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MÚSICA NO RIO GRANDE DO SUL: CONHECENDO AS ORIGENS E ALGUNS GÊNEROS MUSICAIS
Este ensaio apresenta um panorama da música no Rio Grande do Sul, optando pela abordagem acerca de alguns gêneros musicais que chegaram ao Brasil e, posteriormente, no estado sulino, incluindo a valsa, polca, xote e rancheira. Após, é apresentado um panorama geral do RS, por meio da apresentação das heranças culturais da música gaúcha e das características dos gêneros musicais do RS. Por fim, são explicitados os gêneros musicais vaneira, o vaneirão, o bugio e a trova, particularmente na trova em Mi Maior de Gavetão, de Martelo e por Milonga, procurando apresentar conclusões na perspectiva na importância do conhecimento sobre a música no RS, suas origens e características
MAS AONDE FOI PARAR A SANTA DO SERTÃO, MARIA SALDANHA?: PROCURA INCESSANTE POR FIGURAS FEMININAS QUE ACAMPAM UM ÍNTIMO/MUNDO IMENSAMENTE POVOADO
No século XX, em pleno sertão nordestino, eis que existiu uma flor que brotou e se adaptou à seca da região, chamada Maria Saldanha, e que logo fora reconhecida como uma mulher Santa. Ocupando um lugar de escuta entre gerações, desancorei da memória das mulheres de minha família Mulato uma história feminina, cujos ritos remontam significativos episódios de ruptura com a educação padrão para os sexos. Eis aqui um estudo que, rapidamente, afinou laços entre parentescos e destampou uma comunicação cênica pelas vias da fala/performance ao realizar uma busca incessante pela figura da Santa do Sertão, Maria Saldanha, cuja mulher sumiu no mundo ao ser humilhada e expulsa de várias terras por ir contra o patriarcado
VIE OU MORT POUR LE THÉÂTRE POUR ENFANTS? CONTREPOINTS
Dans ce texte, je me demande comment et pourquoi les producteurs adultes des cultures de l´enfance continuent de faire un théâtre pour enfants figé dans le temps, tout comme la situation du personnage de la Belle au bois dormant. Qu'est-ce qui éveillerait la communauté adulte à d´autres façons de faire du théâtre, y compris le théâtre fait par des enfants, riche enexpressivité et en conversation? Y aurait-il une chance qu´il y ait, aujourd´hui, un \u27théâtre pour tous les âges\u27? La réponse est délicate et complexe, à cause du moment global: nous sommes politiquement et culturellement définis par des dichotomies qui révèlent des positions inconciliables, que ce soit sur la production culturelle pour les enfants ou sur le rôle des adultes vis-à-vis d´eux
NARRATIVA BIOGRÁFICA: UM ENTENDIMENTO SOBRE A CONSTRUÇÃO DE DISCURSO NO FILME OLGA
O presente artigo visa entender como se dá a construção narrativa biográfica, a partir das estruturas discursivas construídas na manifestação audiovisual. Tal concepção se orienta pela história biográfica de Olga Benário Prestes, uma jovem alemã que se torna comunista e sua militância é praticada, também, no Brasil. Neste estudo são apontados os modos narrativos da biografia fílmica, bem como a relevância na reconstrução de realidades contextuais tendo como ponto de partida o indivíduo biografado
PROGRAMA de FLAUTA DOCE
Desenvolver o estudo progressivo da flauta doce através de um repertório musical diversificado, com obras originais e adaptadas, incluindo distintos períodos históricos, gêneros e estilos musicais; - Desenvolver habilidades técnicas na flauta doce observando os cuidados necessários com a respiração, sopro, articulação e digitação do instrumento; - Incentivar e desenvolver a leitura musical, inicialmente pela flauta doce soprano e posteriormente com as flautas contralto, tenor, sopranino e baixo; - Conhecer diversas formas musicais por meio do repertório e sua análise; - Buscar na literatura