Portal de Revistas Universidad de Playa Ancha
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    836 research outputs found

    ¿Por qué un defensor de la audiencia en los medios latinoamericanos?

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    Aunque recibe diferentes nombres, poco se sabe de su actividad. Al defensor de la audiencia le corresponde recibir e investigar las quejas de los consumidores sobre la imparcialidad y el buen gusto en la cobertura de las informaciones. Éste es el sentido moderno de la figura que data de 1967 cuando por vez primera se introdujo en un diario estadounidense. Desde entonces, la incorporación de este profesional a las redacciones a latinoamericanas ha sido reciente y más bien lenta, sobre todo por el desconocimiento que existe sobre esta figura. Por esta razón, el siguiente artículo describe la singularidad de esta figura, justifica la necesidad de que los medios la incorporen y sistematiza las ventajas y limitaciones que tiene hacerlo

    Esto no es una ponencia sobre Magritte

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    El giro lingüístico, que muestra al lenguaje no como medio de conocimiento del mundo sino como agente constructor de mundos, se convirtió en uno de los pilares de la Vanguardia Artística histórica, que buscaba romper con los cánones del Modernismo, que concebía el arte como imitación de la realidad. Esta visión revolucionaria fue acogida indudablemente por el pintor surrealista belga René Magritte, que la asimiló en sus obras y en sus escritos. En ellos se detecta un pensamiento consciente, lejano a la escritura automática que Bréton prescribió para los surrealistas. Magritte crea una nueva realidad a partir de elementos cotidianos, problematizando y fascinándose con las palabras, produciendo obras que no deben ser interpretadas, mostrando lo invisible de lo visible y oponiéndose a la forma acostumbrada de pensar

    Proceso de reconstitución dinámica de la sociedad del conocimiento y la información: caso México

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    El objeto de este trabajo es entender por qué la comunicación debe ser vista como una actividad social, esto es, que mientras se manifiesta y pone en práctica cotidianamente permite a su vez reconfigurar la acción social. Este proceso de re-configuración y construcción de formas simbólicas y acción social no puede ser aislado de otras estructuras esenciales que participan de la acción y evolución social. Por ello transformaciones y cambios propios de la sociedad se ven representados en los contenidos de los medios de comunicación, aunque los medios, a diferencia de las demás instituciones, forman parte de los elementos semánticos para reconstruir y exteriorizar las percepciones del mundo o pseudo-entorno. Los medios se constituyen así como instituciones ¿privilegiadas¿ por el lugar que ocupan y el poder que ejercen dentro del espacio social

    De las imágenes a las palabras: inferencias personales y culturales en el aprendizaje de la lengua

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    El trabajo presenta como objetivo principal las inferencias emergidas de las imágenes a las palabras en el aprendizaje de la lengua. Las inferencias surgen en la observación del sujeto en la vida práctica cotidiana y ellas no ocurren solamente por medio de palabras. Ellas ocurren cuando el observador adquiere informaciones y conocimientos por su vida en el contexto inserido. Las imágenes reales e imaginarios confluyen con las palabras en conspiración y simulacro. Las inferencias del observador rellenan los huecos vacíos de las palabras y de las imágenes en el texto continuo de su vida. Como educadores, estamos utilizando las escrituraciones de las placas, de los rótulos, de los diseños y de las informaciones espontáneas como caminos metodológicos en el aprendizaje de la lengua materna sin herir la creatividad de los alumnos-niños. Presentamos el simulacro de las imágenes y de las palabras en el lenguaje verbal y visual por los diversos medios de comunicación, porque actualmente las personas, especialmente los niños, reciben tanto o más información por la imagen cuanto por la palabra, pero no son instruidas, o ¿alfabetizadas¿, sobre el lenguaje visual

