Portal de Periódicos do Centro de Estudos Interdisciplinares (CEEINTER)
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    O JOGO DIDÁTICO “DEFENSORES DA MEMBRANA”: UMA PROPOSTA FUNDAMENTADA NO DESENHO UNIVERSAL PARA APRENDIZAGEM

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    A inclusão escolar, enquanto compromisso ético e político com a diversidade, requer que o ambiente escolar seja capaz de reconhecer e acolher diferentes modos de aprender, perceber e expressar o conhecimento. Nesse horizonte, o Desenho Universal para Aprendizagem (DUA) propõe diretrizes que orientam a elaboração de práticas pedagógicas flexíveis que busquem a participação efetiva de todos os estudantes, sem que nenhum deles precise se adaptar a modelos homogêneos de ensino (Zerbato; Mendes, 2018). Considerando, portanto, a necessidade de práticas que concretizem esses princípios no cotidiano da sala de aula, o presente estudo tem como objetivo apresentar uma proposta didática fundamentada no DUA, por meio do jogo “Defensores da Membrana”, concebido para o ensino de Biologia Celular. A metodologia adotada neste estudo é de abordagem qualitativa e caráter propositivo. Convém salientar que o jogo organiza os estudantes em grupos, cada um responsável por proteger a integridade da membrana plasmática de uma célula fictícia. Em cada rodada, sorteia-se uma carta de problema contendo um desafio relacionado ao funcionamento da membrana. O grupo, então, discute e escolhe uma carta de solução. Se a resposta estiver correta, pontos são somados à força da membrana; se incorreta, pontos são subtraídos. Há ainda cartas de consequência, que podem ser usadas contra outros grupos, afetando suas pontuações. Vence o grupo que mantiver a maior força de membrana ao fim da partida. A operacionalização do jogo articula, de forma simultânea e integrada, as três redes neurais da aprendizagem propostas pelo DUA: engajamento, representação e ação/expressão. No campo do engajamento, observa-se a ativação de múltiplos elementos motivacionais, tais como a competição lúdica entre os grupos, a lógica de pontuação progressiva e a relevância temática que favorecem a permanência do interesse e a autorregulação das emoções frente aos êxitos e fracassos. Em relação à representação, a atividade contempla múltiplas formas de apresentação do conteúdo posto que as cartas são visualmente acessíveis, a linguagem utilizada é clara e contextualizada, e os conceitos científicos são mobilizados em situações-problema que favorecem a transferência e generalização do conhecimento. No que tange à ação e expressão, o jogo permite que os estudantes se expressem pela oralidade, raciocínio coletivo, manipulação simbólica e estratégias de ataque ou defesa, favorecendo a manifestação de diferentes competências e modos de participação. Com isso, ao invés de prescrever uma forma única de desempenho, a dinâmica oferece oportunidades para que os sujeitos exponham seu raciocínio, revisem suas decisões, aprendam com os erros e desenvolvam planejamento estratégico.  Sendo assim, diferentemente de muitas propostas que fragmentam as atividades com base nos pontos do DUA, a estrutura do jogo em tela propõe uma unidade de ação pedagógica que, por sua complexidade e maleabilidade interna, é capaz de abranger, em uma única experiência, as diretrizes fundamentais do modelo. Essa característica confere ao jogo um valor político-pedagógico, possibilitando a aprendizagem de conteúdos de alta abstração e, ao mesmo tempo, afirmando uma concepção de ensino que reconhece a pluralidade dos sujeitos e valoriza práticas inclusivas, responsivas e intelectualmente exigentes

