Plataforma de Revistas e Livros Revistas NOVAFCSH
Not a member yet
    1320 research outputs found

    Camões in Translation: Further Discoveries

    No full text
    n/

    Mickle's Translation: : A Reappraisal

    No full text
    n/

    Avatares de IA de herança cultural

    No full text
    The relationship between humans and their past, including their ancestors and cultural icons, shapes our collective memory and cultural identity. However, the emergence of AI avatars raises questions about how these connections to the past are evolving. This shift is in the first place exemplified by a mother in South Korea who used VR technology to interact with an avatar of her deceased daughter. Then this paper heeds the Luther Avatar presented in 2023 by the protestant church of Rheinland on the reformation day 31st of October. This unprecedented experience of heritage and cultural figures that as Avatars interact with us via AI technology raises complex questions about the intersection of technology, memory, and culture. The use of AI heritage avatars to connect with the deceased and our heritage figures presents both opportunities and dilemmas in how we deal of broad presence (Gumbrecht) and the relation to foreverism (Tanner) as well as the relation of language and immortality (Gil). The potential of AI avatars to change our relationship to history, temporality, mediation, testimony, collective memory, and social and religious identity is vast and warrants careful, but foremost critical explorations. This is only a preliminary start into the media philosophy of AI HeA relação entre os seres humanos e o seu passado, incluindo os seus antepassados e ícones culturais, molda a nossa memória colectiva e identidade cultural. No entanto, o aparecimento de avatares de IA levanta questões sobre a forma como estas ligações ao passado estão a evoluir. Esta mudança é, em primeiro lugar, exemplificada por uma mãe na Coreia do Sul que utilizou a tecnologia de RV para interagir com um avatar da sua filha falecida. Em seguida, o presente documento presta atenção ao Avatar de Inteligência Artificial de Lutero apresentado em 2023 pela igreja protestante de Renânia no dia da reforma, 31 de outubro. Esta experiência sem precedentes de figuras do património e da cultura que, enquanto avatares, interagem connosco através da tecnologia de IA, levanta questões complexas sobre a intersecção entre tecnologia, memória e cultura. A utilização de avatares do património da IA para estabelecer ligações com os falecidos e com as figuras do nosso património apresenta oportunidades e dilemas na forma como lidamos com a presença alargada (Gumbrecht) e a relação com o eternismo (Tanner), bem como a relação entre a linguagem e a imortalidade (Gil). O potencial dos avatares de IA para alterar a nossa relação com a história, a temporalidade, a mediação, o testemunho, a memória colectiva e a identidade social e religiosa é vasto e justifica uma exploração cuidadosa, mas sobretudo crítica. Este é apenas um início preliminar da filosofia dos media dos Avatares da Herança cultural da IA.

    Is Delulu the New Trululu? Alucinações da Inteligência Artificial como Contributo para o Processo Criativo

    No full text
    From Gods to mere mortals, creativity has been studied throughout the last decades as an intrinsic human capability of bringing something into existence. When computers are added to the equation, discussion arises. Numerous authors have defended the inexistence of computational creativity. However, if we consider the rise of Artificial Intelligence (AI), and focus on the cases of hallucinations in artistic creation, can AI hallucinations constitute a creative input into the creative process alongside a human agent? The present work proposes a literature review to understand what creativity means, if the phenomena of hallucinations can be considered creative by themselves and if they can serve the creative process. Here, it is shown that AI hallucinations can be creative and can be an input in the process of artistic creation under the artist’s appreciation. This paper offers another point of view in favour of computational creativity, that aims to contribute to a fruitful interaction between artists and AI.Dos deuses aos meros mortais, a criatividade tem sido estudada ao longo das últimas décadas como uma capacidade humana intrínseca de trazer algo à existência. Quando se juntam os computadores à equação,surge a discussão. Vários autores têm defendido a inexistência de criatividade computacional. No entanto, se con- siderarmos a recente ascensão da Inteligência Artificial (IA) e nos centrarmos nos casos dealucinações na criação artística, poderão as alucinações da IA constituir um contributo criativo para o processo criativo, a par de um agente humano? O presente trabalho propõe uma revisão da literatura para compreender o que significa criatividade, se os fenómenos de alucinações podem ser considerados criativos por si mesmos e se podem servir o no processo de criação. Neste artigo, mostra-se que as alucinações da IA são, à partida, criativas, e um contributo para o ato criativo. Este artigo ofereceoutro ponto de vista a favor da criatividade computacional, que visa contribuir para uma interação frutuosa entre artistas e IA

    O Pessoa trágico e romântico de Eduardo Lourenço

    Get PDF
    Eduardo Lourenço finds in Pessoa an unsolvable conflict between opposing ontological realities, none of which can prevail over the other: reality and fiction, authenticity and pretence, totality and fragment, knowledge and ignorance, and love and its absence. This conflict refers not only to a tragic dimension in Pessoa’s work, but also, for Lourenço, to a deeply romantic one, revealing, alongside the lament for the failure of what is longed for, an unlimited desire for the fulfilment of human experience. Going through various texts by the essayist, with a special focus on essays that deal with a particular topic of his work (love, fiction, theatre, travel, the sea or time), this article aims to outline and problematise the recurring image in Lourenço’s essays of a tragic and romantic Pessoa.Eduardo Lourenço encontra em Pessoa um conflito insolúvel entre realidades ontológicas opostas, nenhuma sendo capaz de prevalecer sobre a outra: a realidade e a ficção, a autenticidade e o fingimento, a totalidade e o fragmento, o conhecimento e a ignorância ou o amor e a sua ausência. Este conflito remete não apenas a uma dimensão trágica da obra pessoana como, segundo Lourenço, a outra profundamente romântica, nelas se revelando, a par do lamento pela falência do que é almejado, um desejo ilimitado de plenitude da experiência humana. Percorrendo diversos textos do ensaísta, com especial foco em ensaios que abordam um determinado tópico da obra (o amor, a ficção, o teatro, a viagem, o mar ou o tempo), o presente artigo visa delinear e problematizar a imagem recorrente na ensaística de Lourenço de um Pessoa trágico e romântico

