Portal de Periódicos da UFU (PPUFU)
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    Dificuldades Climatológicas para Fotografia Aérea na Região Cacaueira da Bahia

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    A fotografia aérea é hoje um instrumento imprescindível sobretudo para a mais rápida obtenção de informações qualitativas e quantitativas de recursos naturais em grandes áreas. No primeiro caso ela permite a interpretação de informações obtidas sobre a imagem da área fotografada (Fotointerpretação), enquanto informações quantitativas mais precisas são obtidas com base em observação de características geométricas da foto aérea (Fotogrametria). Com o objetivo de utilização de fotografias aéreas verticais em levantamento de recursos diversos da Região Cacaueira e áreas de sua influência, a CEPLAC contratou voos, iniciados em 1964, para cobertura total de uma área aproximada de 40.000 km², na escala de 1:25.000, utilizando-se câmaras normais. Todavia, em virtude de condições climatológicas peculiares à área, as tentativas para obtenção de fotografias não produziram resultados animadores

    Aplicação dos Geo-receptores em Geodésia

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    Inúmeros projetos geodésicos utilizando satélites artificiais têm sido postos em execução em várias partes do mundo, visando basicamente à medição de longas distâncias, à verificação da precisão de redes geodésicas ou ao simples posicionamento de estações no Globo terrestre, ou ainda às variações do seu campo gravitacional. O mais recente método de Geodésia a Satélite e que se apresenta com características inteiramente novas é o do "Geoceiver". Medindo o efeito Doppler de um satélite em órbita, o Geoceiver proporciona a determinação das coordenadas absolutas do local da observação

    Editorial

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    Terminamos nosso primeiro ano de mandato e acreditamos termos sido felizes em tudo que pensamos e realizamos, embora certos do muito que ainda temos a fazer até julho de 1977. Continuamos com os mesmos propósitos, esperando levar avante, até o término do mandato, a nossa programação. Neste período, conseguimos reunir todos aqueles que se dedicam à Cartografia, em um tríplice encontro, isto é, II Encontro Nacional de Cartografia, II Encontro Nacional de Engenheiros Cartógrafos e I Encontro de Empresários de Cartografia, sob os auspícios da SBC, ABEC e ANEA, buscando assim a união tão esperada entre os que comungam pelo mesmo ideal do fortalecimento, cada vez maior, da Cartografia Nacional: engenheiros, empresários, estudantes e usuários; a união de todos que acreditam em que sem Mapeamento não há Desenvolvimento

    Normas Técnicas para Execução de Loteamentos

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    Tendo em vista orientar os topógrafos e auxiliares do INCRA na tarefa de levantamento dos imóveis constantes dos planos programados por sua alta direção, a Chefia da DFC, com base nos ensinamentos colhidos em trabalhos até agora realizados sob sua supervisão, recomenda, no interesse de disciplinar as atividades técnicas de campo, o cumprimento do que adiante estabelece: Equacionar cuidadosamente o problema da amarração das poligonais de contorno com a implantação de uma rede de pontos geodésicos e topográficos de modo a assegurar o apoio nas condições reclamadas. Isto significa dizer que deve ser estabelecida uma rede com a densidade de pontos, que evite, tanto quanto possível, o alongamento demasiado das poligonais, e que reduza ao mínimo o número das que se desenvolvem em torno de um só ponto

    A Residência Artística como Florestação de processos criativos da escultura contemporânea.

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    This article discusses the transformations in artistic creation processes driven by the Artistic Residency experience, focusing on the case study that took place in 2020, at the critical moment of the beginning of the pandemic, in an area located in the riparian forest of the Cerrado in the Federal District. In this process, we identified the artist\u27s travel and displacement as affecting his perspective of poetic production, with the object of study being the creation of contemporary sculptures based on what we call forestation.Esse artigo discute as transformações em processos de criação artística impulsionadas pela experiência da Residência Artística, focando no estudo de caso que se deu em 2020, no momento crítico do início da pandemia, numa área circunscrita em mata ciliar do cerrado no Distrito Federal. Nesse processo, identificamos a viagem e o deslocamento do artista como afetantes de sua perspectiva de produção poética, tendo como objeto de estudo a criação de esculturas contemporâneas a partir do que chamamos de florestação

