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    766 research outputs found

    PROJETO DE ENSINO E DESENVOLVIMENTO DE TÁTICAS DE XADREZ

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    O xadrez é um jogo de tabuleiro de caráter competitivo, disputado entre dois participantes. Cada um é representado por peças de cores opostas, geralmente são utilizadas pretas e brancas. Por ser um jogo de estratégia, não envolve o elemento sorte, com isso, o projeto busca incentivar o aprendizado do xadrez através de perspectivas lógicas e matemáticas, auxiliando na criação de táticas e estratégias, desenvolvendo habilidades como: memória, concentração, planejamento e tomadas de decisões. E como objetivo secundário, busca-se treinar os discentes para participarem dos Jogos dos Institutos Federais (JIFs). Este projeto será realizado a partir de aulas ministradas semanalmente divididas em teóricas e práticas, tendo o foco em treinos diários e resolução de exercícios – passados ao final de cada aula em uma ferramenta online. A parte conceitual dividir-se-á em: história do xadrez, posição do tabuleiro e das peças, movimento e captura, xeque e xeque-mate, modos de empate, diferença entre estratégia, tática e combinação, lances especiais, utilização do relógio para marcação de tempo da partida, notação e análise das mesmas e, por fim, apresentação da ferramenta que será utilizada ao decorrer do curso. E para entendimento do jogo, serão indicadas as seguintes referências bibliográficas: Becker (1991), Eade (2012), Greif (1997), Kasparov (2004), Nimzowitsch (2007), Pereira (1998), dentre outros. Em síntese, com o término do projeto, os participantes estarão aptos à competirem em um torneio, onde o mesmo, por sua vez, será aplicado com o intuito de analisar o progresso no raciocínio lógico, estimulando cada vez mais a prática do xadrez nas escolas

    LEITURA DE CHARGES, TIRINHAS E CARTOONS: OS SENTIDOS ALÉM DAS PALAVRAS

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    Este trabalho resulta de uma oficina pedagógica, com três turmas do 3º ano do ensino médio, numa escola pública estadual da cidade de Jataí- GO, parceira do PIBID de Letras Português, em que se buscou a (s) leitura (s) de diferentes gêneros constituídos de diferentes linguagens. O trabalho teve como objetivo levar o aluno a se assumir como leitor/produtor crítico e autônomo de textos, de linguagem plural (imagens, palavras e outros elementos semióticos), capaz de ler o mundo, as culturas globais e locais, além dos signos linguísticos, com lentes próprias, descortinando-se a aparente realidade. Decorrente desse, outro objetivo se sobressai – possibilitar ao aluno representar esse mundo, através de suas produções textuais (multimodais), impregnando nelas suas marcas, seu modo de ver esse mundo e se ver nele. Metodologia: vários textos multimodais foram selecionados e oferecidos aos alunos para os diferentes gestos de leitura, ação esta mediada pelos bolsistas. Resultados: os alunos tiveram uma postura crítica dos fatos, construindo e negociando os sentidos entre palavras e imagens, demonstrando as possibilidades infinitas de réplica de discursos/textos. Verificou-se, assim, o envolvimento dos alunos numa atividade em que um saber dialoga com outros saberes, anteriores e posteriores a eles, configurando-se, portanto, em práticas de letramento por onde circulam diferentes discursos. Dado o exíguo tempo, a produção ficou para etapa posterior sem, contudo, fraturar o processo quando serão retomadas as discussões. Assim, pode-se dizer que essa ação pedagógica contribuiu para o multiletramento dos alunos, ao lhes possibilitar práticas letradas específicas, a fim de torná-los capazes de uma leitura crítica da realidade sócio historicamente situada, e agentes ativos nas diversas culturas, o que exige um olhar atento para os diferentes signos que compõem esse universo cultural de diferenças, valores, e deles se apropriarem enquanto cidadãos legítimos e críticos dessa mesma realidade

