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    Paisajes monásticos. El monacato altomedieval en los condados catalanes (siglos IX-X). Tese de Doutoramento em História apresentada à Universidade de Barcelona (Espanha), Julho de 2019. Orientação das Professoras Blanca Garí e Maria Soler-Sala

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    La tesis doctoral que aquí se presenta plantea una aproximación global y holística al paisaje monástico de los condados catalanes altomedievales con el objetivo de ofrecer una visión del fenómeno en su conjunto y, al mismo tiempo, conocer mejor las relaciones que este entretejió con su entorno físico y social

    Investigaciones arqueológicas en Tell el-Farʽa (Palestina). Informe preliminar de la tercera campaña (2019): excavación, prospección, toponimia y restauración

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    Tell el-Farʽa, situated some 11 km northeast of the West Bank city of Nablus, on the central mountains of Palestine, was identified in 1931, by the north American orientalist William Albright, as the ancient city of Tirzah. Nowadays, this hypothetical identification became dominant. Fifteen years later, beginning in 1946, the École biblique et archéologique française, of Jerusalem, under the supervision of the Dominican father Roland de Vaux, undertook nine archaeological seasons at Tell el-Farʽa. The work, conducted by the French team, has led to identification of seven major periods, from Pre-Pottery Neolithic to Iron Age.After a long period of archaeological inactivity, since 1961, Tell el-Farʽa has become again the centre of a research project, coordinated by an international team with University of A Coruña, NOVA University, Lisbon, the Ministry of Tourism and Antiquities, Palestine, through the Department of Antiquities and Cultural Heritage.In 2017 and 2018, the two first campaigns took place and in October 2019 the third season had the following objectives: studying architecture, material culture and absolute dating concerning Iron Age; surveying the wadi el-Farʽa and surrounding areas in order to understand the regional settlements and the political and economic influence of ancient Tell el-Farʽa between the Chalcolithic and Iron Age; study of toponymy of Tell el-Farʽa and its region; and restoration and valorisation of an Iron Age house excavated by the École biblique team in 1951

    O Fantasma da Teoria: o que significa “ver-através” de fotografias?

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    I intend to examine the problem of photographic “transparency”, in the context of customary ways in photography theories of stating the aspect of “indexicality” for its images: the latter being defined as a meaning modality rooted in the assumption about pure “natural causality of natural worlds”, I characterize such ideas as a persisting conceptual phantasmagoria of these theories. For this purpose, I illustrate strategies for exorcising these theoretical spectra, through correlations between photographic significance and instances of conceptual mediation of perceptual experience — with special focus on the notion of fictional imagination, in the modalities of seeing characterizing the experience of the image (and the photographic one, in particular), by authors like Kendall Walton.Pretendo examinar o problema da “transparência” fotográfica, no quadro dos costumes das teorias da fotografia em estatuir para suas imagens o aspecto da “indexicalidade”: definida esta última como modalidade de significações enraizada no suposto de uma pura “causalidade do mundo natural”, caracterizo essas idéias como uma fantasmagoria conceitual persistente na história dessas teorias. Com este propósito, tento ilustrar estratégias para exorcizar esses espectros teóricos, através da correlação entre a significação fotográfica e certas instâncias de mediação conceitual da experiência perceptiva — com especial foco sobre a noção de imaginação ficcional, nas modalidades de ver que caracterizam a experiência da imagem (e a fotográfica, em especial), em autores como Kendall Walton

