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    ATENÇÃO FARMACÊUTICA NO USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS

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    O uso da atenção farmacêutica está cada vez mais evidente em todo o mundo, pois a mesma é responsável por garantir melhor qualidade de vida ao paciente. Devido a grande variedade de medicamentos do mercado, vastas ações farmacológicas e o aumento do uso inadequado dos medicamentos, o farmacêutico fica responsável por transmitir os seus conhecimentos científicos para os pacientes garantindo assim o uso necessário, seguro e conveniente dos medicamentos, diminuindo a morbi-mortalidade relacionada ao uso de medicamentos. A atenção farmacêutica torna-se cada vez mais importante na prática farmacêutica, pois através dela qualquer cidadão fica mais consciente dos malefícios do uso inadequado de determinado medicamento, e com isso, ele pensará muito antes de tomar um medicamento por conta própria ou tomar doses exageradas e contribuirá para o uso racional de medicamentos (URM). Conclui-se, que a atenção farmacêutica contribui para o uso racional de medicamentos, na medida em que desenvolve um acompanhamento sistemático da terapia medicamentosa utilizada pelo indivíduo buscando avaliar e garantir a necessidade, a segurança e a efetividade no processo de utilização de medicamentos

    ATENDIMENTO DE PESSOAS AUTISTAS NA ODONTOLOGIA – UMA REVISÃO DE LITERATURA

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    O transtorno do espectro do autismo (TEA) é caractrizado por padrões específicos de comportamento social e de comunicação. Esses indivíduos enfrentam desafios com cuidados bucais tanto em casa quanto no dentista, pois apresentam disfunções no processamento sensorial. O objetivo do estudo foi realizar uma revisão de literatura demonstrando a importância do conhecimento do cirurgião dentista a respeito do TEA. Estes profissionais provavelmente, e mais do que nunca, irão encontrar pacientes com diagnóstico de autismo durante sua prática clínica. Por este motivo o atendimento odontológico é planejado individualmente para cada pessoa com necessidade especial que comparece ao consultório. É necessário a implementação de programas institucionais com foco na autonomia das crianças em relação a higiene oral e por políticas eficientes de saúde bucal, considerando que o acesso aos serviços odontológicos em muitos países e principalmente no Brasil ainda é um desafio, a sociedade em geral necessita de informações sistematizadas para os cuidados bucais

    MÉTODOS DE CONTROLE DA SENSIBILIDADE DURANTE O CLAREAMENTO DENTAL

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    O clareamento dental é um dos procedimentos estéticos mais buscados, mas frequentemente está associado à sensibilidade dentária, o que pode comprometer a adesão ao tratamento. A sensibilidade surge devido à permeabilidade dentinária aumentada e à ação dos agentes clareadores sobre a superfície dental. Este trabalho tem como objetivo revisar os principais métodos de controle da sensibilidade dentária durante o clareamento, avaliando sua eficácia e aplicabilidade clínica. Foi realizada uma revisão sistemática da literatura, consultando as bases de dados PubMed, Periódicos CAPES, Medline e Google Acadêmico. Foram selecionados estudos publicados que abordassem técnicas de prevenção e controle da sensibilidade em pacientes submetidos ao clareamento dental. Os resultados apontam que métodos como a aplicação de dessensibilizantes à base de nitrato de potássio e fluoreto, bem como o uso de agentes anti-inflamatórios e géis remineralizantes, são eficazes no controle da sensibilidade. Além disso, o ajuste da concentração do agente clareador e a alternância entre sessões também se mostraram estratégias importantes para minimizar o desconforto dos pacientes. O controle da sensibilidade durante o clareamento dental é essencial para garantir o conforto do paciente e o sucesso do tratamento. A combinação de dessensibilizantes e ajustes no protocolo de clareamento parece ser a abordagem mais eficaz, com base nos dados analisados

    MUCOSITE ORAL EM PACIENTES PEDIÁTRICOS ONCOLÓGICOS

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    A mucosite oral é uma complicação comum em pacientes pediátricos submetidos a tratamento oncológico. Esta condição dolorosa é caracterizada por inflamação e ulceração da mucosa oral, resultando em sintomas como dor intensa, dificuldade para se alimentar e aumento do risco de infecções oportunistas. O objetivo da presente revisão bibliográfica foi investigar a incidência, fatores de risco, impacto na qualidade de vida e estratégias de prevenção e manejo da mucosite oral em pacientes pediátricos submetidos a tratamento oncológico. Diversos fatores de risco específicos aumentam a probabilidade de desenvolvimento de mucosite em pacientes pediátricos. Crianças possuem um epitélio oral de rápida renovação, tornando-o mais vulnerável aos efeitos citotóxicos dos tratamentos oncológicos. Fatores como o tipo de tratamento e a vulnerabilidade dos pacientes jovens aumentam tanto a incidência quanto a severidade da condição. Os sinais e sintomas iniciais incluem eritema e edema na mucosa oral. O paciente relata sintomas de ardência e desconforto, que precedem a formação de lesões ulcerativas. Conclui-se no presente trabalho que a mucosite oral em pacientes pediátricos oncológicos é uma complicação comum e grave. Além de causar dor intensa, a mucosite compromete a qualidade de vida ao limitar a ingestão alimentar e aumentar o risco de infecções. Para prevenir e manejar a mucosite, esta revisão evidenciou a importância das intervenções odontológicas antes e durante o tratamento oncológico. Os sinais e sintomas iniciais da mucosite oral geralmente incluem eritema e edema na mucosa oral. O paciente pode relatar sintomas de ardência e desconforto, que frequentemente precedem formação de lesões ulcerativas