    O LÚDICO NA ARITMÉTICA

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    Este resumo é um recorte de um trabalho desenvolvido por uma equipe de pibidianos do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação Científica (PIBID) do curso de licenciatura em matemática da Regional Jataí, da Universidade Federal de Goiás (UFG) juntamente com os alunos da disciplina de Estagio Supervisionado I. O recorte se refere ao “jogo das operações” aplicado em uma Escola Rural, em Jataí-GO, nas turmas multiseriada de 6°e 7° anos do Ensino Fundamental. O trabalho focou nas quatro operações fundamentais (adição, subtração, multiplicação e divisão), no tocante ás dúvidas e dificuldades dos alunos. Além das operações fundamentais o jogo trabalhou com os números naturais (1 a 10). O jogo consiste em um tabuleiro (folha A4), 3 dados e os marcadores, com até cinco integrantes. Os jogadores deveriam jogar os 3 dados juntos e, mediante os números obtidos, realizar uma das quatro operações matemáticas podendo ser iguais ou diferentes, de forma que o resultado da operação escolhida obedecesse a sequência do tabuleiro, por exemplo: se, ao jogar os três dados, obtendo os números: 3,1,3, o aluno iniciaria pelo número 1 do tabuleiro e, teria que realizar duas operações cujo resultado fosse 1 (3+1-3=1). Caso o resultado estivesse correto, o aluno jogador subiria para o nível seguinte, no caso 2 e, na próxima jogada, ao jogar os dados, a operação terá que ter 2 como resultado, assim por diante. Lembrando que caso não consiga fazer as operações, passará a vez, saindo daquela casa apenas quando conseguir resolver as operações. Vence o jogador que chegar ao número 10 primeiro. Os objetivos era que os alunos revisassem as operações de adição, subtração, multiplicação e divisão. A aplicação se deu em setembro de 2017 e teve duração de 4 horas/aula. Observou-se que o maior número de erros ocorreu durante a verificação de qual das operações fundamentais daria o resultado esperado. É importante refletir que tais dificuldades estão boa parte ligada á falta de atenção e/ou de memorização e, a não compreensão do conteúdo nas primeiras series do ensino de matemática

    RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAS E ESCOLA: UM ESTUDO SOBRE METODOLOGIAS DE ENSINO PARA INVESTIGAÇÃO DO ENFRENTAMENTO AO RACISMO NO COLÉGIO OLYNTO PEREIRA DE NO MUNICÍPIO DE RIO VERDE - GO

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    Compreendo, portanto, a importância e necessidade de oportunizar discussões sobre as relações étnico-raciais no ambiente escolar, este texto tem como objetivo apresentar elementos do estudo desenvolvido no projeto de pesquisa, “Relações étnico-raciais em escola: um estudo sobre metodologias de ensino para investigação do enfrentamento ao racismo no Colégio Olynto Pereira de Castro no município de Rio Verde – GO”, o qual procura identificar e discutir metodologias de ensino para discussão das relações étnico-raciais brasileiras no cotidiano escolar, com o intuito de promover e estimular a reflexão dos (das) estudantes sobre as questões que permeiam tais relações, com vistas à produção de subsídios teóricos para que os (as) estudantes possam ser multiplicadores de opiniões contrárias à discriminação e preconceito racial que ocorrem no ambiente escolar

    ADAPTAÇÃO CURRICULAR E FLEXIBILIZAÇÃO NA AVALIAÇÃO: ALGUNS DILEMAS DA INCLUSÃO

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    O mundo da pós-modernidade, globalizado, sem fronteiras, ligado por redes, está frente alguns dilemas sócio educacionais: abrigar nas escolas em todos os níveis diferentes sujeitos, com diversas expectativas, anseios e necessidades educativas especiais. Pensar a educação no novo milênio, que ora se inicia, é pensar que a escola brasileira encontra-se na atualidade aberta aos diferentes públicos, que busca na educação sua emancipação política, sua inserção enquanto sujeitos sociais dotados de direitos e sua cidadania, construída a partir de sua inclusão escolar nos diversos espaços sociais. São inúmeros os objetivos que temos neste ensaio. Nesse sentido, pretendemos alcançar os seguintes: averiguar se os professores do ensino comum fazem adaptação no currículo escolar, quando em suas salas de aula, há presença de estudantes com deficiência; identificar se na escola comum, os professores flexibilizam as avaliações; analisar se é pela falta de formação inicial e continuada que os professores têm dificuldades para adaptar o currículo e flexibilizar as avaliações

    A HISTÓRIA DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA COMO CONTEÚDO DAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA

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    A Lei nº 10.639/03, de 9 de janeiro de 2003 que altera a Lei n 9.394, de 20 de dezembro de 1996 tem como foco fazer com que os professores introduzam na sala de aula a história da cultura afro-brasileira como fator de constituição e formação da sociedade brasileira, com isso demonstrando o papel do negro como sujeito histórico e valorizando a nossa cultura e as religiões de matrizes africanas. Frente ao exposto esta pesquisa tem como tema central de investigação “a História da Cultura Afro-brasileira como conteúdo das aulas de Educação Física” e objetiva conhecer os principais fatores que levam o professor de Educação Física das redes municipal e estadual de ensino da cidade de Goiandira-GO a trabalhar ou não a cultura afro-brasileira no âmbito escolar. Especificamente pretende-se: A) Descrever o conhecimento que o professor de Educação Física possui referente à Lei nº 10.639/03 que trata da obrigatoriedade do ensino da História e Cultura Afro-Brasileira; B) Verificar como o professor de Educação Física, das redes municipal e estadual de ensino da cidade de Goiandira-GO, relaciona o conteúdo da História e Cultura Afro-Brasileira com a área da Educação Física; C) Verificar os aspectos que orientam a definição dos professores por trabalhar ou não o conteúdo referente a História e Cultura Afro-Brasileira nas aulas de Educação Física; D) Identificar a partir das falas dos professores os fatores facilitadores e dificultadores para a utilização do conteúdo da História e Cultura Afro-Brasileira nas aulas de Educação Física. Para alcançar tais objetivos será desenvolvida uma pesquisa descritivo-explicativa, de natureza qualitativa cuja população será constituída por quatro professores (três com formação na área específica de Educação Física e um na área de Pedagogia) aos quais será aplicada uma entrevista semi-estruturada. Após coletados os dados serão analisados por meio da técnica da análise de conteúdo. O estudo encontra-se na etapa de revisão de literatura e elaboração do instrumento de coleta de dados

    A TRADIÇÃO DA LITERATURA AFRICANA ORAL DOS GRIOTS REPRESENTADA EM ALGUMAS NARRATIVAS BRASILEIRAS

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    Este artigo pretende analisar a importância da história dos griots e a maneira pela qual ela é contada por Rogério Andrade Barbosa e trazida para a literatura brasileira. Por meio dessas narrativas o que se percebe é a tentativa de demonstrar o processo histórico do negro e suas formas de preservar a história de seu povo. Os griots, considerados por diversos autores como os guardiões da história e da memória, utilizavam a oralidade para transmitir seus conhecimentos, uma vez que não sabiam ler e nem escrever. Assim, seus contos eram passados de geração para geração, recorrendo à memória coletiva. Dessa maneira, o que se observa, é que as correntes culturais trazidas para o Brasil durante o ciclo da escravidão fizeram florescer alguns instintos de narradores e contadores de histórias, representadas nas pessoas de negros e antepassados, resgatados da tradição oral ou do imaginário popular. A pesquisa desse projeto será feita por meio da leitura de bibliografias acadêmicas existentes sobre os griots nas tradições orais africanas. Nesse sentido, partirá da representação dos griots na cultura africana e a maneira pela qual essa representação configura-se em narrativas de literatura brasileira. Para tanto, será selecionada obras literárias brasileiras que remetem à tradição oral africana. Não obstante, esse povo sofrido e tolhido de direitos teve pouca influência na literatura brasileira. Contudo, por meio da evidência de obras como as de Rogério Barbosa tentaremos aproximar um pouco a nossa realidade à realidade africana. Principalmente, porque o Brasil é um país em que a maioria da população é descendente dos africanos. O momento em que ele começou a publicar seus livros em meados de 2001, 2002, coincide com o surgimento da Lei nº 10.639 de janeiro de 2003. Tal lei é indispensável para começar a se pensar e preceituar a necessidade de formar professores capacitados. Espera-se que com o desenvolvimento desse trabalho haja uma conscientização da equipe docente de modo a reorganizar seus métodos de trabalho

    ENSINO DE FRAÇÕES NO ENSINO FUNDAMENTAL: CONTRIBUIÇÃO DA TECNOLOGIA DE COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO PARA UMA PEDAGOGIA VISUAL

