UMinho Editora
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A Universidade do Minho em tempos de pandemia
Nesta obra reúnem-se cerca de meia centena de textos que retratam, a partir de diferente experiências, perspetivas e olhares disciplinares, a forma como a pandemia provocada pelo vírus SARS-CoV-2 foi sentida na Universidade do Minho, a primeira universidade portuguesa a ser atingida pelos seus efeitos, a partir de 7 de março de 2020. Os contributos aqui reunidos exprimem o modo como a comunidade académica se organizou para garantir o funcionamento da instituição e o cumprimento da sua missão, quer no âmbito do ensino, quer da investigação e da inovação, não dispensando uma necessária reflexão crítica sobre a nova realidade que se afirmou com a pandemia, o seu significado e os impactos da mesma na sociedade.Dado o elevado número e a diversidade dos contributos, a obra organiza-se em três volumes, que tentam dar resposta a três possíveis interrogações. Assim, o 1º volume, com o subtítulo de ‘Reflexões’, procura equacionar diferentes perspetivas em torno da questão: Mas o que é isto? Já o 2º volume, que recebe o subtítulo de ‘(Re)Ações’, corporiza um conjunto de textos que reflete as atuações em diferentes áreas da dimensão académica, elucidando quanto ao modo: Como reagimos? Finalmente, o 3º volume, que acusa o subtítulo de ‘Projeções’, dá expressão a uma inevitável pergunta: E agora? Pois, afinal, todos sabemos que isto não vai, nem pode, ficar tudo bem.
(Para ler o Tomo I com os seus artigos: https://doi.org/10.21814/uminho.ed.23,para ler o Tomo II com os seus artigos: https://doi.org/10.21814/uminho.ed.24,para ler o Tomo III com os seus artigos: https://doi.org/10.21814/uminho.ed.25
Cidadania Social e Economia: Reflexões sobre a Realidade Portuguesa
Durante cerca de dois anos – entre 2017 e 2018 – um grupo de Autores, a convite da Cidadania Social, escreveu livremente para o jornal Público sobre temas que se colocam à economia e à sociedade, designadamente o envelhecimento, o idadismo, a educação, o emprego, a saúde, a segurança social, a solidariedade, o território, a economia, as finanças públicas e o desenvolvimento sustentável, entre outros. Nestes textos são apresentados e identificados desafios com os quais a economia e a sociedade estão confrontadas no médio e no longo prazos, a que se juntam diagnósticos, ideias, reflexões e propostas de medidas políticas de grande atualidade. Com o rigor e o saber que lhes é reconhecido, os Autores simplificam e descodificam a escrita, procurando alargar a sua compreensão e interesse a um leque alargado de leitores. Foram ainda adicionados, num capítulo adicional, três textos recentes e um ensaio sobre a economia COVID-19, provavelmente um dos maiores desafios coletivos das gerações vivas em 2020, em Portugal e no Mundo.Com esta iniciativa, a Cidadania Social, a UMinho Editora e os Autores promovem mais uma oportunidade departilha de conhecimento e ideias e contribuem para sensibilizar a sociedade civil para assuntos que interessam e interferem no seu bem-estar coletivo.Durante cerca de dois anos – entre 2017 e 2018 – um grupo de Autores, a convite da Cidadania Social, escreveu livremente para o jornal Público sobre temas que se colocam à economia e à sociedade, designadamente o envelhecimento, o idadismo, a educação, o emprego, a saúde, a segurança social, a solidariedade, o território, a economia, as finanças públicas e o desenvolvimento sustentável, entre outros. Nestes textos são apresentados e identificados desafios com os quais a economia e a sociedade estão confrontadas no médio e no longo prazos, a que se juntam diagnósticos, ideias, reflexões e propostas de medidas políticas de grande atualidade. Com o rigor e o saber que lhes é reconhecido, os Autores simplificam e descodificam a escrita, procurando alargar a sua compreensão e interesse a um leque alargado de leitores. Foram ainda adicionados, num capítulo adicional, três textos recentes e um ensaio sobre a economia COVID-19, provavelmente um dos maiores desafios coletivos das gerações vivas em 2020, em Portugal e no Mundo.Com esta iniciativa, a Cidadania Social, a UMinho Editora e os Autores promovem mais uma oportunidade departilha de conhecimento e ideias e contribuem para sensibilizar a sociedade civil para assuntos que interessam e interferem no seu bem-estar coletivo
Research and innovation 2018
