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    Carnap, Esperanto, and Language Engineering

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    Rudolf Carnap was an Esperantist who also had an active interest in other international auxiliary languages (IALs), and noted a psychological affinity between the construction of IALs and symbolic language systems. This paper provides a detailed reconstruction of Carnap’s engagement with Esperanto and other IALs, drawing on his underdiscussed essay on IALs, “The Problem of a World Language,” and his unpublished material from the Virtual Archive of Logical Empiricism (VALEP). It addresses two questions: the first is about the relationship between his interests in the two forms of language engineering, IALs and symbolic logic, and the second is about the philosophical implications of his engagement with IALs. As for the first question, I argue that underlying Carnap’s interests in both projects is the common idea that natural language is unsuited for some special purposes, which are better served by constructing new special languages. As for the second, I argue that considering Carnap’s views on IALs reveals that despite a utopian tendency, his view of language has several realistic aspects, such as (1) non-perfectionism, (2) experimentalism, and (3) a recognition of the role of psychological factors in language choice. Additionally, this paper also highlights Carnap’s neglected concerns about linguistic injustice suffered by speakers of minor languages and the use of the generic masculine

    MIARO — Phase II (Canonical): Post-Discovery Ontological Confrontation

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    Abstract This article presents the canonical Phase II of the MIARO framework (Model of Self-Referential Origin Inference). It develops the ontological and epistemological consequences that arise after the empirical discovery of an inferred origin. The analysis focuses on the structural tension between pre-discovery inferential expectations and the concrete nature of the discovered origin, introducing the concept of post-discovery ontological confrontation. The paper argues that confirmation of origin does not terminate the inferential process but instead initiates a second-order epistemic reorganization, marked by asymmetry persistence, expectation revision, and constrained explanatory closure

    Beware the Toll Dodgers: Defending the Tollgate Principles for Governing Solar Geoengineering

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    The Tollgate Principles (‘TGPs’) aim to represent ‘the price that must be paid’ by anyone claiming to be ethically serious about pursuing solar geoengineering (Gardiner and Fragnière, Ethic Policy Environ 221(2):143–174, 2018). The TGPs are influential but, like other governance principles, have also provoked criticism. This paper clarifies the Tollgate approach by responding to objections and dissolving some perceived tensions. It argues that, while not the final word, the TGPs are an important step in the evolution of geoengineering governance and should continue to be taken seriously at all levels. It concludes that rather than “beware the Toll Keepers” (Briggle, Ethic Policy Environ 21(2):187–189, 2018) we should instead “beware the Toll Dodgers”: those who would brush aside the TGPs and other ethics-centered approaches. As well as defending the Tollgate approach specifically, the discussion provides broader lessons for governing geoengineering and other controversial technological interventions

    Aiding the Impermissible? Kant and the morality of medical assistance in dying

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    This paper examines the morality of medical assistance in dying (MAID) in Kantian ethics. I argue that it is much harder than is often acknowledged to rule MAID out, even given Kant’s prohibition on suicide. Kant’s non-consequentialism entails that providing MAID does not aid the patient’s duty violation. Moreover, Kant’s distinction between public and private reason provides resources for arguing that those who provide MAID are not complicit with that violation either, at least in jurisdictions in which there is a public mandate. On my reading, the ethical permissibility of providing MAID is largely determined by its legal status

    Matter as Bodies of Consciousness

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    This aricle shows how matter and anything can be a body for consciousness amd how those systems work

