Revistas UNIFOR-MG
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    Principais limitações na atividade e restrições na participação apresentadas por idosos sob a perspectiva de um Core Set da CIF

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    Introdução: O Core Set para cuidados geriátricos é definido como um conjunto de categorias principais relacionadas a esta condição e que foram extraídas da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF). Este instrumento pode direcionar a higidez do idoso em relação a sua incapacidade. Objetivo: Avaliar as principais limitações e restrições apresentadas por idosos de diferentes faixas etárias. Metodologia: Cinquenta idosos participaram do estudo, estes foram divididos em dois grupos: Grupo A constituído por idosos com idade entre 60 a 69 anos (n = 28), e o Grupo B por idosos com idade entre 70 a 80 anos (n = 22). Os instrumentos de coleta de dados foram o Mini Exame do Estado Mental, um Questionário Sociodemográfico e a parte de atividade e participação do Core Set abrangente da CIF para cuidados geriátricos. Resultados: As principais limitações e ou restrições  apresentadas por idosos de diferentes faixas foram: d3601 – usar máquinas de escrever; d3602– utilização de técnicas de comunicação; d4151 – permanecer agachado; d3351 – produção de sinais e símbolos; d3352 – produção de desenhos e fotografias; d4152 – permanecer ajoelhado. Destas categorias quatro foram semelhantes entre idosos com 60 a 69 anos e idosos com 70 a 80 anos, sendo elas: d3601, d3602, d4151 ed3351. Conclusão: Estes achados devem direcionar a tomada de decisão clínica por parte de fisioterapeutas, para que a partir destas informações, programas profiláticos e terapêuticos possam ser aplicados de forma direcionada às necessidades do paciente.  Palavras- Chave: CIF; Core Set; Incapacidade; Idoso.&nbsp

    Análise da atividade e participação de diabéticos segundo a CIF

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    Introdução: O diabetes mellitus (DM) tipo 2 é descrito como uma desordem metabólica de etiologia multifatorial, que se caracteriza por hiperglicemia crônica decorrente de alterações na secreção e/ou ação da insulina. Pessoas com DM apresentam comorbidades que afetam a capacidade funcional, prejudicam a atividade e a participação tanto no que se refere ao desempenho como no que se refere à capacidade. Para classificar o nível de incapacidade e funcionalidade de pessoas, independentemente de sua condição de saúde, a OMS aprovou em 2001 a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) que contempla o modelo biopsicossocial. Objetivo: Avaliar a atividade e participação de diabéticos tipo 2 e controles saudáveis através do Checklist da CIF, Versão 2.1a.  Métodos: Estudo observacional e transversal. Participaram do estudo 30 diabéticos e 30 controles saudáveis, recrutados no município de Piumhi/MG. Todos os participantes responderam o Checklist da CIF, a fim de se determinar os níveis de desempenho e capacidade.Resultados: Os níveis de atividade e participação dos diabéticos é significativamente inferior aos dos controles, tanto no que se refere ao desempenho (p=0,0038) como no que se refere à capacidade (p=0,0088). As categorias mais impactadas nos qualificadores de desempenho e capacidade dos diabéticos foram: d110-Observar, d315-Comunicão-recepção de mensagens não verbais e d335-Produzir mensagens não verbais. Já nos controles saudáveis os piores desempenhos foram observados nas categorias: d140-Aprender a ler, d145-Aprender a escrever e d175-Resolver problemas e os piores níveis de capacidade nsas categorias:  d110-Observar, d140-Aprender a ler e d175-Resolver problemas. Conclusão: Pessoas com diabetes apresentam níveis mais baixos de desempenho e capacidade em diversas categorias de atividade e participação, essas deveriam ser consideradas no momento da tomada de decisão clínica. Palavras-chave: Classificação Internacional de Funcionalidade; Incapacidade e Saúde; Diabetes Mellitus

    Aplicação da classificação internacional de funcionalidade, incapacidade e saúde em laboratório de análise de marcha

