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Revistas Científicas de Comunicação Ibero-Americanas na Política de Divulgação do Conhecimento: Tendências, Limitações e os Desafios de Novas Estratégias
This book is the product of discussions, the exchange of ideas and research on the conditions and policies for the dissemination of scientific production in Communication and related topics. These include the criteria for indexing journals, the metrics systems for assessing impact, the criteria and hierarchies in the circulation of the knowledge produced, the importance of open access and the dissemination of knowledge in different languages — Portuguese, Spanish and English — in the Ibero-American space. Debates, for more than six years, provided by the Fórum de Publicações e Difusão de Conhecimento Científico (Forum on Publication and Dissemination of Scientific Knowledge) of the Confederação Ibero-Americana das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação (Confibercom; Ibero-American Confederation of Scientific and Academic Communication Associations).
Under the title Revistas Científicas de Comunicação Ibero-Americanas na Política de Divulgação do Conhecimento: Tendências, Limitações e os Desafios de Novas Estratégias (Ibero-American Journals of Communication Within the Policy of Knowledge Dissemination: Trends, Constraints and the Challenges of New Strategies), the work assembles the contribution of Portuguese, Spanish and Latin American authors, who, other than analysing crucial aspects of the international operating mechanisms for scientific dissemination, suggest new approaches to break down barriers and promote greater democratisation of Ibero-American scientific knowledge on Communication among their own countries and in the world. In this book, the 14 contributing authors seek to echo, in society as a whole, the many voices from Latin America and other Portuguese-, Galician-, Catalan- and Spanish-speaking countries that have much to say to the world through research in Communication.Esta edição resulta dos debates, troca de ideias e investigações sobre as condições e políticas de difusão da produção científica em Comunicação e dos temas que lhes estão associados, tais como, os critérios para indexação de revistas, os sistemas de métricas de avaliação de impacto, os critérios e as hierarquias na circulação do conhecimento produzido, a importância do acesso aberto e a divulgação do conhecimento nos diferentes idiomas – Português, Espanhol e Inglês –, no espaço ibero-americano. Debates, durante mais de seis anos, proporcionados pelo Fórum de Publicações e Difusão de Conhecimento Científico da Confederação Ibero-Americana das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação (Confibercom).Intitulada Revistas Científicas de Comunicação Ibero-Americanas na Política de Divulgação do Conhecimento: Tendências, Limitações e os Desafios de Novas Estratégias, a obra reúne a contribuição de autores portugueses, espanhóis e latino-americanos, que além de analisarem aspetos cruciais dos mecanismos operativos internacionais de divulgação científica, apontam caminhos para romper barreiras e possibilitar uma maior democratização do conhecimento científico Ibero-Americano de Comunicação entre os seus próprios países e no mundo. Os 14 autores, aqui reunidos, preocupam-se em ecoar, na sociedade como um todo, as muitas vozes da América Latina e dos restantes países de línguas portuguesa, galega, catalã e espanhola que têm muito a dizer ao mundo todo por meio da investigação em Comunicação
Sobre as causas do atraso científico em Portugal - Uma digressão histórica
O atraso científico que se verificou em Portugal desde o século XVII é um facto quase unanimemente reconhecido. Para o explicar, muitos pensadores e analistas, nacionais e estrangeiros, sugeriram as mais variadas causas reais ou imaginárias. Algumas estão ligadas a atributos pessoais, de caráter endógeno ou exógeno; outras a condicionalismos geopolíticos ou a fatores económico-financeiros. Duvidou-se da capacidade intelectual e do engenho dos portugueses; depreciou-se a sua aptidão para o trabalho, perseverança e reflexão; inventaram-se desconformidades entre atividades dependentes da emoção e da razão. Houve quem opinasse, sabiamente, que o atraso se devia ao desinteresse votado à ciência pelos portugueses e seus governantes, o que justificava a iliteracia científica generalizada, a pouca importância atribuída ao saber e o pouco investimento nacional na investigação científica. Da leitura deste livro, que aborda detalhadamente todos estes temas, facilmente se conclui que o atraso científico em Portugal não se deveu a causas inevitáveis ou a um singular e fatal destino, mas apenas a circunstâncias desfavoráveis que poderiam ter sido alteradas pela vontade dos portugueses. Se o progresso económico-social é um objetivo nacional, é indispensável que se reconheça a importância fundamental da ciência e se atribua à investigação científica o justo lugar que deve ocupar entre as infraestruturas nacionais mais reconhecidas e valorizadas
Children, Young People and Media in the Digital Age: Consumers and Producers?