    Fantasmas à deriva: travessias da escravidão rumo ao Brasil contemporâneo

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    In this paper, I intend to articulate a certain notion of ghost with a determinate conception of image in order to think about the returns or recurrences, in contemporary Brazil, of ideas and practices of the time when slave trade was permitted in the country. More specifically, I will analyze images and discourses that point to continuities or that gather traces of slavery in actual Brazil. Todo so, I depart from the print Negros in the cellar of a slave boat, by Johann Moritz Rugendas (1803-1858), one of the most popular representation of the ships that crossed the Atlantic, between 16th and 19th centuries, taking Africans to be enslaved in the Americas. The goal is to observe, through this and other images as well as discursive formations and Brazilian popular songs, how ghosts of slavery still haunt Brazilian society. For Trouillot (1995), slavery is at once a passed time and a living presence. A past thatreturns to the present not as a simple copy, but as difference and repetition. Ghosts, in turn, can be understood as hauntings that remind us that what seemed to be pacified and overcome is alive and its returns sometimes happen in intangible ways (Pile 2005, Gordon 2008). With that in mind, I ask: in what images or discourses of today can the Rugendas’ print persist? What traces, more or less tangible, the 19th-century slave ships have left in the present?Neste ensaio sobre a imagem, pretendo articular determinada noção de fantasma com certa concepção sobre a imagem para pensar sobre retornos ou ressurgências, no Brasil contemporâneo, de ideias e práticas remanescentes dos tempos em que o tráfico negreiro esteve ativo no país e no mundo. Mais especificamente, analisarei imagens e discursos que apontem para permanências e abriguem vestígios da escravidão no Brasil atual. Para tal, parto da gravura Navio Negreiro, de Johann Moritz Rugendas (1803-1858), possivelmente uma das representações mais difundidas das embarcações que cruzaram o Atlântico, entre os séculos XVI e XIX, levando africanos para serem escravizados nas Américas. O objetivo é observar como fantasmas da escravidão assombram a sociedade brasileira a partir da análise desta e de outras imagens, de formações discursivas e letras de canções da música popular brasileira. Para Trouillot (1995), a escravidão é a um só tempo passado e presença viva. Um passado que retorna ao presente não como cópia, mas como repetição e diferença. Fantasmas, por sua vez, podem ser entendidos como as assombrações que nos lembram que o que parece ter sido pacificado, resolvido, aquilo que parece encerrado em outro tempo, está vivo e seus retornos muitas vezes se dão de maneira intangível (Pile 2005, Gordon 2008). Com isto em mente, pergunto: em que imagens ou discursos dos nossos dias a gravura de Rugendas poderá persistir? Que rastros, mais ou menos tangíveis, os navios negreiros do século XIX terão deixado no presente

    Zernik, Clélia et Eric Zernik. 2019. L’attrait des fantômes. Crisnée: Yellow Now.

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    Book reviewsRecensionsRecensõe

    Editorial

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    Abre esta Medievalista com mais uma nota de pesar, motivada pelo desaparecimento de Peter Linehan a 9 de Julho de 2020. A homenagem a este medievalista era obrigatória e por várias razões. Desde logo, porque ele era membro do Conselho Editorial da revista e acompanhou a evolução desta durante a última década. Depois, porque manteve uma longa relação com o país e com os investigadores portugueses, iniciada em 1968, há mais de cinquenta anos, quando participou no Congresso Luso-Espanhol de Estudos Medievais. Mas, sobretudo, porque ele foi um investigador muito estimulante, com uma obra que renovou a análise dos modos de apropriação do passado pelo presente dos cronistas e dos historiadores e que abriu, de resto, novos horizontes para a historiografia espanhola e portuguesa. Dos seus muitos trabalhos e dos seus méritos, falam neste número quatro investigadores portugueses que com ele privaram mais de perto e que dele oferecem quatro retratos distintos, mas complementares. Talvez porque esta multiplicação dos olhares e das perspectivas, como recordava o próprio homenageado, seja a melhor forma de captar uma personagem e uma obra igualmente complexas

    Bestiaire en marge. Une lecture zoopoétique du Chevalier au Lion de Chrétien de Troyes