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    Introdução: Embora o Laboratório de Marcha seja um serviço de alta tecnologia e inovação, quantifique os desvios da marcha e direcione intervenções, existe dificuldade de comunicar resultados e documentar desempenho. Em contrapartida a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) possibilita codificar, comunicar e monitorar deficiências, limitações e restrições para capacidade e desempenho de marcha e compreender as interrelações entre os domínios inclusive interferência dos fatores ambientais como facilitadores ou barreiras para a função de andar. Objetivos: Propor um formulário a partir da avaliação clínica de marcha que permita compreender a função de marcha de forma mais abrangente. Métodos: Elaboração de checklist e formulário, posteriormente transcrito como um relatório de funcionalidade e incapacidade de marcha, complementar ao laudo fornecido após exame computadorizado de marcha. Resultados: O formulário engloba 3 itens para deficiências da função do corpo, 6 para limitações da atividade ou restrição da participação (diferenciando capacidade e desempenho) e 3 fatores ambientais qualificando-os como facilitador ou barreira. Foi composto da seguinte sequência e operacionalização: b710._; b730.__ (goniometria e teste manual muscular em MMII); b735.__ (escala de Ashworth); d415. __ ___ (teste de equilíbrio estático por estabilograma ou duração do apoio bipodal ou unipodal). Diferenciação do qualificador para capacidade e desempenho para: d450. __ ___ (velocidade autoselecionada de marcha, padrão de marcha a partir dos escores do GDS/GDI obtidos pela cinemática para capacidade e classificação de Hoffer para desempenho); d465.__ ___ (auxílio à locomoção e seu impacto); d455.__ ___ (TUG para capacidade e distância percorrida na comunidade para desempenho); d460.__ ___(com locais e distâncias percorridas); d470.__ __ (tipo de transporte e o impacto); fatores ambientais e120.__ (recursos utilizados e impacto do uso, CAT da tecnologia assistida); e355.__; e515.__; e520.__ e e525.__. Conclusão: O formulário criado permitiu melhor descrição do perfil funcional da marcha de pacientes avaliados no Laboratório de Marcha.Palavras-chave: Classificação Internacional de Funcionalidade; Incapacidade e Saúde; Reabilitação

    Avaliação da funcionalidade e incapacidade de paciente pós acidente vascular encefálico após intervenção fisioterapêutica: Um relato de caso

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    Introdução: A condição de saúde Acidente Vascular Encefálico (AVE) é a perda repentina da função neurológica causada por uma interrupção do fluxo sanguíneo para o encéfalo, que provoca déficits motores que podem acometer a funcionalidade dos indivíduos. Objetivos: Avaliar a funcionalidade e incapacidade de um paciente com AVE isquêmico, por meio da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidades e Saúde (CIF), pré e pós-intervenção fisioterapêutica. Método: Tratou-se de um estudo de caso único, onde foi utilizado o instrumento Motor Activity Log (MAL) para mensurar a quantidade e a qualidade do uso do membro superior, além da codificação da CIF, com os qualificadores. Como intervenção foi utilizada a Terapia de Contensão Induzida (TCI) e terapia do espelho para membros superiores. Resultados: Trata-se de uma paciente com 22 anos, com lesão há 1 ano e meio, que foi atendida duas vezes por semana com duração de 40 minutos cada atendimento durante 2 meses. Observou-se a pontuação da MAL na pré-intervenção de 7 (quantitativo) e 5 (qualitativo). No pós-intervenção observou-se a pontuação da MAL de 18 (quantitativo) e 14 (qualitativo).  Foi observado melhora no parâmetro de estrutura: estruturas musculoesqueléticas relacionadas com o movimento, outras especificadas (s770.4 versus s770.2). Em relação à função, melhora da força de músculos isolados e grupos musculares (b7300.4 versus b7300.2). Conclusão: Observou-se que mesmo sendo um breve período os resultados obtidos com a aplicação da TCI e terapia do espelho pode ser eficaz e proporcionar benefícios aos pacientes com AVE em estágio crônico, nos aspectos relativos à funcionalidade de membros superiores nas atividades do cotidiano.Palavras-chave: Classificação Internacional de Funcionalidade; Incapacidades e Saúde; Acidente Vascular Cerebral.

