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    "The standpoint of the proletariat": Reification's necessary counterpart

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    Editorial

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    A redação deste editorial ocorre em um momento muito especial para a filosofia no Brasil. A M&C surge em 2017, dentro de um contexto político adverso à atividade filosófica e ao seu ensino, de forma geral, no Brasil. Surge no bojo do turbilhão de um duro golpe de estado que resulta na mais violenta agressão ao ato de pensar e, como sua consequência, no elogio ás mais absurdas manifestações de ignorância e aos negacionismos destituídos de quaisquer tipos de razoabilidade

    “Assim como da guerra, o nervo da imprensa é também dinheiro”: jornalismo e negócio na imprensa diária carioca (1870-1900)

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    Este artigo analisa o processo de formação e consolidação das primeiras empresas jornalísticas do Rio de Janeiro, entre as últimas décadas do século XIX e o início do século XX. Acompanhar as transformações ocorridas na imprensa da capital é peça fundamental para compreender a produção literária do período, visto que o surgimento dos jornais empresariais impactou significativamente regimes de trabalho e colaboração, o que influenciou inequivocamente a literatura publicada nas folhas. Dessa forma, analisa-se a trajetória de jornais de grande importância como a Gazeta de Notícias, O País e a experiência pioneira do Correio do Brasil, a fim de acompanhar suas inserções no mundo dos negócios e do trabalho no Rio de Janeiro

    Limits, Perspectives and Next Steps: Counterpublics in Cancel Culture

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    Existe no espaço público uma configuração latente de manifestações contra discursivas. A cultura do cancelamento, como é conhecido este fenômeno digital, tem ganhado destaques nos debates públicos por sua forma de externalização ligada ao ostracismo, sofrendo críticas não só na arena midiática, mas também nas universidades. Se por um lado existe a visão pessimista sobre o fenômeno, ele também pode ser entendido como uma ferramenta discursiva poderosa para muitos grupos, como por exemplo certos contrapúblicos. No presente artigo discorremos sobre os diversos conceitos-chave de cultura do cancelamento e contrapúblicos, com a arguição de pontos complementares que intuem contribuir com as reflexões acerca das temáticas. Além disso, procuramos ponderar as múltiplas perspectivas a respeito do fenômeno da cultura do cancelamento, adicionando uma camada dialética ao debate. Assim, tentamos compreender como estes objetos podem estar conectados na lógica do campo discursivo e do debate aberto, além de propormos um avanço para o debate sobre cultura do cancelamento, o que também pode apoiar nos estudos de contrapúblicos.Public space has a latent configuration of counter-discursive manifestations. Cancel culture, as this digital phenomenon is known, has gained prominence in public debates for its form of externalization linked to ostracism, suffering various criticisms not only in media arena, but also in universities. If, on the one hand, there is a pessimistic view of the phenomenon, it can also be understood as a powerful discursive tool for many groups, such as certain counterpublics. In this article, we discuss various key concepts about cancel culture and counterpublics, arguing complementary points that intend to contribute to reflections on the topics. We seek to consider the multiple perspectives regarding the cancel culture phenomenon, adding a dialectical layer to debate. Thus, we try to understand how these objects can be closely connected in the logic of discursive field and open debate, in addition to proposing a breakthrough for the debate on cancel culture, which can also support counter-public studies

    Sentir-se à margem pelas suas ideias: Entender os fundamentos do enquadramento pró-impeachment

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    Tradução de artigo publicado originalmente em LOUAULT, F., De BARROS, M. e KERMOAL, K. (Orgs.) Marges et marginalités au Brésil: Espaces, pouvoir et societé. Bruxelas: Editions de l’Université de Bruxelles, 2022

    A crítica de Lukács ao irracionalismo: Das antinomias do pensamento burguês à destruição da razão