    O 25 de Abril em 2024: a palavra aos criadores e artistas

    Get PDF
    Not available.“O 25 de Abril é uma referência para pensar criticamente a sociedade contemporânea”, afirma a realizadora Susana Sousa Dias. Nesse sentido, conversámos com vários criadores e artistas sobre o que representa o 25 de Abril em 2024 no cinema, na literatura e na música: a referida Susana Sousa Dias, o realizador Manuel Mozos, os escritores João Pedro Mésseder e Rita Cruz, os músicos Tiago Santos e Rogério Charraz e a maestrina Joana Fonseca. Contamos ainda com uma entrevista a Pedro Tadeu, jornalista especialista em música e política, que nos fala sobre as relações de músicos de intervenção de Portugal e Espanha

    A Tale of Two Travellers in King Alfred’s Court

    Get PDF
    Considering just the English medieval case, it seems reasonable to assume that some sorts or forms of travel writing must have existed before such canonical texts as The Travels of Sir John Mandeville, the anonymous The Land of Cockaygne or Geoffrey Chaucer’s The Canterbury Tales (14th century). Indeed, the two short accounts I will discuss were added to, and included in, the Old English translation of Paulus Orosius’s Historiarum (or Historiae) adversum Paganos Libro Septem (5th century), ordered by, and made for, Alfred the Great, King of Wessex (871-899)   Bibliographical references Sources Manuscript sources British Library, Add 47967. Lauderdale Ms ff. 8-8v. British Library,Cotton Tib.B.i Ms, ff. 10v-13v. Printed sources   BATELY, Janet; ENGLERT, Anton (eds.) – Ohthere’s Voyages. A late 9th century account of voyages along the coast of Norway and Denmark and its cultural context. Roskilde: The Viking Ship Museum, 2007. CROSSLEY-HOLLAND, Kevin (ed./trans.) – The Anglo-Saxon World. An Anthology. Oxford and New York: Oxford University Press, “The World’s Classics”, 1984 (The Boydell Press, 1982). Studies ALARCÃO, Miguel - “O elogio de Charles Dickens ao Rei Alfred de Wessex (871-899)”. Gaudium Sciendi 7 (Jan. 2015), pp. 119-133 Avalaible at https://doi.org/10.34632/gaudiumsciendi.2015.n7. Accessed 21.01.2023. ALLPORT, Ben - “Home thoughts of abroad: Ohthere’s Voyage in its Anglo-Saxon context”. Early Medieval Europe, 28:2 (2020), pp. 256-288. Available at Home thoughts of abroad: Ohthere’s Voyage in its Anglo‐Saxon context - Allport - 2020 - Early Medieval Europe - Wiley Online Library. Accessed 21.01.2023. APPLETON, Helen - “Ohthere and Wulfstan”. In ECHARD, S. ; ROUSE, R. (eds.) - Encyclopedia of British Medieval Literature. Oxford: John Wiley & Sons Ltd., 2017, pp. 1450-1451.Avalaible at https://doi.org/10.1002/9781118396957.wbemlb288 . Ohthere and Wulfstan - ORA - Oxford University Research Archive. Accessed 21.01.2023. BALE, Anthony; SOBECKI, Sebastian (eds.) – Medieval English Travel. A Critical Anthology. Oxford: Oxford University Press, 2021 (2019). BATELY, Janet - “Ohthere and Wulfstan in the Old English Orosius”. In BATELY, Janet; ENGLERT, Anton (eds.) - Ohthere’s Voyages. A late 9th century account of voyages along the coast of Norway and Denmark and its cultural context. Roskilde: The Viking Ship Museum, 2007, pp. 18-58. CARRETO, Carlos F. Clamote – “Eppur se muove… Ritmos e cadências de um imaginário em movimento”. In CARRETO, Carlos F. Clamote (ed.) –  ‘Lors te metra en la voie...’: Mobilidade e Literatura na Idade Média/Mobilité et Littérature au Moyen Age. Lisboa: Universidade Aberta, 2011, pp. 11-14. CRISTÓVÃO, Fernando – “Introdução. Para uma teoria da Literatura de Viagens”. In CRISTÓVÃO, Fernando (coord.) – Condicionantes Culturais da Literatura de Viagens. Estudos e Bibliografias. Lisboa: Edições Cosmos/Centro de Literaturas de Expressão Portuguesa da Universidade de Lisboa, col. “Cosmos Literatura”, nº 40, 1999, pp. 13-52. CUESTA, Julia Fernández; SILVA, Inmaculada Senra - “Ohthere and Wulfstan: One or Two Voyagers at the Court of King Alfred?”. Studia Neophilologica 72 / 1 (2000), pp. 18-23. DOI: 10.1080/003932700750041568; Available at https://doi.org/10.1080/003932700750041568 . Accessed 21.01.2023. DE ANGELO, Jeremy - “Ohthere, Wulfstan, and Cultural Transmission in the Ninth-Century Baltic”. Peritia 27 (January 2016), pp. 31-41. DOI:10.1484/J.PERIT.5.112194. Access 21.01.2023. DUBY, Georges – Ano 1000 Ano 2000. No Rasto dos Nossos Medos. Trans. Telma Costa. Lisboa: Editorial Teorema, Lda., 1997 (Les éditions Textuel, 1995). DUCKETT, Eleanor - Alfred the Great and his England. London: Collins, 1957. HULME, Peter; YOUNGS, Tim (eds.) – The Cambridge Companion to Travel Writing. Cambridge: Cambridge University Press, 2008 (2002). KEYNES, Simon; LAPIDGE, Michael (trans.) – Alfred the Great. Asser’s ‘Life of King Alfred’ and other contemporary sources. Harmondsworth: Penguin Books Ltd., “Penguin Classics”, 1983. PARKER, Joanne – 'England's Darling': The Victorian Cult of Alfred the Great. Manchester: Manchester University Press, 2007. LADERO QUESADA, Miguel Angel – El mundo de los viajeros medievales. Madrid: Grupo Anaya, S.A., “Biblioteca Básica de Historia - Monografias”, 1992. SOBECKI, Sebastian I. – The Sea and Medieval English Literature. Woodbridge, Suffolk: D. S. Brewer, “Studies in Medieval Romance”, 5, 2008. THOMPSON, Carl – Travel Writing. London and New York: Routledge, “The