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    This paper proposes a new reading of Le Chevalier au Lion by Chrétien de Troyes inspired by the zoopoetics, a hermeneutical approach theorized by Anne Simon within the framework the animal turn in literary studies and human and social sciences. Centered on the meeting of the knight Yvain and a lion, this roman thematizes human animality and gives the human-animal relationship a narrative configuration. We argue that this configuration is a matter of metonymic contiguity (or continuity) rather than of metaphoric techniques typical of the symbolic thought, and that metonymic figuration favours a dynamic of liminalities, passages and exchanges. Le Chevalier au Lion is a text particularly fit for a zoopoetic approach as zoopoetics looks, in literary texts from the past, for ways of representing animals that challenge the analogic tradition of anthropomorphism. In short, the paper aims at shedding light on the modernity of Chrétien’s humanism.   Bibliography Sources CHRÉTIEN DE TROYES – Le Chevalier au Lion. Édition critique d’après le manuscrit B.N. fr.1433, traduction, présentation et notes de David F. Hult. Paris: Librairie Générale Française, 1994.   Studies AGAMBEN, Giorgio – L’aventure. Paris: Rivages, 2016. ÁLVARES, Cristina; DIOGO, Américo – “La demoiselle de Norison: la fin d'un monde où l'on croyait aux fées”. Sénéfiance 33 (1993), pp. 9-22. BARATAY, Eric – “L’homme et l’animal. Quelle histoire?”. Le paratonnerre [en ligne] (2017) [consulté le 30 novembre 2019]. Disponible à https://leparatonnerre.fr/2017/06/14/lhomme-et-lanimal-quelle-histoire/. BARTHOLEYNS, Gil; DITTMAR, Pierre-Olivier; Jolivet, Vincent – Image et transgression au Moyen Âge. Paris: PUF, 2008. BIANCIOTTO, Gabriel (trad.) – Bestiaires du Moyen Âge. Paris: Stock, 1980. CARRETO, Carlos – “Global Middle Ages ou as virtudes do anacronismo. A lição do texto medieval”. E-letras com vida [en ligne] 2 (2019), pp. 118-149. [Consulté le 30 novembre 2019]. Disponible à https://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/66 DESCOLA, Philippe – Par-delà nature et culture. Paris: Gallimard. 2005. DITTMAR, Pierre-Olivier – “Le devenir sans l’animal”. Images re-vues 6 (2009), pp. 1-5. DOUDET, Estelle – “Le Chevalier au Lion: orgueil et charité”. Acta Litt&Arts [en ligne] 6 (2018). [Consulté le 1er décembre 2019]. Disponible à http://ouvroir-litt-arts.univ-grenoble-alpes.fr/revues/actalittarts/359-le-chevalier-au-lion-orgueil-et-charite DUFOURNET, Jean – “Le lion d’Yvain”. in Le Chevalier au Lion. Approches d’un chef-d’œuvre. Paris: Champion, 1988, pp. 77-104. FRAPPIER, Jean – Étude sur Yvain ou Le chevalier au lion de Chrétien de Troyes. Paris: SEDES, 1969. GUIETTE, Robert – “Symbolisme et sénéfiance au Moyen Âge”. Cahiers de l’Association internationale d’études françaises 6 (1954), pp. 107-122. HAIDU, Peter – Lion queue-coupée. L’écart symbolique chez Chrétien de Troyes. Genève: Droz, 1972.  HAIDU, Peter – “La sémiose dissociative. La signification historique du phénomène stylistique ‘Chrétien de Troyes’ en France du Nord au XIIe siècle”. Europe 642 (1982), pp. 36-47. HAIDU, Peter – “The Hermit’s Pottage. Deconstruction and History in Yvain”. Romanic Review 74 (1983), pp. 1-15. LE GOFF, Jacques; VIDAL-NAQUET, Pierre – “Lévi-Strauss en Brocéliande”. Critique 325 (1974), pp. 541-574. LEUPIN, Alexandre – Fiction et incarnation. Littérature et théologie au Moyen Âge. Paris: Flammarion, 1993. MOSCOVICI, Serge – La société contre nature. Paris: UGE, 1972. PASTOUREAU, Michel – Figures et couleurs. Etudes sur la symbolique et la sensibilité médiévales. Paris: Le Léopard d’or, 1986. PASTOUREAU, Michel – Une histoire symbolique du Moyen Âge occidental. Paris: Seuil, 2004. SIMON, Anne – “Une arche d’études et de bêtes”. Revue des Sciences Humaine. Zoopoétique 328 (2017), p. 7-16. SLOTERDIJK, Peter – Bulles. Sphères I. Paris: Fayard, 2011. STRUBEL, Armand – “Littérature et pensée symbolique au moyen âge (peut-on échapper au "symbolisme médiéval"?)”. in BOUTET, Dominique et HARF-LANCNER, Laurence (eds.) – Écriture et modes de pensée au Moyen âge (VIIIe- XVe siècles). Paris: Presses de l'ENS, 1993, pp. 27-45.  