    O EXERCÍCIO AERÓBICO NA QUALIDADE DE VIDA DOS PACIENTES COM DPOC

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      Introdução: A DPOC gera grande impacto na vida dos pacientes, afetando a saúde física e emocional, é uma condição séria que causa obstrução crônica do fluxo de ar nos pulmões devido a uma resposta inflamatória anormal, classificada em estágio progressivo. Objetivo: Avaliar os efeitos do exercício aeróbico na qualidade de vida (QV) de pacientes com DPOC. Metodologia: Este estudo é uma revisão da literatura, realizado na União das Faculdades dos Grandes Lagos (Unilago), as palavras-chaves utilizadas para estar pesquisa foram: qualidade de vida, doença pulmonar obstrutiva crônica e exercício aeróbico. O período para analisar os artigos foi de Janeiro à Agosto de 2024. Os critérios de inclusão selecionados: adultos e idosos de ambos os sexos, mínimo de 18 anos, diagnosticados com DPOC, doenças já pré-existentes, como hipertensão arterial, diabetes mellitus, obesidade, sedentarismo tabagismo, depressão, ansiedade. Os critérios de exclusão incluíram revisões integrativas ou sistemáticas da literatura, relatos de caso, criança, adolescentes, dissertações e teses acadêmicas. As variáveis coletadas foram os domínios de QV avaliados e os questionários utilizados, prevalência de sexo e idade, os protocolos de exercício aeróbico utilizados e os desfechos na QV após o exercício. Resultados: Foram identificados 57 artigos, dos quais, apenas seis foram incluídos, totalizando 227 pacientes, predomínio do sexo feminino e masculino, com idade variando entre 60 e 80 anos, e o instrumento mais utilizado para analisar os construtos da QV entre os estudos foi o Questionário Respiratório de Saint George (SGRQ). Os protocolos de exercícios aeróbicos aplicados nos estudos incluíram duas sessões por semana, por 12 semanas, com duração de 30-90 minutos, incluindo atividades aeróbicas como caminhada, circuitos, treino de força, esteira ergométrica, corrida, treino combinado, treino de resistência. Os resultados demonstraram que só o exercício aeróbico não tem eficácia na QV, mas com alguns exercícios combinados verificou-se melhora significativa na QV dos pacientes. Conclusão: Com a introdução de exercícios aeróbicos houve melhora na qualidade de vida dos pacientes portadores de DPOC. Notou-se também que tal melhora irá depender do grau e da complexidade de cada paciente

    PARALISIA PARCIAL PERIFÉRICA (PFP): UM OLHAR SOB A PERSPECTIVA ODONTOLÓGICA E MULTIDISCIPLINAR

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    A pesquisa focou em causas comuns da Paralisia Parcial Periférica (PFP) em procedimentos odontológicos, como o uso inadequado de anestésicos locais, traumas cirúrgicos, infecções odontológicas, complicações vasculares, além de infecções como a mucormicose. Destaca ainda que a reabilitação envolve uma abordagem multidisciplinar, integrando fisioterapeutas, neurologistas, dentistas e psicólogos, sendo essenciais tanto o manejo clínico quanto o apoio emocionalvisto que a PFP pode causar ansiedade e depressão. A pesquisa evidencia que a toxina botulínica tipo A (BoNT-A) é amplamente utilizada para restaurar a simetria facial e reduzir complicações como a sincinésia. Conclui-se que o tratamento da PFP deve ser multidisciplinar, com atenção tanto à recuperação funcional quanto ao bem-estar emocional dos pacientes, promovendo uma melhor qualidade de vida

    IMPACTO DA COVID-19 NA ASSISTÊNCIA OBSTÉTRICA EM MATERNIDADES PÚBLICAS

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    Em março de 2019, foi decretado pandemia da COVID-19, uma emergência sanitária, que trouxe inúmeros desafios, indistintamente do país, todos esses foram decorrentes de uma doença emergente sem precedentes, que atingiu a população mundial, sendo responsável por inúmeros óbitos e o desenvolvimento ou agravamento de diversas comorbidades. Desde então, a COVID-19, atingiu os mais diversos grupos, com destaque para as gestantes e os recém-nascidos. Não há dúvidas de que a pandemia de SARS-CoV-2 produziu estresse e ansiedade as gestantes de todas as partes do mundo, e consequentemente estas estavam mais disponíveis a doenças comuns da gravidez, entre elas: a pré-eclâmpsia, partos prematuros, depressão, náuseas e vômitos, bem como, o agravamento dos sintomas da COVID-19. Em suma, as gestantes ou puérperas no período pandêmico estavam mais suscetíveis ao risco de exposição ao coronavírus desde o trajeto às unidades de saúde até os procedimentos pré, intra e pós-parto. Decorrente desses fatos, as pacientes, as equipes médicas e de assistência, passaram e ainda passam por mudanças no que tange à organização dos fluxos assistenciais, à prática clínica e ao cuidado perinatal. Mediante essa importância, o presente trabalho teve como objetivo discorrer sobre os impactos do Covid-19, na assistência obstétrica nas maternidades públicas brasileiras