    Fotografias contemporâneas ou a incompletude do simulacro

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    Este trabalho tem como objetivo desenvolver reflexões sobre a condição proteiforme da imagem na contemporaneidade, sobretudo da fotográfica, analisada na interface com outras formas de discurso como a pintura, a televisão, o cinema, o vídeo, a escultura. Em seu percurso histórico, a fotografia tem manifestado uma oscilação entre os pólos da arte e da ciência, cumprindo destinos que afirmam ora uma missão documental, ora a exploração de suas potencialidades experimentais, ocasião em que a condição paradoxal de imagem, portanto de simulacro do real, se impõe com mais força colocando em questão a sua propalada função referencial. É nessa última condição que a imagem fotográfica tenta romper as amarras de imagem fixa para reproduzir impressões do tempo, da duração, do movimento e de formas de interação estabelecidas muito mais em relações sensíveis do que inteligíveis. Fala-se então em paradigmas definidores das imagens contemporâneas que se ligam seja à figuratividade fotográfica, seja à sua desconstrução, por inflexões permitidas pela própria natureza dos suportes. Nesse sentido, pode-se repetir com Adorno que fica cada vez mais difícil reivindicar uma autonomia das obras na contemporaneidade. Parte-se do princípio, no presente trabalho, de que as criações são, na verdade, resultados de escolhas enunciativas, responsáveis pelo arranjo de procedimentos destinados não só a dotar os discursos de efeitos de sentido de realidade ou irrealidade, mas também de fazer emergir a essência da heteronomia das linguagens em estratégias de mestiçagem discursiva. Mais do que uma singularidade do próprio suporte, supõe-se, portanto, que as impressões de criação/desconstrução das imagens correspondem a posturas assumidas pelos enunciadores dos discursos, reveladoras de uma maneira específica de enformar e significar uma relação com o mundo. Se as imagens altamente figurativas, dotadas de efeitos de sentido de iconicidade, ganharam ares de uma objetividade ¿realista¿, graças às concepções culturalizadas da própria noção de ser objetivo segundo os cânones renascentistas, as ¿novas¿ imagens, que operam uma espécie de destruição do já visto impondo outros regimes de visibilidade, consistem , elas também, em atitudes enunciativas que se propõem a compreender o movimento do ¿real¿ em construção, ou seja em sua complexidade e fluidez. Prefere-se, portanto, falar em mecanismos de veridicção que determinam as relações entre sujeitos cognoscentes e objetos percebidos, marcados ora por uma maior presença do sujeito na maneira de focalizar o objeto, ora pela apreensão totalizante deste último, que parece se revelar em sua evidente objetividade. Desses procedimentos de regulagem resultam efeitos de sentido diversos destinados a criar relações de presença ou distanciamento, de ligar-se a uma tradição ou rompê-la em simulacros de um fazer ou ser contemporâneo, de delinear figuras do mundo natural ou de destruí-las por meio de construções insólitas que redefinem as suas configurações presas às convenções da cultura. Diversos são os procedimentos de desconstrução do discurso fotográfico procurando afastá-lo de sua ¿malfadada¿ missão documental, caracterizados por estratégias operadas nos diferentes patamares do plano do conteúdo, como a renovação temática, que eleva o banal ao estatuto de objeto fotográfico, os processos de desfigurativização ou reificação da imagem, cujas manifestações refletem seja o desvelamento de sua própria condição de representação, seja o efeito de neutralização da oposição entre o real e o simulacro, o jogo de perspectivas que requerem compartilhamento de sensações por parte do espectador/leitor, etc. Também no plano da expressão, são já consagradas as tentativas de imprimir o tempo e o movimento supostamente ausentes na chamada imagem fixa. Esses aspectos serão investigados em exemplos diversos nas inter-relações da fotografia com o vídeo, com a escultura, com o cinema, com a televisão e em certas fotografias responsáveis pela singularidade de percursos ópticos explorados na construção das relações comunicacionais

    Mídia, política e controle social da informação

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    As últimas décadas do século XX foram palco de uma das mais profundas alterações de paradigmas da história do ser humano. Com o surgimento e a disseminação das novas tecnologias da informação e da comunicação, reestruturaram-se as condições materiais e ideológicas do capitalismo, ensejando uma nova etapa de seus ciclos de produção e o que hoje se convenciona denominar Sociedade do Conhecimento. Acredita-se que os principais responsáveis por essas transformações e pelos novos rumos tomados são as Indústrias da Informação e da Comunicação, pois recaracterizaram as condicionantes da economia, influenciando diretamente no controle social e nas decisões da política atual. Tendo como enfoque o poder e suas práticas discursivas, o presente artigo busca, portando, uma reavaliação dos papéis dessas indústrias e seus reflexos nas atividades políticas, culturais e jurídicas da sociedade contemporânea. Para efeito de comprovação empírica, é apresentada parte de um estudo de caso da experiência brasileira