In the digital age, children and young people play an active role in their relationship with the media, and the image of passive, helpless consumers is almost a thing of the past. Given the possibilities and opportunities for interaction and participation that digital media have brought, the younger public are seen — sometimes extolled — as both consumers and content producers, being dubbed as prosumers or produsers. This book aims to critically discuss these concepts and disrupt the deterministic approach that takes participation as ensured only by access to media. This discussion is underpinned by the distinction between "small acts of engagement" and participatory culture. Based on several empirical studies, this book shows that children and young people's media practices are geared more towards consumption than production. The means of participation do not always rely on principles of expression and citizenship. The idea of a rich and diverse media environment with demanding, critical and participatory publics suggests that media literacy is a fundamental competence for the 21st century and a right for all children and young people.Na era digital em que vivemos, as crianças e os jovens assumem um papel ativo na relação com os media, tendo sido praticamente ultrapassada a visão de consumidores passivos e indefesos. Pelas possibilidades e oportunidades de interação e de participação que os meios digitais trouxeram, o público mais novo é visto — por vezes exaltado — como consumidor e como produtor de conteúdos, sendo apelidados de prosumers ou produsers. Este livro pretende discutir criticamente estes conceitos e desmontar o posicionamento determinista que dá a participação como garantida apenas pelo acesso aos media. Esta discussão é enquadrada pela distinção entre “pequenos atos de envolvimento” e cultura participativa. Tendo por base dados provenientes de vários estudos empíricos, mostra-se que as práticas mediáticas de crianças e jovens se orientam mais pelo consumo do que pela produção e que as vias para a participação nem sempre têm por detrás princípios de expressão e de cidadania. A ideia de um ambiente mediático rico e diversificado e de públicos exigentes, críticos e participativos leva-nos a apontar a literacia mediática como uma competência fundamental do século XXI e um direito de todas as crianças e jovens
31º Encontros da Imagem: Génesis 2.1
GÉNESIS 2:1, foi o tema escolhido para a 31ª edição dos Encontros da Imagem – Festival Internacional de Fotografia e Artes Visuais.2021, que este ano decorre entre 17 de setembro e 31 de outubro. Entre as muitas outras atividades, o Festival engloba 47 exposições distribuídas por 25 espaços distintos, envolvendo a participação de 64 fotógrafos.GÉNESIS 2:1 dá continuidade ao tema do ano passado e, nunca um tema escolhido, se enquadrou tão bem no contexto da atualidade. Um ano depois, voltamos também nós e todo o mundo — em resultado da crise pandémica provocada pelo Covid-19, de novo, a ter que passar por um confinamento generalizado.Gerou-se a confusão e o caos. Uma incapacidade coletiva para compreender a desordem das coisas, confrontando a humanidade com desafios cada vez mais complexos e exigentes.A sociedade contemporânea está desde há muito, perante enormes desafios de carácter global: desde as questões relacionadas com o planeta e os seus problemas ecológicos — perda da biodiversidade, alterações climáticas, aquecimento e contaminação — até às civilizações que o habitam, onde muitas delas geram novas desigualdades e indiferença moral — regimes políticos, religiosos, fronteiras, refugiados, racismo, questões de género e muitas outras.Aquilo a que chamamos progresso, não só deixou de coincidir com a humanização do mundo, como pode acabar por ditar o seu fim.Urge encontrar soluções para acabar com as desigualdades e indiferença em relação ao sofrimento de milhões de pessoas.Uma interrogação se pode colocar: que futuro nos espera? A crise em que vivemos constitui uma oportunidade para que todos encontremos causas comuns e discutamos as melhores soluções para o que deva ser feito. Assim, e também com o objetivo de alerta, muitas das exposições agora apresentadas no âmbito dos Encontros da Imagem, para além do seu lado estético, abordam algumas das questões pertinentes que o mundo contemporâneo hoje vive
Children, Young People and Media in the Digital Age: Consumers and Producers?