The University of Minho (UMinho) defined some years ago a comprehensive and integrative research policy in order to actively contribute to pushing the frontiers of human knowledge, to the reinforcement of the national scientific system, and to the consolidation of its institutional position both in national and international arenas.Thus, the commitment to become a research university is stated in the different strategic documents approved by the University along the last decade.UMinho defined a clear strategy in order to be an open and permanent space for the creation of knowledge and the furtherance of nationally and internationally relevant innovation across the different areas of knowledge. Being a comprehensive University, UMinho aims at fostering high quality research in all the scientific domains in which our Research Units inscribe their activity: Sciences, Health and Life Sciences, Engineering andTechnology, Social Sciences and Arts and Humanities.From the very beginning, UMinho has adopted the principles of open access and open science. We aim at carrying out our scientific activity in a transparent and collaborative way, actively promoting the sharing and communication of research processes, data and outputs. We are convinced that we do better science when we make it both more sensitive to the needs of society and also more effective in what concerns the allocated resources. As we see it, accountability is a pre-requisite for reinforcing citizen awareness of the contributions of science to a better world. Theseare the reasons why UMinho played a pioneering role in allowing open access to its publications and why it is currently expandingits sharing of research data. At UMinho, research is carried out in close connection with education. The University is increasingly involving students of the different learning cycles in research activities. Conversely, both PhD students and post-doctoral researchers play a role in teaching activities. Acting in this way, not only do we guarantee better quality education but we also establish the basis for a sustainable development of the scientific system and the fostering of scientific culture.We conceive research as a global enterprise, seeking for the answers to the main challenges of our times. In this sense, research is essentially international and requires the continuous reinforcement of international collaborations and participation in international initiatives, namely in the context of the European Research Area. At the same time, we are always promoting the multiplier effects of the scientific research we undertake for the socio-economic and cultural development of the country and of our region.The University’s high-quality scientific performance is clear when we consider: (i) the results of the international evaluation of our Research Units carried out by the National Science Foundation (FCT); (ii) the position that UMinho has been achieving in important international rankings; (iii) the number and diversity of University projects approved under the 7th Framework Program and the H2020; and (iv) the large collaboration projects with companies and other organisations that are under development.The high standards of the activity of our Research Units is made clear in this publication. When we consider the characteristics of their human resources, their publications, the projects funded by national and international agencies, the national and international recognition of their researchers, the networks with which they are engaged, and the scientific events they promote it becomes clear how well positioned in the national and international context our Research Units are.This publication gives a general overview of research in UMinho along the year of 2018. It is the first of a series providing detailed information about the research work of the University.Research at UMinho is governed by a permanent concern with providing feedback to the scientific community and to our fellow citizens as most of our funding is from public sources.Together with the adoption of external evaluation procedures, providing feedback is one of the best ways to establish the relevance of science undertaken for the public good, and for guaranteeing the scientific independence of our researchers and their Research Units.Nowadays, science is essential for fostering social and economic development. Through this publication we reveal the relevant role that UMinho is playing in this enterprise.Rui Vieira de CastroRecto
Cidadania Social e Economia: Reflexões sobre a Realidade Portuguesa
