Faculdade Sant'Ana OJS
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    IMPACTO DO DÉFICIT DE MOBILIDADE DE TORNOZELO E DO PÉ PLANO NA PERFORMANCE FUNCIONAL DE ATLETAS DE FUTEBOL

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    O desempenho funcional de atletas de futebol depende diretamente da integridade biomecânica das articulações, com destaque para o tornozelo e o pé, estruturas essenciais para a execução de movimentos como saltos, mudanças de direção, aceleração e manutenção do equilíbrio. Alterações nessas regiões podem comprometer a performance esportiva e aumentar a propensão a lesões. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo investigar a influência do déficit de mobilidade do tornozelo e da presença de pé plano sobre o rendimento funcional de atletas de futebol de categorias de base, enfatizando a importância da prevenção de lesões e da otimização do desempenho. A pesquisa utilizou uma abordagem descritiva, com delineamento quantitativo, envolvendo atletas com faixa etária entre 10 e 14 anos. Os participantes foram submetidos a diferentes testes funcionais, entre eles a dorsiflexão com e sem carga, além de avaliações de equilíbrio e agilidade. Os dados coletados foram analisados estatisticamente, a fim de identificar correlações entre possíveis alterações biomecânicas e a performance atlética. Os resultados obtidos apontaram que a restrição na mobilidade do tornozelo está diretamente relacionada a déficits na execução de movimentos fundamentais do futebol, como arranques, saltos e mudanças rápidas de direção. Além disso, observou-se que a presença do pé plano gera instabilidade postural, impactando negativamente o equilíbrio e o controle motor. Em conjunto, essas limitações comprometem não apenas a eficiência dos gestos técnicos, mas também aumentam a suscetibilidade a lesões, especialmente em situações de sobrecarga durante treinos e competições. A análise também evidenciou a necessidade de monitoramento sistemático de atletas em formação, visto que a fase entre 10 e 14 anos é marcada por intensas adaptações motoras e estruturais. Assim, a detecção precoce de disfunções biomecânicas torna-se essencial para a adoção de estratégias de prevenção. Nesse sentido, práticas como o fortalecimento muscular, exercícios de alongamento, técnicas de mobilidade articular e programas de treinamento proprioceptivo mostraram-se relevantes para corrigir déficits, reduzir a ocorrência de lesões e melhorar o rendimento esportivo global. Conclui-se que a preservação da funcionalidade do tornozelo e do pé desempenha papel central na performance de atletas de futebol de base. A implementação de medidas preventivas e corretivas pode potencializar o desenvolvimento motor, promover maior eficiência nos gestos técnicos e garantir maior longevidade esportiva, reforçando a importância de abordagens integradas entre avaliação biomecânica, preparação física e prática pedagógica no esporte

    PROGRAMA PIBID – CAPES: RELATO DE EXPERIÊNCIA NO COLÉGIO ESTADUAL REGENTE FEIJÓ

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    LUDOTERAPIA: A BRINCADEIRA COMO FERRAMENTA TERAPÊUTICA NA PSICOLOGIA INFANTIL

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    A ludoterapia, uma técnica de psicoterapia infantil que se utiliza de jogos e brinquedos como mediadores na relação entre terapeuta e paciente, pode ser utilizada no atendimento a crianças com dificuldades emocionais e comportamentais. Com base na premissa de que o brincar é uma forma natural de expressão infantil, a ludoterapia proporciona um ambiente seguro e estruturado para que as crianças possam expressar seus sentimentos, medos e desejos. De acordo com Winnicott (1975), o brincar é essencial para o desenvolvimento emocional saudável, pois permite que a criança experimente, crie e reconstrua sua realidade interna em um espaço simbólico. A ludoterapia é amplamente utilizada no atendimento ao público infantil, especialmente para lidar com dificuldades emocionais e de socialização. O objetivo deste estudo é discutir sobre a importância do brincar para o desenvolvimento emocional e cognitivo da criança, além de compreender o papel do terapeuta no processo psicoterapêutico. Pretende-se explorar como a utilização de materiais lúdicos auxilia a criança na comunicação de conflitos internos e contribui para a melhora de seu bem-estar. Esta pesquisa classifica-se como qualitativa, exploratória e de revisão bibliográfica, abordando autores de relevância no campo da ludoterapia, como Donald Winnicott (1975), Carl Rogers e Virginia Axline (1974). Autores como Landreth (2012) e Axline (1974) realizaram estudos empíricos sobre o impacto da ludoterapia no desenvolvimento infantil e sua eficácia em diferentes contextos terapêuticos. A análise qualitativa dos dados, realizada por esses autores, permitiu a compreensão de como o brincar facilita a comunicação não verbal da criança, fornecendo ao terapeuta uma compreensão mais profunda dos problemas emocionais e psicológicos enfrentados pelos pacientes. A ludoterapia é eficaz particularmente na expressão de sentimentos que são difíceis de verbalizar (AXLINE, 1974). Estudos como o de Landreth (2012) indicam que o ambiente lúdico favorece o desenvolvimento de um vínculo de confiança entre a criança e o terapeuta, essencial para o sucesso terapêutico. Axline (1974), em suas pesquisas, também demonstrou que a ludoterapia promove a autoexpressão e a autoconfiança na criança, permitindo que ela lide com seus conflitos emocionais de maneira saudável. Em diversos contextos, como casos de abuso, divórcio e ansiedade infantil, o uso de brincadeiras tem sido fundamental para promover uma sensação de controle e segurança na criança (WINNICOTT, 1975). Conclui-se que a ludoterapia é amplamente reconhecida pela sua capacidade de auxiliar as crianças a diante de conflitos emocionais complexos. O papel do terapeuta é fundamental neste processo, pois é um facilitador da comunicação e das manifestações simbólicas que surgem durante o brincar. A ludoterapia, assim, contribui para a compreensão da importância das atividades lúdicas no contexto psicoterapêutico, como também para desenvolvimento como um todo.

    RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE OS DESAFIOS ENFRENTADOS POR MÃES ATÍPICAS

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    Resumo: O presente texto faz parte de um recorte de relatos de mães atípicas, as quais são responsáveis pelos pacientes do Espaço Acalento. Assim, tem como objetivo explanar os anseios das mães frente ao diagnóstico de transtorno do espectro autista (TEA) de seus filhos. Para tanto a metodologia se refere a um relato de experiência, ressaltamos que essa pesquisa está em um caminhar que vem ocorrendo em setting. Nesse sentido, a escrita ocorreu por meio do diálogo das autoras sobre a temática, visto que uma das autoras já atua em setting clínico a mais de oito anos e possui a experiência e o contato com as relatoras das vivências, as quais trazem em suas falas durante as sessões Análise do Comportamento Aplicada (ABA) /Neuropsicopegógica, os desafios e as dificuldades em ser mães atípicas, os relatos se fazem por meio do cansaço, a falta de empatia com a situação de seus filhos, a falta de recursos financeiros para manter tudo que é necessário para seus filhos, falta de rede de apoio, bem como a crença de muitos que as mesmas são culpadas pelas condições de seus filhos, as inúmeras perguntas “o que eu fiz de errado” e tantas outras indagações que as mesmas fragilidades abordam com a terapeuta. Diante disso, buscou-se apoio na literatura sobre o transtorno do espectro autista (BRIGANDI et al., 2015; CARNAHAN, WILLIAMSON, 2010; CARNAHAN, WILLIAMSON, CHRISTMAN, 2011); Colaborando (VIKTOR E. FRANKL, 1984), que fundamenta as questões das dores, essa que estão para além de um campo de concentração, porém se fazem tão reais pela realidade que as mães estão vivenciando “A apatia e a insensibilidade emocional, o desleixo interior e a indiferença - tudo isso características do que designamos de segunda fase dentro das reações anímicas do recluso no campo de concentração (VIKTOR E. FRANKL, 1984,p.22)”. Resultados, percebe-se por meio das exposições das mães um sofrimento, uma angústia, até mesmo um descaso com a suas inúmeras situações, que estão para além da família, escola, e atendimentos profissionais, visto que o relato das mesmas impressionam quando trazem suas dores para a sessão dos seus filhos, no sentido de serem ouvidas por alguns instantes, de chorarem as suas dores sem cair uma lágrima, neste sentido pensamos que as lágrimas que não se fazem ao cair pelo rostos provocam inúmeros sentimentos que vão sendo acumulados e aumentam a suas dores. Conclusão a pesquisa encontra-se em andamento, assim, o recorte apresenta alguns relatos que as mães atípicas estão vivenciando em sua jornada da maternidade, a qual por vezes se faz de forma solo, não no sentido de serem mães solos, mas no viés de apoio de toda uma sociedade, bem como de políticas públicas que as amparem e acima de tudo amparem e sejam realizadas para suprir a demandas de seus filhos Palavras-chave: TEA. MÃES ATIPICAS. SOFRIMENTO. Referências APA. AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. DSM-5: manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.   BRIGANDI, S.A. et al. Autistic Children Exhibit Decreased Levels of Essential Fatty Acids in Red Blood Cells. International Journal of Molecular Sciences, v. 16, n. 5, p. 10061- 10066. 2015.   CARNAHAN, C.; WILLIAMSON, P. Quality Literacy Instruction for Students with Autism Spectrum Disorders. Shawnee Mission: AAPC Textbooks. 2010.   CARNAHAN, C.R.; WILLIAMSON, P.S.; CHRISTMAN, J. Linking Cognition and Literacy in Students With Autism Spectrum Disorder. Teaching Exceptional Children, v. 43, n. 6, p. 54-62, 2011.    FRANKL.VIKTOR E. Em busca de sentido. Um Psicólogo no Campo de Concentração. 1984.   FIORE-CORREIA, O. B.; LAMPREIA, C.; Sollero-de-Campos, L. As falhas na emergência da autoconsciência na criança autista. Psicologia Clínica, Rio de Janeiro, v.22, n.1, p.99 – 121, 2010.  

