Portal de Periódicos do IF Goiano
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    O LÚDICO COMO POSSIBILIDADE NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO

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    O trabalho consiste em um relato de experiência do projeto desenvolvido no subprojeto na área de Pedagogia do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID. O objetivo desse projeto foi realizar intervenções no intuito de elevar o nível de leitura dos alunos do 2º ano do ensino fundamental. Desta forma, o percurso metodológico ocorreu a partir da observação participante, haja vista que fizemos intervenções por meio do desenvolvimento atividades planejadas e sistematizadas. Inicialmente, as primeiras ações que realizamos pautaram-se em uma ação diagnóstica. Para tanto, foram efetuadas atividades envolvendo a habilidade de leitura com todos alunos da referida turma, a partir da qual foram identificados os alunos que possuíam dificuldade em leitura, bem como o fato de que parte significativa dos alunos ainda apresenta uma leitura silabada das palavras. O princípio alfabético é composto por três fatores, quais sejam: a consciência da possibilidade de segmentação da língua falada em unidades distintas, a consciência de que tais unidades se repetem em diferentes palavras faladas e o conhecimento da correspondência grafofonêmica. À medida que se foi constatando a curiosidade e o interesse das crianças durante as atividades, tornou-se possível identificar as práticas que obtinham resultados mais efetivos em termos de interesse, motivação e aprimoramento das habilidades de leitura. Foram priorizadas atividades de leitura e escrita em que os alunos verbalizavam palavras de seu interesse, assim como dinâmicas envolvendo seus nomes e características pessoais. De acordo com a perspectiva psicogenética a criança tem a capacidade de “(re)construir esse sistema de representação, interagindo com a língua escrita em seus usos e práticas sociais, isto é, interagindo com material “para ler”, não com material artificialmente para “aprender a ler”. Percebemos que diversos fatores influenciam no desenvolvimento da leitura, dentre os quais destacam-se um atendimento individualizado e com diferentes gêneros textuais permeando e valorizando os saberes que as crianças trazem de sua realidad

    A APRENDIZAGEM MATEMÁTICA NA PRIMEIRA FASE DO ENSINO FUNDAMENTAL

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    Esta pesquisa em andamento tem como objetivo investigar o ensino/aprendizagem de matemática na primeira fase do ensino fundamental. Ensinar matemática pode não ser uma tarefa fácil, mas ela é de extrema importância nas séries iniciais, pois é nesta fase que o aluno deve transmutar o conhecimento vivenciadono cotidiano para o conceito sistematizado na escola. Temos como pressupostos que ao longo da primeira fase do ensino fundamental, o conhecimento matemático é construído e assimilado pelas crianças num processo mecânico, outros sim, através de situações vividas no PIBID foi percebido que as dificuldades presentes na segunda fase do ensino fundamental são déficits de aprendizagem básica, além da falta de abstração que ocasiona um bloqueio diante a disciplina. Para compreensão deste tema estão sendo realizadas revisões bibliográficas com os seguintes autores: Kishimoto (2001), Nacarato (2009), Macedo (2005), entre outros, para um aporte teórico. Estão sendo coletados dados em uma escola do município de Pires do Rio – GO como seu planejamento, livros didáticos utilizados, bem como os conteúdos estudados e as dificuldades de aprendizagem, a fim de realizar encontros semanais para saciar e intervir no ensino e aprendizagem visando nosso objetivo da pesquisa. Utiliza-se de uma pesquisa qualitativa exploratória, pois envolverá o contato direto com os alunos, de modo a proporcionar uma melhor aprendizagem no ensino de matemática utilizando-se novas metodologias. Acredita-se que a ludicidade é uma das maneiras mais eficazes de permitir que os alunos se interessem pelo conteúdo e sintam-se a vontade para aprender de forma significativa, pois por meio de atividades lúdicas, as crianças exercitam a imaginação, desenvolvem habilidades, assim como sua criatividade e atenção, além de adquirirem liberdade de ação, aprimorando sua inteligência e promovendo um crescimento sadio. Espera-se potencializar o conhecimento já adquirido pelos alunos através do “brincar”, para que eles desenvolvam a abstração e os conceitos, deixando um pouco a memorização. É importante destacar que a matemática deve ser vista pelo aluno como um conhecimento prazeroso, que vai além de quadro e giz, a fim de favorecer ações do dia a dia juntamente com raciocínio

    PARCEIROS DA ADA (AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA AMOSTRAL)

