OJS Faculdade de Direito de Cachoeiro de Itapemirim (FDCI)
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ANÁLISE DA PRESUNÇÃO DE VERACIDADE DOS ATOS ADMINISTRATIVOS NAS AUTUAÇÕES DE INFRAÇÃO DE TRÂNSITO
A análise proposta busca indagar se há limites na presunção de veracidade dos atos administrativos dos agentes de trânsito, tendo como base suas vivências e desafios diários. O mundo atual, está frequentemente em meio ao trânsito, seja na figura de pedestre ou condutor, e muitas vezes não é possível perceber quão complexa pode ser tal presunção de veracidade, alterando de maneira significativa o cotidiano de cada indivíduo. Por tratar-se de fato inserido no contexto diário de uma grande massa populacional, acaba sendo uma questão de utilidade pública, pois busca estudar meios que a administração estatal proporciona para o particular obter respaldo em meio ao processo administrativo.
Palavras-chave: Presunção de veracidade; Atos administrativos; Infração de trânsito; Agente de trânsito; Código de trânsito brasileiro (CTB, 1997); Junta Administrativa de recurso de infração (JARI); Direito administrativo
FRAUDES EM CONTRATAÇÕES PÚBLICAS: PERSPECTIVAS, AVANÇOS E RETROCESSOS COM A NOVA LEI DE LICITAÇÃO
O presente artigo trata sobre as fraudes em contratações públicas. A administração tem a difícil tarefa de proporcionar um melhor equilíbrio e fazer com que a máquina pública composta de seus agentes funcione adequadamente. O presente tem por objetivo asseverar as principais mudanças na nova Lei de Licitações com relação as fraudes em contratação pública. A implementação da nova lei interfere diretamente em todo fluxo comercial, pois a contratação exige um fluxo legal, e o Tribunal de Contas precisa atuar como um sistema de controle de compras públicas. No entanto, como suas respectivas inovações afetam a dinâmica do controleadministrativo o qual é realizada pelos principais órgãos da administração pública federal, além de estados, e municípios os quais são obrigados a aplicá-la. A metodologia aplicada baseia-se na pesquisa, e que será qualitativa de natureza documental, demonstrando o tratamento dos controles e seus aspectos.
Palavras-chave: Administração Pública. Contratação. Fraudes. Controle
O REDIRECIONAMENTO DA EXECUÇÃO FISCAL: ATO DISCRICIONÁRIO DA FAZENDA PÚBLICA?
O presente trabalho pretende abordar acerca da discricionariedade daAdministração Pública em redirecionar a Execução Fiscal. O Código Tributário Nacionalelenca o sócio-gerente como responsável tributário, sob o preenchimento dedeterminadas condições. Assim, a fim de satisfazer a cobrança do crédito tributáriodevido pela sociedade empresária, a Fazenda Pública redireciona a execução ao sóciocom poderes de gerência. Analisar-se-á, pois, se tal ato administrativo poderia serrealizado de forma arbitrária, bem como sem atender requisitos legais, ante a suaautotutela e auto executoriedade. Para isso, a abordagem desta pesquisa utilizará alegislação nacional, jurisprudências relevantes, súmulas, e estudos jurídicos existentespor intermédio da melhor doutrina
RESENHA: AVRITZER, Leonardo. Impasses da Democracia no Brasil. 1ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2016.
