante da historiografia portuguesa dos anos 60, nos termos da sua produção e também, mais ainda, nos termos da sua leitura, no imediato à sua publicação (1ª edição, Seara Nova, 1969), a que se seguiu em 1974 a 2ª edição e em 1978 a 3ª edição. A sua nova edição em tempos de comemorações do Bicentenário da Revolução de 1820 e da evocação dos 100 anos do nascimento de Victor de Sá, é uma oportunidade para sublinhar os horizontes históricos e historiográficos deste trabalho. José Viriato Capel

    Children, Young People and Media in the Digital Age: Consumers and Producers?

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    In the digital age, children and young people play an active role in their relationship with the media, and the image of passive, helpless consumers is almost a thing of the past. Given the possibilities and opportunities for interaction and participation that digital media have brought, the younger public are seen — sometimes extolled — as both consumers and content producers, being dubbed as prosumers or produsers. This book aims to critically discuss these concepts and disrupt the deterministic approach that takes participation as ensured only by access to media. This discussion is underpinned by the distinction between "small acts of engagement" and participatory culture. Based on several empirical studies, this book shows that children and young people's media practices are geared more towards consumption than production. The means of participation do not always rely on principles of expression and citizenship. The idea of a rich and diverse media environment with demanding, critical and participatory publics suggests that media literacy is a fundamental competence for the 21st century and a right for all children and young people.Na era digital em que vivemos, as crianças e os jovens assumem um papel ativo na relação com os media, tendo sido praticamente ultrapassada a visão de consumidores passivos e indefesos. Pelas possibilidades e oportunidades de interação e de participação que os meios digitais trouxeram, o público mais novo é visto — por vezes exaltado — como consumidor e como produtor de conteúdos, sendo apelidados de prosumers ou produsers. Este livro pretende discutir criticamente estes conceitos e desmontar o posicionamento determinista que dá a participação como garantida apenas pelo acesso aos media. Esta discussão é enquadrada pela distinção entre “pequenos atos de envolvimento” e cultura participativa. Tendo por base dados provenientes de vários estudos empíricos, mostra-se que as práticas mediáticas de crianças e jovens se orientam mais pelo consumo do que pela produção e que as vias para a participação nem sempre têm por detrás princípios de expressão e de cidadania. A ideia de um ambiente mediático rico e diversificado e de públicos exigentes, críticos e participativos leva-nos a apontar a literacia mediática como uma competência fundamental do século XXI e um direito de todas as crianças e jovens

    Cultures and Tourism: Reflections on Heritage, the Arts and Intercultural Communication

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    À medida que as práticas turísticas levam os povos a entrar em contacto uns com os outros e se estabelecem relações entre as populações, logo emergem as questões da identidade e da alteridade. Até que ponto os indivíduos que vivem nos lugares visitados pelos turistas são influenciados, nas suas práticas culturais e artísticas e nas representações que têm de si mesmos, pelas experiências que os turistas lhes transmitem? De que modo os turistas absorvem, transformam e incorporam o que veem e experimentam? Quais os impactos culturais, sociais e económicos desta relação?Discutindo estas e outras questões, Culturas e Turismo: Reflexões Sobre o Património, as Artes e a Comunicação Intercultural, reúne 21 artigos, selecionados do conjunto de trabalhos apresentados no congresso internacional “Cultura e Turismo: Desenvolvimento Nacional, Promoção da Paz e Aproximação Entre Nações” (2018, Moçambique). Com contribuições de investigadores oriundos de vários continentes, esta obra encontra-se dividida em quatro secções, subordinadas aos temas “Turismo, Cultura e Arte”, “Turismo, Desenvolvimento e Comunicação”; “Património Cultural: Festividades, Artesanato e Gastronomia” e “Roteiros e Paisagens Turísticos”.As tourist practices lead to contact between peoples and populations' relationships, identity and otherness issues immediately emerge. To what extent are the individuals living in the places tourists visit influenced, in their cultural and artistic practices and their representations of themselves, by the experiences tourists impart to them? How do tourists absorb, transform and assimilate what they see and experience? What are the cultural, social and economic impacts of this relationship? Culturas e Turismo: Reflexões Sobre o Património, as Artes e a Comunicação Intercultural (Cultures and Tourism: Reflections on Heritage, the Arts and Intercultural Communication), addresses these and other questions and assembles 21 articles, selected from the corpus of papers presented at the international congress "Cultura e Turismo: Desenvolvimento Nacional, Promoção da Paz e Aproximação Entre Nações" (Culture and Tourism: National Development, Peace Promotion and Rapprochement Between Nations; 2018, Mozambique). This work includes contributions from researchers from various continents and comprises four sections, under the topics "Tourism, Culture and Art", "Tourism, Development and Communication"; "Cultural Heritage: Festivities, Handicrafts and Gastronomy" and "Tourism Routes and Landscapes"