Durante cerca de dois anos – entre 2017 e 2018 – um grupo de Autores, a convite da Cidadania Social, escreveu livremente para o jornal Público sobre temas que se colocam à economia e à sociedade, designadamente o envelhecimento, o idadismo, a educação, o emprego, a saúde, a segurança social, a solidariedade, o território, a economia, as finanças públicas e o desenvolvimento sustentável, entre outros. Nestes textos são apresentados e identificados desafios com os quais a economia e a sociedade estão confrontadas no médio e no longo prazos, a que se juntam diagnósticos, ideias, reflexões e propostas de medidas políticas de grande atualidade. Com o rigor e o saber que lhes é reconhecido, os Autores simplificam e descodificam a escrita, procurando alargar a sua compreensão e interesse a um leque alargado de leitores. Foram ainda adicionados, num capítulo adicional, três textos recentes e um ensaio sobre a economia COVID-19, provavelmente um dos maiores desafios coletivos das gerações vivas em 2020, em Portugal e no Mundo.Com esta iniciativa, a Cidadania Social, a UMinho Editora e os Autores promovem mais uma oportunidade departilha de conhecimento e ideias e contribuem para sensibilizar a sociedade civil para assuntos que interessam e interferem no seu bem-estar coletivo.Durante cerca de dois anos – entre 2017 e 2018 – um grupo de Autores, a convite da Cidadania Social, escreveu livremente para o jornal Público sobre temas que se colocam à economia e à sociedade, designadamente o envelhecimento, o idadismo, a educação, o emprego, a saúde, a segurança social, a solidariedade, o território, a economia, as finanças públicas e o desenvolvimento sustentável, entre outros. Nestes textos são apresentados e identificados desafios com os quais a economia e a sociedade estão confrontadas no médio e no longo prazos, a que se juntam diagnósticos, ideias, reflexões e propostas de medidas políticas de grande atualidade. Com o rigor e o saber que lhes é reconhecido, os Autores simplificam e descodificam a escrita, procurando alargar a sua compreensão e interesse a um leque alargado de leitores. Foram ainda adicionados, num capítulo adicional, três textos recentes e um ensaio sobre a economia COVID-19, provavelmente um dos maiores desafios coletivos das gerações vivas em 2020, em Portugal e no Mundo.Com esta iniciativa, a Cidadania Social, a UMinho Editora e os Autores promovem mais uma oportunidade departilha de conhecimento e ideias e contribuem para sensibilizar a sociedade civil para assuntos que interessam e interferem no seu bem-estar coletivo
Cidadania Social e Economia: Reflexões sobre a Realidade Portuguesa
Durante cerca de dois anos – entre 2017 e 2018 – um grupo de Autores, a convite da Cidadania Social, escreveu livremente para o jornal Público sobre temas que se colocam à economia e à sociedade, designadamente o envelhecimento, o idadismo, a educação, o emprego, a saúde, a segurança social, a solidariedade, o território, a economia, as finanças públicas e o desenvolvimento sustentável, entre outros. Nestes textos são apresentados e identificados desafios com os quais a economia e a sociedade estão confrontadas no médio e no longo prazos, a que se juntam diagnósticos, ideias, reflexões e propostas de medidas políticas de grande atualidade. Com o rigor e o saber que lhes é reconhecido, os Autores simplificam e descodificam a escrita, procurando alargar a sua compreensão e interesse a um leque alargado de leitores. Foram ainda adicionados, num capítulo adicional, três textos recentes e um ensaio sobre a economia COVID-19, provavelmente um dos maiores desafios coletivos das gerações vivas em 2020, em Portugal e no Mundo.Com esta iniciativa, a Cidadania Social, a UMinho Editora e os Autores promovem mais uma oportunidade departilha de conhecimento e ideias e contribuem para sensibilizar a sociedade civil para assuntos que interessam e interferem no seu bem-estar coletivo.Durante cerca de dois anos – entre 2017 e 2018 – um grupo de Autores, a convite da Cidadania Social, escreveu livremente para o jornal Público sobre temas que se colocam à economia e à sociedade, designadamente o envelhecimento, o idadismo, a educação, o emprego, a saúde, a segurança social, a solidariedade, o território, a economia, as finanças públicas e o desenvolvimento sustentável, entre outros. Nestes textos são apresentados e identificados desafios com os quais a economia e a sociedade estão confrontadas no médio e no longo prazos, a que se juntam diagnósticos, ideias, reflexões e propostas de medidas políticas de grande atualidade. Com o rigor e o saber que lhes é reconhecido, os Autores simplificam e descodificam a escrita, procurando alargar a sua compreensão e interesse a um leque alargado de leitores. Foram ainda adicionados, num capítulo adicional, três textos recentes e um ensaio sobre a economia COVID-19, provavelmente um dos maiores desafios coletivos das gerações vivas em 2020, em Portugal e no Mundo.Com esta iniciativa, a Cidadania Social, a UMinho Editora e os Autores promovem mais uma oportunidade departilha de conhecimento e ideias e contribuem para sensibilizar a sociedade civil para assuntos que interessam e interferem no seu bem-estar coletivo