    Cinesiofobia e Capacidade Funcional em Indivíduos com dor lombar crônica

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    Introdução: A dor lombar crônica (DLC) apresenta-se de forma irregular e intermitente gerando níveis variados de limitação funcional e prejuízo das atividades de vida diária. Portadores de DLC tendem a se sentir incapazes de realizar suas atividades de vida diária e com frequência alimentam uma crença de que toda e qualquer atividade funcional piorará o quadro álgico ou causará certo prejuízo ou limitação física. O medo debilitante do movimento caracteriza a cinesiofobia, que em alguns casos, pode conduzir à deterioração musculoesquelética, redução da mobilidade, somatização e sintomas depressivos. Isso gera fuga por parte do indivíduo das atividades que costumava executar, levando a um círculo vicioso de dor, imobilização e dor. Objetivo: Investigar a relação entre a capacidade funcional e o nível de cinesiofobia em indivíduos com DLC. Métodos: O grupo amostral foi composto por 122 indivíduos, de ambos os sexos e com a média de idade entre 51,20 ± 14,24 anos. Para mensurar o grau de Cinesiofobia foi utilizada a Escala Tampa de Cinesiofobia (ETC) e para a capacidade funcional foi utilizado o Questionário Roland Morris (QRM). Resultados: O pacote estatístico SSPS 15 foi utilizado para a análise estatística. A análise de correlação de Pearson demonstrou correlação positiva e significativa, entre o escore geral do Roland Morris e o grau de Cinesiofobia (r= 0,51; p= 0,000). Conclusão: O presente estudo apontou evidências significativas entre medo do movimento e incapacidade funcional em portadores de DLC. Devido à multiplicidade de fatores que afetam o quadro de dor, pesquisas futuras devem ser desenvolvidas com o objetivo de elucidar a relação dos fatores e comportamentos biopsicossociais em portadores de DLC.Palavras chave: Lombalgia. Cinesiofobia. Funcionalidade

    Funcionalidade e incapacidade de paciente com Lesão Medular Completa (T4): Relato de caso

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    Introdução: Lesão medular pode provocar instabilidade postural de tronco, fraqueza muscular em membros superiores e descondicionamento físico, acarretando limitações em atividade e restrições na participação. Desta forma, uma avaliação funcional ampla do paciente se faz de extrema importância. Objetivo: Avaliar a funcionalidade e incapacidade de um indivíduo com lesão medular, por meio da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) pré e pós intervenção fisioterapêutica. Métodos: Estudo de caso único, onde a funcionalidade de um paciente com diagnóstico de lesão medular completa (T4) foi avaliada por meio da codificação da CIF. A intervenção se baseou em fortalecimento muscular de membros superiores (bíceps, grande dorsal e tríceps) utilizando 60-70% 1 repetição máxima, condicionamento cardiorrespiratório através cicloergômetro de membro superior condicionando 60-70% da frequência cardíaca de reserva, treino de transferência da cadeira de rodas para o chão. Resultados: Trata-se de um paciente com 22 anos, 2 anos pós lesão, atendido durante 3 meses, 2 vezes por semana, durante 1hora e 20 minutos. Observou-se melhora na fadiga (b4552.3 pré para b4552.2 pós intervenção), ganho  de força muscular de membros superiores (b7301.3 pré para b7301.2 pós) e independência na transferência  na cadeira de rodas para o chão (d420.44 pré para d420.43 pós). Conclusão: A fisioterapia foi capaz de maximizar as funções do paciente, em especial atividade e participação (auto-transferência) e função corporal (condicionamento cardiorrespiratório).Palavras-chave: Classificação Internacional de Funcionalidade; Incapacidade e Saúde; Paraplegia.

    Incapacidades apresentadas por adultos atendidos no setor de neurologia da Clínica Escola da Faculdade Pitágoras