    O PAPEL DA ARTE COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA NAEDUCAÇÃO INFANTIL

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    Compreende-se que a arte na Educação Infantil vai além de uma simples atividade de distração, ela é uma importante ferramenta pedagógica para o desenvolvimento integral da criança, como a criatividade, a imaginação, a auto criticidade e o despertar das emoções

    ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: REVISÃO SISTEMÁTICA DA LITERATURA DE TESES E DISSERTAÇÕES (2020-2024)

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    Tendo como ponto de partida a realidade existente em Instituições de Ensino Superior (IES), bem como nas Escolas de Educação Básica (EEB), no que se refere ao processo de formação docente, mais especificamente no desenvolvimento do Estágio Supervisionado, entende-se como necessária uma investigação do estado atual em que se encontram as pesquisas relativas a esse componente curricular. A metodologia utilizada possui caráter bibliográfico e descritivo, baseada em um levantamento que se insere no método da Revisão Sistemática de Literatura. Analisou-se 15 pesquisas acerca dos estágios supervisionados em Licenciatura em Química, que geraram quatro categorias de análise, demonstrando avanços na compreensão dos processos de ensino e aprendizagem, tanto dos licenciandos quanto dos professores supervisores. Apesar dos avanços, observa-se uma produção científica limitada sobre o tema, indicando a necessidade de ampliar os estudos que se debrucem nas questões relativas ao Estágio Supervisionado

    ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO A PARTIR DE PRÁTICAS LÚDICAS NO CONTEXTO DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

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    A presente pesquisa teve como tema, alfabetização e letramento da Criança nos anos iniciais ao utilizar o lúdico como processo de ensino. Para tal finalidade se fez necessário conceituar alfabetização e letramento, descrever a importância do lúdico para o desenvolvimento do processo de aprendizagem da criança na fase de alfabetização e verificar as diferentes maneiras do trabalho com o lúdico em sala de aula. A elaboração deste trabalho teve como justificativa, a curiosidade em conhecer mais sobre a temática alfabetização e letramento nos anos iniciais a partir do lúdico. A metodologia adotada foi a pesquisa qualitativa, realizou-se uma pesquisa de campo que foi de suma importância, para encontrar as respostas dos problemas específicos que estavam em estudo. A pesquisa foi desenvolvida em duas escolas particulares da cidade de ponta Grossa – PR, com professoras do ensino fundamental I. Com aplicação de questionários com perguntas abertas e fechadas. Após a análise dos dados, constatou- se que as professoras consideram importante a utilização dos jogos e brincadeiras, pelo fato de tornar o processo de ensino mais organizado e eficiente para alcançar os objetivos propostos em sala. Verificou-se que as professoras utilizam muitos jogos e brincadeiras em suas práticaspedagógicas, em diferentes momentos da aula.&nbsp