A Universidade do Minho em tempos de pandemia: Tomo I: Reflexões
Nesta obra reúnem-se cerca de meia centena de textos que retratam, a partir de diferente experiências, perspetivas e olhares disciplinares, a forma como a pandemia provocada pelo vírus SARS-CoV-2 foi sentida na Universidade do Minho, a primeira universidade portuguesa a ser atingida pelos seus efeitos, a partir de 7 de março de 2020. Os contributos aqui reunidos exprimem o modo como a comunidade académica se organizou para garantir o funcionamento da instituição e o cumprimento da sua missão, quer no âmbito do ensino, quer da investigação e da inovação, não dispensando uma necessária reflexão crítica sobre a nova realidade que se afirmou com a pandemia, o seu significado e os impactos da mesma na sociedade.Dado o elevado número e a diversidade dos contributos, a obra organiza-se em três volumes, que tentam dar resposta a três possíveis interrogações. Assim, o 1º volume, com o subtítulo de ‘Reflexões’, procura equacionar diferentes perspetivas em torno da questão: Mas o que é isto? Já o 2º volume, que recebe o subtítulo de ‘(Re)Ações’, corporiza um conjunto de textos que reflete as atuações em diferentes áreas da dimensão académica, elucidando quanto ao modo: Como reagimos? Finalmente, o 3º volume, que acusa o subtítulo de ‘Projeções’, dá expressão a uma inevitável pergunta: E agora? Pois, afinal, todos sabemos que isto não vai, nem pode, ficar tudo bem.Nesta obra reúnem-se cerca de meia centena de textos que retratam, a partir de diferente experiências, perspetivas e olhares disciplinares, a forma como a pandemia provocada pelo vírus SARS-CoV-2 foi sentida na Universidade do Minho, a primeira universidade portuguesa a ser atingida pelos seus efeitos, a partir de 7 de março de 2020. Os contributos aqui reunidos exprimem o modo como a comunidade académica se organizou para garantir o funcionamento da instituição e o cumprimento da sua missão, quer no âmbito do ensino, quer da investigação e da inovação, não dispensando uma necessária reflexão crítica sobre a nova realidade que se afirmou com a pandemia, o seu significado e os impactos da mesma na sociedade.Dado o elevado número e a diversidade dos contributos, a obra organiza-se em três volumes, que tentam dar resposta a três possíveis interrogações. Assim, o 1º volume, com o subtítulo de ‘Reflexões’, procura equacionar diferentes perspetivas em torno da questão: Mas o que é isto? Já o 2º volume, que recebe o subtítulo de ‘(Re)Ações’, corporiza um conjunto de textos que reflete as atuações em diferentes áreas da dimensão académica, elucidando quanto ao modo: Como reagimos? Finalmente, o 3º volume, que acusa o subtítulo de ‘Projeções’, dá expressão a uma inevitável pergunta: E agora? Pois, afinal, todos sabemos que isto não vai, nem pode, ficar tudo bem
A Universidade do Minho em tempos de pandemia
Nesta obra reúnem-se cerca de meia centena de textos que retratam, a partir de diferente experiências, perspetivas e olhares disciplinares, a forma como a pandemia provocada pelo vírus SARS-CoV-2 foi sentida na Universidade do Minho, a primeira universidade portuguesa a ser atingida pelos seus efeitos, a partir de 7 de março de 2020. Os contributos aqui reunidos exprimem o modo como a comunidade académica se organizou para garantir o funcionamento da instituição e o cumprimento da sua missão, quer no âmbito do ensino, quer da investigação e da inovação, não dispensando uma necessária reflexão crítica sobre a nova realidade que se afirmou com a pandemia, o seu significado e os impactos da mesma na sociedade.Dado o elevado número e a diversidade dos contributos, a obra organiza-se em três volumes, que tentam dar resposta a três possíveis interrogações. Assim, o 1º volume, com o subtítulo de ‘Reflexões’, procura equacionar diferentes perspetivas em torno da questão: Mas o que é isto? Já o 2º volume, que recebe o subtítulo de ‘(Re)Ações’, corporiza um conjunto de textos que reflete as atuações em diferentes áreas da dimensão académica, elucidando quanto ao modo: Como reagimos? Finalmente, o 3º volume, que acusa o subtítulo de ‘Projeções’, dá expressão a uma inevitável pergunta: E agora? Pois, afinal, todos sabemos que isto não vai, nem pode, ficar tudo bem.