O texto pretende realizar resenha pontuada por exame crítico sobre a obra Impasses da Democracia no Brasil, do autor Leonardo Avritzer. As pontuações, ainda que limitadas pelo restrito espaço de uma resenha, almejam examinar como o mencionado autor investigou dados empíricos, evitando ilações meramente ensaísticas, para discutir cientificamente um quadro analítico de conjuntura a partir de uma perspectiva dos acontecimentos atuais do cenário político social brasileiro. Desde logo, coteja-se que talvez nisso resida um dos grandes méritos desta obra: a análise é realizada sob bases científicas, amparada por dados, evitando uma exposição de cunho opinativo ou excessivamente partidária
A Nulidade da Alienação Fiduciária em Garantia do Bem de Família
O presente artigo objetiva analisar a nulidade do negócio jurídico em que o devedor aliena fiduciariamente a residência da família, notadamente em contratos de mútuo feneratício. Para tal desiderato, serão realizadas breves considerações sobre a alienação fiduciária de que trata a Lei nº 9.514/1997. Por conseguinte, serão cotejados os elementos jurídicos que inquinam de nulidade o negócio. Por fim, verificar-se-á o entendimento do C. Superior Tribunal de Justiça acerca da matéri
COMISSÕES NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESPÍRITO SANTO: UMA ANÁLISE DA 16ª LEGISLATURA
Trata-se de estudo que busca compreender a atuação das comissões permanentes da ALES – Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo, durante a 16ª Legislatura (2007 – 2010). Para a empreitada, foi elaborado um banco de dados (SPSS) capaz de avaliar o perfil de atuação das comissões permanentes da ALES e identificar em que medida as comissões são capazes de proporcionar a especialização entre os parlamentares, de gerar condições para a ampla discussão das matérias e de proporem emendas e substitutivos às propostas legislativas. Em apertada síntese, no que tange à atuação do sistema comissional, verificou-se a inaptidão das comissões da ALES para influenciar o processo decisório. As comissões têm pouca capacidade para moldar os projetos que por elas tramitam. Tendo como pressuposto de análise os modelos de organização parlamentar segundo o novo institucionalismo de escolha racional: distributivo, partidário e informacional e, o fato de que o modelo informacional tende a criar incentivos para que os indivíduos se especializem, é possível inferir, após as análises sobre o sistema comissional da ALES, que ela não atuou nos moldes da vertente informacional de organização dos legislativos durante a 16ª Legislatura
RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA POR INFRAÇÃO: NATUREZA JURÍDICA NA VISÃO DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA
O Direito Tributário Nacional estabelece como sujeitos passivos da relação jurídica tributária, além do contribuinte, o responsável, com forma de garantir uma maior satisfação do crédito tributário. O Código Tributário, ao tratar da figura do responsável, engloba a responsabilidade por infração, nos termos dos artigos 136 a 138. Contudo, expressa que ela se destina a qualquer pessoa (contribuinte ou responsável) no cometimento de uma infração tributária. Ademais, coloca essa responsabilidade como objetiva. Entretanto, há entendimentos divergentes quanto a essa natureza jurídica objetiva. Portanto, com esse artigo pretende-se desvelar qual a natureza jurídica dessa responsabilidade, se é objetiva ou subjetiva, na visão dos doutrinadores e na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça – STJ
RESENHA: DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. Tradução: Heci Regina Candiani (1 Ed./14 reimpressão). São Paulo: Boitempo, 2016.
Angela Davis é autora da obra Mulheres, Raça e Classe, publicada em 1981 nos EstadosUnidos e em 2016 no Brasil, pela Editora Boitempo, em tradução de Heci ReginaCandiani. A filósofa e ativista dos direitos civis expõe a história da mulher negraestadunidense
O CAPITALISMO COMO ÓBICE PARA A JUSTIÇA AMBIENTAL
O presente artigo é um estudo dos efeitos do Capitalismo para o exercício da JustiçaAmbiental, com enfoque nas externalidades negativas. Para tanto, foi utilizado o método de estudo explicativo, com pesquisa qualitativa, baseada no exame documental, doutrina, legislação e internet. O tema tem por objetivo avaliar como o Capitalismo pode ser prejudicialquando mal estruturado, inclusive de forma proposital, para o benefício de poucos em detrimento da maioria, levando em consideração ainda a atuação do Estado diante dessa problemática. Confrontado os métodos acima delineados, urge ressaltar que as externalidades negativas do capitalismo é uma prática perfeitamente organizada e aceita, devido a sua doutrinação de acúmulo de capital a todo custo, desestimulando a justiça e igualdade efomentando as divisões sociais
INTERNALIZAÇÃO DO INSTITUTO DUTY TO MITIGATE THE LOSS NO ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO
O artigo se destina a analisar a incorporação ao sistema jurídico brasileiro do instituto duty to mitigate the loss ou, em tradução livre para o português, o “dever” de mitigar as perdas. Para isso, abordará, num primeiro momento, a constitucionalização do direito, com enfoque no direito civil, articulando a correlação deste fenômeno com a norma de mitigação. Na sequência, tratará sobre a origem e a conceituação do instituto, tecendo uma breve crítica construtiva à expressão “dever” consigo trazida. Enfatizará que a norma de mitigação está contemplada em importante Convenção internacional e defenderá como fundamentos capazes de sustentar a internalização ora defendida os princípios da boa-fé objetiva e da vedação ao abuso do direito. Por fim, discorrerá acerca de institutos existentes na ordem jurídica pátria que tangenciam o a norma de mitigação, traçando necessárias distinções entre eles