VANCE, Eugene – “From Man-Beast to Lion-Knight”. in From Topic to Tale. Logic and Narrativity in the Middle Ages. Minneapolis: University of Minnesota Press, 1987, pp. 80-108. VANCE, Eugene – From Topic to Tale. Logic and Narrativity in the Middle Ages. Minneapolis: University of Minnesota Press, 1987. VANCE, Eugene – “Si est homo, est animal”. in From Topic to Tale. Logic and Narrativity in the Middle Ages. Minneapolis: University of Minnesota Press, 1987, pp. 53-79. WALTER, Philippe – Canicule. Essai de mythologie sur Yvain de Chrétien de Troyes. Paris: SEDES, 1988.Nous proposons une nouvelle lecture du Chevalier au Lion de Chrétien de Troyes inspirée de la zoopoétique, courant herméneutique théorisé par Anne Simon dans la mouvance de l’animal turn des sciences humaines et sociales. Centré sur la rencontre du chevalier Yvain et d’un lion, ce roman thématise l’animalité humaine et donne une configuration narrative à la relation humain-animal. Nous soutenons que cette configuration relève moins des procédés métaphoriques typiques de la pensée symbolique que de la contiguïté (ou continuité) métonymique, laquelle favorise un imaginaire des liminalités, des passages et des échanges. Le Chevalier au Lion est un texte particulièrement propice à une approche zoopoétique pour autant que celle-ci cherche dans la littérature du passé des formes de figuration des animaux décalées par rapport à la tradition analogique de l’anthropomorphisme. Notre but est d’éclairer la modernité de l’humanisme de Chrétien de Troyes.   Bibliographie Sources CHRÉTIEN DE TROYES – Le Chevalier au Lion. Édition critique d’après le manuscrit B.N. fr.1433, traduction, présentation et notes de David F. Hult. Paris: Librairie Générale Française, 1994.   Études AGAMBEN, Giorgio – L’aventure. Paris: Rivages, 2016. ÁLVARES, Cristina; DIOGO, Américo – “La demoiselle de Norison: la fin d'un monde où l'on croyait aux fées”. Sénéfiance 33 (1993), pp. 9-22. BARATAY, Eric – “L’homme et l’animal. Quelle histoire?”. Le paratonnerre [en ligne] (2017) [consulté le 30 novembre 2019]. Disponible à https://leparatonnerre.fr/2017/06/14/lhomme-et-lanimal-quelle-histoire/. BARTHOLEYNS, Gil; DITTMAR, Pierre-Olivier; Jolivet, Vincent – Image et transgression au Moyen Âge. Paris: PUF, 2008. BIANCIOTTO, Gabriel (trad.) – Bestiaires du Moyen Âge. Paris: Stock, 1980. CARRETO, Carlos – “Global Middle Ages ou as virtudes do anacronismo. A lição do texto medieval”. E-letras com vida [en ligne] 2 (2019), pp. 118-149. [Consulté le 30 novembre 2019]. Disponible à https://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/66 DESCOLA, Philippe – Par-delà nature et culture. Paris: Gallimard. 2005. DITTMAR, Pierre-Olivier – “Le devenir sans l’animal”. Images re-vues 6 (2009), pp. 1-5. DOUDET, Estelle – “Le Chevalier au Lion: orgueil et charité”. Acta Litt&Arts [en ligne] 6 (2018). [Consulté le 1er décembre 2019]. Disponible à http://ouvroir-litt-arts.univ-grenoble-alpes.fr/revues/actalittarts/359-le-chevalier-au-lion-orgueil-et-charite DUFOURNET, Jean – “Le lion d’Yvain”. in Le Chevalier au Lion. Approches d’un chef-d’œuvre. Paris: Champion, 1988, pp. 77-104. FRAPPIER, Jean – Étude sur Yvain ou Le chevalier au lion de Chrétien de Troyes. Paris: SEDES, 1969. GUIETTE, Robert – “Symbolisme et sénéfiance au Moyen Âge”. Cahiers de l’Association internationale d’études françaises 6 (1954), pp. 107-122. HAIDU, Peter – Lion queue-coupée. L’écart symbolique chez Chrétien de Troyes. Genève: Droz, 1972.  HAIDU, Peter – “La sémiose dissociative. La signification historique du phénomène stylistique ‘Chrétien de Troyes’ en France du Nord au XIIe siècle”. Europe 642 (1982), pp. 36-47. HAIDU, Peter – “The Hermit’s Pottage. Deconstruction and History in Yvain”. Romanic Review 74 (1983), pp. 1-15. LE GOFF, Jacques; VIDAL-NAQUET, Pierre – “Lévi-Strauss en Brocéliande”. Critique 325 (1974), pp. 541-574. LEUPIN, Alexandre – Fiction et incarnation. Littérature et théologie au Moyen Âge. Paris: Flammarion, 1993. MOSCOVICI, Serge – La société contre nature. Paris: UGE, 1972. PASTOUREAU, Michel – Figures et couleurs. Etudes sur la symbolique et la sensibilité médiévales. Paris: Le Léopard d’or, 1986. PASTOUREAU, Michel – Une histoire symbolique du Moyen Âge occidental. Paris: Seuil, 2004. SIMON, Anne – “Une arche d’études et de bêtes”. Revue des Sciences Humaine. Zoopoétique 328 (2017), p. 7-16. SLOTERDIJK, Peter – Bulles. Sphères I. Paris: Fayard, 2011. STRUBEL, Armand – “Littérature et pensée symbolique au moyen âge (peut-on échapper au "symbolisme médiéval"?)”. in BOUTET, Dominique et HARF-LANCNER, Laurence (eds.) – Écriture et modes de pensée au Moyen âge (VIIIe- XVe siècles). Paris: Presses de l'ENS, 1993, pp. 27-45.  VANCE, Eugene – “From Man-Beast to Lion-Knight”. in From Topic to Tale. Logic and Narrativity in the Middle Ages. Minneapolis: University of Minnesota Press, 1987, pp. 80-108. VANCE, Eugene – From Topic to Tale. Logic and Narrativity in the Middle Ages. Minneapolis: University of Minnesota Press, 1987. VANCE, Eugene – “Si est homo, est animal”. in From Topic to Tale. Logic and Narrativity in the Middle Ages. Minneapolis: University of Minnesota Press, 1987, pp. 53-79. WALTER, Philippe – Canicule. Essai de mythologie sur Yvain de Chrétien de Troyes. Paris: SEDES, 1988