    GÊNERO E SEXUALIDADE NA GESTÃO ESCOLAR

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    A pesquisa em desenvolvimento tem como tema central a relação entre gestão escolar, gênero e sexualidade no contexto da educação básica. Parte-se do reconhecimento de que a escola é um espaço atravessado por disputas simbólicas e práticas que impactam diretamente as vivências de estudantes, profissionais e gestores. Como destacam Butler (2017), Louro (2018) e Bento (2021), gênero e sexualidade não se limitam a atributos identitários, mas configuram dimensões estruturantes das relações sociais, permeando políticas educacionais, práticas pedagógicas e processos de gestão. Metodologicamente, adota-se uma abordagem qualitativa, fundamentada na história oral (Portelli, 2016), utilizando entrevistas narrativas com oito diretores e diretoras distribuídos entre as quatro etapas da educação básica, em escolas da cidade de Teresina, capital do estado do Piauí. A escolha por contemplar essas etapas justifica-se pela necessidade de compreender como as questões de gênero e sexualidade se manifestam e são tratadas em diferentes contextos escolares, considerando as especificidades de cada etapa no que se refere aos eixos: desenvolvimento dos estudantes, à relação com as famílias, às práticas pedagógicas e à atuação da gestão escolar. A seleção dos participantes será realizada, inicialmente, por meio de um questionário objetivo, com o intuito de identificar narradores em potencial cujas experiências dialoguem com os objetivos da investigação. A análise dos dados será conduzida com base na técnica de análise de conteúdo (Bardin, 2016), buscando identificar categorias emergentes a partir dos relatos e confrontá-las com o referencial teórico e estudos recentes sobre gênero, sexualidade e gestão escolar. Espera-se que os resultados revelem como os gestores percebem, ou deixam de perceber, essas questões no cotidiano escolar, evidenciando lacunas formativas e a necessidade de apoio para o desenvolvimento de ações inclusivas para a promoção de ambientes educativos capazes de enfrentar a LGBTQfobia. Como produto educacional, requisito para o mestrado profissional, propõe-se a elaboração de um manual de oficina formativa voltado para diretores escolares, com o objetivo de transformar os achados da pesquisa em práticas de gestão aplicáveis ao cotidiano da escola pública, contribuindo para o fortalecimento do papel da gestão escolar na construção de uma educação comprometida com os direitos humanos e a diversidade

    MUSEU VIRTUAL DOS POLIEDROS DE PLATÃO: PLANEJAMENTO DE ENSINO ORIENTADO PELO DESENHO UNIVERSAL PARA APRENDIZAGEM

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    O Ensino de Geometria, apesar de seu papel fundamental na formação do pensamento espacial e lógico, ainda enfrenta desafios significativos como o alto nível de abstração dos conteúdos de matrizes curriculares, a má formação de professores, a predominância da Geometria Euclidiana nos livros didáticos, a identificação e a nomeação de figuras geométricas (Cruz, 2022). Diante desse cenário, o presente trabalho — em fase de desenvolvimento — propõe um planejamento de ensino inclusivo baseado nos princípios do Desenho Universal para Aprendizagem (engajamento, representação e ação/expressão), sendo este voltado à construção de um Museu Virtual dos Poliedros de Platão. A pesquisa em questão, de natureza básica, abordagem qualitativa e objetivo exploratório, busca no campo teórico e prático do DUA investigar sobre o Ensino da Geometria inclusivo através da proposição de um plano de ensino estruturado em três etapas: introdução teórica, construção de modelos físicos/digitais e montagem do museu virtual. A saber, o DUA é uma abordagem educacional que visa flexibilizar o ensino por meio da oferta de múltiplas formas de representação dos objetos de conhecimento, maneiras variadas de expressão dos aprendizados e estratégias diversificadas de engajamento, contemplando a diversidade da sala de aula (Sebastián-Heredero, 2020). No que se refere ao princípio do engajamento, o planejamento estimula o interesse contínuo dos estudantes ao integrar recursos interativos digitais variados, especialmente Realidade Aumentada (RA), possibilitando uma aprendizagem que favorece a motivação, a permanência e a autorregulação emocional diante de erros, acertos e desafios (Tori; Kirner; Siscouto, 2006). Quanto ao princípio da representação, a proposta contempla múltiplas formas de apresentação do conteúdo selecionado, incluindo modelos físicos, imagens digitais, simulações e visualizações tridimensionais com o emprego de RA, ampliando a acessibilidade e possibilitando a compreensão das propriedades dos Poliedros de Platão por meio de diferentes canais perceptivos. No tocante ao princípio da ação e expressão, os estudantes são incentivados a construir, manipular e apresentar os poliedros utilizando diferentes recursos (materiais concretos, softwares de modelagem e dispositivos móveis com RA), favorecendo a expressão oral, escrita e simbólica, respeitando os diversos perfis dos estudantes. Ademais, a proposta pedagógica é direcionada a alunos do 2º ano do Ensino Médio e tem como temática central os Poliedros de Platão (tetraedro, hexaedro, octaedro, dodecaedro e icosaedro), abordando suas particularidades geométricas, simetrias, aplicações interdisciplinares e a relação de Euler. Embora ainda não tenha sido aplicado, os resultados esperados indicam o potencial da proposta em promover uma aprendizagem mais significativa, colaborativa e acessível, integrando teoria, prática e tecnologia. Como consideração final, entende-se que o planejamento elaborado constitui uma ferramenta pedagógica pertinente para o Ensino de Matemática, estando alinhada com as diretrizes contemporâneas de acessibilidade e inovação educacional