New Critical Idiom”, 2011. YOUNGS, Tim – “The Importance of Travel Writing”. In The European English Messenger, vol. 13.2 (Autumn 2004), pp. 55-62. YOUNGS, Tim – The Cambridge Introduction to Travel Writing. Cambridge: Cambridge University Press, 2014 (2013). ZUMTHOR, Paul – La Mesure du Monde. Représentations de l’Espace au Moyen Âge. Paris: Éditions du Seuil, col. “Poétique”, 1993.Considerando apenas o caso medieval inglês, parece razoável admitir que alguns tipos ou formas de escrita de viagens terão existido antes de textos canónicos como The Travels of Sir John Mandeville, o anónimo The Land of Cockaygne ou The Canterbury Tales, de Geoffrey Chaucer (Século XIV). Com efeito, os dois curtos relatos que irei apresentar foram adicionados à (e incluídos na) tradução para inglês antigo da Historiarum (ou Historiae) adversum Paganos Libro Septem, de Paulo Orósio, encomendada por (e efectuada para) Alfredo, o Grande, Rei de Wessex (871-899).   Bibliographical references Sources Manuscript sources British Library, Add 47967. Lauderdale Ms ff. 8-8v. British Library,Cotton Tib.B.i Ms, ff. 10v-13v. Printed sources   BATELY, Janet; ENGLERT, Anton (eds.) – Ohthere’s Voyages. A late 9th century account of voyages along the coast of Norway and Denmark and its cultural context. Roskilde: The Viking Ship Museum, 2007. CROSSLEY-HOLLAND, Kevin (ed./trans.) – The Anglo-Saxon World. An Anthology. Oxford and New York: Oxford University Press, “The World’s Classics”, 1984 (The Boydell Press, 1982). Studies ALARCÃO, Miguel - “O elogio de Charles Dickens ao Rei Alfred de Wessex (871-899)”. Gaudium Sciendi 7 (Jan. 2015), pp. 119-133 Avalaible at https://doi.org/10.34632/gaudiumsciendi.2015.n7. Accessed 21.01.2023. ALLPORT, Ben - “Home thoughts of abroad: Ohthere’s Voyage in its Anglo-Saxon context”. Early Medieval Europe, 28:2 (2020), pp. 256-288. Available at Home thoughts of abroad: Ohthere’s Voyage in its Anglo‐Saxon context - Allport - 2020 - Early Medieval Europe - Wiley Online Library. Accessed 21.01.2023. APPLETON, Helen - “Ohthere and Wulfstan”. In ECHARD, S. ; ROUSE, R. (eds.) - Encyclopedia of British Medieval Literature. Oxford: John Wiley & Sons Ltd., 2017, pp. 1450-1451.Avalaible at https://doi.org/10.1002/9781118396957.wbemlb288 . Ohthere and Wulfstan - ORA - Oxford University Research Archive. Accessed 21.01.2023. BALE, Anthony; SOBECKI, Sebastian (eds.) – Medieval English Travel. A Critical Anthology. Oxford: Oxford University Press, 2021 (2019). BATELY, Janet - “Ohthere and Wulfstan in the Old English Orosius”. In BATELY, Janet; ENGLERT, Anton (eds.) - Ohthere’s Voyages. A late 9th century account of voyages along the coast of Norway and Denmark and its cultural context. Roskilde: The Viking Ship Museum, 2007, pp. 18-58. CARRETO, Carlos F. Clamote – “Eppur se muove… Ritmos e cadências de um imaginário em movimento”. In CARRETO, Carlos F. Clamote (ed.) –  ‘Lors te metra en la voie...’: Mobilidade e Literatura na Idade Média/Mobilité et Littérature au Moyen Age. Lisboa: Universidade Aberta, 2011, pp. 11-14. CRISTÓVÃO, Fernando – “Introdução. Para uma teoria da Literatura de Viagens”. In CRISTÓVÃO, Fernando (coord.) – Condicionantes Culturais da Literatura de Viagens. Estudos e Bibliografias. Lisboa: Edições Cosmos/Centro de Literaturas de Expressão Portuguesa da Universidade de Lisboa, col. “Cosmos Literatura”, nº 40, 1999, pp. 13-52. CUESTA, Julia Fernández; SILVA, Inmaculada Senra - “Ohthere and Wulfstan: One or Two Voyagers at the Court of King Alfred?”. Studia Neophilologica 72 / 1 (2000), pp. 18-23. DOI: 10.1080/003932700750041568; Available at https://doi.org/10.1080/003932700750041568 . Accessed 21.01.2023. DE ANGELO, Jeremy - “Ohthere, Wulfstan, and Cultural Transmission in the Ninth-Century Baltic”. Peritia 27 (January 2016), pp. 31-41. DOI:10.1484/J.PERIT.5.112194. Access 21.01.2023. DUBY, Georges – Ano 1000 Ano 2000. No Rasto dos Nossos Medos. Trans. Telma Costa. Lisboa: Editorial Teorema, Lda., 1997 (Les éditions Textuel, 1995). DUCKETT, Eleanor - Alfred the Great and his England. London: Collins, 1957. HULME, Peter; YOUNGS, Tim (eds.) – The Cambridge Companion to Travel Writing. Cambridge: Cambridge University Press, 2008 (2002). KEYNES, Simon; LAPIDGE, Michael (trans.) – Alfred the Great. Asser’s ‘Life of King Alfred’ and other contemporary sources. Harmondsworth: Penguin Books Ltd., “Penguin Classics”, 1983. PARKER, Joanne – 'England's Darling': The Victorian Cult of Alfred the Great. Manchester: Manchester University Press, 2007. LADERO QUESADA, Miguel Angel – El mundo de los viajeros medievales. Madrid: Grupo Anaya, S.A., “Biblioteca Básica de Historia - Monografias”, 1992. SOBECKI, Sebastian I. – The Sea and Medieval English Literature. Woodbridge, Suffolk: D. S. Brewer, “Studies in Medieval Romance”, 5, 2008. THOMPSON, Carl – Travel Writing. London and New York: Routledge, “The New Critical Idiom”, 2011. YOUNGS, Tim – “The Importance of Travel Writing”. In The European English Messenger, vol. 13.2 (Autumn 2004), pp. 55-62. YOUNGS, Tim – The Cambridge Introduction to Travel Writing. Cambridge: Cambridge University Press, 2014 (2013). ZUMTHOR, Paul – La Mesure du Monde. Représentations de l’Espace au Moyen Âge. Paris: Éditions du Seuil, col. “Poétique”, 1993