    Programa de Catecumenato para adultos na Igreja Católica Ucraniana

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    “Ide, portanto, e fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a observar tudo quanto vos ordenei. E eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt 28,18-20). Tal missão confiou aos seus discípulos o Senhor nosso Jesus Cristo antes de Sua Ascensão aos Céus. Este mandado de Cristo a Igreja realiza até hoje: por meio do ensino, da pregação da Palavra de Deus, da catequese e da celebração dos Santos Sacramentos da Iniciação Cristã, para salvar todas as pessoas. Membros da Igreja de Cristo ao longo dos milênios se tornaram tanto pessoas individuais quanto povos inteiros. Ela os acolhia, lavando-os nas águas do Batismo, fortalecendo-os na Crisma e alimentando-os com o Corpo e Sangue de Cristo. Ao Santo Sacramento do Batismo precedia uma preparação fundamental, que consistia de várias etapas[1]. Ela era chamada de catecumenato (em grego – katēchoumenoi). O catecumenato começava com a apresentação dos novos candidatos à comunidade cristã. O período do catecumenato era acompanhado pela oração da comunidade. Nossa tradição litúrgica ainda preservou esta parte da Divina Liturgia, que se chama Ectenia pelos Catecúmenos, ou seja, a oração de toda a comunidade por aqueles que se preparam para o Santo Sacramento do Batismo. Nesta oração os catecúmenos estavam presentes, ficando no átrio da igreja. A permanência no átrio era uma expressão externa do estado interior dos catecúmenos: eles ainda não haviam entrado na Igreja – templo dos fiéis, mas se preparavam para esta entrada. Após a Liturgia da Palavra e a oração pelos catecúmenos, eles saíam da igreja. Os catecúmenos entravam em comunhão com Cristo não apenas por meio da escuta da Palavra de Deus, mas também vivenciando os principais eventos da vida do Salvador ao longo do ano litúrgico. O período de três anos do catecumenato correspondia aos três anos de seguimento dos discípulos a Cristo durante Seu ministério público[2]. Durante esse tempo os catecúmenos, semelhantemente aos apóstolos, firmavam-se em sua vocação. Os catecúmenos se familiarizavam com as verdades da fé cristã, com a prática das virtudes evangélicas e da vida espiritual. No terceiro ano de formação, no início da Grande Quaresma, os nomes daqueles que se preparavam para o Santo Sacramento do Batismo eram anunciados pela segunda vez na igreja. Eles já eram considerados aqueles que se preparam para a iluminação. A Liturgia dos Dons Pré-Santificados, que se celebra no tempo da Grande Quaresma, preservou a Ectenia por aqueles que se preparam para a santa iluminação. A catequese dos catecúmenos se concentrava nas explicações: do Símbolo da Fé, que ensina no que se deve crer; da Oração do Senhor (“Pai Nosso”), que ensina como e pelo que rezar; e do Evangelho, que ensina a viver corretamente. A preparação no período do catecumenato incluía o estudo das verdades da fé, a participação na vida litúrgica da Igreja de Cristo e a transformação moral-ascética da pessoa. Todo este ensino estava estritamente ligado ao ano litúrgico e culminava no período pascal, quando a Igreja de Cristo, vivendo em oração os eventos pascais da morte e Ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo, introduzia os catecúmenos na Iniciação Cristã, celebrando sobre eles os Santos Sacramentos do Batismo, da Crisma e da Eucaristia. A necessidade de restaurar a prática do catecumenato, dividido em vários graus separados, foi indicada pelo Concílio Vaticano II na Constituição sobre a Sagrada Liturgia (Sacrosanctum Concilium)[3]. O Concílio também enfatizou a necessidade de revisão dos textos litúrgicos do rito do batismo, levando em conta a restauração do catecumenato[4]. Sobre a importância da preparação gradual para o Santo Sacramento do Batismo, que é acompanhada por ritos litúrgicos, que expressam a pedagogia da salvação, fala a Instrução para a aplicação das prescrições litúrgicas do Código dos Cânones das Igrejas Orientais. Nela se observa que a restauração de tal preparação gradual será especialmente expressiva em relação ao batismo de adultos[5]. O catecumenato é um modelo de ensino e educação na fé, uma experiência multissecular da Igreja. Ele é uma manifestação da Igreja como Mãe, que por meio do Santo Sacramento do Batismo gera para a nova vida e a cultiva, realizando assim sua tarefa fundamental. Para a paróquia é uma ocasião especial de revitalizar a comunidade paroquial e repensar a atividade pastoral. É um desafio para a comunidade e um chamado para uma nova tarefa missionária, e para todos os batizados – uma ocasião de realizar sua vocação de testemunhar e proclamar o Evangelho. O catecumenato não é um apêndice às ações principais da Igreja, mas a base de toda sua atividade. E os neófitos são um sinal da vivificação do Evangelho tanto para a Igreja quanto para o mundo. A implementação da prática do catecumenato na Igreja Católica Ucraniana permitirá uma abertura de nossa Igreja à missionariedade. [1] Regulamento Catequético da Igreja Católica Ucraniana, 32-35. [2] Regulamento Catequético da Igreja Católica Ucraniana, 32-35. [3] Sacrosanctum Concilium, 64. [4] Sacrosanctum Concilium, 66. [5] Instrução para a aplicação das prescrições litúrgicas do Código dos Cânones das Igrejas Orientais, 45

    Kant's Conclusions in the Transcendental Aesthetic

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    abstract: In the Transcendental Aesthetic (TA), Kant is typically held to make negative assertions about things in themselves, namely that they are not spatial or temporal. These negative assertions stand behind the neglected alternative problem for Kant’s transcendental idealism. In this paper, I show in a new way how Kant’s view is not subject to this objection, by showing that Kant’s claim that things ‘in themselves’ are not in space means that space is not a necessary constraint on things as a kind. This claim does not involve the denial about mind-independent reality that inspires the neglected alternative objection

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