(Para ler o Tomo I com os seus artigos: https://doi.org/10.21814/uminho.ed.23,para ler o Tomo II com os seus artigos: https://doi.org/10.21814/uminho.ed.24,para ler o Tomo III com os seus artigos: https://doi.org/10.21814/uminho.ed.25
Conferências do Cinquentenário da Teoria da Literatura de Vítor Aguiar e Silva
Em 1967 foi editada em Coimbra, pela Livraria Almedina, a Teoria da Literatura, de Vítor Aguiar e Silva. Reeditada desde então, profundamente repensada a partir da 4ª edição, de 1981, editada no Brasil e traduzida para espanhol, a obra, que viria conhecer um significativo impacto no Brasil e no mundo hispânico, confunde-se com a história da disciplina introduzida nos curricula universitários portugueses com a reforma de 1957, vindo também a produzir efeitos no ensino da literatura nas escolas secundárias do país. Embora o seu autor tenha publicado depois uma série de obras de referência, quer no domínio da teoria da literatura, quer no dos estudos camonianos, dos estudos sobre o maneirismo e o barroco, ou sobre as humanidades, a Teoria da Literatura permanece a obra à qual o seu nome é de imediato associado.
As Universidades de Coimbra e do Minho associaram-se, no ano de 2017, numa comemoração dos 50 anos da 1ª edição da Teoria da Literatura. As Conferências do Cinquentenário discutiram as grandes questões colocadas pelo livro e pela obra de Vítor Aguiar e Silva no domínio da Teoria da Literatura e da sua relação com as Humanidades. O presente volume reúne essas conferências, juntando-lhe duas evocações, pelo próprio Vítor Aguiar e Silva, do seu percurso académico pelas duas universidades e do lugar do livro nesse percurso.Em 1967 foi editada em Coimbra, pela Livraria Almedina, a Teoria da Literatura, de Vítor Aguiar e Silva. Reeditada desde então, profundamente repensada a partir da 4ª edição, de 1981, editada no Brasil e traduzida para espanhol, a obra, que viria conhecer um significativo impacto no Brasil e no mundo hispânico, confunde-se com a história da disciplina introduzida nos curricula universitários portugueses com a reforma de 1957, vindo também a produzir efeitos no ensino da literatura nas escolas secundárias do país. Embora o seu autor tenha publicado depois uma série de obras de referência, quer no domínio da teoria da literatura, quer no dos estudos camonianos, dos estudos sobre o maneirismo e o barroco, ou sobre as humanidades, a Teoria da Literatura permanece a obra à qual o seu nome é de imediato associado.