    IMPACTO PSICOLÓGICO DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA

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    A violência obstétrica (VO), apesar de não possuir uma definição conceitual estabelecida, refere-se a qualquer dano físico, verbal ou psicológico que fere a dignidade e a integridade da mulher desde o período pré-natal até o pós-parto. Este tipo de violência tornou-se um problema estrutural da sociedade, ao passo que reflete e amplia formas de discriminação social e política, opressão e exclusão. As raízes históricas dessa violência remontam a séculos. As mulheres sempre protagonizaram os processos relacionados ao parto. No entanto, a Igreja Católica, na Idade Média, iniciava um período de punição e opressão às mulheres e tirava o poder sobre seus corpos. O caráter estrutural dessa violência se deve ao fato de que as mulheres foram desconsideradas no processo de construção da ciência, além da comunidade científica estigmatizar e invalidar outras formas de conhecimento e técnicas a respeito do parto. No Brasil, o colonialismo contribuiu para introduzir a VO no país, ao passo que desconsiderou os saberes indígenas e africanos. Os impactos psicológicos da VO são tão ou até mais prejudiciais para a vida da mulher a longo prazo do que as consequências físicas. No entanto, são menos estudados, por esse motivo a relevância desse tema para a Psicologia. O objetivo deste trabalho foi identificar quais são os principais impactos psicológicos causados pela violência obstétrica. A metodologia utilizada foi uma revisão bibliográfica de artigos selecionados nas plataformas Pubmed e Google Acadêmico, publicados do ano de 2020 a 2025, nas línguas português e inglês. O parto é um momento em que as mulheres ficam emocionalmente vulneráveis, por ser um período marcado por muitas inseguranças inconscientes e conscientes. Em um olhar psicanalítico, ansiedades de esvaziamento, perda, castração, punição pela sexualidade e exposição ao desconhecido. Por ser esse momento vulnerável, os transtornos mentais são frequentes no pós-parto. A ocorrência da VO pode agravar essa situação, pois causa altos níveis de estresse e sentimentos negativos, como medo, frustração e tristeza. As consequências mais comuns relacionadas a VO são o TA (Transtorno de Adaptação) pós-parto, a DPP (Depressão Pós-Parto) e o TEPT (Transtorno de Estresse Pós-Traumático). Esses transtornos psicológicos apresentam consequências como dificuldade nas relações interpessoais, interação com o bebê comprometida e progressão para o suicídio. Começar o cuidado do recém-nascido com a saúde mental prejudicada é um fator que influencia negativamente a experiência da maternidade, da criança e da família

    IMPACTO MENSURÁVEL E SUBJETIVO DE TRÊS EXERCÍCIOS FUNDAMENTAIS DA MUSCULAÇÃO: UMA ANÁLISE DOS GANHOS DE FORÇA E DA PERCEPÇÃO PÓS-ESFORÇO

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    Resumo: O presente estudo teve como objetivo analisar os efeitos do treinamento resistido com base em três exercícios fundamentais (pilares) da Musculação – supino reto livre, levantamento terra e agachamento livre. Considerados os pilares para o desenvolvimento da força. Esta pesquisa é caracterizada como um estudo de caso prático (ou experimental), de abordagem quantitativa e qualitativa, que aplicou um protocolo agudo de treinamento resistido (em três exercícios fundamentais / pilares da Musculação) para analisar os ganhos de força máxima (1RM) e as percepções subjetivas em acadêmicos de Educação Física. O estudo foi realizado em 15 de junho de 2025, na Academia Intrafit, envolvendo acadêmicos do curso de Educação Física da Faculdade Sant’Ana (IESSA). O cronograma incluiu briefing inicial, anamnese, alongamento, aquecimento, execução supervisionada dos exercícios e progressão de carga até atingir a repetição máxima (1RM), totalizando 3h40min de atividades. Durante o protocolo, os participantes iniciaram com cargas leves, ajustadas progressivamente até atingir o limite individual. Os resultados de 1RM foram registrados no início e ao final da sessão, permitindo análise comparativa de desempenho. Os dados indicaram aumentos médios de força máxima, com destaque para o agachamento livre, que apresentou melhora de aproximadamente 12% em relação ao valor inicial. O supino reto livre demonstrou evolução de cerca de 8%, enquanto o levantamento terra registrou ganhos médios próximos a 10%. Esses valores revelam que, mesmo em um curto período de prática orientada, já é possível observar respostas fisiológicas significativas. Além dos resultados quantitativos, também foi realizada análise subjetiva das sensações pós-esforço. Dos participantes, 75% relataram ausência de dor significativa, 90% destacaram sensação de superação ao levar o corpo ao limite e 50% demonstraram curiosidade em explorar mais seus limites físicos. Esses dados reforçam não apenas o impacto físico do protocolo, mas também seus efeitos psicológicos, promovendo motivação e autoconfiança. Conclui-se que a aplicação prática dos três exercícios fundamentais (pilares) da Musculação, com progressão de carga adequada e supervisão profissional, resulta em ganhos mensuráveis de força, percepção positiva do esforço e estímulo à continuidade da prática. O protocolo adotado mostra-se eficaz para iniciantes e pode servir como base para futuras pesquisas com amostras maiores, inclusão de diferentes faixas etárias e análises bioquímicas que aprofundem a compreensão sobre os efeitos do treinamento resistido

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