    O PAPEL DA ACUPUNTURA NA RECUPERAÇÃO DE ATLETAS DE ALTO DESEMPENHO

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    A acupuntura é uma forma de medicina tradicional chinesa que consiste em inserir agulhas finas, estéreis e descartáveis em pontos específicos do corpo para estimular o fluxo de Qi e promover a cura. A acupuntura vem ganhando popularidade e aceitação mais ampla como modalidade de tratamento no campo da medicina esportiva. Pode ser um tipo de tratamento complementar ou alternativo para tratar múltiplas lesões que afetam pessoas que praticam esportes, principalmente os atletas de alto desempenho. Todas as lesões esportivas que causam dor e inflamação, sejam musculares, tendinosas ou mesmo articulares, podem ser tratadas de forma eficaz, sem contar que a técnica pode ser extremamente benéfica também na prevenção de novas lesões. Por isso, o objetivo do trabalho é fornecer uma revisão da literatura sobre a acupuntura na medicina esportiva, identificando seus benefícios e revelando sua natureza personalizada, bem como seu impacto na preparação, desempenho e recuperação dos atletas. Considerando que a acupuntura é um procedimento médico, que depende de diagnósticos precisos e conhecimento específico, apenas alguns profissionais da saúde têm autorização para realizar a prática, segundo o Conselho Federal de Medicina.São eles: médicos, médicos veterinários e dentistas. O correto é que o profissional esteja devidamente habilitado para conduzir a prática. Além disso, é imprescindível o uso de agulhas descartáveis em toda a técnica.&nbsp

    CARACTERÍSTICAS EPIDEMIOLÓGICAS E FUNCIONAIS EM PACIENTES PÓS-AMPUTAÇÃO DE MEMBROS INFERIORES

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    Amputação é definida como ausência completa parcial de um segmento, com diferentes causas a depender da faixa etária de manifestação. As amputações de membros inferiores causam um grande impacto físico e social além de grandes limitações funcionais. É apresentar sobre o perfil epidemiológico e clínico de pacientes com amputação de membros inferiores, proporcionando a pessoa com deficiência maior independência qualidade de vida e inclusão social, através de uma revisão de literatura. Foi realizado um estudo de revisão bibliográfico atualizado. Os critérios de exclusão são artigos que não abordem a fisioterapia nos aspectos motores e sua funcionalidade. Análise epidemiológica dos pontos de vista que cercam a amputação de membros inferiores, demonstra-se de extrema importância para a boa assistência e a caracterização do setor ou centro especializado de reabilitação. Foram incluídos 392 artigos, através nas bases de dados SciELO, PEDro, Lilacs PubMed e Google Acadêmico, entre fevereiro 2018 a agosto 2023, sendo encontrados 273 artigos no SciELO, 119 artigos no PEDro, 0 artigos na LILACS, 0 artigos no PUBMED e 0 artigos no Google Acadêmico. Dos 387 artigos, optamos pelas bases de dados da SciELO com 268 artigos e no PEDro com 119 artigo; ficou um total de 387 artigos. Dentre eles foram excluídos 200 artigos após a leitura do título, foram excluídos 100 artigos após a leitura do resumo, 77 artigos excluídos após a leitura da íntegra, totalizando 377 exclusões de artigos. No final foram selecionados 10 artigos. Conclusão: A atividade física é uma intervenção não farmacológica eficaz para melhorar os resultados. Identificaram-se, risco para amputação, fatores como idade, sexo, hábitos de vida, doenças vasculares e traumáticas. É indispensável à atuação da fisioterapia realizando a reabilitação física que visa uma melhor qualidade de vida. Ressalta-se a necessidade de mais estudos para haver um melhor direcionamento dos profissionais de saúde

    AVANÇOS DA CIRURGIA ONCOLÓGICA: RUMO À PRECISÃO E MENOR INVASIVIDADE

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    Este artigo revisa os avanços recentes na cirurgia oncológica, destacando sua evolução em direção à precisão diagnóstica e à redução da invasividade. Por meio do uso de tecnologias avançadas, como cirurgia guiada por imagem e robótica, e da aplicação de técnicas cirúrgicas menos invasivas, como a laparoscopia e a ressecção multivisceral, a abordagem ao tratamento do câncer tem se tornado mais precisa e menos traumática para os pacientes. Esses avanços têm impactado positivamente na prática clínica, resultando em melhores taxas de sobrevida, menor morbidade pós-operatória e uma melhoria significativa na qualidade de vida dos pacientes. O futuro da cirurgia oncológica promete uma abordagem ainda mais personalizada e direcionada, oferecendo esperança e otimismo para aqueles afetados pela doença

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