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    As escolas da rede pública de educação, aplicambimestralmente duas avaliações diagnósticas amostrais. Essas avaliações envolvem todo conteúdo bimestral, demonstrando assim, interesse do governo em saber a qualidade da educação nas escolas. Alguns dos pontos preponderantes são: obtenção de informações relacionadas as metas estabelecidas de acordo com os Parâmetros Curriculares do país; dificuldades de alunos em realizar tais avaliações; abordagens diferenciadas de uma escola para outra e diferentes práticas pedagógicas, metodológicas e didáticas. O objetivo do trabalho foi de proporcionaraulas de reforço estimulantes para o aprendizado dos conteúdos abordados na matéria de ciências do 6° ano do ensino fundamental no Colégio Estadual Professor Quintiliano Leão Neto, dessa forma, proporcionando maiores possibilidades de aprendizagem, para facilitar a realização das avaliações, além de aprofundar onde há dificuldades pelo estudante. Para a realização deste, foram selecionados alunos que apresentavam dificuldades na matéria e que no primeiro ciclo de avaliação, obtiveramrendimento insatisfatório na disciplina de ciências. Posteriormente, foi desenvolvido no contra - turno, aula de reforço com conteúdos interpelados na avaliação,dessa forma, utilizando-se de uma abordagem mais interativa, dialogada, com utilização de imagens. Além disso, proporcionou-se aos alunos, atenção especial,fazendo as devidas orientações e tirando suas dúvidas de acordo com as resoluções das questões, evidenciando suas dificuldades, associando com o conteúdo e o cotidiano. Como resultado, analisou -se o desempenho destes estudantes selecionados, relacionando a primeira avaliação juntamente com a segunda avaliação diagnostica amostral. Notou-seque o rendimento foi bem superior em relação a primeira, o que demonstra que o reforço é fundamental, pois muitas das vezes, devido a quantidade de alunos em sala e pouco tempo para o professor, aqueles que tem dificuldades podem ser prejudicados, porém, com o reforço e aulas instigantes, o desempenho destes alunos refletem na melhoria tanto do conhecimento, quanto o de resultados de avaliações externas

    A IMPORTÂNCIA DA EQUOTERAPIA E DA PSICOMOTRICIDADE NO DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN

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    Psicomotricidade é a ciência que estuda o homem através do seu corpo em movimento. É uma prática conceituada no meio pedagógico, usando princípios da Educação Física com o objetivo de melhorar o comportamento psíquico e motor do ser humano. No Centro de Equoterapia do IF Goiano-Campus Ceres, são trabalhados casos de crianças com Síndrome de Down, as quais possuem dificuldades, motoras, psíquicas e um retardo no processo de aprendizagem. Nas crianças com Síndrome de Down, uma característica marcante é a hipotonia, condição onde o tônus muscular é baixo, o que reduz a força muscular, atrasa o desenvolvimento motor e prejudica postura e equilíbrio. O objetivo do projeto é a assistência profissional multidisciplinar por meio de um método terapêutico que utiliza o cavalo dentro das áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial, possibilitando resultados notáveis e até mesmo uma evolução rápida de pessoas com necessidades específicas. As sessões são desenvolvidas no picadeiro coberto uma vez por semana, em média duram 40 minutos por praticante. São executados exercícios psicomotores que trabalham lateralidade, noção de espaço, percepção visual e sensorial. Devido o esquema corporal limitado e a dificuldade em compreender comandos, o praticante é acompanhado por profissionais das áreas de fisioterapia e psicopedagogia, sendo que cada praticante permanece no projeto dependendo da sua evolução com os exercícios propostos. Observou-se uma evolução gradativa nos praticantes com Síndrome de Down em diversos níveis de desenvolvimento, pois com a combinação da Psicomotricidade dentro da Equoterapia, notou-se progresso considerável na resposta motora voluntária e um avanço singular no que diz respeito a concentração, comunicação, memorização e principalmente aumento da capacidade motora. Este fato justifica, a necessidade do uso da Psicomotricidade em sala e da eficácia de programas como a Equoterapia no IF Goiano-Ceres, pois a escassez de propostas que intervenham e englobem os sentidos psicomotores especificamente voltados à criança com Síndrome de Down, retardam o crescimento, o aprendizado e a independência dessas crianças

    DIVERSIDADE SEXUAL: O DOCENTE E A ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

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    O presente texto apresenta o desenvolvimento do projeto de pesquisa que está sendo realizado em dois ambientes educacionais de Rio Verde – GO, com alunos dos anos finais do Ensino Fundamental e com Discentes do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas e Licenciatura em Química. Os estudantes do Ensino Fundamental são oriundos de uma escola municipal que está situada na região central da cidade. Os discentes do curso superior estão matriculados no Instituto Federal Goiano, Campus Rio Verde. Este projeto é desenvolvido pelo Laboratório Interdisciplinar de Formação de Educadores (LIFE) do Instituto Federal Goiano – Campus Rio Verde, em parceria com o professor de Ciências da Escola Municipal Professor Luiz Alberto Leão. O LIFE é um ambiente onde se realiza pesquisas em educação, projetos de extensão e ensino