    Nuno Álvares Pereira, senhor de Almada

    Get PDF
    From Nuno Álvares Pereira's life path, were always highlighted his warlike actions and his religious virtues, although his performance as holder of jurisdictional powers over vast domains still remains unclear. When peace negotiations with Castile were definitively in line and his military services were no longer indispensable to the political declaration of D. João I and the defense of the kingdom, Nuno Álvares Pereira, who, as is known, never took root in any place, seems to focus its attention on Almada. He promoted a palace in the castle grounds, where he effectively resided, albeit for a short period, and made investments, which led to the disagreement of D. João I, and interfered in the council's life in various aspects, under the protection of his manorial powers. It was also in Almada that he tried to ensure the viability of the Carmo convent, where he would retire in 1423, the year following the donation of the town and term to his granddaughter Isabel.   Referências bibliográficas Fontes Fontes manuscritas  Almada, Arquivo Histórico da Santa Casa da Misericórdia de Almada (AHSCMA) - Tombo do hospital de Santa Maria. - Tombo de S. Lázaro de Almada. Lisboa, Torre do Tombo: - Chancelaria de D. Fernando, Lv. 1. - Colecção Especial, Cx. 72. - Convento de Santa Clara de Santarém (Ordem dos Frades Menores, Província de Portugal,), Mç. 12. - Convento de Santa Maria do Carmo de Lisboa (Ordem do Carmo), Lvs. 12, 14, 18. - Feitos da Coroa, Núcleo Antigo 357. - Gaveta 21. - Leitura Nova, Místicos, Lv. 1. - Leitura Nova, Odiana, Lvs. 3 e 5. - Mosteiro de Santa Maria de Belém de Lisboa (Ordem de São Jerónimo,), Mçs. 2, 3. - Mosteiro de S. Domingos de Lisboa (Ordem dos Pregadores,), Lv. 7. - Mosteiro de S. Vicente de Fora (Cónegos Regulares de Santo Agostinho),1ª Inc., Mçs. 11, 16, 23; lv. 65. Lisboa, Arquivo Municipal de Lisboa-Arquivo Histórico (AML-AH): - Chancelaria Régia, Livro II de D. João I. Fontes impressas  Chancelarias portuguesas. D. João I. Vol. I, Tomos 1 e 2 (1385); Vol. II, Tomo 3 (1391-1407); Vol. III, Tomo 1 (1385-1410); Vol. V – Livro da Casa dos Contos. Tomo 1 – Livro dos Registos. Org. João José Alves Dias. Lisboa: Centro de Estudos Históricos, Universidade Nova de Lisboa, 1998, 2004, 2005, 2006, 2023. Chancelarias portuguesas. D. Duarte. Org. de João José Alves Dias. Vol. I, Tomos 1 e 2 (1433-1435). Lisboa: Centro de Estudos Históricos, Universidade Nova de Lisboa, Lisboa, 1998. Cortes portuguesas. Reinado de D. Fernando I (1367-1383). Vol. I (1367-1380). Ed. de A. H. de Oliveira Marques e Nuno José Pizarro Pinto Dias. Lisboa: Instituto Nacional de Investigação Científica/Centro de Estudos Históricos, Universidade Nova de Lisboa, 1990. Estoria de Dom Nuno Alvrez Pereyra. Ed. crítica da «Coronica do Condestabre» de Adelino de Almeida Calado. Coimbra: Universidade de Coimbra, 1991. LOPES, Fernão – Crónica de D. Fernando. 2ª ed. Ed. crítica de Giuliano Macchi. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2004. LOPES, Fernão – Cronica del rei D. Joham I de boa memoria e dos Reis de Portugal o decimo. Parte Primeira. Reprodução facsimilada da edição do Arquivo Histórico Português (1915). Ed. Anselmo Braamcamp Freire. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1973; Parte segunda. Ed. William J. Entwistle. Lisboa: Imprensa Nacional, 1977. O Livro das Lezírias d’el rei D. Dinis. Transcrição, estudo introdutório e notas de Bernardo de Sá Nogueira. Lisboa: Centro de História da Universidade de Lisboa, 2003. Ordenações Afonsinas. Reprodução «fac-simile» da edição feita na Real Imprensa da Universidade de Coimbra, no ano de 1792. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa e nota textológica de Eduardo Borges Nunes. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1984. Rey de Portugall e do Algarve, Senhor de Çepta. Livros I e II de D. João (1384-1433). Introdução, transcrição, sumários e índices de Miguel Gomes Martins. Lisboa: Câmara Municipal de Lisboa, 2010. SANTANA, Fr. José Pereira de – Chronica dos Carmelitas da antiga, e regular observancia nestes reynos de Portugal, Algarves e seus domínios.  