Portal de Periódicos do Centro de Estudos Interdisciplinares (CEEINTER)
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FORMAÇÃO CONTINUADA: CURSO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA E A REELABORAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE
Introdução: Indubitavelmente, a formação continuada de educadores se faz extremamente necessária visto que os ajudam a lidarem com situações complexas do dia a dia. Foi a partir dessa visão que uma professora do primeiro seguimento do Ensino Fundamental buscou por uma formação continuada de Educação Especial e Inclusiva na modalidade Educação a Distância (EaD) pelo Consórcio CEDERJ. Objetivo: Apresentar como o curso de Educação Especial e Inclusiva contribui para a reelaboração da prática docente, promovendo a construção de práticas pedagógicas mais acessíveis e capaz de garantir a inclusão dos alunos no ambiente escolar. Metodologia: A metodologia adotada baseou-se em aulas teóricas e práticas, rodas de conversas, análise de estudos de caso e reflexões individuais e coletivas, visando integrar conceitos de inclusão e práticas pedagógicas ressignificadas para atender a todos no ambiente escolar. Resultados: Todo o processo culminou com a reformulação da prática docente a qual viabilizou maior segurança e autonomia diante das situações vivenciadas no processo de inclusão. Por fim, vale destacar que antes do curso a educadora considerava-se insegura diante da sua prática diária no processo de inclusão educacional. Porém, ao terminar a capacitação, ela se mostrou confiante, determinada e cheia de expectativas. Conclusão: Portanto, a qualificação oferecida pela Fundação CECIERJ reformulou toda a prática docente, a qual na atualidade a faz buscar pela individualização e a personalização do ensino, com a finalidade de garantir o respeito aos limites e às necessidades de cada discente
AS CORES DE SI: A AQUARELA NO PROCESSO DE AUTOCONHECIMENTO DE JOVENS E ADULTOS COM AUTISMO
O presente trabalho tem como temática a utilização da técnica Aquarela no ensino de arte para jovens e adultos com deficiência, focando no autoconhecimento em meio a sociedade em que vive. Nesse sentido, o objeto de estudo são as obras criadas pelos alunos com suas respectivas justificativas e desenvolvimento, tendo em vista que a cada aula será aplicada uma proposta pedagógica diferente, bem como a mediação da prática pedagógica. O então projeto é de natureza básica, do tipo descritivo-exploratória, com o intuito de analisar como também descrever os criações expostas, a abordagem é de cunho qualitativo, a partir da escuta, observação, interpretação e reflexão das obras produzidas durante as aulas, com o objetivo de gerar uma compreensão do processo criativo e resultados. A primeira etapa consistirá de um estudo bibliográfico e a colheita de dados acerca dos aspectos da arte-educação e educação especial e inclusiva. A segunda etapa se dará através de uma sequência didática em que os alunos com Transtorno do Espectro Autista participantes serão apresentados à aquarela e poderão perceber como a técnica funciona, para produzir suas obras de acordo com a temática do dia. A terceira etapa trabalhará com as obras obtidas durante as aulas, seguida da análise dessas produções. A análise acontecerá desde o desenvolvimento da arte, com o processo de escuta, pois no desenvolvimento da obra também há riquezas, que podem se perder quando vistas apenas no resultado final. Como aporte teórico, o trabalho apoia-se em Farias (2016) e Montessori (1949), em relação à educação inclusiva, e Rauen e Momoli (2015), que explora o autorretrato como um ato para se comunicar algo e, assim, liberar sua imaginação. Para finalizar a experiência das aulas, será proposta uma exposição das artes produzidas para marcar o resultado e as reflexões feitas pelos participantes durante os encontros, com a possibilidade de expor suas motivações e sentimentos ao realizar as pinturas. Neste contexto, espera-se que a arte externe as faces individuais e internalizadas de cada jovem ou adulto
CARTOGRAFIA APLICADA AO GOOGLE MAPS: EXPLORANDO A CARTOGRAFIA POR MEIO DAS FERRAMENTAS DIGITAIS
O presente trabalho se constitui em forma de resumo expandido sobre a experiência de uma metodologia aplicada com estudantes de ensino técnico integrado do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará - Campus Fortaleza (IFCE), por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID). Possui o objetivo de apresentar a compreensão do conhecimento sobre o espaço geográfico, na disciplina de Geografia, a partir da construção de mapas pelos discentes com o uso das geotecnologias. Este estudo também faz uma breve reflexão sobre as tecnologias inseridas nas escolas, suas potencialidades e desafios, também aborda a cartografia escolar em sua interação com os conhecimentos da disciplina de Geografia. Dessa forma, os estudantes foram incentivados a construir um mapa de localização dos espaços que conheciam na cidade de Fortaleza – Ceará, indicando: patrimônios históricos, áreas ambientais, bairros onde moram e a instituição de ensino na qual estudam, utilizando a ferramenta “My Maps” (recurso do Google Maps). A experiência possibilitou aos estudantes o conhecimento teórico sobre os elementos principais da cartografia, assim como, a exploração de ferramentas tecnológicas com o uso do Google Maps. Ao oportunizar uma atividade prática contribui para a desmistificação do uso de ferramentas cartográficas digitais acessíveis em sala de aula e, deste modo, possibilita um melhor entendimento sobre espaço geográfico, cartografia escolar e o uso das geotecnologias em sala de aula.
