Portal de Periódicos da UFU (PPUFU)
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HIPERMAR: a poetic-visual fabulation to aguapés composed in 15 dives
HIPERMAR é um ensaio poético-visual, uma fabulação especulativa composta com aguapés, plantas aquáticas viventes em três lagoas do presente e do passado em Abya Yala. Os aguapés aqui são espécies companheiras (Haraway, 2021) e coautoras desta fabulação. Este ensaio é movido à sonhação, conceito que venho desenvolvendo em minha pesquisa de doutorado no XXXX. HIPERMAR se move por uma constelação de lagoas e sonhos, pelo conceito de hipermar cunhado pelo casal McMenamin (1994) e repensado por Linn Margulis (2022). HIPERMAR também é uma critica ao habitar colonial (Ferdinand, 2022), que continua ameaçando as formas de vida e matérias que constituem os diversos biomas do planeta. HIPERMAR se pergunta: como a pesquisa em arte pode transformar os modos de performar humanidades outras, mais respons-hábeis (Haraway, 2023) em viver em companhia neste momento turbulento do planeta? HIPERMAR foi composto como um ensaio em 15 mergulhos com aguapés entre 2023-2025, nas águas diversas das lagoas dos Lençóis Maranhenses, (MA, Brasil), Boqueirão da Ajuda (RJ, Brasil) e Bacalar (México).HIPERMAR is a poetic-visual essay, a speculative fabulation composed of Aguapés, aquatic plants living in three lagoons of the present and past in Abya Yala. The Aguapés here are companion species (Haraway, 2021) and co-authors of this fabulation. This essay is driven by dreamaction, a concept I’m developing in my doctoral research at XXXX. HIPERMAR moves through a constellation of lagoons and dreams, through the concept of hypersea (McMenamin & McMenamin,1994) reviewed by Linn Margulis (2022). HIPERMAR is also a critique about colonial inhabiting (Ferdinand, 2022), which continues to threaten the forms of life and matter that constitute the planet\u27s diverse biomes. HIPERMAR asks: how can art research transform the ways of performing other humanities, with more response-ability (Haraway, 2023) in living together at this turbulent moment on the planet? HIPERMAR was composed as an essay in 15 dives with water hyacinths between 2023-2025, in the diverse waters of the lagoons of Lençóis Maranhenses (MA, Brazil), Boqueirão da Ajuda (RJ, Brazil) and Bacalar (Mexico)
TEORIA E PRÁTICA NO ENSINO DE HISTÓRIA: UMA REALIDADE PERCEBIDA PELO DOCENTE EM FORMAÇÃO
O presente trabalho apresenta-se nesta escrita como relato de experiência. Para tanto, consagrou-se em torno do objetivo geral que buscou compreender como se estabelece a relação entre teoria e prática na formação de professores de História, pretendendo analisar seus desdobramentos a partir da leitura bibliográfica; identificar os caminhos pelos quais emerge essa relação; e descobrir se uma pode desenvolver-se sem a outra eficazmente. Como método utilizou-se de fontes primárias e secundárias (impressas, escritas e digitais), além da abordagem qualitativa firmada na análise de conteúdo, dividindo-se nas seguintes etapas: ponto de partida, fase de campo, pesquisa bibliográfica, bem como análise e discussões dos resultados. O referencial teórico por sua vez, centrou-se em discussões baseadas em alguns autores e pensadores que abordam em sua plenitude a perspectiva da teoria e da prática ancoradas nas experiências de formação docente em História. Por fim, os resultados apresentados ao longo da escrita evocam os objetivos dos quais conseguiu-se alcançar, assim como aquilo que se pretendia descobrir através da investigação científica, além da resposta para a pergunta norteadora que circundou o estudo. Logo, conclui-se que jamais pode haver prática sem teoria, e mesmo parecendo seguirem caminhos opostos em alguns momentos no fazer docente, elas sempre se encontram e dão solidez ao mesmo
Traduzindo o teatro para mangá: a cena de Yorick de Hamlet