In the digital age, children and young people play an active role in their relationship with the media, and the image of passive, helpless consumers is almost a thing of the past. Given the possibilities and opportunities for interaction and participation that digital media have brought, the younger public are seen — sometimes extolled — as both consumers and content producers, being dubbed as prosumers or produsers. This book aims to critically discuss these concepts and disrupt the deterministic approach that takes participation as ensured only by access to media. This discussion is underpinned by the distinction between "small acts of engagement" and participatory culture. Based on several empirical studies, this book shows that children and young people's media practices are geared more towards consumption than production. The means of participation do not always rely on principles of expression and citizenship. The idea of a rich and diverse media environment with demanding, critical and participatory publics suggests that media literacy is a fundamental competence for the 21st century and a right for all children and young people.Na era digital em que vivemos, as crianças e os jovens assumem um papel ativo na relação com os media, tendo sido praticamente ultrapassada a visão de consumidores passivos e indefesos. Pelas possibilidades e oportunidades de interação e de participação que os meios digitais trouxeram, o público mais novo é visto — por vezes exaltado — como consumidor e como produtor de conteúdos, sendo apelidados de prosumers ou produsers. Este livro pretende discutir criticamente estes conceitos e desmontar o posicionamento determinista que dá a participação como garantida apenas pelo acesso aos media. Esta discussão é enquadrada pela distinção entre “pequenos atos de envolvimento” e cultura participativa. Tendo por base dados provenientes de vários estudos empíricos, mostra-se que as práticas mediáticas de crianças e jovens se orientam mais pelo consumo do que pela produção e que as vias para a participação nem sempre têm por detrás princípios de expressão e de cidadania. A ideia de um ambiente mediático rico e diversificado e de públicos exigentes, críticos e participativos leva-nos a apontar a literacia mediática como uma competência fundamental do século XXI e um direito de todas as crianças e jovens
Project-Based Learning: implementação no primeiro ano de um curso de Engenharia
As instituições de ensino superior estão cada vez mais preocupadas com a necessidade de implementar práticas de ensino e de aprendizagem centradas no estudante. Os métodos tradicionais de ensino, baseados exclusivamente em aulas expositivas, têm se revelado pouco eficazes para promover o desenvolvimento e formação global dos nossos estudantes. As crescentes exigências do mercado de trabalho, que procuram um perfil profissional não só baseado em competências técnicas de uma determinada área de conhecimento, mas antes uma variedade de competências transversais, como o trabalho em equipa, a resolução de problemas, a responsabilidade, gestão do tempo, criatividade, inovação, resiliência, etc. exigem que as universidades se aproximem da realidade e prática profissional dos futuros graduados, criando oportunidades para a cooperação e desenvolvimento de projetos interdisciplinares. Adicionalmente, a estrutura tradicional de organização em disciplinas que as isola em si mesmo e que não permitem ao aluno ter uma visão sistémica dos problemas, visão esta tão necessária no contexto profissional, requer mudanças ou abordagens que obriguem o aluno a ter esta visão sistémica e holística.Este livro apresenta a metodologia de Project-based Learning (PBL) ou Aprendizagem baseada em Projeto, desde a sua fase de preparação até à sua implementação num curso de Engenharia. Nesse sentido, visa constituir-se como um recurso de apoio a todos os interessados em implementar PBL, nos seus contextos de ensino e de aprendizagem. Apresenta uma descrição detalhada das etapas e procedimentos necessários para a preparação, definição, arranque, execução e finalização do processo PBL, partindo da realidade de umcontexto concreto, nomeadamente, o curso de Mestrado Integrado em Engenharia e Gestão Industrial (MIEGI), da Escola de Engenharia da Universidade do Minho, Portugal
O antigo Paço dos arcebispos de Braga
O antigo Paço dos arcebispos de Braga ocupa um inequívoco lugar de destaque na paisagem urbana bracarense, cuja complexa história se entrecruza com a da construção do próprio palácio, constituído por um complexo de edifícios que se foram anexando uns aos outros, entre os séculos XIV e XVIII. Situado nas proximidades da Sé Catedral, o Paço arcebispal desenvolve-se por uma vasta área do centro histórico de Braga, sendo reconhecido como um dos edifícios patrimoniais mais emblemáticos da cidade, que tira também partido das características que foram conferidas aos seus espaços envolventes no contexto da intervenção de restauro ocorrida entre 1930 e 1950.Como exemplar complexo de arquitetura civil, o Paço arcebispal conta-nos uma história longa e dinâmica, associada aos protagonistas que ajudaram a dar forma aos edifícios que formalizam o palácio, um