Palavras-chave: Geografia; Cartografia; Ensino; Geotecnologias; Tecnologias
DESAFIOS EDUCACIONAIS NA INSERÇÃO DA TECNOLOGIA COMO PARTE DO PROCESSO DA EDUCAÇÃO 10 ANOS DO ESTADO DE MATO GROSSO
O presente trabalho busca identificar as principais barreiras que foram criadas na inserção de tecnologias digitais nas escolas que está sendo implementada apresentada no estado de Mato Grosso, iniciativas como o projeto "Educação 10 anos" com o objetivo de aprimorar os índices educacionais até 2032. Inicialmente se mostra como uma política pública educacional necessária, mas que também traz desafios consideráveis. Docentes enfrentam dificuldades em adaptar metodologias, além de resistências e inseguranças decorrentes da falta de formação contínua. Por sua vez, os alunos, embora "nativos digitais", lidam com a sobrecarga de informações e a utilização majoritariamente não educacional das tecnologias. A desigualdade no acesso e na infraestrutura tecnológica agravam esses problemas
A INVISIBILIZAÇÃO DAS MULHERES NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO : ENFRENTANDO AS DESIGUALDADES DE GÊNERO NO ENSINO DE FILOSOFIA
Este trabalho apresenta o relato de uma experiência de ensino que visou problematizar a invisibilização das contribuições das mulheres para o campo da Filosofia. Através da sequência didática aqui relatada, os estudantes foram incentivados a identificar nomes de filósofas nos materiais didáticos, refletir sobre os motivos das desigualdades encontradas e produzir trabalhos que valorizassem as contribuições femininas para a produção do conhecimento filosófico, especificamente no formato de História em Quadrinhos. Por fim, os resultados indicam a importância de ações educativas que promovam a reflexão crítica sobre os estereótipos de gênero e contribuam para uma visão mais inclusiva e igualitária
NOME SOCIAL E IDENTIDADE DE GÊNERO: DESAFIOS E RESISTÊNCIAS NO AMBIENTE ESCOLAR
Em um Estado Democrático de Direito, a soberania, a cidadania e a dignidade da pessoa humana são princípios fundamentais para garantir a justiça, a liberdade e o respeito aos direitos de todas as pessoas. Esses valores garantem que os indivíduos possam exercer plenamente sua identidade, sem marginalização ou exclusão de espaços essenciais, como o ambiente escolar. Dessa forma, é obrigatório que crianças, adolescentes, jovens e adultos transgêneros, não binários e demais identidades dissidentes possam ocupar instituições de ensino de maneira digna e respeitosa. Isso inclui o direito ao uso do nome social, um tratamento adequado e o acesso a banheiros, vestiários e vestimentas em conformidade com sua identidade de gênero. Como destaca Souza (2022), “o reconhecimento do nome social não é apenas um ato administrativo, mas uma ação fundamental para a existência digna de pessoas trans no ambiente escolar”. A educação, enquanto direito fundamental, deve basear-se em princípios democráticos e inclusivos. No entanto, muitas escolas ainda reproduzem normas cisheteronormativas que invisibilizam e marginalizam estudantes trans e não binários. Seffner (2012) aponta que “a escola é um espaço de regulação social onde a diferença de gênero é frequentemente enquadrada como um problema a ser corrigido, gerando processos de exclusão”. Butler (2019) reforça essa ideia ao afirmar que “os corpos que não se enquadram nas normas determinantes são precarizados pela lógica institucional, tornando-se alvos de violência simbólica e estrutural". A ausência de políticas educacionais contribui para a permanência dessas barreiras institucionais. Souza e Silva (2024) destaca que “estudantes trans frequentemente se deparam com obstáculos que comprometem sua permanência e bem-estar na escola”. Esse cenário exige uma análise aprofundada das políticas educacionais e dos documentos normativos produzidos pelos Conselhos Municipais de Educação, especialmente os da GRANPAL, a fim de compreender como regulamentam o uso do nome social e outras garantias de direção de direitos nas redes públicas municipais de ensino. Este estudo tem como objetivo geral refletir sobre os documentos emitidos pelos Conselhos Municipais de Educação da GRANPAL e, especificamente, analisar as normativas para o uso do nome social nas escolas públicas. Busca-se compreender como tais normativas são formuladas e aplicadas, identificando avanços, limitações e lacunas na garantia dos direitos de estudantes trans e não binários. Além disso, pretende-se problematizar as formas de violência simbólica e institucional que esses sujeitos enfrentam. Como argumenta Louro (2018), "a escola é um espaço de produção e controle de subjetividades, onde discursos normativos frequentemente excluem e marginalizam experiências dissidentes". Os resultados indicam inconsistências conceituais em documentos analisados, comprometendo a efetividade das normativas e fragilizando a garantia de direitos e também a insistência de documentos por parte de alguns Conselhos Municipais de Educação sobre nome social. Conclui-se que, para que o direito ao nome social e a plena inclusão de estudantes trans e não binários no ambiente escolar sejam garantidos, é necessário um compromisso efetivo das instâncias governamentais, das instituições de ensino e da sociedade como um todo. Como destaca Souza (2022), "a luta pelo reconhecimento de identidades de gênero dissidentes na escola passa por um enfrentamento constante das estruturas que tentam silenciar e invisibilizar essas existências"