Este trabalho propõe uma análise crítica dos desafios e potencialidades da tradução intersemiótica do teatro para o mangá, tendo como objeto a adaptação da cena de Yorick na peça Hamlet, de William Shakespeare, ilustrada por Tintin Pantoja e roteirizada por Adam Sexton (Wiley, 2008). Fundamentado na concepção de tradução intersemiótica como transmutação entre sistemas semióticos distintos (JAKOBSON, 1959) e na ideia de adaptação como transcodificação e transdução literária (HUTCHEON, 2013; DOLEŽEL, 1990), o estudo investiga como elementos da linguagem dramática — como performance, ritmo, oralidade e espacialidade — são reorganizados na linguagem visual sequencial do mangá. A análise baseia-se na teoria da linguagem visual de Neil Cohn (2013), especialmente no princípio da equivalência, segundo o qual diferentes mídias podem expressar estruturas narrativas análogas, desde que respeitem suas gramáticas internas. As categorias funcionais da gramática visual (establisher, initial, prolongation, peak, release) são relacionadas a componentes dramatúrgicos como prólogo, atos, clímax e epílogo. A abordagem mobiliza autores como Roland Barthes (2004), Nicola Dusi (2016), Linda Hutcheon (2013), Lubomír Doležel (1990), Lars Elleström (2017) e Ana Luiza Ramazzina-Ghirardi (2022), compreendendo a adaptação como prática de mediação estética e ampliação interpretativa. A metodologia qualitativa examina como a cena de Yorick, ao ser transposta para o mangá, mantém sua função dramática e afetiva, ao mesmo tempo em que a reinscreve nos códigos da cultura visual contemporâne
ESTADO DA ARTE DAS PESQUISAS SOBRE A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DE GEOGRAFIA PARA O ENSINO MÉDIO (2019/2021)
The latest version of the National Communal Curriculum Base (BNCC) was published three years ago, but the process of its drafting has been an ongoing process for six years. Until now, many theses and essays on the subject were defended and this paper categorizes them. Based on the recent reform of High School Education (2017), we have prioritized surveys focusing on this level of Primary Education. This is a qualitative study, and therefore we have relied on the survey of documents. To attend our aim, we have consulted two specific archives for essays and dissertations: 1) Brazilian Digital Library of Essays and Dissertations; 2) Catalogue for Essays and Dissertations by the Coordination for the Improvement of Higher Education Personnel (CAPES). We have gathered 63 dissertations and essays and have grouped them into ten categories. This survey repository clarifies the debate and suggests paths for further research on teachers’ formation, innovative methods, student evaluations and review of educational material.Decorridos três anos da publicação da última versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e seis do início do processo de sua elaboração, muitas dissertações e teses foram defendidas. O presente artigo pretende mapeá-las. Com vistas à recente reforma do Ensino Médio (2017), focamos nas pesquisas que privilegiaram esse nível da Educação Básica. O estudo é de natureza qualitativa e recorremos a um levantamento documental sobre o tema. Para tanto, dirigimo-nos a dois repositórios de teses e dissertações: a Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações e o Catálogo de Teses e Dissertações da Capes. Nosso universo empírico ficou constituído de 63 teses e dissertações, possibilitando categorizá-las em sete marcadores. Esse repositório de pesquisa permite clarificar o debate e sugerir rumos para pesquisas sobre formação de professores, metodologias inovadoras, avaliação de estudantes e análise de material didático
Arte como Educação – consciência de ser, sentir e saber para um fazer-sendo biogeográfico descolonizado
Resumo: O presente artigo discute a condição da História da Arte Universal ocidental como saber disciplinar no ensino de Artes Visuais no Brasil, pensando também na América Latina, nos cursos de Artes, a exemplo de Dança e Teatro – licenciaturas da UEMS – Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. A emergência da discussão é (re)verificarmos a obrigatoriedade da disciplina, no conteúdo curricular universitário e para o Ensino de Arte na Educação Básica no Brasil que se pautam, quase exclusivamente, nas Histórias e Pedagogias estrangeiras. Pois, tal situação, da perspectiva epistemológica descolonial biogeográfica fronteiriça como contramétodo moderno, excluiu as Histórias das artes e as Pedagogias Latino-Americanas plurais “por opção” aos processos históricos e de dependências cultural e colonial controladores. Ancorado no pensamento descolonial e cultural, que estão para além de revisão daqueles pressupostos modernos, mas que propõem (re)verificações dos fatos (im)postos aos sujeitos, locais, corpos e narrativas (BIOgeocorpografias) fronteiriços, este trabalho evidenciará alternativas outras à disciplina de História da Arte por meio de Pedagogias outras que requerem a descolonização do pensamento para que as histórias e formas de produção de conhecimentos que a colonialidade dos poderes instituídos na América Latina anularam possam emergir na Educação por meio de um Ensino com arte. A ideia principal é evidenciar epistemicamente o porquê da presença quase inconteste da História da Arte (supostamente) Universal nas escolas e universidades, a fim de apresentar algumas prováveis lições que devem ficar como aprendizados descoloniais do aprender a desaprender para reaprender a fazer-sendo arte, cultura e produção de conhecimentos por meio da Arte.