    Las relaciones de las ONGD con los medios de comunicación

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    Los medios de comunicación constituyen un pilar fundamental para la transformación y mejora de la sociedad. Pueden ser determinantes, o al menos, influyentes a la hora de explicar la causalidad de conflictos provocando una reacción de la sociedad civil que decida liderar iniciativas que ayuden a resolver las injusticias del planeta. Así pudimos constatarlo en el mayoritario y casi unánime rechazo ante la guerra de Irak. Sin embargo, la lógica del mercado en la empresa informativa impera sobre cualquier acto de ¿generosidad¿ humana. El espíritu mercantilista de la prensa, radio y televisión y sus objetivos de rentabilidad ¿ a cualquier precio¿ predominan sobre la que debiera ser la función social que les atribuimos y para la que nacieron. Por su parte, las Organizaciones No Gubernamentales para el desarrollo exigen que se restituya el papel de los mass media, apelando al derecho del saber de los ciudadanos privados de cualquier ejercicio de ética

    La turbia memoria de los cisnes: el sujeto modernista en la representación autobiográfica

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    Este ensayo ofrece el examen de un corpus de escritos autobiográficos cuyo denominador común es la participación de sus autores en diversas etapas del movimiento modernista. Me detengo principalmente en la autobiografía de Rubén Darío y en las memorias de otros tres escritores modernistas. Estas autobiografías posteriores coinciden en muchos aspectos con la Autobiografía de Darío caracterizada por presentar un sujeto incapaz de recordar. Tomando en cuenta el rol de autoridad que estos sujetos autobiográficos ejercen en los historiadores contemporáneos, es pertinente examinar las fronteras entre la memoria y el olvido que se ejercita en estos textos auto representación y adelantar posibles efectos en el imaginario colectivo en relación al rol de memoria dentro de la comunidad

    7.- PRAGMÁTICA DEL PALABREO LGBTIQ+ EN CHILE

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    Diversos grupos de personas desarrollan usos lingüísticos particulares con el fin de generar lazos identitarios al interior de una comunidad de práctica. Los sujetos de la comunidad LGBTIQ+ en Chile emplean un formato conversacional denominado palabreo, cuyas características pragmáticas son abordadas en el presente estudio. La investigación es de tipo interpretativa-cualitativa con una temporalidad transversal y emplea una metodología de análisis de contenido. Se realiza una entrevista semiestructurada a 30 personas LGBTIQ+. Los resultados indican que los/las participantes reconocen la importancia de las pistas contextuales para una adecuada interpretación de los mensajes entre los/las interlocutores. Los tópicos abordados en el palabreo son las relaciones sexo-afectivas de los/las participantes, el aspecto del/la interlocutor, el nivel socioeconómico de los/las interactantes y la propia cotidianidad. Por último, el palabreo desdibuja el límite entre tópicos privados y públicos, incorporando elementos de descortesía simulada y un carácter humorístico permanente. Abstract: Various groups of people develop linguistic mechanisms to generate identity ties within a community of practice. The LGBTIQ+ community in Chile uses a conversational format called palabreo, whose pragmatic characteristics are addressed in this study. The research is interpretive-qualitative with a transverse temporality and uses a content analysis methodology. A semi-structured interview is conducted with 30 LGBTIQ+ people. The results indicate that the participants recognize the importance of contextual clues for an adequate interpretation of the messages between the interlocutors. The topics addressed in the palabreo are the sex-affective relationships of the participants, the appearance of the interlocutor, the socioeconomic status of the interactants and daily life issues. Finally, the palabreo blurs the line between private and public topics, incorporating elements of mock impoliteness and a permanent humorous setting in the conversation

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