Lisboa: Officina dos herdeiros de Antonio Pedrozo Galram, 1745, tomo I. SOUSA, António Caetano de – Provas da história genealogica da Casa Real portugueza. Livro I. Ed. e revisão de M. Lopes de Almeida e César Pegado. Coimbra: Atlântida Livraria Editora Lda., 1946. TEIXEIRA, Fr. Domingos – Vida de D. Nuno Álvares Pereyra, segundo Condestável de Portugal. Lisboa Occidental: Officina da Musica, 1723. Estudos ANTÓNIO (D.), Conde de São Payo – “A capela da Piedade na antiga igreja do Carmo de Lisboa”. Trabalhos da Associação dos Arqueólogos Portugueses 7ª Série, 1 (1934), pp. 147-174. AMADO, Teresa – Fernão Lopes, contador de Histórias. Sobre a crónica de D. João I. Lisboa: Editorial Estampa, 1991. AZEVEDO, Pedro de – “Culpas de David Negro”. Archivo Historico Portuguez 1 (1903), pp. 53-57. BARROS, Henrique da Gama – Historia da administração publica em Portugal nos seculos XII a XV. 2ª edição. Tomo VIII. Dir. Torquato de Sousa Soares. Lisboa: Livraria Sá da Costa, 1950. BENEVIDES, Francisco da Fonseca – Rainhas de Portugal. Estudo histórico. Vol. I. Lisboa: Typographia Castro & Irmão, 1878. CASTRO, Armando de – s. v. “Préstamos”. In Dicionário de História de Portugal. Dir. de Joel Serrão. Vol. V. Reed. Porto: Livraria Figueirinhas, 1984. COELHO, Maria Helena da Cruz Coelho – “Os tabeliães em Portugal, perfil profissional e sócio-económico”. In COELHO, Maria Helena da Cruz et al. – Estudos de Diplomática Portuguesa. Lisboa: Edições Colibri – Faculdade de Letras a Universidade de Coimbra, 2001, pp. 93-137. CUNHA, Mafalda Soares – Linhagem, Parentesco e Poder. A Casa de Bragança (1384-1483). Lisboa: Fundação da Casa de Bragança, 1990. FERREIRA, Ana Pereira – “Do rei, da rainha ou da infanta: o tabelionado de Torres Vedras entre os séculos XIII e XV”. Revista de História da Sociedade e da Cultura 22/1 (2022), pp. 127-164. FONSECA, Jorge – Montemor-o-Novo no século XV. Montemor-o-Novo: Câmara Municipal, 1998. FREIRE, Anselmo Braamcamp – Brasões da Sala de Sintra. Facsimile da 2ª ed. da Imprensa da Universidade de Coimbra, 1930. Vol. III.  Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1996. GOMES, Saul António – “O Condado de Ourém em tempos medievais”. In ANDRÉ, Carlos Ascenso (coord.) – D. Afonso, 4º Conde de Ourém e sua Época. Congresso Histórico. Ourém, 6 a 8 Novembro 2003. Actas. Ourém: Câmara Municipal de Ourém, 2004, pp. 93-156. GOMES, Saul António – Porto de Mós. Colectânea Histórica e Documental. Séculos XII a XIX. Porto de Mós: Câmara Municipal de Porto de Mós, 2005. GONÇALVES, Iria – O património do Mosteiro de Alcobaça nos séculos XIV e XV. Lisboa: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa, 1989. HESPANHA, António Manuel – História das Instituições. Épocas medieval e moderna. Coimbra: Almedina, 1982. HOMEM, Armando Luís Carvalho – O Desembargo Régio (1320-1433). Porto: INIC – Centro de História da Universidade do Porto, 1990. HOMEM, Armando Luís de Carvalho – Portugal nos Finais da Idade Média: Estado, Instituições, Sociedade Política. Lisboa: Livros Horizonte, 1990. MARQUES, A. H. de Oliveira – Portugal na crise dos séculos XIV e XV. Vol. IV da Nova História de Portugal. Dir. de Joel Serrão e A. H. de Oliveira Marques. Lisboa: Editorial Presença, 1987. MARTINS, Miguel Gomes – “O cerco de Almada (1384)”. In De Ourique a Aljubarrota. A guerra na Idade Média. Lisboa: A Esfera dos Livros, 2011, pp. 321-338. MATTOSO, José – Identificação de um país. Ensaio sobre as origens de Portugal. Vol. I. Oposição. Lisboa: Editorial Estampa, 1985. MOITEIRO, Gilberto Coralejo – "Sobre Nun'Álvares Pereira... Notas historiográficas". Lusitania Sacra 22 (2010), pp. 203-221. MONTEIRO, João Gouveia – Nuno Álvares Pereira. Guerreiro, Senhor Feudal, Santo. Os Três Rostos do Condestável. Lisboa: Manuscrito Editora, 2017. MONTEIRO, João Gouveia – “Nuno Álvares Pereira (1360-1431): de general a carmelita”. Medievalismo 28 (2018), pp. 113–145. NASCIMENTO, Aires A. – Nuno de Santa Maria: fragmentos de memória persistente. Lisboa: ARM – Associação Regina Mundi dos Antigos Alunos da Sociedade Missionária Portuguesa, 2010. OLIVEIRA, José Augusto da Cunha Freitas de – Na península de Setúbal, em finais da Idade Média: organização do espaço, aproveitamento dos recursos e exercício do poder. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2013. OLIVEIRA, Luís Filipe – A Casa dos Coutinhos: linhagem, espaço e poder. Cascais: Patrimonia, 1999. PEREIRA, Rosa Gertrudes Longo Cameira – Nuno Álvares Pereira na Corte de D. João I: Poder Senhorial/Poder Real. Tese de mestrado. Lisboa: Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2002. ROSA, Maria de Lurdes – “Batalha(s): poder, consciência, religião e caminhos que se bifurcam”. In TAVARES, Rui (dir.) - Portugal, uma retrospectiva. 1385. Lisboa: Público / Tinta-Da-China, 2019, pp. 64-77. SARAIVA, António José – O crepúsculo da Idade Média em Portugal. Lisboa: Gradiva,1998. VALDEAVELLANO, Luis G. de – Curso de Historia de las Instituciones españolas. De los orígenes al final de la Edad Media. 6ª ed. Madrid: Alianza Editorial, 1982. VAZ, Vasco Rodrigo dos Santos Machado – A boa memória do monarca. Os escrivães da Chancelaria de D. João I (1395-1433). Vol. I. Tese de Mestrado em História Medieval. Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 1995. WERMERS, M. M. – “Nun’Álvares Pereira: a sua cronologia e o seu itinerário”. Lusitania Sacra 5 (1960), pp. 7-99.  