Revistas UNIFOR-MG
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    913 research outputs found

    A convalidação judicial da prisão em flagrante

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    Analisa as alterações promovidas no Código de Processo Penal pela Lei Federal nº 12.403/11, no que tange a sistemática da prisão em flagrante e conversão em preventiva pelo Juiz. Aborda a natureza jurídica, conceito, espécies e procedimentos formais relativos à prisão em flagrante. Delineia as possibilidades conferidas ao Magistrado quando do recebimento do Auto de Prisão em Flagrante Delito, bem como esquematiza a discussão acerca da possibilidade de conversão da prisão em preventiva, de ofício, pelo Magistrado, assim como dos requisitos para aludida aplicação da cautelar

    Cruz Vermelha: breve análise histórica de uma organização sui generis

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    O artigo se propõe a fazer uma abordagem histórica da Organização da Cruz Vermelha – e mais especificamente de seu Comitê Internacional , CICV – uma organização internacional sui generis. A escolha do tema se justifica pela importância do papel da referida organização na construção e no fortalecimento do Direito Internacional Humanitário, marco teórico do trabalho. Com esse objetivo, são abordados os fatos que levaram a seu surgimento; seu processo de construção; e questionamentos acerca de sua natureza.  É ponto pacífico, na doutrina, ser a organização dotada de natureza própria, que difere da de outras organizações internacionais -  razão pela qual sua classificação  deixa margem a dúvidas. Não existem dúvidas, todavia, sobre a importância de sua criação para a existência e evolução do instituto da ajuda humanitária em caso de conflitos armados. A Organização é conhecida  por sua maneira peculiar  de atuar,  e por ter dado um forte impulso ao  debate que levou ao  nascimento do Direito Internacional  Humanitário.

    Direito processual internacional e Direito internacional processual: distinções e aplicações

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    Este trabalho buscará tecer uma reflexão sobre a distinção e aplicação do Direito Processual Internacional e do Direito Internacional Processual, trazendo as bases de cada uma dessas matérias, o âmbito de aplicação e as características peculiares de cada uma delas. Demonstrará que, na doutrina hodierna, há uma tentativa de unificação do Direito Internacional Processual com o objetivo de trazer mais segurança jurídica e eficácia às partes envolvidas nos conflitos, sejam eles das mais diversas formas

    Avaliação da Uniformidade de Conteúdo de Formas Farmacêutica Contendo Carvedilol

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    Introdução: O interesse em garantir um produto eficaz e seguro ao consumidor tem aprimorado as exigências no controle de qualidade das farmácias magistrais e indústrias farmacêuticas, onde os medicamentos magistrais e industriais devem seguir as recomendações previstas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Quando se trata de medicamentos com baixas dosagens de ativo esse controle de qualidade desempenha um papel primordial, pois devido a dificuldade de homogeneização, há maior probabilidade de desvios de qualidade relacionados à dosagem e a uniformidade de conteúdo nas formas farmacêuticas. O carvedilol é um betabloqueador de terceira geração utilizado no tratamento da hipertensão arterial sistêmica e no tratamento e controle de doenças cardiovasculares.Objetivo: Avaliar a uniformidade de conteúdo de formas farmacêuticas contendo carvedilol na dosagem de 6,25 mg nas apresentações de referência, genérico, similar e magistral.Metodologia: A metodologia utilizada para os ensaios realizados foi de acordo com os métodos descritos na Farmacopeia Brasileira 5ª edição e na monografia oficial do carvedilol descrita na Farmacopeia Britânica e na Farmacopeia Americana, e o método espectrofotométrico de UV/Vis validado por Sousa e Ribeiro. Foram realizados os testes de determinação de peso, doseamento e o teste de uniformidade de doses unitárias.Resultados: Todas as amostras testadas foram aprovadas nos ensaios realizados, conforme a monografia do fármaco e Farmacopeia Brasileira.Conclusão: Todos os medicamentos avaliados apresentaram dentro dos padrões de qualidade, apresentando a real dose indicada na embalagem, comprovando a sua eficácia e segurança, sendo adequados para o uso terapêutico

    Entrevista com Kenneth John Gollob

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    Adição de farinha da casca de melão em cupcakes altera a composição físico-química e a aceitabilidade entre crianças