    A paisagem desencantada

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    The disenchanted landscape is the concept here developed to designate a contemporary photographic production about the landscape based on an aesthetic of disenchantment. Landscape, as we know, is the form of representation of space created simultaneously with modernity itself, through linear perspective and the emphasis on the representation of nature as opposed to culture. Photography inherited, to a large extent, the task of representing modern space and the ruins of the past in the form of perspective. The disenchantment described here manifests precisely the loss of belief in the modern project and the melancholy it provoked. If Modernism exalted the idea of ​​progress in much of its production, a century later the confidence in technological utopia was emptied in the face of the destruction caused by the exploitation of natural resources on a planetary scale and the proposition of a geological era caused by human intervention, the Anthropocene. But is photography, the form of modern representation par excellence, capable of problematizing modernity itself? This is what I will attempt to verify based on some works on the ruins of the Amazon rainforest.A paisagem desencantada é o termo aqui elaborado para designar uma produção fotográfica contemporânea sobre a paisagem a partir de uma estética do desencantamento. A paisagem, como se sabe, é a forma de representação do espaço criada simultaneamente à própria modernidade, através da perspectiva linear e da ênfase à representação da natureza como oposição à cultura e a fotografia herdou, em grande parte, a tarefa de representar o espaço moderno e as ruínas do passado na forma de perspectiva, O desencantamento aqui descrito, manifesta justamente a perda da crença no projeto moderno e a melancolia por ela provocada. Se o Modernismo exaltou a ideia de progresso em grande parte de sua produção, um século depois a confiança na utopia tecnológica se esvaziou frente à destruição causada pela exploração de recursos naturais em nível planetário e à proposição de uma era geológica causada pela intervenção humana, o Antropoceno. Mas estaria a fotografia, forma de representação moderna por excelência, habilitada a problematizar a própria modernidade? É o que tentarei verificar a partir de alguns trabalhos sobre as ruínas da floresta amazônica

    When the Planet Blooms: Climate Change, Biodiversity Loss, and Artistic Creation

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    When the Planet Blooms: Climate Change, Biodiversity Loss, and Artistic Creation explores the intersection of art, technology, and ecological awareness, presenting a vision for a sustainable future rooted in creativity and connection. Through 3D-printed sculptures inspired by endangered and native flowers, the artist, Darlene Farris-LaBar reflects on the fragility and resilience of nature amidst the escalating challenges of climate change and biodiversity loss. Highlighting the intricate interdependence of ecosystems, the work bridges science, art, and technology to emphasize nature\u27s design brilliance and adaptability. The artist’s practice not only mourns ecological loss but celebrates the interconnected beauty of life, urging collective stewardship and action. By fusing human ingenuity with nature’s wisdom, the creations serve as a call to reimagine our relationship with the natural world, blending wonder, reflection, and activism. This work underscores art\u27s transformative power in shaping ecological awareness and fostering hope for a flourishing planet.When the Planet Blooms: Climate Change, Biodiversity Loss, and Artistic Creation explores the intersection of art, technology, and ecological awareness, presenting a vision for a sustainable future rooted in creativity and connection. Through 3D-printed sculptures inspired by endangered and native flowers, the artist, Darlene Farris-LaBar reflects on the fragility and resilience of nature amidst the escalating challenges of climate change and biodiversity loss. Highlighting the intricate interdependence of ecosystems, the work bridges science, art, and technology to emphasize nature\u27s design brilliance and adaptability. The artist’s practice not only mourns ecological loss but celebrates the interconnected beauty of life, urging collective stewardship and action. By fusing human ingenuity with nature’s wisdom, the creations serve as a call to reimagine our relationship with the natural world, blending wonder, reflection, and activism. This work underscores art\u27s transformative power in shaping ecological awareness and fostering hope for a flourishing planet

    Apresentação das resenhas

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    Partindo de um convênio firmado em 2023 entre a Unicamp/Instituto de Artes – IA e o Instituto de Arte Contemporânea de São Paulo – IAC, estabelecemos a proposta da elaboração de resenhas para a coleção de publicações do IAC, doada à Biblioteca do Instituto de Artes, como parte das atividades programadas pelo acordo que ainda prevê novas reuniões, palestras,  seminários e visitas técnicas. Para tanto, o envolvimento do Programa de Pós Graduação em Artes Visuais, por meio de seus docentes e, em particular pela participação ativa da disciplina obrigatória deste PPG, intitulada AV 123 - Métodos e Técnicas de Pesquisa ministrada pelo prof. Dr. Edson Pfutzenreuter no primeiro semestre de 2024, garantiram a atenção especial dispensada por nossos alunos pós-graduandos à pesquisa de artistas, documentos e coleções modernas e contemporâneas representadas na atuação qualificada das exposições e publicações feitas pelo IAC, nos últimos anos. A escolha dos materiais para a elaboração das resenhas teve também como meta clara, a lateralidade possível e desejável entre as pesquisas discentes em curso, a vocação própria das Revistas Acadêmicas que acolheram esta proposta e o desejo de dinamizar conteúdos sobre arte, artistas e projetos expositivos que podem ser (co)memorados a partir da capacidade longeva que carregam os livros.&nbsp