Palavras-chave: Historiografia; Ensino de Arte; Pedagogia Descolonial; BIOgeografias.
Art as Education – awareness of being, feeling and knowing for a decolonized biogeographical doing-being
Abstract: This article discusses the condition of the History of Western Universal Art as disciplinary knowledge in the teaching of Visual Arts in Brazil, thinking also of Latin America, in Arts courses, such as Dance and Theater – degrees from UEMS – State University of Mato Grosso do Sul. The reason for the discussion is to (re)verify the compulsory nature of the subject in the university curriculum and for the teaching of art in basic education in Brazil, which is based almost exclusively on foreign histories and pedagogies. This situation, from a decolonial biogeographical border epistemological perspective as a modern counter-method, has excluded plural Latin American Art Histories and Pedagogies “by choice” from the controlling historical processes and cultural and colonial dependencies. Anchored in decolonial and cultural thinking, which go beyond revising those modern assumptions, but which propose (re)verifications of the facts (im)placed on border subjects, places, bodies and narratives (BIOgeocorpographies), this work will highlight other alternatives to the subject of Art History through other Pedagogies that require the decolonization of thought so that the histories and forms of knowledge production that the coloniality of the powers instituted in Latin America have annulled can emerge in Education through Teaching with Art. The main idea is to epistemically highlight the reason for the almost uncontested presence of (supposedly) Universal Art History in schools and universities, in order to present some probable lessons that should remain as decolonial learnings of learning to unlearn in order to relearn how to do-being art, culture and the production of knowledge through Art.
Keywords: Historiography; Art Teaching; Decolonial Pedagogy; BIOgeographies.
El arte como educación – conciencia de ser, sentir y conocer para un hacer-ser biogeográfico descolonizado
Resumen: Este artículo discute la condición de la Historia del Arte Universal Occidental como saber disciplinar en la enseñanza de las Artes Visuales en Brasil, pensando también en América Latina, en cursos de Artes, como Danza y Teatro – carreras de la UEMS – Universidad Estadual de Mato Grosso do Sul. El motivo de la discusión es (re)verificar la obligatoriedad de la asignatura en los currículos universitarios y en la enseñanza del arte en la educación básica en Brasil, basada casi exclusivamente en historias y pedagogías extranjeras. Esta situación, desde la perspectiva de la epistemología fronteriza biogeográfica decolonial como contra-método moderno, ha excluido “por elección” a las historias y pedagogías plurales del arte latinoamericano de los procesos históricos de control y de las dependencias culturales y coloniales. Anclado en el pensamiento decolonial y cultural, que van más allá de revisar esos supuestos modernos, sino que proponen (re)verificaciones de los hechos (im)puestos en sujetos, lugares, cuerpos y narrativas fronterizas (BIOgeocorpografías), este trabajo destacará otras alternativas a la asignatura de Historia del Arte a través de otras Pedagogías que requieren la descolonización del pensamiento para que emerjan en la Educación a través de la Enseñanza con Arte las historias y formas de producción de conocimiento que la colonialidad de los poderes instituidos en América Latina han anulado. La idea principal es resaltar epistémicamente el porqué de la presencia casi incontestable de la (supuesta) Historia Universal del Arte en las escuelas y universidades, para presentar algunas probables lecciones que deberían quedar como aprendizajes decoloniales de aprender a desaprender para volver a aprender a hacer-ser arte, cultura y producción de conocimiento a través del Arte.