Do percurso de vida de Nuno Álvares Pereira foram sempre destacadas as ações guerreiras e as virtudes religiosas, permanecendo ainda nebuloso o seu desempenho como detentor de poderes jurisdicionais sobre vastos domínios. Quando as negociações de paz com Castela ficaram definitivamente encarreiradas e os seus serviços militares deixaram de ser indispensáveis à afirmação política de D. João I e à defesa do reino, Nuno Álvares Pereira, que, segundo é sabido, nunca se enraizou em nenhum lugar, parece centrar a sua atenção em Almada. Promoveu um paço no recinto do castelo, onde terá residido efetivamente, ainda que por um curto período, procedeu a investimentos, que motivaram o desacordo de D. João I, e interferiu na vida concelhia em diversas vertentes, ao abrigo dos seus poderes senhoriais. Foi ainda em Almada que tratou de assegurar a viabilização do empreendimento do convento do Carmo, para onde se retiraria em 1423, no ano seguinte à doação da vila e termo à neta Isabel.   Referências bibliográficas Fontes Fontes manuscritas  Almada, Arquivo Histórico da Santa Casa da Misericórdia de Almada (AHSCMA) - Tombo do hospital de Santa Maria. - Tombo de S. Lázaro de Almada. Lisboa, Torre do Tombo: - Chancelaria de D. Fernando, Lv. 1. - Colecção Especial, Cx. 72. - Convento de Santa Clara de Santarém (Ordem dos Frades Menores, Província de Portugal,), Mç. 12. - Convento de Santa Maria do Carmo de Lisboa (Ordem do Carmo), Lvs. 12, 14, 18. - Feitos da Coroa, Núcleo Antigo 357. - Gaveta 21. - Leitura Nova, Místicos, Lv. 1. - Leitura Nova, Odiana, Lvs. 3 e 5. - Mosteiro de Santa Maria de Belém de Lisboa (Ordem de São Jerónimo,), Mçs. 2, 3. - Mosteiro de S. Domingos de Lisboa (Ordem dos Pregadores,), Lv. 7. - Mosteiro de S. Vicente de Fora (Cónegos Regulares de Santo Agostinho),1ª Inc., Mçs. 11, 16, 23; lv. 65. Lisboa, Arquivo Municipal de Lisboa-Arquivo Histórico (AML-AH): - Chancelaria Régia, Livro II de D. João I. Fontes impressas  Chancelarias portuguesas. D. João I. Vol. I, Tomos 1 e 2 (1385); Vol. II, Tomo 3 (1391-1407); Vol. III, Tomo 1 (1385-1410); Vol. V – Livro da Casa dos Contos. Tomo 1 – Livro dos Registos. Org. João José Alves Dias. Lisboa: Centro de Estudos Históricos, Universidade Nova de Lisboa, 1998, 2004, 2005, 2006, 2023. Chancelarias portuguesas. D. Duarte. Org. de João José Alves Dias. Vol. I, Tomos 1 e 2 (1433-1435). Lisboa: Centro de Estudos Históricos, Universidade Nova de Lisboa, Lisboa, 1998. Cortes portuguesas. Reinado de D. Fernando I (1367-1383). Vol. I (1367-1380). Ed. de A. H. de Oliveira Marques e Nuno José Pizarro Pinto Dias. Lisboa: Instituto Nacional de Investigação Científica/Centro de Estudos Históricos, Universidade Nova de Lisboa, 1990. Estoria de Dom Nuno Alvrez Pereyra. Ed. crítica da «Coronica do Condestabre» de Adelino de Almeida Calado. Coimbra: Universidade de Coimbra, 1991. LOPES, Fernão – Crónica de D. Fernando. 2ª ed. Ed. crítica de Giuliano Macchi. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2004. LOPES, Fernão – Cronica del rei D. Joham I de boa memoria e dos Reis de Portugal o decimo. Parte Primeira. Reprodução facsimilada da edição do Arquivo Histórico Português (1915). Ed. Anselmo Braamcamp Freire. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1973; Parte segunda. Ed. William J. Entwistle. Lisboa: Imprensa Nacional, 1977. O Livro das Lezírias d’el rei D. Dinis. Transcrição, estudo introdutório e notas de Bernardo de Sá Nogueira. Lisboa: Centro de História da Universidade de Lisboa, 2003. Ordenações Afonsinas. Reprodução «fac-simile» da edição feita na Real Imprensa da Universidade de Coimbra, no ano de 1792. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa e nota textológica de Eduardo Borges Nunes. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1984. Rey de Portugall e do Algarve, Senhor de Çepta. Livros I e II de D. João (1384-1433). Introdução, transcrição, sumários e índices de Miguel Gomes Martins. Lisboa: Câmara Municipal de Lisboa, 2010. SANTANA, Fr. José Pereira de – Chronica dos Carmelitas da antiga, e regular observancia nestes reynos de Portugal, Algarves e seus domínios.  