sobre história da música diferentes concepções de interpretação do repertório de flauta doce; - Estimular a memória musical do aluno através da análise das peças em estudo, observando a forma musical e fraseados; - Executar parte do repertório musical de maneira memorizada observando assim aspectos relacionados a expressividade, afinação e postura corporal; - Oportunizar atividades de improvisação e composição musical por meio da flauta doce; - Possibilitar a prática musical em conjunto, tanto na formação exclusiva de flauta doce quanto em formações de instrumentos variados; - Oportunizar momentos públicos para que o aluno apresente o repertório musical estudado com segurança, musicalidade e motivação
OS CAMINHOS DO ENSINO DE ARTE EM ALGUMAS ESCOLAS PÚBLICAS DO EXTREMO OESTE DE SANTA CATARINA
O presente artigo traz alguns resultados sobre o universo do professor de Arte das escolas públicas de municípios do Extremo Oeste Catarinense. Esses dados foram coletados no segundo semestre de 2017 nos municípios de Barra Bonita, Bandeirante, Belmonte, Descanso, Guaraciaba, Paraíso e São Miguel do Oeste. O principal objetivo foi identificar as realidades profissionais dos professores de Arte do ensino fundamental, localizando-os na região, através das instituições de ensino e das redes sociais. A partir desse trabalho concluímos que, quando sabemos da realidade do nosso entorno, as ações para a valorização da atuação docente são significativas e contribuem para a melhoria nos processos educacionais da região
JOGO, BRINCADEIRA, PRESENÇA: CORPOS LÚDICOS E EXPRESSIVOS EM AULAS DE DANÇA NA ESCOLA
Este trabalho tem como objetivo discutir o uso do lúdico em aulas de Dança na escola a partir de uma pesquisa realizada com duas professoras que atuam na disciplina de Artes na rede pública de Pelotas/RS. Os diálogos e reflexões são feitos com base nos relatos das professoras e no cruzamento com fontes teóricas, trazendo discussões sobre noções de ludicidade e aspectos que a caracterizam, buscando ampliar o olhar sobre a ação lúdica nas aulas de Dança
PERSPECTIVAS ETNOGRÁFICAS E INFÂNCIAS INDÍGENAS: MODOS DE SER DAS CRIANÇAS ASURINÍ E BANIWA
Este artigo trata da experiência de pesquisa com crianças em dois contextos socioculturais distintos (MIRANDA, 2014; MARQUI, 2017), onde a observação etnográfica de questões semelhantes contribui para debates teóricos específicos. Diferentes modos de ser criança indígena, ser criança Asuriní ou Baniwa em suas formas particulares de “brincar-experimentar-trabalhar-descobrir-aprender” (LOPES DA SILVA, 2002) são observadas em espaços fisicamente similares, o rio e os pátios, mas ontológica e socialmente singulares. Partindo da ótica da chamada “antropologia da criança”, que reitera o questionamento da naturalização da infância e reconhece a agência infantil na produção da cultura (COHN, 2005), as experiências dialogam com a noção de Pessoa (VIVEIROS DE CASTRO, DAMATTA; SEEGER, 1979), “arqui-categoria” que deixou sua marca na antropologia sul americana nas últimas décadas, e com questões colocadas pelo parentesco e organização social.
SONHOGRAFIAS DE AULA
Trata-se de um artigo de teor ensaístico, introdutório às sonhografias, uma maneira poética de traduzir e sentir o Arquivo da Educação como se fosse um sonho. Dessa escrita informe, a criação das Aulas-sonho desprende-se pela onirocrítica ou pelo labor onírico sobre as partes a-traduzir, intraduzíveis que afectam o corpo do docente. Apresentaremos alguns conceitos das Filosofias da Diferença, relativos à escrita e sonho, e uma sonhografia transcriada empiricamente pelo Método Sonhográfico, tomando como matéria de criação o Caderno de Notas 4, da Coleção Escrileituras