Palabras clave: Historiography; Art Teaching; Decolonial Pedagogy; BIOgeographies.
Data de registro: 12/08/2024
Data de aceite: 19/02/202
Vigotski e a crítica ao subjetivismo individualista de Potebnia
Resumo: Este trabalho tem como objetivo analisar as considerações de Vigotski (1999), em Psicologia da Arte, sobre a estética de cima, de base subjetivista e metafísica, especificamente sobre a influência de Humboldt e Potebnia na perspectiva estética subjetivista. Para tanto, apresentamos as considerações de Vigotski sobre as limitações da teoria de Potebnia em relação à perspectiva estética centralizada na materialidade artística que o autor propõe em Psicologia da Arte. Vigotski critica a visão subjetivista de Potebnia, que exclui o papel da forma artística, argumentando que forma e conteúdo são indissociáveis na reação estética. Analisamos o conceito de alegoria proposto por Potebnia e as limitações desse conceito, na perspectiva de Vigotski (1999), considerando possíveis interpretações da tragédia, Édipo Rei, de Sófocles.
Palavras-chave: Vigotski; Subjetivismo; Potebnia; Reação estética.
Vygotsky and Individualist Subjectivism
Abstract: This paper aims to analyze Vygotsky\u27s (1999) considerations in "Psychology of Art" regarding the aesthetics from above, characterized by a subjectivist and metaphysical foundation, focusing specifically on the influence of Humboldt and Potebnia on the subjectivist aesthetic perspective. We present Vygotsky\u27s views on the limitations of Potebnia’s theory concerning the aesthetic perspective centered on the artistic materiality that Vygotsky proposes in "Psychology of Art." Vygotsky criticizes Potebnia\u27s subjectivist view, which excludes the role of artistic form, arguing that form and content are inseparable in the aesthetic reaction. We analyze Potebnia\u27s concept of allegory and its limitations from Vygotsky\u27s (1999) perspective, considering possible interpretations of Sophocles\u27 tragedy, "Oedipus Rex."
Keywords: Vygotsky; Subjectivism; Potebnia; Aesthetic Reaction.
Vigotski y el Subjetivismo Individualista
Resumen: Este trabajo tiene como objetivo analizar las consideraciones de Vigotski (1999), en "Psicología del Arte", sobre la estética elevada, de base subjetivista y metafísica, centrándose específicamente en la influencia de Humboldt y Potebnia en la perspectiva estética subjetivista. Presentamos las consideraciones de Vigotski sobre las limitaciones de la teoría de Potebnia con respecto a la perspectiva estética centrada en la materialidad artística que el autor propone en "Psicología del Arte". Vigotski critica la visión subjetivista de Potebnia, que excluye el papel de la forma artística, argumentando que forma y contenido son inseparables en la reacción estética. Analizamos el concepto de alegoría propuesto por Potebnia y las limitaciones de dicho concepto, según la perspectiva de Vigotski (1999), considerando posibles interpretaciones de la tragedia "Edipo Rey" de Sófocles.
Palabras clave: Vigotski; Subjetivismo; Potebnia; Reacción Estética.