    VOZES QUE ROMPEM O SILÊNCIO: VIOLÊNCIA SIMBÓLICA E PERFORMATIVIDADE DE CORPOS DISSIDENTES NO ESPAÇO ESCOLAR

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    Pesquisas no campo da sociologia da educação e dos estudos culturais, evidenciam que as violências simbólicas inscritas nas práticas escolares cotidianas operam como dispositivos normativos de controle e exclusão, conformando subjetividades a partir de matrizes hegemônicas de raça, gênero, sexualidade e aparência física (Butler, 2018). Ao se naturalizarem como parte do ethos institucional, tais práticas reforçam hierarquias sociais e epistemológicas que deslegitimam corpos dissidentes e silenciam modos de existência não normativos, como demonstram estudos de base qualitativa sobre juventudes, escolarização e processos de subjetivação (Carneiro, 2023). A partir de uma perspectiva interseccional e performativa, este estudo analisa práticas discursivas excludentes naturalizadas no espaço escolar, com ênfase nas repercussões subjetivas e psicossociais vivenciadas por estudantes do ensino médio. O corpus empírico constitui-se de narrativas juvenis e entrevistas com profissionais da educação e da psicologia, conduzidas em formato de podcast educativo, compreendido como tecnologia metodológica de escuta horizontalizada e produção sensível de conhecimento. As expressões analisadas revelam o funcionamento de um regime normativo sustentado por discursos que silenciam, inferiorizam e patologizam identidades não hegemônicas. Racismo, homofobia, gordofobia, sexismo e violência sexual emergem como categorias analíticas que evidenciam a persistência de práticas que produzem sofrimento e exclusão. As falas colhidas no contexto escolar expõem o esvaziamento ético das relações pedagógicas e a ausência de respostas institucionais diante de narrativas marcadas por dor, automutilação, evasão e invisibilidade. Ancorado nos aportes teóricos de autores como Butler (2018), Kohan (2017), Louro (2014) e Carneiro (2023), o estudo tensiona a lógica disciplinadora da escola e propõe a escuta como gesto formativo e político. A análise aponta para a urgência de práticas educativas que valorizem a pluralidade dos modos de existir, rompam com os imperativos de normalização e ressignifiquem o papel da escola como território de reconhecimento e de reencantamento da experiência juvenil. As contribuições das entrevistadas, uma supervisora educacional e uma psicóloga escolar, reforçam a necessidade de estratégias interdisciplinares, como rodas de conversa, projetos artísticos e dispositivos de acolhimento, capazes de reposicionar a escola diante das múltiplas violências simbólicas que a atravessam. Compreender o corpo como linguagem e memória permite deslocar o foco da correção para a escuta e da normatividade para a invenção, convocando a educação a afirmar, eticamente, a dignidade das vidas dissidentes

    UMA HISTÓRIA DO CURRÍCULO DO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ ENTRE 1973 E 2002

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    Pensando na formação do pedagogo e suas reestruturações constantes, este estudo se propõe a estudar a história do currículo que a fundamenta, tendo como objetivo analisar a trajetória do currículo do curso de Pedagogia da UFPI, no período de 1973 a 2002, identificando as principais mudanças e contextos que motivaram as reformulações. Trata-se de uma pesquisa documental, cujas fontes são os documentos produzidos pela própria instituição e a legislação vigente em cada época. Nossos achados nos permitem delimitar três configurações curriculares no curso de pedagogia da UFPI no período investigado: Um currículo prescrito, considerando repressão do regime militar e a necessidade de breve aprovação para iniciar o funcionamento do curso; reformulação curricular para atender as demandas do território piauiense de formação de professores e técnicos educacionais; e o currículo cujo foco é a formação do professor polivalente

    UM OLHAR SOBRE A PROPOSTA CURRICULAR PARAIBANA: UM TERRITÓRIO DE CONTROLE OU EM DISPUTA?