Lisboa: Officina dos herdeiros de Antonio Pedrozo Galram, 1745, tomo I. SOUSA, António Caetano de – Provas da história genealogica da Casa Real portugueza. Livro I. Ed. e revisão de M. Lopes de Almeida e César Pegado. Coimbra: Atlântida Livraria Editora Lda., 1946. TEIXEIRA, Fr. Domingos – Vida de D. Nuno Álvares Pereyra, segundo Condestável de Portugal. Lisboa Occidental: Officina da Musica, 1723. Estudos ANTÓNIO (D.), Conde de São Payo – “A capela da Piedade na antiga igreja do Carmo de Lisboa”. Trabalhos da Associação dos Arqueólogos Portugueses 7ª Série, 1 (1934), pp. 147-174. AMADO, Teresa – Fernão Lopes, contador de Histórias. Sobre a crónica de D. João I. Lisboa: Editorial Estampa, 1991. AZEVEDO, Pedro de – “Culpas de David Negro”. Archivo Historico Portuguez 1 (1903), pp. 53-57. BARROS, Henrique da Gama – Historia da administração publica em Portugal nos seculos XII a XV. 2ª edição. Tomo VIII. Dir. Torquato de Sousa Soares. Lisboa: Livraria Sá da Costa, 1950. BENEVIDES, Francisco da Fonseca – Rainhas de Portugal. Estudo histórico. Vol. I. Lisboa: Typographia Castro & Irmão, 1878. CASTRO, Armando de – s. v. “Préstamos”. In Dicionário de História de Portugal. Dir. de Joel Serrão. Vol. V. Reed. Porto: Livraria Figueirinhas, 1984. COELHO, Maria Helena da Cruz Coelho – “Os tabeliães em Portugal, perfil profissional e sócio-económico”. In COELHO, Maria Helena da Cruz et al. – Estudos de Diplomática Portuguesa. Lisboa: Edições Colibri – Faculdade de Letras a Universidade de Coimbra, 2001, pp. 93-137. CUNHA, Mafalda Soares – Linhagem, Parentesco e Poder. A Casa de Bragança (1384-1483). Lisboa: Fundação da Casa de Bragança, 1990. FERREIRA, Ana Pereira – “Do rei, da rainha ou da infanta: o tabelionado de Torres Vedras entre os séculos XIII e XV”. Revista de História da Sociedade e da Cultura 22/1 (2022), pp. 127-164. FONSECA, Jorge – Montemor-o-Novo no século XV. Montemor-o-Novo: Câmara Municipal, 1998. FREIRE, Anselmo Braamcamp – Brasões da Sala de Sintra. Facsimile da 2ª ed. da Imprensa da Universidade de Coimbra, 1930. Vol. III.  Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1996. GOMES, Saul António – “O Condado de Ourém em tempos medievais”. In ANDRÉ, Carlos Ascenso (coord.) – D. Afonso, 4º Conde de Ourém e sua Época. Congresso Histórico. Ourém, 6 a 8 Novembro 2003. Actas. Ourém: Câmara Municipal de Ourém, 2004, pp. 93-156. GOMES, Saul António – Porto de Mós. Colectânea Histórica e Documental. Séculos XII a XIX. Porto de Mós: Câmara Municipal de Porto de Mós, 2005. GONÇALVES, Iria – O património do Mosteiro de Alcobaça nos séculos XIV e XV. Lisboa: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa, 1989. HESPANHA, António Manuel – História das Instituições. Épocas medieval e moderna. Coimbra: Almedina, 1982. HOMEM, Armando Luís Carvalho – O Desembargo Régio (1320-1433). Porto: INIC – Centro de História da Universidade do Porto, 1990. HOMEM, Armando Luís de Carvalho – Portugal nos Finais da Idade Média: Estado, Instituições, Sociedade Política. Lisboa: Livros Horizonte, 1990. MARQUES, A. H. de Oliveira – Portugal na crise dos séculos XIV e XV. Vol. IV da Nova História de Portugal. Dir. de Joel Serrão e A. H. de Oliveira Marques. Lisboa: Editorial Presença, 1987. MARTINS, Miguel Gomes – “O cerco de Almada (1384)”. In De Ourique a Aljubarrota. A guerra na Idade Média. Lisboa: A Esfera dos Livros, 2011, pp. 321-338. MATTOSO, José – Identificação de um país. Ensaio sobre as origens de Portugal. Vol. I. Oposição. Lisboa: Editorial Estampa, 1985. MOITEIRO, Gilberto Coralejo – "Sobre Nun'Álvares Pereira... Notas historiográficas". Lusitania Sacra 22 (2010), pp. 203-221. MONTEIRO, João Gouveia – Nuno Álvares Pereira. Guerreiro, Senhor Feudal, Santo. Os Três Rostos do Condestável. Lisboa: Manuscrito Editora, 2017. MONTEIRO, João Gouveia – “Nuno Álvares Pereira (1360-1431): de general a carmelita”. Medievalismo 28 (2018), pp. 113–145. NASCIMENTO, Aires A. – Nuno de Santa Maria: fragmentos de memória persistente. Lisboa: ARM – Associação Regina Mundi dos Antigos Alunos da Sociedade Missionária Portuguesa, 2010. OLIVEIRA, José Augusto da Cunha Freitas de – Na península de Setúbal, em finais da Idade Média: organização do espaço, aproveitamento dos recursos e exercício do poder. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2013. OLIVEIRA, Luís Filipe – A Casa dos Coutinhos: linhagem, espaço e poder. Cascais: Patrimonia, 1999. PEREIRA, Rosa Gertrudes Longo Cameira – Nuno Álvares Pereira na Corte de D. João I: Poder Senhorial/Poder Real. Tese de mestrado. Lisboa: Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2002. ROSA, Maria de Lurdes – “Batalha(s): poder, consciência, religião e caminhos que se bifurcam”. In TAVARES, Rui (dir.) - Portugal, uma retrospectiva. 1385. Lisboa: Público / Tinta-Da-China, 2019, pp. 64-77. SARAIVA, António José – O crepúsculo da Idade Média em Portugal. Lisboa: Gradiva,1998. VALDEAVELLANO, Luis G. de – Curso de Historia de las Instituciones españolas. De los orígenes al final de la Edad Media. 6ª ed. Madrid: Alianza Editorial, 1982. VAZ, Vasco Rodrigo dos Santos Machado – A boa memória do monarca. Os escrivães da Chancelaria de D. João I (1395-1433). Vol. I. Tese de Mestrado em História Medieval. Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 1995. WERMERS, M. M. – “Nun’Álvares Pereira: a sua cronologia e o seu itinerário”. Lusitania Sacra 5 (1960), pp. 7-99