indiscutível testemunho do poder e importância que os arcebispos tiveram na história de Braga. O Paço dá também conta da evolução e do pulsar da cidade ao longo de séculos, pois nele encontramos expressões das diferentes tendências artísticas e culturais que se fizeram sentir, um pouco por toda a Europa, entre os finais da Idade Média e os finais do Antigo Regime. Assim, os seus sucessivos acrescentos e fases construtivas representam exemplos paradigmáticos da racionalidade urbanística e das linguagens arquitetónicas características do longo período de progressiva construção dos “paços” que compõem o Paço arcebispal bracarense. A história da sua evolução representa também um excelente testemunho das mudanças ocorridas nas cidades com vocação senhorial, permitindo-nos entender como foram mudando as estratégias de propaganda e de afirmação pública do poder no espaço urbano medieval, renascentista e barroco
Pensar Portugal - A Modernidade de um País Antigo
Pensar Portugal – A Modernidade de um País Antigo é um livro de pequenos ensaios de ciências sociais e humanas, que apresentam e discutem assuntos e problemas relativos a Portugal. São ensaios que constituem estudos de caso, embora tenham a forma de crónicas. O ponto de vista não é propriamente filosófico, nem estético, nem político. É um exercício de compreensão do mundo contemporâneo, tendo as ciências sociais e humanas como enquadramento teórico. Estes ensaios filiam-se no reconhecimento de um pensamento da prática, e também no reconhecimento da importância do imaginário em toda a estruturação social. O livro está organizado em seis partes. Cada parte é iniciada por um capítulo teórico. A função destes capítulos é a de enquadrar, teórica e metodologicamente, os pequenos ensaios, colocadas no registo específico de cada uma das partes do livro
Children, Young People and Media in the Digital Age: Consumers and Producers?
In the digital age, children and young people play an active role in their relationship with the media, and the image of passive, helpless consumers is almost a thing of the past. Given the possibilities and opportunities for interaction and participation that digital media have brought, the younger public are seen — sometimes extolled — as both consumers and content producers, being dubbed as prosumers or produsers. This book aims to critically discuss these concepts and disrupt the deterministic approach that takes participation as ensured only by access to media. This discussion is underpinned by the distinction between "small acts of engagement" and participatory culture. Based on several empirical studies, this book shows that children and young people's media practices are geared more towards consumption than production. The means of participation do not always rely on principles of expression and citizenship. The idea of a rich and diverse media environment with demanding, critical and participatory publics suggests that media literacy is a fundamental competence for the 21st century and a right for all children and young people.Na era digital em que vivemos, as crianças e os jovens assumem um papel ativo na relação com os media, tendo sido praticamente ultrapassada a visão de consumidores passivos e indefesos. Pelas possibilidades e oportunidades de interação e de participação que os meios digitais trouxeram, o público mais novo é visto — por vezes exaltado — como consumidor e como produtor de conteúdos, sendo apelidados de prosumers ou produsers. Este livro pretende discutir criticamente estes conceitos e desmontar o posicionamento determinista que dá a participação como garantida apenas pelo acesso aos media. Esta discussão é enquadrada pela distinção entre “pequenos atos de envolvimento” e cultura participativa. Tendo por base dados provenientes de vários estudos empíricos, mostra-se que as práticas mediáticas de crianças e jovens se orientam mais pelo consumo do que pela produção e que as vias para a participação nem sempre têm por detrás princípios de expressão e de cidadania. A ideia de um ambiente mediático rico e diversificado e de públicos exigentes, críticos e participativos leva-nos a apontar a literacia mediática como uma competência fundamental do século XXI e um direito de todas as crianças e jovens
Strategic Communication in Context: Theoretical Debates and Applied Research
Strategic communication is becoming more relevant in communication sciences, though it needs to deepen its reflective practices, especially considering its potential in a VUCA world — volatile, uncertain, complex and ambiguous. The capillary, holistic and result-oriented nature that portrays this scientific field has led to the imperative of expanding knowledge about the different approaches, methodologies and impacts in all kinds of organisations when strategic communication is applied. Therefore Strategic Communication in Context: Theoretical Debates and Applied Research assembles several studies and essays by renowned authors who explore the topic from different angles, thus testing the elasticity of the concept. Moreover, this group of authors represents various schools of thought and geographies, making this book particularly rich and cross-disciplinary