Portal de Periódicos do IF Goiano
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    A CONSTRUÇÃO DO CONCEITO DE NÚMERO POR PEDAGOGOS EM FORMAÇÃO

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    Este relato de experiência tem como objetivo apresentar resultados sobre os estudos e pesquisas feitos sobre o Conceito de Número na disciplina de Fundamento do Ensino de Matemática II, no curso de Pedagogia do Campus Morrinhos. As autoras, enquanto alunas do referido curso, juntamente coma a professora da disciplina estudam sobre as concepções sobre o Conceito de Número, envolvendo Número, Numeral e Algarismo que os alunos trazem ao chegar neste curso, e as concepções e definições necessárias ao futuro professor pedagogo. Desta forma, o trabalho que se apresenta tem como ponte de partida as concepções dos acadêmicos acerca da construção do conceito de número, e as concepções necessárias como futuro professor dos anos iniciais do Ensino Fundamental, tais fatos estão sendo estudados na disciplina mencionada. Para o grupo de alunos em questão, número e numeral seriam a mesma coisa, e o quantificar se refere ao processo de contagem simples, por memorização da sequência dos algarismos, sem que se compreenda a relação número-numeral, ou ainda que o recitar da sequência numérica feita por crianças em início de escolarização seja em si o processo de contagem. Quantificar para os acadêmicos seria o simples fato de se memorizar a sequência, sem observar padrões, e ainda contar, somar, enumerar seriam processos vinculados a esta sequência, sem, contudo, considerar o fato da conservação do número. A Pesquisa encontra-se no início, porém pretende-se com ela compreender a necessidade de uma boa formação matemática para o futuro professor dos anos inicias, para tanto o estudo será apoiado em autores como Cerquetti-Aberkane; Berdoneau (1997), Nunes; Bryant (1996) e Paniza (2011). Espera-se com este estudo, feito em sala de aula, mediante a proposta do professor, compreender as diferenças entre as teorias sobre o Conceito de Número, podendo assim elaborar novas concepções vendo a necessidade de se aprender sobre este assunto para a formação de futuros pedagogos

    O ENSINO DE CIÊNCIAS PARA DEFICIENTES VISUAIS: MODELO DIDÁTICO TÁTIL SOBRE AS FASES DA DIVISÃO CELULAR

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    A educação deve ter como objetivo proporcionar ao indivíduo o desenvolvimento de capacidades cognitivas, favorecendo o progresso social a fim de melhorar a sua qualidade de vida. Com a Declaração de Salamanca em 1994, ficou destacado que a educação é para todos e isto inclui as diferentes especificidades pedagógicas. O Ensino de Ciências e Biologia são importantes na vida dos alunos, mas ao se pensar no Ensino de Ciências de forma inclusiva, esse processo exige certa complexidade. O processo de aprendizagem quando caminha junto a recursos visuais se torna mais eficaz, visto que para atender os alunos que não possuem visão é necessária a busca de modelos adaptados para o estímulo do conhecimento. No caso da divisão celular, as aulas expositivas e excessivamente teóricas podem comprometer o entendimento dessas estruturas, dificultando assim o aprendizado dos alunos que apresentam deficiência visual, sendo necessário adotar medidas pedagógicas que estabeleçam a inclusão destes alunos. Este trabalho teve como objetivo desenvolver um material didático para o Ensino de Ciências voltado para deficientes visuais e adaptado para o ensino da divisão celular: mitose e meiose, visando atender alunos cegos, através de recursos táteis somados a aulas expositivas e orientações do professor. O trabalho consiste na produção de um material didático especializado, representando as diferentes fases da divisão celular, confeccionados utilizando Polietileno expandido e Etil Venil Acetato. Os materiais didáticos colaboram significativamente para o processo de aprendizagem. Ao se produzir um material didático adaptado para alunos com deficiência visual, deve–se levar em consideração a aprendizagem e o desenvolvimento de cada um. Ao manipular o material didático em alto relevo o deficiente visual poderá identificar de forma mais clara os conceitos, pois os modelos contribuem significativamente para um melhor processo de ensino-aprendizagem. É necessário incentivar e questionar sobre a importância da utilização de novas alternativas de ensino que possibilitem atender as necessidades dos alunos e abandonar o comodismo proporcionando igualdade na aprendizagem

    VISUALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO EJA PARA O ENSINO DE QUÍMICA

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    A modalidade de ensino EJA (educação de jovens e adultos) tem como finalidade conceder oportunidade a educação para, pessoas que estão fora do tempo comum de estudo. Esses alunos têm maiores dificuldades devido a realidades diferentes dos alunos do ensino fundamental e médio comum. Isso, portanto dificuldade o ensino, necessitando de outras metodologias para essa modalidade de ensino. A disciplina de química é vista como uma barreira pelos alunos e professores, sendo assim necessário pensar em metodologias alternativas para seu ensino na EJA. Este Trabalho teve como objetivo verificar o uso das atividades lúdicas na modalidade de jovens e adultos. A coleta de dados ocorreu através de oficinas lúdicas, sobre temas já abordados em sala, seguida de aplicação de questionários e entrevistas com os alunos e professores sobre o uso das atividades lúdicas no ensino de química. Ao analisar os questionários e através das respostas obtidas nas entrevistas foi possível observar que o uso das atividades lúdicas na modalidade de EJA foi satisfatório. O uso do lúdico facilitou o ensino de química, despertando o desejo e a curiosidade sobre essa disciplina. Nos relatos dos alunos a grande maioria aprova e deseja que os professores utilizem novas metodologias para o ensino de química, visto que para eles o ensino tradicional não é satisfatório, dificultando e desmotivando os alunos a permanecerem na escola, e com isso os alunos perdem o interesse e acabam abandonando o ensino. Diante disso constatamos que o uso das atividades lúdicas é uma ferramenta pode ser inserida, nessa modalidade, visto se tratar de uma didática mais condizente com a realidade dos alunos, que torna o processo educativo emancipador, e de qualidade, visando os interesses e necessidades dos alunos, tornando o ensino de química mais atrativa e diminuindo a evasão escolar

    PROGRAMA DE TUTORIA PARA OS ALUNOS DE CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I

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    O projeto de ensino intitulado “ Elaboração de roteiros de estudo dirigido e tutoria para os alunos de Cálculo Diferencial e Integral I” foi implementado no período de maio a dezembro de 2017 no Instituto Federal Goiano –Campus Rio Verde norteado pelo histórico dos altos índices de reprovação e a insatisfação dos professores relacionada ao conhecimento prévio de matemática básica dos alunos. Objetivou-se, oferecer a oportunidade ao aluno, matriculado na disciplina Cálculo Diferencial e Integral I, com deficiência em matemática básica, ser acompanhado por um tutor estimulando o hábito de estudar semanalmente, auxiliar na deficiência em conhecimentos básicos de matemática, gerar roteiros didáticos permanentes para auxiliar o ensino desta disciplina, minimizar as causas dos altos índices de reprovação e reduzir a evasão de alunos. Os alunos foram submetidos à um teste de verificação e os quais não tiveram bom desempenho foram convidados à participarem do projeto. O projeto contou com a participação de um tutor bolsista, de tutores voluntários e uma aluna bolsista atuando na elaboração e impressão dos roteiros didáticos emitidos semanalmente para aplicação da tutoria. Foram formadas turmas com um número máximo de 7 alunos cujo encontro semanal presencial com duração de duas horas possuía horário fixo de atendimento e controle de frequência. O tutor estimulava e orientava os tutorados a resolverem exercícios do roteiro didático, composto por um resumo teórico e uma sequência de exercícios, com conteúdo equivalente ao que o professor ministrava na semana anterior ao encontro tutorial. O papel do tutor é proporcionar o desenvolvimento do raciocínio lógico, prática de estudo semanal, esclarecimento de dúvidas de matemática elementar e um aprendizado com a linguagem de aluno para aluno. A ampla adesão de tutores voluntários para estender o projeto pioneiro e atender mais turmas foi surpreendente, em contrapartida, muitos alunos que necessitam ser amparados pelo projeto institucional não se comprometeram a participar semanalmente do projeto por motivos de trabalho ou residir em outro município