    Pandemias e História na Era da COVID-19: O balanço de uma iniciativa

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    No dia 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde classificou o novo coronavírus (SARS-CoV-2), uma doença respiratória aguda grave, como uma pandemia1. Por todo o mundo, os governos decretaram o fecho de fronteiras e ordenaram o recolhimento das suas populações em casa: impunha-se o confinamento obrigatório e o distanciamento social. As lojas fecharam, os restaurantes encerraram, os aviões ficaram em terra, as estradas esvaziaram-se de automóveis, as ruas permaneceram desertas e as redes sociais encheram-se de mensagens de esperança. Revolucionada a realidade e o quotidiano, as pessoas começaram a questionar-se: que consequências trará a Covid-19 para as nossas vidas? Quanto tempo durará esta pandemia? E o que é que aconteceu no passado e de que forma é que as sociedades escaparam a outros surtos epidemiológicos

    Terra, Pedras e Cacos do Garb al-Andalus. Jornadas Internacionais

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    Entre 23 e 25 de janeiro de 2020 realizou-se em Palmela as Jornadas Internacionais “Terra, Pedras e Cacos do Garb al-Andalus”, com coordenação científica do Grupo CIGA e organização, em parceria, do Município de Palmela e do Campo Arqueológico de Mértola

    Recensão: CUSTÓDIO, Delmira Espada - As Perfeitíssimas Horas da rainha D. Leonor. Madrid/Andorra: Taberna Libraria / A4 Ediciones, 2018 (202 pp.)

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    O Livro de Horas quatrocentista pertencente à rainha D. Leonor de Lencastre e que integrou a livraria do Convento da Madre de Deus de Lisboa constitui uma preciosidade bibliográfica do acervo da Biblioteca Nacional de Portugal (BNP, Il 165). Em finais de 2018, foi dada à estampa, em hora feliz, uma requintada edição fac-similada deste códice, com encadernação em pele e uma tiragem de 500 exemplares autenticada por notário, com a chancela da Taberna Libraria de Madrid e da A4 Ediciones de Andorra. Faz parte integrante desta cuidada edição, um volume de estudos da autoria de Delmira Espada Custódio, investigadora do Instituto de Estudos Medievais da Universidade Nova de Lisboa. Esta obra em formato fólio, impressa em papel linho e encadernação em seda, reproduz no essencial a dissertação de mestrado que a citada autora apresentou a esta Universidade. Contudo, este volume reúne também um contributo de Eduardo Lourenço sobre a personagem ambivalente da rainha D. Leonor, um Prólogo da autoria de Maria Adelaide Miranda do Instituto de Estudos Medievais da Universidade Nova de Lisboa, bem como uma oportuna Introdução da autoria de Elisa Ruiz Garcia da Universidade Complutense de Madrid, sobre o papel dos Livros de Horas na vida religiosa, social e cultural dos leigos no ocaso da Idade Média e no limiar da Modernidade

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