O ENSINO DA HISTÓRIA INDÍGENA DO PIAUÍ: DESMISTIFICANDO O MITO DO EXTERMÍNIO DE POVOS ORIGINÁRIOS PIAUIENSES
O presente estudo aborda a questão do ensino da história indígena piauiense e as estratégias empreendidas para que houvesse o apagamento da história e cultura das etnias existentes no Piauí. As discussões estão ancoradas nas seguintes questões: Por que a história dos povos originários do Piauí sofreu apagamento histórico? Quais as estratégias empreendidas para que isso ocorresse? Como o ensino de história piauiense na Educação Básica pode se tornar uma forma de reconhecer em diferentes dimensões os povos indígenas no passado e no presente, ou seja, na história do Piauí? A pesquisa se apresenta como bibliográfica e possui uma abordagem qualitativa, baseada na análise de fontes escritas que abordam o assunto em questão, buscando um aporte teórico sobre as questões levantadas, somando-se a isso um comparativo com a realidade do ensino de história do Piauí, enfatizando os povos originários. A partir do desenvolvimento do estudo pode-se constatar que apesar das tentativas de comprovar o “mito do extermínio do indígena piauiense”, existem estudos que mostram a existência, resistência e contribuição de diferentes etnias indígenas para a constituição dos aspectos sociais do Piauí e que, através do ensino de história, há possibilidades desses povos serem reconhecidos e valorizados
REVISIONISMOS E NEGACIONISMOS NA INTERNET: DESAFIOS E POSSIBILIDADES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
Com o avanço das tecnologias digitais houve grande divulgação de informações via internet, porém, as narrativas revisionistas e negacionistas da História também acabam circulando na rede, alcançando inúmeras pessoas que acabam as tomando como verdades. Tais narrativas chegam também nas salas de aula, trazendo grandes desafios para o ensino de História. Este trabalho tem o objetivo de apresentar alguns desafios causados pelas narrativas revisionistas e negacionistas, e de que forma elas podem ser utilizadas para pesquisa histórica via tecnologias digitais. O trabalho consiste em uma revisão bibliográfica de trabalhos que investigam os revisionismos e negacionismos na História, além da pesquisa em plataformas digitais onde essas informações circulam. A proposta é refletir sobre como as narrativas revisionistas e negacionistas podem estimular a pesquisa nas aulas de História, que utilizando-se das tecnologias digitais, podem fomentar a investigação, fazer denúncias, e até mesmo a divulgação dos resultados via vídeos, podcasts, redes sociais, e outros. Ao propor a pesquisa com as narrativas trazidas da internet pelos estudantes, a partir de suas próprias experiências, o ensino de História pode proporcionar uma aprendizagem crítica e reflexiva sobre o que circula na rede
POLÍTICAS PÚBLICAS DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL: FOCO EM COMO A TECNOLOGIA PODE SER UTILIZADA PARA MELHORAR A EDUCAÇÃO
Este estudo tem como objetivo analisar as políticas públicas de tecnologia educacional implementadas no Brasil e identificar de que maneira elas podem beneficiar os jovens, contribuindo para a melhoria da qualidade da educação e para a redução das desigualdades educacionais. A pesquisa foca na análise das políticas públicas, com ênfase no Plano Nacional de Educação (PNE), que estabelece metas e diretrizes para a educação brasileira, incluindo a integração da tecnologia no ensino. O PNE foi aprovado pela Lei nº 13.005, de 24 de junho de 2014, e define as diretrizes e metas para a educação no Brasil para o período de 2014 a 2024. Dentre as iniciativas relacionadas à tecnologia educacional, destaca-se o Programa Nacional de Tecnologia Educacional (ProInfo), criado pelo Ministério da Educação em 1997, por meio da Portaria nº 1.310, de 17 de dezembro de 1997. O principal objetivo do ProInfo é promover a integração da tecnologia na educação, fornecendo recursos tecnológicos e capacitação para professores e alunos. O programa tem vigência contínua, sendo atualizado e ajustado periodicamente para atender às necessidades da educação brasileira, que se encontram em constante evolução. Outra iniciativa relevante é o Plano