    ESTUDO SOBRE AS CONDIÇÕES DE INCLUSÃO EM UMA ESCOLA ESTADUAL NA CIDADE DE CALDAS NOVAS NOS ÚLTIMOS 13 ANOS

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    O presente estudo visa descrever o público-alvo da educação inclusiva, de uma instituição de ensino pública, da rede estadual de educação do estado de Goiás, desde 2005 até o momento atual, e compreender o funcionamento do Atendimento Educacional Especializado (AEE). Com o intuito de levantar os avanços e limitações do processo inclusivo na instituição, definir o perfil dos alunos atendidos (idade, sexo, tipo de necessidade especial) , os recursos disponibilizados para o atendimento deles e as ações formativas que são realizadas para favorecer o aprendizado e inclusão desses sujeitos no ambiente escolar

    ORIENTAÇÃO SEXUAL: DIÁLOGOS E REFLEXÕES NO AMBIENTE ESCOLAR

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    Este trabalho visa analisar os dados obtidos por meio de questionário aplicado após intervenção de cunho lúdico e informativo, durante a disciplina de Oficina de Práticas Pedagógicas II, Tópicos em Educação Sexual. A temática orientação sexual foi abordada por meio da realização do jogo didático “Quem sou eu?” associado a uma roda de conversa com o objetivo de esclarecer dúvidas, bem como, discutir a respeito do tema e assuntos relacionados. O público alvo abrangeu estudantes dos cursos Técnico em Agropecuária e Técnico em Informática, ambos integrados ao Ensino Médio ofertados pelo Instituto Federal Goiano – campus Ceres. Os dados indicaram que os alunos obtêm informações sobre esse assunto na escola e que a maioria dos participantes já presenciaram atos de violências com base na orientação sexual

    APLICATIVO CSO (CONEXÃO SURDO/OUVINTE)

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    A Língua Brasileira de Sinais foi reconhecida como segunda língua oficial do Brasil pela lei 10.436, de 24 de abril de 2002. Entretanto, ainda hoje surdos alfabetizados encontram dificuldades em diversas atividades que exigem interação com ouvintes, pois os mesmos, muitas vezes, não aprenderam a língua de sinais. Embora o decreto 5.626 de 2005, afirme que os órgãos públicos devem dispor de, pelo menos, 5% de servidores capacitados ao uso da Língua Brasileira de Sinais, isso está longe de se tornar uma realidade, tanto nos serviços públicos quanto em serviços privados. A quantidade de tecnologias aplicadas para auxiliar os surdos no dia a dia é pouca, restringindo-se majoritariamente a aplicativos de tradução. Com o intuito de auxiliar o surdo foi elaborada a proposta de criação do aplicativo CSO (Conexão Surdo/Ouvinte), que auxilia o surdo em suas atividades diárias e também ouvintes que estão aprendendo a língua de sinais através de chamadas de vídeo em tempo real. Também é possível marcar encontros através do aplicativo entre surdos, intérpretes e pessoas que sabem ou querem aprender LIBRAS. Para o desenvolvimento do aplicativo está sendo utilizada a metodologia RUD (Rational Unified Process) que dentre outras vantagens procura aproximar o cliente, que nesse caso é a comunidade surda, da equipe desenvolvimento. A princípio serão analisados os principais requisitos para o sistema e definido o escopo do projeto, em seguida o problema será analisado estabelecendo uma arquitetura, modelando os requisitos, desenvolvendo um plano de projeto que elimina os elementos de risco e, finalmente, o desenvolvimento do aplicativo. A previsão de conclusão do aplicativo é de até o final do ano de 2018. Após o lançamento do aplicativo serão feitas pesquisas a fim de dimensionar o impacto de seu uso na vida do público-alvo