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    Introdução: O desperdício de alimentos apresenta números alarmantes em todo o mundo. As cascas de frutas se destacam entre os subprodutos que mais são descartados pela população.  Dessa forma, são necessárias estratégias que visem aproveitar os alimentos de uma forma integral, com intuito de combater a fome e o impacto ambiental do descarte de resíduos. Objetivo: Avaliar a aceitabilidade sensorial de cupcakes adicionados de diferentes níveis de farinha da casca de melão (FCM), entre crianças. Também, determinar a composição físico-química do produto padrão e daquele com maior teor de FCM e aceitação semelhante ao padrão. Metodologia: Foram desenvolvidas cinco formulações de cupcakes: F1 (padrão - 0% de FCM) e as demais adicionadas de 4,25% (F2), 8,5% (F3), 12,75% (F4) e 17% (F5) de FCM. Participaram da avaliação sensorial 60 provadores não treinados, de ambos os gêneros, com idade entre 7 e 10 anos. Resultados: Maiores notas foram verificadas para F1 comparada à F5 para os atributos de aparência, aroma, sabor e aceitação global (p<0,05). Para os atributos de textura, cor e para a intenção de compra não houve diferença estatística entre os produtos (p>0,05). Maiores teores de umidade (p<0,05) e menores de cinzas e fibras foram constatados em F1, quando comparada à F4. Conclusão: Um nível de adição de até 12,75% de FCM em cupcakes foi bem aceito pelos provadores infantis, obtendo-se aceitação sensorial semelhante ao produto padrão e com boas expectativas de comercialização

    Avaliação da funcionalidade em idosos do grupo de atividade física Santa Inês através do Whodas 2.0

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    Introdução: Entender a funcionalidade e a incapacidade humana é fundamental para avaliar as funções dos indivíduos nos diferentes aspectos. O Whodas tem uma correlação com a Classificação Internacional de Funcionalidade – CIF, sendo que os domínios possuem uma relação direta com a classificação. Objetivo: Avaliar a funcionalidade dos idosos praticantes de atividade física do bairro Santa Inês através do Whodas 2.0, e também, avaliar se a funcionalidade é diferente entre idosos com maior idade e com maior escolaridade. Métodos: Trata-se de um estudo transversal, onde 30 indivíduos que praticam atividade física no bairro Santa Inês – BH/MG tiveram sua funcionalidade avaliada por meio do Whodas 2.0 – 12 itens. Foi utilizada uma análise estatística descritiva para todas as variáveis e o teste T para comparação da funcionalidade dos idosos em relação ao nível de escolaridade e a idade. Resultados: 90% da amostra era do sexo feminino, 43% viúvas e 43% donas de casa. A média observada no Whodas 2.0 foi de 19,5±4,6. O teste T revelou que os indivíduos que estudaram menos de 10 anos se mostraram significativamente mais funcionais do que aqueles que estudaram mais de 10 anos (p=0,01). Em relação à idade (abaixo de 70 anos e ≥70 anos) o teste revelou não existir diferenças estatisticamente significativas (p=0,34). Conclusão: O nível de escolaridade dos indivíduos está intimamente ligado à funcionalidade. Desta forma, se faz necessário um bom conhecimento da vida pregressa dos idosos, como por exemplo anos de estudo, para melhor compreender a sua funcionalidade. Palavras-chave: CIF; Exercício Físico; Idoso

    Avaliação dos escores de capacidade funcional e qualidade de vida em pacientes DPOC hospitalizados

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    Introdução: A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é uma patologia tratável e prevenível, que tem como característica a presença de obstrução crônica ao fluxo aéreo, parcialmente reversível. A prevalência da DPOC tem evoluído progressivamente nos últimos anos. No Brasil, a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) aponta a existência de 7,5 milhões de indivíduos com a doença. As consequências para o doente não se resumem a limitação física para realização das AVD’s (Atividades de Vida Diária) e capacidade funcional, mas também nas relações afetivas, sexuais, conjugais, no exercício profissional, no lazer e, sobretudo na qualidade de vida, sendo esta, a diferença entre o que é desejável pelo indivíduo perante aquilo que se pode alcançar. Objetivos: Avaliar os escores de capacidade funcional e qualidade de vida em pacientes DPOC hospitalizados e correlacionar as variáveis entre si. Métodos: Foram avaliados 44 indivíduos hospitalizados na Santa Casa de Formiga- MG no período de junho de 2016 a março de 2017, com diagnóstico clínico de DPOC, onde após a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa, foram esclarecidos quanto a natureza do estudo e convidados a participarem. Os que concordaram, assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido e após foram avaliados através da Escala London Chest Activity of Daily Living (LCADL) e Questionário das vias aéreas 20 (AQ 20). Resultados: Ao avaliar a capacidade funcional, observou-se que os indivíduos não apresentavam prejuízos acentuados para realizar AVD´s (30,36 ±11,75), porém a qualidade de vida se encontrou prejudicada (13,96 ±3,08). Ao correlacionar os escores houve correlação significativa (R=0,491; p= 0,013). Conclusão: A DPOC é uma doença de grande impacto, que pode alterar igualmente e progressivamente tanto a capacidade funcional como também a qualidade de vida. Palavras-chave: Capacidade funcional; Qualidade de vida; DPOC

