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O BENEFÍCIO DO USO DA SIMULAÇÃO PRÁTICA PARA O OSCE NAS MONITORIAS DE HABILIDADES E ATITUDES MÉDICAS 1 (HAM 1)
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O USO DE OBJETOS DE RECREAÇÃO PARA O ENSINO DE BIOQUÍMICA DA NEUROTRANSMISSÃO A ACADÊMICOS DO CURSO DE MEDICINA
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AVALIAÇÃO DE UMA INTERVENÇÃO BASEADA EM MINDFULNESS NO ESTRESSE PERCEBIDO E QUALIDADE DE VIDA DE ESTUDANTES DE MEDICINA
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O PULMÃO E AS EMOÇÕES: QUANTIFICAÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA, ANSIEDADE E DEPRESSÃO EM PORTADORES DE ASMA E DPOC
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AVALIAÇÃO DO RESULTADO DA ADESÃO VACINAL POR COVID-19 EM DIFERENTES ESTADOS DO BRASIL E A SUA ASSOCIAÇÃO COM ÓBITO
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VIVÊNCIAS DA INSERÇÃO DE ESTUDANTES DE MEDICINA NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE
Nos últimos anos ocorreram mudanças nos currículos da medicina em prol do estímulo à integração entre o ensino e o sistema de saúde com foco para a aprendizagem na Atenção Primária à saúde (APS), deslocando a centralidade do ambiente hospitalar. O fortalecimento da integração ensino-serviço tem a prerrogativa de encorajar os alunos à uma construção de visão crítica do Sistema único de Saúde (SUS) e fomentar ações que visem à integralidade do cuidado e o trabalho em rede de forma interdisciplinar. O objetivo desse estudo foi descrever a experiência vivenciada por alunos do primeiro período do curso de Medicina de um centro universitário de Minas Gerais, refletindo sobre a inserção na Unidade de Saúde da Família (USF). Ao longo deste texto, estão descritas as atividades práticas desenvolvidas, como a aproximação dos alunos no contexto da Unidade Básica de Saúde, as visitas técnicas aos dispositivos da rede e a construção de instrumentos como o Diagnóstico Sócio Sanitário e o portfólio de reflexão. Ficou evidenciado que a inserção precoce na Estratégia Saúde da Família (ESF) possibilitou uma percepção positiva sobre o SUS e sobre a organização dos serviços de saúde, fortalecendo o elo da Atenção primária à Saúde (APS) como um forte cenário de prática para o estudo da medicina
USO DO CREME DE PAPAÍNA A 10% EM UMA FERIDA CRÔNICA: UM RELATO DE CASO
As feridas podem ser consideradas um problema de saúde pública e apresentam alta morbidade, elevados custos terapêuticos e proporcionam diminuição da qualidade de vida dos pacientes acometidos. Por isso a importância de se conhecer e estudar sobre o amplo arsenal terapêutico utilizado para o seu tratamento e suas indicações. Nos casos de tecidos necróticos e desvitalizados, é notória a necessidade da utilização de algum método capaz de realizar o desbridamento do leito da ferida a fim de auxiliar no processo de cicatrização tissular. Nesse sentido, a papaína é um composto que se apresenta como uma opção interessante por possuir diversas propriedades que auxiliam no processo cicatricial e retirada do tecido desvitalizado. Assim sendo, o presente estudo possui sua relevância frente à necessidade de contribuir para mais publicações sobre os efeitos benéficos desse fitoterápico no tratamento de feridas. Este relato de caso, versa sobre a paciente VLF, de 53 anos em que houve a utilização do creme à base de papaína a 10% promovendo a retirada de ponto de necrose na ferida e recuperação do aspecto revitalizado com abundante retomada de tecido de granulação após duas semanas de uso. Nesse sentido, o creme de papaína a 10% cumpriu a função esperada, de realizar a retirada do tecido desvitalizado da ferida reportada. Essa ação da papaína ocorre devido à presença de uma mistura complexa de enzimas proteolíticas e peroxidades que causam a proteólise – degradação de proteínas em aminoácidos – do tecido desvitalizado, sem alterar a constituição do tecido sadio. A papaína é um composto que possui propriedades positivas que podem contribuir para o processo de cicatrização tissular. Contudo, é notória a necessidade de estudos com maior rigor metodológico que demonstrem as indicações adequadas, a eficácia e a segurança desse composto