    O USO DA EXPERIMENTAÇÃO ARTICULADO À EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA O ENSINO DE QUÍMICA NA EJA

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    O presente estudo tem por objetivo analisar as contribuições de uma intervenção relativa à Educação Ambiental realizada por uma bolsista de iniciação à docência, em colaboração com uma professora supervisora do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid), junto aos sujeitos da Educação de Jovens e Adultos (EJA), em uma escola estadual de Rio Verde-GO. No bojo das intervenções, tratou-se mais especificamente de assuntos relacionados à capacidade dos solos de agir como filtro, separação de misturas e simulação de tratamento de água. Houve a exploração teórica e prática dos conteúdos, acompanhada da aplicação de questionários para avaliar a aprendizagem dos estudantes. Depreende-se que, para além de simplesmente “quebrar a rotina” das aulas, o uso da experimentação em Química com ênfase na educação ambiental deve ultrapassar uma dimensão lúdica que desperta a curiosidade dos estudantes da EJA. Importa contribuir, principalmente, com a (re)construção de conceitos químicos e de concepções críticas sobre o modelo vigente de crescimento econômico [ilimitado] que não se sustenta

    Qualidade das águas de minas no perímetro urbano do município de Ubá - MG

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    A água subterrânea tem se tornado uma fonte alternativa de abastecimento de água para o consumo humano. Isto se deve tanto à escassez, quanto à poluição das águas superficiais, tornando os custos de tratamento, em níveis de potabilidade, cada vez mais elevados. Considerando a grande importância das águas subterrâneas para a manutenção e expansão do desenvolvimento urbano e a possibilidade de contaminação por doenças de veiculação hídrica, neste estudo, objetivou-se monitorar a qualidade da águas de Minas no perímetro urbano do município de Ubá-MG. Para isso, dez Minas tiveram suas características físicas, químicas e microbiológicas monitoradas ao longo do ano, durante cinco vezes. Os resultados indicaram elevada degradação ambiental, sendo que apenas 30% das Minas monitoradas atendiam os padrões de potabilidade, indicando ser necessária e urgentes a ocorrência de intervenções no sentido de garantir sua qualidade

    Escala diagramática para quantificação da ferrugem da folha do trigo

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    Ferrugem da folha do trigo causada pelo fungo Puccinia triticina é, dentre as doenças do trigo, a de maior importância histórica e econômica a nível mundial. É a mais distribuída geograficamente entre as ferrugens dessa cultura. Entretanto, no Brasil não existem estudos epidemiológicos dessa doença. Para os quais são necessários métodos padronizados de quantificação de severidade no campo. Assim, o objetivo deste trabalho foi elaborar uma escala diagramática para padronizar as estimativas de severidade, em avaliações da ferrugem da folha do trigo. A escala foi confeccionada a partir de folhas sintomáticas coletadas aleatoriamente, em área naturalmente infestada, na Universidade Federal de Viçosa, Viçosa-MG. Após a coleta as folhas foram digitalizadas, e com o auxílio do programa Quant determinou-se a área lesionada para a confecção da escala diagramática.  Assim a escala proposta apresenta 10 níveis de severidade: 0,1; 1; 2; 4; 8; 16; 32; 64; 80 e 95. A validação da escala foi realizada por 8 avaliadores sem experiência em avaliação de doenças. Os avaliadores inicialmente estimaram a severidade da doença sem o uso da escala, logo em seguida os mesmos avaliadores utilizaram a escala proposta. A acurácia e precisão da escala foram avaliadas por meio de análises de regressão linear. A escala diagramática proposta tornou-se rápida, fácil, de forma acurada, precisa e reproduzível. Esta escala é recomendada como uma ferramenta de auxílio na estimativa da severidade da ferrugem da folha do trigo.Palavras-chave: Puccinia triticcina, severidade, quantificação de doenç

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