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     O presente trabalho é um recorte de pesquisa mais ampla em andamento, no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Campina Grande (PPGEd/UFCG). Tem como objetivo compreender como a Proposta Curricular da Paraíba pode ser interpretada como território de controle ou em disputa. Para isso,foi utilizada a pesquisa bibliográfica e a análise documental, com ênfase em produções científicas e em documentos legais, como a BNCC e a própria Proposta Curricular da Paraíba. A análise apontou que há um distanciamento entre as intenções teóricas do currículo e sua implementação prática. Observou-se o esvaziamento das especificidades locais e a reprodução literal de trechos da BNCC, o que revela uma contradição entre o discurso de valorização das vivências dos sujeitos e a imposição de competências pré-determinadas. A proposta paraibana, assim como a Base, adota um formato tecnicista e verticalizado, o que limita os espaços de criação e autonomia docente. Conclui-se que o currículo atua como instrumento de controle e reprodução de uma lógica neoliberal e hegemônica, retomando práticas pragmatistas e distanciando-se da construção de uma formação crítica e omnilateral

    Investigando tabus: O mapeamento das dissertações da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) acerca das temáticas de identidade de gênero e sexualidade

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    Levando em consideração que temas considerados tabus na sociedade sofrem de um processo de invisibilização em todos os níveis de titulação, essa pesquisa tem como objetivo compreender como identidade de gênero e sexualidade se comportam nas dissertações nos programas de pós-graduação da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) no recorte temporal dos últimos 8 anos, ou seja, entre 2016-2024, se caracterizando como um mapeamento. A investigação ocorreu na Biblioteca Digital das Teses e Dissertações (BDTD) da UFGD, no Portal da instituição e em sites especializados dos cursos. Os resultados demonstram que das 1.341 dissertações defendidas nos 25 cursos de pós-graduação, apenas 96 tratam desses conteúdos examinados, alcançando 7,15%. Em suma, a presença de sexualidade e identidade de gênero nessa localidade é fundamental, visto que, promove a perpetuação do discurso anti preconceito para professores do Ensino Superior em formação

    “Casamento gay”: Debates sobre o PL 580/2007 à luz de Judith Butler

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    O presente trabalho visa compreender os debates das deputadas e dos deputados acerca do projeto de lei 580/2007, popularmente conhecido como “PL do casamento gay”. Para tal, é necessário que haja questionamentos críticos acerca do tema, ao passo que houve uma restrição nos direitos da comunidade LGBTQIAP+, mostrando também uma conexão entre as políticas conservadoras, resultando em uma luta e resistência contra pautas feministas, antirracistas e dos movimentos LGBTQIAP+. Nesse sentido, foram feitas diversas leituras sobre o tema, e análises dos discursos proferidos pelas deputadas e pelos deputados dentro do Congresso Nacional, observando a partir das sessões sobre o projeto de lei em questão, sendo possível concluir um avanço do neofascismo (onde há discursos que exaltam um nacionalismo e, no Brasil, um ultrapatriotismo, mas ao redor do mundo que há políticas de expulsão de determinados corpos), uma reafirmação de um padrão de família, uma luta contra a ideologia de gênero e os impactos do efeito backlash no Parlamento brasileiro. Através disso, é possível compreender a proposta que Judith Butler faz, em seu mais recente livro, ao questionar “Quem tem medo do gênero?”, e visualizar quais são os mecanismos e práticas de um pânico moral e uma negação de medos realmente presentes na atualidade, o que culmina cada vez mais em um aprofundamento do neoliberalismo e de regimes autoritário

    A manifestação dos discursos hostis direcionados à comunidade LGBTQIAPN+ em cultos religiosos no Brasil

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    O artigo investiga os discursos de ódio contra a comunidade LGBTQIAPN+ proferidos durante cultos religiosos no Brasil, especialmente após a eleição de Jair Bolsonaro em 2018. Utilizando a análise semiolinguística do discurso de Charaudeau e as teorias dos Atos de Fala de Austin, o estudo explora como líderes religiosos, como o pastor André Valadão, distorcem a liberdade de expressão para incitar hostilidade e violência. O artigo analisa reportagens que documentam esses discursos, que não só marginalizam, mas também legitimam a violência física e simbólica contra a comunidade LGBTQIAPN+. O fenômeno é contextualizado pela necropolítica de Mbembe e o biopoder de Foucault, destacando como esses discursos refletem e reforçam práticas de controle e exclusão social. Ao explorar a conexão entre liberdade religiosa, discurso de ódio e seus impactos na sociedade, o estudo propõe a desconstrução dessas ideologias para promover um ambiente de respeito e inclusão

    Entre vivências e percepções: um relato sobre um espaço cultural de acolhimento para a bicha preta periférica

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    Trago um relato de experiência, no formato de um ensaio, sobre a escolha de um campo de pesquisa e minhas impressões acerca das entrevistas com os interlocutores para minha dissertação de mestrado em saúde pública pela Escola Nacional de Saúde Pública, na Fundação Oswaldo Cruz – ENSP/Fiocruz, intitulada: “Subúrbios existenciais”: percepções de saúde mental de homens negros gays, apresentada em 2022

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