    Conceitos-chave em Sociologia da Infância. Perspetivas Globais / Key concepts on Sociology of Childhood. Global Perspectives

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    Esta obra pretende ocupar um espaço ainda em aberto na área da Sociologia da Infância reunindo os contributos de 55 autores/as, nacional e internacionalmente reconhecidos/as, oriundos de geografias diversificadas, numa análise crítica sobre questões, temáticas e desafios que se colocam hoje na investigação em torno da infância e da(s) criança(s). O objetivo é reunir, num único volume, um conjunto significativo de reflexões científicas sobre conceitos centrais da investigação contemporânea na área, em português e em inglês, para desta forma possibilitar uma maior partilha e divulgação do conhecimento que se vai construindo a nível mundial. This book intends to fill a gap that remains open in the scientific area of Sociology of Childhood. It brings together the contributions of 55 authors, recognized both nationally and internationally, from diverse countries, in a renewed critical analysis of contemporary issues, themes and challenges currently placed in research on childhood and on the child. The main goal is to share in a single volume a significant set of scientific reflections on key concepts of contemporary research in the area, in Portuguese and English, aiming to reach wider audiences around the globe.Esta obra pretende ocupar um espaço ainda em aberto na área da Sociologia da Infância reunindo os contributos de 55 autores/as, nacional e internacionalmente reconhecidos/as, oriundos de geografias diversificadas, numa análise crítica sobre questões, temáticas e desafios que se colocam hoje na investigação em torno da infância e da(s) criança(s). O objetivo é reunir, num único volume, um conjunto significativo de reflexões científicas sobre conceitos centrais da investigação contemporânea na área, em português e em inglês, para desta forma possibilitar uma maior partilha e divulgação do conhecimento que se vai construindo a nível mundial. This book intends to fill a gap that remains open in the scientific area of Sociology of Childhood. It brings together the contributions of 55 authors, recognized both nationally and internationally, from diverse countries, in a renewed critical analysis of contemporary issues, themes and challenges currently placed in research on childhood and on the child. The main goal is to share in a single volume a significant set of scientific reflections on key concepts of contemporary research in the area, in Portuguese and English, aiming to reach wider audiences around the globe

    Conferências do Cinquentenário da Teoria da Literatura de Vítor Aguiar e Silva

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    Em 1967 foi editada em Coimbra, pela Livraria Almedina, a Teoria da Literatura, de Vítor Aguiar e Silva. Reeditada desde então, profundamente repensada a partir da 4ª edição, de 1981, editada no Brasil e traduzida para espanhol, a obra, que viria conhecer um significativo impacto no Brasil e no mundo hispânico, confunde-se com a história da disciplina introduzida nos curricula universitários portugueses com a reforma de 1957, vindo também a produzir efeitos no ensino da literatura nas escolas secundárias do país. Embora o seu autor tenha publicado depois uma série de obras de referência, quer no domínio da teoria da literatura, quer no dos estudos camonianos, dos estudos sobre o maneirismo e o barroco, ou sobre as humanidades, a Teoria da Literatura permanece a obra à qual o seu nome é de imediato associado. As Universidades de Coimbra e do Minho associaram-se, no ano de 2017, numa comemoração dos 50 anos da 1ª edição da Teoria da Literatura. As Conferências do Cinquentenário discutiram as grandes questões colocadas pelo livro e pela obra de Vítor Aguiar e Silva no domínio da Teoria da Literatura e da sua relação com as Humanidades. O presente volume reúne essas conferências, juntando-lhe duas evocações, pelo próprio Vítor Aguiar e Silva, do seu percurso académico pelas duas universidades e do lugar do livro nesse percurso.Em 1967 foi editada em Coimbra, pela Livraria Almedina, a Teoria da Literatura, de Vítor Aguiar e Silva. Reeditada desde então, profundamente repensada a partir da 4ª edição, de 1981, editada no Brasil e traduzida para espanhol, a obra, que viria conhecer um significativo impacto no Brasil e no mundo hispânico, confunde-se com a história da disciplina introduzida nos curricula universitários portugueses com a reforma de 1957, vindo também a produzir efeitos no ensino da literatura nas escolas secundárias do país. Embora o seu autor tenha publicado depois uma série de obras de referência, quer no domínio da teoria da literatura, quer no dos estudos camonianos, dos estudos sobre o maneirismo e o barroco, ou sobre as humanidades, a Teoria da Literatura permanece a obra à qual o seu nome é de imediato associado. As Universidades de Coimbra e do Minho associaram-se, no ano de 2017, numa comemoração dos 50 anos da 1ª edição da Teoria da Literatura. As Conferências do Cinquentenário discutiram as grandes questões colocadas pelo livro e pela obra de Vítor Aguiar e Silva no domínio da Teoria da Literatura e da sua relação com as Humanidades. O presente volume reúne essas conferências, juntando-lhe duas evocações, pelo próprio Vítor Aguiar e Silva, do seu percurso académico pelas duas universidades e do lugar do livro nesse percurso