Data de registro: 26/08/2024
Data de aceite: 23/04/202
Uma topologia do presente: cenas dos (não) rituais de vida contemporânea
Resenha da obra: HAN, Byung-Chul. O desaparecimento dos rituais: Uma topologia do presente. Tradução Gabriel Salvi Philipson. Petrópolis: Vozes, 2021.
Resumo: Em O desaparecimento dos rituais: Uma topologia do presente, Byung-Chul Han (nascido na Coreia do Sul e radicado na Alemanha, onde é professor de Filosofia e Estudos Culturais na Universidade de Berlim), apresenta uma reflexão filosófica contemporânea acerca dos rituais, mais precisamente sobre o tempo presente, sustentado pela racionalidade neoliberal, o que conflui em uma espécie de Sociedade do cansaço, tema que já fora abordado pelo mesmo autor em obra homônima. Trata-se de uma espécie de desconsideração dos rituais, lançando a existência humana para uma dimensão unívoca do desempenho exigido no tempo presente. Em termos do próprio autor, a um inferno do igual. O ensaio é dividido em onze capítulos, que poderíamos nominar onze rituais. Nesta resenha crítica, dialogamos com cada um deles, refletindo sobre suas implicações na formação de subjetividades contemporâneas.
Topology of the present: scenes of the (non) rituals of contemporary life
Abstract: In The disappearance of rituals: A topology of the present, Byung-Chul Han (born in South Korea and based in Germany, where he is professor of Philosophy and Cultural Studies at the University of Berlin), presents a contemporary philosophical reflection on rituals, more precisely on the present time, supported by neoliberal rationality, which converges into a kind of Tiredness Society, a theme that had already been addressed by the same author in a work of the same name. This is a kind of disregard for rituals, casting human existence into a univocal dimension of performance required in the present time. In terms of the author himself, one hell of a match. The essay is divided into eleven chapters, which we could call eleven rituals. In this critical review, we dialogue with each of them, reflecting on their implications for the formation of contemporary subjectivities.
Una topología del presente: escenas de los (no) rituales de la vida contemporánea
Resumén: En La desaparición de los rituales: una topología del presente, Byung-Chul Han (nacido en Corea del Sur y afincado en Alemania, donde es profesor de Filosofía y Estudios Culturales en la Universidad de Berlín), presenta una reflexión filosófica contemporánea sobre los rituales, más precisamente en la actualidad, sustentada en la racionalidad neoliberal, que confluye en una especie de Sociedad del Cansancio, tema que ya había sido abordado por el mismo autor en una obra del mismo nombre. Se trata de una especie de desprecio por los rituales, que arroja la existencia humana a una dimensión unívoca de actuación requerida en el tiempo presente. En términos del propio autor, un gran partido. El ensayo se divide en once capítulos, que podríamos denominar once rituales. En esta revisión crítica dialogamos con cada uno de ellos, reflexionando sobre sus implicaciones para la formación de las subjetividades contemporáneas.
Data de registro: 16/09/2024
Data de aceite: 29/10/202
Sinagogas: O espaço religioso e a formação da identidade judaico amazônica no início do século XX
Esta pesquisa explora a formação da identidade judaica por meio da fundação de sinagogas na Amazônia, focando no jornal Kol Israel. Este foi o primeiro periódico judaico da região amazônica, circulando no Pará e áreas interioranas no início do século XX. A análise de fontes jornalísticas revelou como os imigrantes estabeleceram sua presença na região através da criação de instituições e sinagogas, fundamentais para a prática de rituais e expressão da religiosidade, destacando-se como uma comunidade ativa nos centros urbanos do norte do Brasil. Descendentes de imigrantes marroquinos do século XIX, essas comunidades judaicas se inseriram na sociedade amazônica, influenciando a economia e participando ativamente de práticas religiosas. Alguns membros se destacaram em cargos públicos devido às relações sócio-políticas com o Partido Republicano Federal