de Ação para a Educação Digital, um documento estratégico que estabelece diretrizes para a integração da tecnologia na educação brasileira. Esse plano foi aprovado pelo Ministério da Educação em 2018, por meio da Portaria nº 1.054, de 10 de outubro de 2018, e tem como principal objetivo definir estratégias para a adoção da tecnologia no ensino, abrangendo a formação de professores e a criação de recursos educacionais digitais. Sua vigência se estendeu até 2024, com atualizações periódicas para acompanhar as demandas educacionais do país. A metodologia adotada para este estudo é de abordagem qualitativa, baseada na análise documental e na revisão bibliográfica. Serão analisados documentos oficiais, como leis, decretos e portarias mencionados anteriormente, bem como estudos e relatórios de organismos internacionais, como a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), fundada em 1946, e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), criada em 1960. Os dados serão coletados por meio da revisão de literatura e da análise desses documentos oficiais. Os resultados pretendem demonstrar como as políticas públicas de tecnologia educacional implementadas no Brasil podem beneficiar os jovens, melhorando a qualidade da educação e reduzindo as desigualdades educacionais. Além disso, serão identificadas as políticas públicas que podem ser utilizadas para promover a inclusão digital e a cidadania. Em conclusão, este estudo contribuirá para uma compreensão mais aprofundada das políticas públicas de tecnologia educacional no Brasil e de seus benefícios para os jovens. Os resultados poderão ser utilizados para orientar políticas públicas e práticas educacionais que promovam a integração eficaz da tecnologia no ensino. Ademais, espera-se que este estudo auxilie na formulação de políticas públicas mais eficientes para a educação brasileira, levando em consideração as necessidades e desafios específicos do país. Os resultados desta pesquisa, tem por finalidade promover uma reflexão crítica e informar práticas e políticas educacionais eficazes
O QUE CONTAM AS HISTÓRIAS INFANTIS SOBRE CRIANÇAS E/NAS ESCOLAS?
A pesquisa tem como tema a transição das crianças da Educação Infantil (EI) para o Ensino Fundamental (EF), considerado na literatura científica, nos documentos produzidos como diretrizes para o trabalho pedagógico e por profissionais da Educação como importante marco no desenvolvimento psicológico. A investigação foi realizada com objetivo de analisar produções literárias para crianças sobre a escola/a vida escolar/início da vida escolar. Trata-se de pesquisa do tipo documental, com abordagem qualitativa e o material empírico foi composto por meio de 13 livros impressos e digitais produzidos para crianças sobre os temas acima, encontrados em catálogos de editoras e adquiridos para compor o acervo do Grupo de Pesquisa. As análises são de natureza qualitativa, buscando identificar características gerais da obra, subtemas abordados, menções à escola e temas adjacentes, mensagem predominante, personagens e desfecho. Os resultados mostram a predominância crianças como personagens principais (com exceções de 2 animais e um monstro), masculinos (8) aos femininos (5) e apenas uma personagem principal negra. A escola é apresentada como um lugar alegre, em que ocorrem, predominantemente, brincadeiras e a responsável pelas turmas de crianças é sempre uma professora, sem nenhum caso de professor. Quanto à etnia, apenas uma professora é negra. Em apenas 2 narrativas não há a presença da professora. Em 3 histórias não estão presentes pai ou mãe, registrando-se, na maioria (7), a presença das duas figuras parentais. Não há nenhum caso de configuração familiar não tradicional. Em apenas uma história há a presença de um avô. A estrutura narrativa é bastante similar entre os textos: personagem principal é uma criança em conflito sobre desejo de ir para a escola X medo/insegurança. Estes sentimentos referem-se em todos os casos a questões relacionais, com os colegas. Não há nenhum caso de conflito com a professora. Em apenas duas histórias o personagem não tem conflitos internos (insegurança, medo, curiosidade, motivação) ou externos (com colegas). Os sentimentos mais frequentes são medo (em 7 histórias) e insegurança (em 6 histórias). Em todas as histórias o desfecho é de superação dos problemas e de conquista de integração à escola/turma de colegas. Esta superação, em 9 histórias não conta com a ajuda de algum adulto, sendo implícita a ideia de que decorre da passagem do tempo. Espera-se que estes resultados permitam aprofundar e fazer avançar os conhecimentos sobre dispositivos culturais produzidos para as crianças sobre relações com a escola e conjecturar sobre a importância de narrativas que possam ampliar e diversificar as formas de tratar o tema