    Conferências do Cinquentenário da Teoria da Literatura de Vítor Aguiar e Silva

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    Em 1967 foi editada em Coimbra, pela Livraria Almedina, a Teoria da Literatura, de Vítor Aguiar e Silva. Reeditada desde então, profundamente repensada a partir da 4ª edição, de 1981, editada no Brasil e traduzida para espanhol, a obra, que viria conhecer um significativo impacto no Brasil e no mundo hispânico, confunde-se com a história da disciplina introduzida nos curricula universitários portugueses com a reforma de 1957, vindo também a produzir efeitos no ensino da literatura nas escolas secundárias do país. Embora o seu autor tenha publicado depois uma série de obras de referência, quer no domínio da teoria da literatura, quer no dos estudos camonianos, dos estudos sobre o maneirismo e o barroco, ou sobre as humanidades, a Teoria da Literatura permanece a obra à qual o seu nome é de imediato associado. As Universidades de Coimbra e do Minho associaram-se, no ano de 2017, numa comemoração dos 50 anos da 1ª edição da Teoria da Literatura. As Conferências do Cinquentenário discutiram as grandes questões colocadas pelo livro e pela obra de Vítor Aguiar e Silva no domínio da Teoria da Literatura e da sua relação com as Humanidades. O presente volume reúne essas conferências, juntando-lhe duas evocações, pelo próprio Vítor Aguiar e Silva, do seu percurso académico pelas duas universidades e do lugar do livro nesse percurso.Em 1967 foi editada em Coimbra, pela Livraria Almedina, a Teoria da Literatura, de Vítor Aguiar e Silva. Reeditada desde então, profundamente repensada a partir da 4ª edição, de 1981, editada no Brasil e traduzida para espanhol, a obra, que viria conhecer um significativo impacto no Brasil e no mundo hispânico, confunde-se com a história da disciplina introduzida nos curricula universitários portugueses com a reforma de 1957, vindo também a produzir efeitos no ensino da literatura nas escolas secundárias do país. Embora o seu autor tenha publicado depois uma série de obras de referência, quer no domínio da teoria da literatura, quer no dos estudos camonianos, dos estudos sobre o maneirismo e o barroco, ou sobre as humanidades, a Teoria da Literatura permanece a obra à qual o seu nome é de imediato associado. As Universidades de Coimbra e do Minho associaram-se, no ano de 2017, numa comemoração dos 50 anos da 1ª edição da Teoria da Literatura. As Conferências do Cinquentenário discutiram as grandes questões colocadas pelo livro e pela obra de Vítor Aguiar e Silva no domínio da Teoria da Literatura e da sua relação com as Humanidades. O presente volume reúne essas conferências, juntando-lhe duas evocações, pelo próprio Vítor Aguiar e Silva, do seu percurso académico pelas duas universidades e do lugar do livro nesse percurso

    Textos de Direito Internacional Humanitário

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    O Direito Internacional Humanitário surgiu em 1864, ou seja, há mais de século e meio, com o objetivo de humanizar a guerra e evitar sofrimentos desnecessários nesse contexto. Mas os conflitos armados têm sofrido modificações importantes, assim como os meios de combate têm tido grandes desenvolvimentos, o que exige uma adaptação deste ramo do direito internacional, que vem sendo feita em larga medida por iniciativa do Comité Internacional da Cruz Vermelha, mas também da ONU e de outras instituições internacionais. Nesta obra compilam-se os principais documentos do Direito Internacional Humanitário