    A IMPORTÂNCIA DE SE DISCUTIR LIBRAS NO CURRICULO ESCOLAR

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    A comunicação e a linguagem caracterizam uma necessidade de todos; a comunicação oral e escrita estrutura o pensamento e as relações humanas, mas existem formas diferentes de comunicação que não são trabalhadas como deveriam, excluindo aqueles que por algum motivo são alheios a comunicação oral, como os surdos. As pessoas surdas não são capazes de comunicar-se oralmente, mas possuem pensamentos e necessidades de comunicação como qualquer outro individuo, porem encontram dificuldades em estabelecer relações com pessoas ouvintes, uma vez que possuem uma forma diferente de comunicação, sendo ela caracterizada pela Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Sabe-se da deficiência de incluir novos conceitos na educação básica, onde o atual currículo que abrange diferentes conteúdos exclui a necessidade do ensino de LIBRAS, mesmo que na realidade escolar existam pessoas surdas. O presente estudo foi caracterizado pelo acompanhamento de uma aluna surda e de pessoas próximas ao cotidiano escolar da mesma. A metodologia abordada foi acompanhar diariamente a aluna em uma escola não inclusiva. O acompanhamento desta aluna abrangeu momentos como as aulas e os momentos de socialização dos alunos do colégio, como os intervalos entre as aulas. Foi também abordado o assunto com os colegas de sala da aluna e professores da escola. Ao fim de um acompanhamento que durou cerca de seis meses; período de um semestre escolar pôde-se concluir através de anotações realizadas durante todo o processo, que as opiniões foram diversas: professores sem formação em LIBRAS encontram dificuldades em passar seus conhecimentos à aluna; os colegas de sala da aluna não socializam com a mesma, por não saber como se comunicar de forma adequada; e a aluna possui dificuldade em se ambientar em sua escola devido a poucas pessoas possuírem o conhecimento em LIBRAS. Em uma conclusão final, o desempenho desta aluna foi visivelmente prejudicado devido à falta de comunicação com sua comunidade escolar, sentindo-se permanentemente excluída

    O USO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS

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    No presente texto será apresentado um relato de experiência de projeto de extensão realizado no Laboratório Interdisciplinar de Formação de Educadores (LIFE) do Instituto Federal Goiano, Campus Rio Verde, cujo objetivo foi trabalhar o uso das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) no ensino de ciências, nas séries finais do ensino fundamental em escolas de educação básica, do campo e da cidade do município de Rio Verde, Go. Realçando que as TDIC referem-se a diversos instrumentos, tais como notebooks, vídeos digitais, fotografias digitais, correios eletrônicos, TV a cabo, internet, telemóvel, gravação de áudio e de vídeo, sistemas multimídias entre outros(ARAÚJO, 2010). No universo das TDCI, optou-se pela criação de jogos eletrônicos, a ser desenvolvido por meio da EngineConstruct 2 (HTML5 Game Engine) e RpgMaker MV

    ENSINO HÍBRIDO: A SALA DE AULA INVERTIDA COMO POSSIBILIDADE DE ENSINO E APRENDIZAGEM

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    Os avanços tecnológicos causaram imenso impacto na educação, provocando uma remodelação cultural e, sobretudo, transformação face às novas exigências de uma sociedade que se torna cada vez mais tecnológica. O acesso à tecnologia online, diversidade maior de cursos abertos a comunidade, têm contribuído para uma nova fase no âmbito educacional. Diante dessa perspectiva e cenário social, práticas educativas precisam ser (re)pensadas, logo, o artigo objetiva por meio de uma revisão sistemática investigar a percepção dos educadores sobre as possibilidades e desafios oferecidos pela Educação Híbrida (EH) através do método da sala de aula invertida

    CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE: UMA RELAÇÃO COM O ENSINO NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA CRÍTICA

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    Este trabalho traz reflexões dos estudos sobre o movimento Ciência Tecnologia e Sociedade (CTS) e o ensino na perspectiva da Educação Matemática Crítica, de maneira a compreender a ciência e a tecnologia como avanços e necessidades do homem, que, por algum tempo estiveram centradas em grupos detentores de poder e cientistas, diante disso, surge a necessidade da alfabetização científica que objetiva um ensino que agregue a vivência do homem e principalmente a construção dos conhecimentos a partir da (des) construção de conceitos pré-existentes. Nesse aspecto, é essencial a compreensão da expansão da ciência, tecnologia, e a participação da sociedade no processo, a fim de promover uma alfabetização científica que evidencie a relevância da oferta de uma educação que oriente o indivíduo a atuar de maneira consciente no meio social

    DOCUMENTÁRIO “BRINCANDO NA CHUVA DE VENENO”: CONTRIBUIÇÕES PARA A EDUCAÇÃO AMBIENTAL

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    Esta investigação tem por objetivo avaliar, à luz da teoria piagetiana do desenvolvimento cognitivo, contribuições para a educação ambiental do documentário “Brincando na chuva de veneno” junto a estudantes da educação básica. Mais especificamente, busca-se contrastar a interferência do meio social nos processos cognitivos das crianças em articulação com as questões de educação ambiental. Constatou-se que o documentário é pertinente para avançar no debate a respeito da educação ambiental, mormente por permitir a articulação sobre a importância de uma defesa do meio ambiente pautado pela mudança de atitude em prol da preservação não apenas dos recursos naturais, mas da vida digna para as gerações de hoje e do futuro. Reitera-se que cada uma das fases do desenvolvimento se conecta à faixa etária que a criança está vivenciando. Todas as fases têm sua importância no decorrer da formação cognoscitiva, sendo que quaisquer danos e (ou) intercorrências por repercutir em graves problemas na fase adulta

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