As Universidades de Coimbra e do Minho associaram-se, no ano de 2017, numa comemoração dos 50 anos da 1ª edição da Teoria da Literatura. As Conferências do Cinquentenário discutiram as grandes questões colocadas pelo livro e pela obra de Vítor Aguiar e Silva no domínio da Teoria da Literatura e da sua relação com as Humanidades. O presente volume reúne essas conferências, juntando-lhe duas evocações, pelo próprio Vítor Aguiar e Silva, do seu percurso académico pelas duas universidades e do lugar do livro nesse percurso
Esboço de uma geopoética e de uma antropologia literária do Minho
A paisagem, antes de ser uma representação artística criada por um pintor, por um escritor ou por um cineasta, é uma experiência estética – ou proto-estética – que nasce do modo como o olhar humano percepciona, configura, lê e interpreta uma determinada extensão da natureza. A paisagem, com efeito, antes de ser uma representação artística e uma experiência estética, é um lugar, é um espaço circunscrito que o olhar humano abarca e contempla e sobre o qual o sujeito desse olhar projecta a sua sensibilidade, o seu desejo, a sua experiência vital, o seu conhecimento do mundo e a sua memória cultural. Por outras palavras, a paisagem como experiência estética é uma construção complexamente dialógica, porque a natureza objecto desse olhar é em geral uma natureza transformada e replasmada pela civilização e pelo tempo histórico e porque essa natureza, como escreveu o filósofo genebrino H.F. Amiel, num passo célebre dos Fragments d’un journal intime, é “lida” através dum estado de alma e como um estado de alma
A Universidade do Minho em tempos de pandemia: Tomo III: Projeções
Nesta obra reúnem-se cerca de meia centena de textos que retratam, a partir de diferente experiências, perspetivas e olhares disciplinares, a forma como a pandemia provocada pelo vírus SARS-CoV-2 foi sentida na Universidade do Minho, a primeira universidade portuguesa a ser atingida pelos seus efeitos, a partir de 7 de março de 2020. Os contributos aqui reunidos exprimem o modo como a comunidade académica se organizou para garantir o funcionamento da instituição e o cumprimento da sua missão, quer no âmbito do ensino, quer da investigação e da inovação, não dispensando uma necessária reflexão crítica sobre a nova realidade que se afirmou com a pandemia, o seu significado e os impactos da mesma na sociedade.Dado o elevado número e a diversidade dos contributos, a obra organiza-se em três volumes, que tentam dar resposta a três possíveis interrogações. Assim, o 1º volume, com o subtítulo de ‘Reflexões’, procura equacionar diferentes perspetivas em torno da questão: Mas o que é isto? Já o 2º volume, que recebe o subtítulo de ‘(Re)Ações’, corporiza um conjunto de textos que reflete as atuações em diferentes áreas da dimensão académica, elucidando quanto ao modo: Como reagimos? Finalmente, o 3º volume, que acusa o subtítulo de ‘Projeções’, dá expressão a uma inevitável pergunta: E agora? Pois, afinal, todos sabemos que isto não vai, nem pode, ficar tudo bem.Nesta obra reúnem-se cerca de meia centena de textos que retratam, a partir de diferente experiências, perspetivas e olhares disciplinares, a forma como a pandemia provocada pelo vírus SARS-CoV-2 foi sentida na Universidade do Minho, a primeira universidade portuguesa a ser atingida pelos seus efeitos, a partir de 7 de março de 2020. Os contributos aqui reunidos exprimem o modo como a comunidade académica se organizou para garantir o funcionamento da instituição e o cumprimento da sua missão, quer no âmbito do ensino, quer da investigação e da inovação, não dispensando uma necessária reflexão crítica sobre a nova realidade que se afirmou com a pandemia, o seu significado e os impactos da mesma na sociedade.Dado o elevado número e a diversidade dos contributos, a obra organiza-se em três volumes, que tentam dar resposta a três possíveis interrogações. Assim, o 1º volume, com o subtítulo de ‘Reflexões’, procura equacionar diferentes perspetivas em torno da questão: Mas o que é isto? Já o 2º volume, que recebe o subtítulo de ‘(Re)Ações’, corporiza um conjunto de textos que reflete as atuações em diferentes áreas da dimensão académica, elucidando quanto ao modo: Como reagimos? Finalmente, o 3º volume, que acusa o subtítulo de ‘Projeções’, dá expressão a uma inevitável pergunta: E agora? Pois, afinal, todos sabemos que isto não vai, nem pode, ficar tudo bem