    Clássicos da Literatura infantojuvenil em forma(to) de livro-objeto

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    O presente volume, composto por treze estudos, é dado à estampa na sequência de outros três já editados – a saber Ramos (2017), Mociño González (2019) e Tabernero Sala (2019) – e substantiva um dos eixos investigativos que tem aglutinado, suscitado a atenção e motivado um trabalho de pesquisa aturado e já considerável por parte de investigadores pertencentes a Universidades Portuguesas (Aveiro, Minho e Évora), Espanholas (Santiago de Compostela, Vigo, Saragoça e Cádiz) e Brasileiras (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e Universidade Federal de Santa Catarina) Resulta, igualmente, do(s) olhar(es) pessoal(ais) – nossos, mas também de muitas das participantes nesta obra – que temos lançado há alguns anos sobre o livro-objecto. Entendendo o livro para a infância como artefacto ou um objecto híbrido no qual se conjugam intersemioticamente registos estéticos diversos como o discurso literário, a ilustração, o design ou a engenharia do papel, os treze estudos coligidos nesta obra centram-se fundamentalmente em autores reconhecidos e/ou textos clássicos, originários de países distintos e vindos a lume em diferentes épocas, que têm servido de matriz criativa a uma surpreendente pluralidade de livros-objeto vocacionados para leitores com perfis variados (pré-leitores – por exemplo, bebés –, leitores iniciais, leitores medianos e leitores autónomos. Assim, esta colectânea valoriza clássicos como Aventuras de Alice no País das Maravilhas, de L. Carroll, Peter Pan, de J. Barrie, ou Babar de Jean Brunhoff, e, muito particularmente, a materialidade na construção do discurso. Por outras palavras, em termos latos, problematiza a questão da relevância da forma para o conteúdo, bem como as potencialidades criativas, estéticas, lúdicas, formativas e/ou didácticas de tais artefactos, por exemplo, ao nível da formação de leitores, que, cremos, se afigura significativamente assente na manipulação física do livro, gesto que resulta numa especial ludicidade e na natural resposta à curiosidade infantil.O presente volume, composto por treze estudos, é dado à estampa na sequência de outros três já editados – a saber Ramos (2017), Mociño González (2019) e Tabernero Sala (2019) – e substantiva um dos eixos investigativos que tem aglutinado, suscitado a atenção e motivado um trabalho de pesquisa aturado e já considerável por parte de investigadores pertencentes a Universidades Portuguesas (Aveiro, Minho e Évora), Espanholas (Santiago de Compostela, Vigo, Saragoça e Cádiz) e Brasileiras (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e Universidade Federal de Santa Catarina) Resulta, igualmente, do(s) olhar(es) pessoal(ais) – nossos, mas também de muitas das participantes nesta obra – que temos lançado há alguns anos sobre o livro-objecto. Entendendo o livro para a infância como artefacto ou um objecto híbrido no qual se conjugam intersemioticamente registos estéticos diversos como o discurso literário, a ilustração, o design ou a engenharia do papel, os treze estudos coligidos nesta obra centram-se fundamentalmente em autores reconhecidos e/ou textos clássicos, originários de países distintos e vindos a lume em diferentes épocas, que têm servido de matriz criativa a uma surpreendente pluralidade de livros-objeto vocacionados para leitores com perfis variados (pré-leitores – por exemplo, bebés –, leitores iniciais, leitores medianos e leitores autónomos. Assim, esta colectânea valoriza clássicos como Aventuras de Alice no País das Maravilhas, de L. Carroll, Peter Pan, de J. Barrie, ou Babar de Jean Brunhoff, e, muito particularmente, a materialidade na construção do discurso. Por outras palavras, em termos latos, problematiza a questão da relevância da forma para o conteúdo, bem como as potencialidades criativas, estéticas, lúdicas, formativas e/ou didácticas de tais artefactos, por exemplo, ao nível da formação de leitores, que, cremos, se afigura significativamente assente na manipulação física do livro, gesto que resulta numa especial ludicidade e na natural resposta à curiosidade infantil

    Sociedade e crise(s)