    Ficciones vivientes: Las pinturas forestales de Hugo Fortes

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    O ensaio propõe cinco perguntas sobre as pinturas florestais do professor e pesquisador das relações entre arte e natureza Hugo Fortes. O texto é escrito em um formato epistolar. Embora seja endereçado ao artista, a carta-ensaio é pensada como se fosse remetida a um leitor qualquer, interessado nas articulações entre as artes, as culturas e as educações ambientais. São questões referentes aos procedimentos artísticos, às variadas formas de ler obras pictóricas, aos modos como nomeações e conceituações prévias que podem limitar percepções, às relações entre a arte e a educação ambiental e às intencionalidades pedagógicas, ou não, dos gestos criativos. A carta-ensaio possibilita a imaginação de respostas diversas e a criação, no próprio ato da leitura, de outras inúmeras perguntas. Com isso, o texto deseja ativar ressonâncias imprevisíveis em tempos de eventos climáticos extremos, quando um reflorestamento sensível dos nossos atos docentes, e de nós mesmos, se mostra imprescindível.This essay proposes five questions about the forest paintings by Hugo Fortes, a professor, artist and researcher who works with the relations between art and nature. The text is written as a letter. Although it is addressed to the artist, the letter is thought as if it is sent to everyone who is interested in the connections among art, culture and environmental education. The questions are related to artistic procedures, the various ways of seeing and reading paintings, the ways in which previous concepts can limit perceptions, the articulations between art and environmental education and the pedagogical intentions (or lack thereof) of creative gestures. While reading, various answers can be imagined and other questions can be constructed. Besides this, the text can activate unpredictable resonances. To sum up, nowadays there are many extreme climate events and the more they happen, the more sensitive aspects are necessary in pedagogical practices about nature.El ensayo plantea cinco preguntas sobre las pinturas forestales de Hugo Fortes, profesor e investigador de la relación entre arte y naturaleza. El texto está escrito en formato epistolar. Aunque sea dirigido al artista, el ensayo-carta está concebido como si estuviera destinado a cualquier lector interesado en las conexiones entre las artes, las culturas y la educación ambiental. Las preguntas son concernientes a los procedimientos artísticos, a la diversidad de leer las obras pictóricas, a las maneras en que la nomenclatura y las conceptualizaciones anteriores pueden limitar las percepciones, a las relaciones entre el arte y la educación ambiental y, a las intenciones pedagógicas, o no, de los gestos creativos. El ensayo-carta permite la imaginación de diversas respuestas y la creación, en el propio acto de lectura, de innumerables preguntas. Con base en esto, el texto busca activar resonancias impredecibles en tiempos de eventos climáticos extremos, cuando una reforestación sensible de nuestras prácticas docentes, así como de nosotros mismos, resulta esencial

    Art and Nature in the Age of Climate Change

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      This introduction proposes a transdisciplinary perspective on the relationships between art and nature in times of climate crisis, as addressed in this dossier. The selected contributions reflect on the coexistence of humans and non-humans, addressing ecological, symbolic, political, and poetic issues. Art is understood as a critical and sensitive force for reimagining environmental imaginaries, fostering new connections between aesthetics, science, spirituality, and education. Nature is approached not as an object of contemplation, but as an agent and partner.Esta apresentação propõe um olhar transdisciplinar sobre as relações entre arte e natureza em tempos de crise climática tratadas nesse dossiê. As contribuições reunidas refletem a coexistência entre humanos e não-humanos, abordando questões ecológicas, simbólicas, políticas e poéticas. A arte é compreendida como potência crítica e sensível para repensar o imaginário ambiental, promovendo novas conexões entre estética, ciência, espiritualidade e educação. A natureza aqui é vista como agente e parceira, e não mais como objeto de contemplação

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