    Avaliação dos escores de capacidade funcional e resiliência em pacientes DPOC hospitalizados

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    Introdução: A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é uma patologia tratável e prevenível, que tem como característica a presença de obstrução crônica ao fluxo aéreo. A prevalência da DPOC tem evoluído progressivamente nos últimos anos. No Brasil, a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) aponta a existência de 7,5 milhões de indivíduos com a doença. As consequências para o doente não se resumem a limitação física para a realização das atividades de vida diária (AVDs) e capacidade funcional, mas também nas relações afetivas, sexuais, conjugais, no exercício profissional e lazer. Perante os prejuízos adquiridos e as alterações sistêmicas sofridas, os indivíduos com DPOC tendem a se adaptarem a situação atual. Isto se entende como resiliência, ou seja, o conjunto de processos intrapsíquicos e sociais que possibilitam o desenvolvimento saudável do indivíduo, mesmo passando por episódios de vida desfavoráveis. Objetivo: Avaliar os escores de capacidade funcional e resiliência em pacientes DPOC hospitalizados e correlacionar as variáveis entre si. Métodos: Foram avaliados 44 indivíduos hospitalizados na Santa Casa de Formiga- MG no período de junho de 2016 a março de 2017, com diagnóstico clínico de DPOC, onde após a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa, foram esclarecidos quanto à natureza do estudo e convidados a participarem. Os que concordaram, assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido e após foram avaliados através da Escala London Chest Activity of Daily Living e Escala de Resiliência. Resultados: Ao avaliar a capacidade funcional observou-se que os indivíduos não apresentavam prejuízos acentuados para realizar AVD´s (30,36 ±11,75), porém a resiliência mostrou-se consideravelmente presente (134 ±31,49). Ao correlacionar os escores não houve diferença significativa (r=-0,223; p= 0,283). Conclusão: Embora a resiliência contribua para o desenvolvimento saudável do indivíduo, não foi suficiente para aumentar significativamente os escores de capacidade funcional. Palavras-chave: Capacidade funcional; Resiliência; DPOC

    Estudo sobre o conhecimento e consolidação da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde no Corpo Discente do curso de Fisioterapia da Universidade de Itaúna

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    Introdução: Um dos principais objetos de estudo/trabalho da fisioterapia é a funcionalidade humana. Na tentativa de padronizar e universalizar a terminologia relacionada à funcionalidade, a OMS publicou em maio de 2001 a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF). Algumas instituições, incluindo a Universidade de Itaúna (UI), nos últimos anos estão se esforçando no sentido de capacitar e incentivar alunos para a utilização dessa ferramenta. Dessa forma, faz-se necessário conhecer mais adequadamente a realidade enfrentada por alunos da Universidade de Itaúna (UI) durante a implantação e aperfeiçoamento do uso da CIF enquanto instrumento clínico e pedagógico. Objetivo: Analisar o processo de implantação e aperfeiçoamento do uso da CIF no ambiente acadêmico da UI. Métodos: Trata-se de um estudo observacional, transversal e quantitativo. Foram incluídos no estudo alunos do primeiro ao oitavo período do curso de Fisioterapia da UI, que foram recrutados por busca ativa em sala de aula. Como instrumento de coleta de dados foi utilizado um questionário semi-estruturado, elaborado pelos pesquisadores responsáveis pelo estudo. Resultados: Os resultados obtidos mostraram que alunos a partir do segundo período da UI sabem o que é a CIF alcançando 100% dos alunos a partir do quinto período. Quando questionados sobre onde adquiriram esse conhecimento, a sala de aula foi o local mais escolhido, assim como o ambulatório para aqueles que já iniciaram o estágio. Em todos os períodos os alunos reconheceram a importância da CIF, sendo que a partir do segundo período essa porcentagem foi acima de 90%. Mais de 80% dos alunos que já iniciaram as atividades ambulatoriais alegaram saber utilizar a CIF, e mais de 50% destes alunos apresentam dificuldades em sua aplicação. Conclusão: Apesar das dificuldades de implantação, o corpo discente da UI vem sendo capacitado e incentivado a utilizar a CIF, importante ferramenta clínica e estatística.Palavras-chave: Classificação Internacional de Funcionalidade; Incapacidade e Saúde; Avaliação educacional

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