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    Desafiando as afirmações de uma reorientação intelectual e política completa, este artigo argumenta que a crítica de Gyorgy Lukács no pós-guerra às formas de irracionalismo que caracterizam o pensamento reacionário e proto-fascista em Destruição da Razão leva adiante uma crítica da filosofia burguesa que remete à crítica de Lukács às “Antinomias do pensamento burguês” em História e consciência de classe. A Parte 1 examina as afirmações de Lukács em História e consciência de classe de que a filosofia kantiana e as oposições que ela estabelece – entre razão teórica e razão prática, ciência e moral, entendimento triunfante e inacessibilidade da totalidade e opacidade da “coisa-em-si” – refletem na esfera contemplativa as contradições concretas da sociedade burguesa-capitalista. A Parte 2 mostra como a abordagem de Lukács sobre a gênese do “irracionalismo” filosófico moderno em Schelling o situa diretamente como decorrente do “problema do irracional” refletido nas antinomias da filosofia crítica kantiana ao postular uma intuição intelectual supostamente capaz de transcender os limites do entendimento finita e de conceder acesso (a uma elite de poucos) a um fundamento (Ground) suprarracional “abissal” da experiência. Na Parte 3, por fim, defendemos que, à medida que A destruição da razão segue a evolução do irracionalismo filosófico na ideologia de extrema-direita no século XX, o ensaio “Grande Hotel Abismo”, de 1933, critica o recorrente gesto de intelectuais radicais de canalizarem sua insatisfação face à reificação capitalista para invocações exóticas de “crise espiritual” que deixam de examinar as dimensões político-econômicas das sociedades capitalistas, porque se apoiam nas mesmas premissas irracionalistas estabelecidas na resposta irracionalista de Schelling às antinomias do pensamento burguês. Na situação contemporânea, em que a extrema-direita reemerge e a crítica social acadêmica continua a basear-se em premissas retiradas do irracionalismo, a posição de Lukács assume uma nova pertinência.Challenging claims of a complete intellectual and political reorientation, this paper argues that Gyorgy Lukács’s post-war critique of the forms of irrationalism characterising reactionary and proto-fascist thinking in Destruction of Reason carries forward a critique of bourgeois philosophy looking back to Lukács’s critique of “The Antinomies of Bourgeois Thought” in History and Class Consciousness. Part 1 examines Lukács’s claims in History and Class Consciousness that Kantian philosophy and the oppositions it sets up – between theoretical and practical reason, science and morality, triumphant understanding and the unavailability of the totality and opacity of the “thing-in-itself” – reflect in the contemplative sphere the concrete contradictions of bourgeois-capitalist society. Part 2 shows how Lukács’s account of the genesis of modern philosophical “irrationalism” in Schelling directly situates this as arising out of the “problem of the irrational” reflected in the antinomies of Kantian critical philosophy, by positing an intellectual intuition putatively capable of transcending the limits of finite understanding and granting access (for an elite few) to an “abyssal” suprarational Ground of experience. In the concluding Part 3, we contend that, as Destruction of Reason tracks the devolution of philosophical irrationalism into far-Right ideology in the 20th century, the 1933 essay “Grand Hotel Abyss” critiques the recurrent gesture of radical intellectuals to funnel their dissatisfaction at capitalist reification into exotic invocations of “spiritual crisis” which leave the political-economic dimensions of capitalist societies unexamined, because they lean on the same irrationalist premises established in Schelling’s irrationalist response to the antinomies of bourgeois thought. In the contemporary situation, as the far Right reemerges, and academic social critique continues to draw on premises drawn from irrationalism, Lukács’s position assumes new pertinence

    Reificación: Continuidades y rupturas del proyecto lukácsiano

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    En los últimos años, diversos críticos de la obra de Lukács han sometido a revisión el concepto de reificación (Verdinglichung), ya sea para señalar críticas al mismo y proponer nuevas lecturas, o bien para establecer una defensa de la categoría en cuestión. Esto da cuenta de que se trata de una teorización que sigue vigente en múltiples aspectos y que continúa interpelando el modo en que se analiza la sociedad capitalista y las formas de conciencia que de ella surgen. En general, caracteriza a estos estudios el hecho de que centran su análisis en Historia y conciencia de clase, pero suelen omitir la relevancia y las resonancias que la reificación tiene en la obra tardía de Lukács. El artículo se propone analizar la categoría de reificación históricamente, mediante una comparación entre su conceptualización en la obra de 1923 y la Ontología del ser social, en la cual Lukács trabajó sus últimos años de vida. De este modo se procura, por un lado, observar las continuidades y discontinuidades del contenido de tal concepto y, por otro lado, establecer una serie de articulaciones conceptuales necesarias; a saber: indagar cómo el pasaje hacia una perspectiva ontológica, mediada por el concepto de trabajo (Arbeit) desarrollado en la Ontología, implica una reformulación de la categoría en cuestión y, al mismo tiempo insertar, también en el periodo tardío, el problema de la reificación en el marco más amplio del estudio de la alienación (Entfremdung) en la vida social.In recent years, various critics of Lukács’s work have subjected the concept of reification (Verdinglichung) to revision, either to point out criticisms and propose new readings of it, or to establish a defense of this category. This indicates that it is a theorization that still is valid in multiple aspects and continues to question the way in which capitalist society and the forms of consciousness that emerge from it are analyzed. In general, these studies focus their analysis on History and class consciousness and tend to omit the relevance and resonances that reification has in Lukács’s later work. This article sets out to analyze the category of reification historically, through a comparison between its conceptualization in the 1923 work and the Ontology of Social Being, on which Lukács worked in the last years of his life. In this way it seeks, on the one hand, to identify continuities and discontinuities in the content of the concept of reification and, on the other, to establish a series of necessary conceptual articulations; namely: to investigate how the passage towards an ontological perspective, mediated by the concept of labor (Arbeit) developed in the Ontology, implies a reformulation of the category in question and, at the same time, to integrate, also in the late period, the problem of reification in the broader framework of the study of alienation (Entfremdung) in social life

    Lukács after Adorno: Resenha de Georg Lukács and Critical Theory: Aesthetics, History, Utopia (Tyrus Miller)

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    Review of Georg Lukács and Critical Theory: Aesthetics, History, Utopia, by Tyrus Miller (Edinburgh: Edinburgh University Press, 2022).Resenha de Georg Lukács and Critical Theory: Aesthetics, History, Utopia, by Tyrus Miller (Edinburgh: Edinburgh University Press, 2022)

    Presentation of the dossier: The centennial of History and Class Consciousness: Lukács and critical theory today

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