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    Introdução: A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) deve orientar o pensamento clínico e a tomada de decisão de fisioterapeutas. Além disso, profissionais que atuam especificamente na área de fisioterapia neurofuncional trabalham não só com a recuperação funcional, mas com a prevenção de incapacidades e melhora da qualidade de vida. Levando em consideração estes conceitos, a utilização da CIF pelos profissionais envolvidos na reabilitação de indivíduos com disfunções neurológicas aumenta a qualidade e a individualidade dos dados relativos aos pacientes. Objetivos: Identificar as incapacidades apresentadas pelos pacientes adultos, atendidos no estágio de neurologia da Clínica Escola da Faculdade Pitágoras, segundo a CIF. Métodos: Foram incluídos indivíduos com desordens neurológicas que iniciaram tratamento fisioterápico na Clínica Escola da Faculdade Pitágoras. Os pacientes foram avaliados através de uma ficha de avaliação padronizada e as disfunções observadas foram categorizadas segundo a CIF. Resultados: 15 adultos (58,1±15,3 anos de idade) foram incluídos no estudo. Os diagnósticos clínicos foram doença de Parkinson (47%), AVE (27%), Trauma Raquimedular (13%) e Esclerose Múltipla (13%). 70 alterações foram registradas, sendo que as mais observadas pelos avaliadores foram: perda de força muscular – b7300 (23%), encurtamentos – b710 (13%). desequilíbrio – b2402 (12%) e alteração da marcha – b770 (10%). Conclusão: Perda de força muscular, encurtamentos, desequilíbrio e alterações na marcha foram os déficits mais observados após a avaliação dos pacientes avaliados no estudo. Tais déficits condizem com o observado comumente em populações com desordens neurológicas e devem ser abordados pelo fisioterapeuta não só durante a recuperação, quanto na prevenção e promoção de saúde.  Palavras-chave: Fisioterapia; Neurologia; Classificação Internacional de Funcionalidade

    Limitação funcional em indivíduos com doença respiratória assistidos em um Centro Regional de Reabilitação

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    Introdução: As doenças respiratórias afetam milhões de pessoas e provocam incapacidade funcional nos indivíduos causando limitações físicas, mentais e intelectuais que interferem na vida do paciente e de sua família. A dispneia é o principal fator limitante para os pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, reduzindo sua capacidade funcional e qualidade de vida. Objetivo: Traçar o perfil dos pacientes com doença respiratória e identificar aqueles que tem limitação funcional pela dispneia. Métodos: Foram selecionados os prontuários de todos os pacientes que realizaram fisioterapia respiratória no ano de 2016, no Centro Regional de Reabilitação, em uma cidade do interior de Minas Gerais. As variáveis estudadas foram: sexo, idade, diagnóstico médico, peso, altura, sintomas, região de moradia e profissão. Os dados foram analisados através do programa SPSS 22.0. Resultados: A população estudada foi composta de 10 indivíduos do sexo masculino (62,5%) e 6 do sexo feminino (37,5%), idade média de 58,6 anos, desses, 50% com DPOC. O IMC médio foi de 25,43 kg/m² e 43,75 % dos indivíduos estão aposentados.  Dentre as principais características da amostra, a dispneia se mostrou mais relevante, presente nos prontuários como queixa principal em 75% da amostra, causando limitação funcional aos indivíduos. Considerando o componente funcionalidade da CIF, verificou-se que a dispnéia limita os indivíduos quanto à Atividade e Participação, havendo maior prejuízo na mobilidade e auto cuidado. Conclusão: Foi possível conhecer o perfil dos indivíduos e identificar a dispneia como principal fator limitante nas atividades de vida diária e sociais.  Estratégias de promoção de saúde como a educação em saúde, com palestras, rodas de conversa e grupos operativos, aliadas a um programa de Reabilitação Pulmonar deveriam ser implementados para reduzir a incapacidade funcional e melhorar a expectativa e a qualidade de vida desses indivíduos. Palavras-chave: Incapacidade; Doença Respiratória; Dispnéia

    Entrevista com Magaly Robalino Campos

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    Youth Perceptions of Science, Technology, and Engineering in Workshops at a Community Organization

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    As part of a graduate course for supporting K-12 teachers’ use of technology in science, technology, engineering and mathematics (STEM) subjects, teachers worked in teams of 3 to 6 to create workshops for youth (in grades two to eight) at a community organization. Teachers used curriculum kits from the Engineering is Elementary (EiE) project of the Museum of Science, Boston, together with technological resources including iPads, to plan and conduct workshops with four sessions of eight hours each. A survey-based evaluation of 36 youth was conducted, examining their perceptions of science and engineering. An analysis of surveys, done before and after the workshops, showed statistically significant changes on some questions. For example, after the workshops, boys and girls more strongly agreed with an engineering-related survey question, that they liked thinking of new and better ways of doing things. Also after the workshops, boys and girls also agreed more strongly that they knew what scientists did for their jobs. In addition, after the workshops, girls more strongly agreed they knew what engineers did for their jobs, reaching a similar level as boys, whose responses did not change significantly.  Overall, this case study suggests benefits of the program to participating youth

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