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    Este trabalho é resultado de uma proposta do uso das Tecnologias da Comunicação e de Informação (TIC) aplicados nas aulas de matemática para o ensino de frações visando a atender a proposta da pedagogia visual. Essa proposta fundamenta-se em Campello (2008), Borba (2010) e Peixoto (2015), os quais levantam discussões importantes sobre o rompimento com o tradicionalismo na sala de aula. Compreendendo as preocupações em relação ao processo de ensino dos alunos em termos de estratégias educacionais, nota-se que devemos avançar nas questões metodológicas e o uso da TIC é uma forma de possibilitar condições visuais no ensino de matemática. Campello (2008, p.13) escreve sobre a importância de “propostas pedagógicas pautadas na visualidade a fim de reorientar os processos de ensinar e de aprender”, assim valorizando as peculiaridades do sujeito surdo

    QUESTÕES SOCIOCIENTÍFICAS NO ENSINO DE QUÍMICA: OS 30 ANOS DO ACIDENTE COM O CÉSIO-137

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    O acidente radiológico com o Césio-137 que ocorreu na cidade de Goiânia completou 30 anos em 2017. É considerado um dos maiores desastres de contaminação radiológica do Brasil. Conforme amplamente divulgado em todo o mundo, os moradores locais sofreram muito com a contaminação desse material. Além da morte de dezenas de pessoas, outras centenas de vítimas continuam sofrendo até hoje com as repercussões desse acidente. Posto isso, o presente estudo teve por objetivo problematizar, no ensino de Química, conhecimentos relativos ao desastre com o Césio-137. Toda a fase empírica contou com a atuação de bolsistas de iniciação à docência e colaboração de uma professora supervisora do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid), junto aos estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA), em uma escola estadual de Rio Verde-GO. A turma participante da pesquisa teve a oportunidade de assistir, primeiro, ao vídeo de uma palestra. Na sequência, um bolsista de iniciação à docência conduziu uma discussão aberta com os discentes sobre o tema. No conjunto, constatou-se que, além de comentarem as notícias de jornais da época, os aprendizes puderem aprofundar em questões mais específicas relativas à caracterização do Césio-137 e à amplitude de sua contaminação. Outrossim, emergiram outras curiosidades, mormente em relação ao uso de aparelhos radiológicos. Os estudantes da EJA se mostraram muito mobilizados em participar das discussões desenvolvidas na pesquisa. Com efeito, depreende-se que, combinadas à formação de novos conceitos, os sujeitos desenvolveram outras habilidades relacionadas ao desenvolvimento da reflexão sobre questões sociocientíficas, que corroboraram em grande medida com uma prática mais dialógica e participativa no ensino de Química

    PROJETO PEQUENOS PROTETORES AMBIENTAIS

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    De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais de Ciências (PCN), é função da escola a revisão dos conhecimentos, sua valorização e enriquecimento. A questão ambiental, envolvendo aspectos econômicos, políticos, sociais e históricos acarreta discussões sobre responsabilidades humanas voltadas ao bem-estar comum e ao desenvolvimento. Dessa forma, é através da escola que a criança vai fortalecer seus conhecimentos sobre o meio ambiente. Neste sentido, na busca por uma nova posição dentro dessa perspectiva, elaboramos o projeto Pequenos Protetores Ambientais que tem como objetivo desenvolver com as crianças ações e posturas responsáveis diante de problemas ambientais, como desperdício de água e poluição sensibilizando-os sobre a importância da preservação do Meio Ambiente, identificando as situações que causam danos à ecologia como: poluição, desmatamento, queimadas, extinção de animais e outros estimulando assim o amor pela conservação da natureza. O projeto foi desenvolvido em três aulas. No primeiro dia foi realizada uma roda de conversa e apresentado o tema para os alunos instigando-os às questões sobre ecologia. No segundo dia foi feita uma horta caseira em que foi levado sementes, terra, adubo e garrafas pets cortadas ao meio. As crianças iniciaram preparando a terra para o plantio e depois colocaram as sementes e, após serem plantadas, foram levadas para a casa dos alunos para receberem mais cuidados. No terceiro, foi feita uma oficina de desenhos, os alunos fizeram uma história em quadrinhos criando a história e o desenho sobre o meio ambiente e, por fim, os três melhores desenhos foram premiados levando em consideração a história, o desenho e a escrita. Conclui-se que os alunos que participaram do projeto puderam ver os problemas ambientais que afetam nosso planeta e, portanto, de acordo com as atividades propostas para os alunos, foram abertas novas ideias sobre o nosso planeta e o ambiente em que vivemos e como devemos abordar dentro do contexto social de cada aluno

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