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    O conceito de crise é particularmente caro às Ciências Sociais. E é-o não apenas no domínio da Ciência Económica ou Política, mas também da Sociologia, da História, da Antropologia, da Educação, da Geografia e da Comunicação. Ao procurarem explicar as dinâmicas sociais como processos sujeitos à mudança e à transformação, estas ciências têm desenvolvido a ideia de que as crises são, não apenas momentos de depressão dos valores instituídos, mas também pontos de viragem histórica e civilizacional. Cada capítulo deste livro é um convite à reflexão da diversidade de experiências e problemáticas sociais da crise. Assumindo-a como noção plural, este volume encara a noção de crise(s) como central à análise crítica das sociedades.O conceito de crise é particularmente caro às Ciências Sociais. E é-o não apenas no domínio da Ciência Económica ou Política, mas também da Sociologia, da História, da Antropologia, da Educação, da Geografia e da Comunicação. Ao procurarem explicar as dinâmicas sociais como processos sujeitos à mudança e à transformação, estas ciências têm desenvolvido a ideia de que as crises são, não apenas momentos de depressão dos valores instituídos, mas também pontos de viragem histórica e civilizacional. Cada capítulo deste livro é um convite à reflexão da diversidade de experiências e problemáticas sociais da crise. Assumindo-a como noção plural, este volume encara a noção de crise(s) como central à análise crítica das sociedades

    A Universidade do Minho em tempos de pandemia: Tomo II: (Re)Ações

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    Nesta obra reúnem-se cerca de meia centena de textos que retratam, a partir de diferente experiências, perspetivas e olhares disciplinares, a forma como a pandemia provocada pelo vírus SARS-CoV-2 foi sentida na Universidade do Minho, a primeira universidade portuguesa a ser atingida pelos seus efeitos, a partir de 7 de março de 2020. Os contributos aqui reunidos exprimem o modo como a comunidade académica se organizou para garantir o funcionamento da instituição e o cumprimento da sua missão, quer no âmbito do ensino, quer da investigação e da inovação, não dispensando uma necessária reflexão crítica sobre a nova realidade que se afirmou com a pandemia, o seu significado e os impactos da mesma na sociedade.Dado o elevado número e a diversidade dos contributos, a obra organiza-se em três volumes, que tentam dar resposta a três possíveis interrogações. Assim, o 1º volume, com o subtítulo de ‘Reflexões’, procura equacionar diferentes perspetivas em torno da questão: Mas o que é isto? Já o 2º volume, que recebe o subtítulo de ‘(Re)Ações’, corporiza um conjunto de textos que reflete as atuações em diferentes áreas da dimensão académica, elucidando quanto ao modo: Como reagimos? Finalmente, o 3º volume, que acusa o subtítulo de ‘Projeções’, dá expressão a uma inevitável pergunta: E agora? Pois, afinal, todos sabemos que isto não vai, nem pode, ficar tudo bem.Nesta obra reúnem-se cerca de meia centena de textos que retratam, a partir de diferente experiências, perspetivas e olhares disciplinares, a forma como a pandemia provocada pelo vírus SARS-CoV-2 foi sentida na Universidade do Minho, a primeira universidade portuguesa a ser atingida pelos seus efeitos, a partir de 7 de março de 2020. Os contributos aqui reunidos exprimem o modo como a comunidade académica se organizou para garantir o funcionamento da instituição e o cumprimento da sua missão, quer no âmbito do ensino, quer da investigação e da inovação, não dispensando uma necessária reflexão crítica sobre a nova realidade que se afirmou com a pandemia, o seu significado e os impactos da mesma na sociedade.Dado o elevado número e a diversidade dos contributos, a obra organiza-se em três volumes, que tentam dar resposta a três possíveis interrogações. Assim, o 1º volume, com o subtítulo de ‘Reflexões’, procura equacionar diferentes perspetivas em torno da questão: Mas o que é isto? Já o 2º volume, que recebe o subtítulo de ‘(Re)Ações’, corporiza um conjunto de textos que reflete as atuações em diferentes áreas da dimensão académica, elucidando quanto ao modo: Como reagimos? Finalmente, o 3º volume, que acusa o subtítulo de ‘Projeções’, dá expressão a uma inevitável pergunta: E agora? Pois, afinal, todos sabemos que isto não vai, nem pode, ficar tudo bem

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