    Recensão / Review: SILVA, Joaquim Candeias da; GARCIA, José Manuel – Itinerários do rei D. Manuel I. Lisboa: Edições Colibri, Academia Portuguesa da História, 2022 (252 pp.)

    Get PDF
    Em Portugal não está na moda, como se verá, publicar trabalhos com a natureza de um itinerário régio. Se faltassem outros motivos, esse facto já justificaria que se assinalasse o empreendimento de Joaquim Candeias da Silva e José Manuel Garcia dedicado a D. Manuel I, em boa hora acolhido pela Academia Portuguesa da História e pelas Edições Colibri. Há, contudo, outras boas razões para fazê-lo, uma vez que tanto os conteúdos da obra como o papel que pode desempenhar no desenvolvimento da historiografia portuguesa são merecedores de reflexão.   Referências bibliográficas Fontes impressas  CARVALHO, José Branquinho de – Cartas originais dos reis enviadas à Câmara de Coimbra. 1480-1571. Coimbra: Biblioteca Municipal, 1943. SÁ-NOGUEIRA, Bernardo – “Cartas-missivas, alvarás e mandados enviados pelos reis D. João II e D. Manuel I ao concelho de Montemor-o-Novo (estudo diplomatístico)”. Almansor 8 (1990), pp. 43-130. RIVARA, Joaquim – “Os originais do cartório da Câmara Municipal de Évora”. A cidade de Évora 45-46 (1962-1963), pp. 349-427:47 (1964), pp. 163-225. Estudos ADOT LERGA, Álvaro – “Itinerario de los reyes privativos de Navarra: Juan III de Albret-Catalina I de Foix (1483-1517)”. Príncipe de Viana 217 (1999), pp. 401-458. AZEVEDO, Pedro de – “A chancelaria de D. Afonso IV”. Boletim da Segunda Classe 6 (1912), pp. 180-199. BRAGA, Paulo Drumond – “Itinerários do príncipe D. João, herdeiro do trono português (1477-1478)”. Revista da Biblioteca Nacional 5 (1990), pp. 7-19. CAÑAS GÁLVEZ, Francisco de Paula – El itinerario de la corte de Juan II de Castilla (1418-1454). Madrid: Sílex Ediciones, 2007. COSTA, João Paulo Oliveira e – D. Manuel I. Um príncipe do Renascimento. Lisboa: Temas e Debates, 2007. CRUZ, António – “No quinto centenário de Dom Manuel I”. História. Revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto 1 (1970), pp. 1-75. DIAS, João José Alves – “Itinerário de D. Afonso III (1245-1279)”. Arquivos do Centro Cultural Português 15 (1980), pp. 453-519. DIAS, João José Alves – “Itinerário de D. Afonso II (1211-1223)”. Estudos Medievais 7 (1986), pp. 29-47. FREIRE, Anselmo Braamcamp – “A chancelaria de D. Afonso V”. Arquivo Histórico Português 2 (1904), pp. 479-487; 3 (1905), pp. 62, 113, 212, 401. FREITAS, Judite A. Gonçalves de – “Teemos por bem e mandamos”. A burocracia régia e os seus oficiais em meados de Quatrocentos (1439-1460). Cascais: Patrimonia, 2001. FREIRE, Anselmo Braamcamp – “A chancelaria de D. João II”. Arquivo Histórico Português 2 (1904), pp. 337-343. FREITAS, Judite A. Gonçalves de – “O Portugal Atlântico e o Portugal Mediterrâneo na itinerância régia de meados do século XV (1433-1460)”. In Estudos em homenagem ao Professor Doutor José Marques. Vol. 2. Porto: Universidade do Porto, 2006, pp. 497-511. GOMES, Rita Costa – A corte dos reis de Portugal no final da Idade Média. Lisboa: Difel, 1995. GONZÁLEZ JIMÉNEZ, Manuel; CARMONA RUIZ, M.ª Antonia – Documentación e itinerario de Alfonso X el Sabio. Sevilha: Universidad de Sevilla, 2012.  GONZÁLEZ SÁNCHEZ, Santiago – Itinerario de don Fernando, regente de Castilla y rey de Aragón (1407-1416). Saragoça: Institución «Fernando el Católico», 2013. HOMEM, Armando Luís de Carvalho – “Da diplomática régia à história do Estado dos fins da Idade Média – um rumo de investigação”. Revista de História Económica e Social 8 (1981), pp. 11-25. HOMEM, Armando Luís de Carvalho – O desembargo régio (1320-1433). Porto: INIC, 1990. MARQUES, A. H. de Oliveira – “Prefácio”. In DIAS, João José Alves – “Itinerário de D. Afonso III (1245-1279)”. Arquivos do Centro Cultural Português 15 (1980), pp. 453-455. MARQUES, A. H. de Oliveira – Guia do estudante de história medieval portuguesa. 3.ª edição. Lisboa: Editorial Estampa, 1988. MARQUES, José – “Os itinerários do arcebispo de Braga D. Fernando da Guerra (1417-1467)”. Revista de História 1 (1978), pp. 89-182. MATTOSO, José – “Perspetivas atuais da investigação e da síntese na historiografia medieval portuguesa (1128-1383)”. Anuario de Estudios Medievales 13 (1983), pp. 641-662. MEDEIROS, Filipa – A historiografia medieval portuguesa na viragem do milénio (2000-2010). Évora: Publicações do CIDEHUS, 2015. [Consultado a 10 de março de 2023]. Disponível online em: https://books.openedition.org/cidehus/1233. MORENO, Humberto Baquero – “Os itinerários do infante D. Pedro (1438-1448)”. Revista de Ciências do Homem da Universidade de Lourenço Marques 1 (1968), pp. 1-168. MORENO, Humberto Baquero – Itinerários de el-rei D. Duarte (1433-1438). Lisboa: Academia Portuguesa da História, 1976. MORENO, Humberto Baquero – Os itinerários de el-rei Dom João I (1384-1433). Lisboa: Instituto de Cultura de Língua Portuguesa, 1988. RAU, Virgínia (dir.) – Itinerários régios medievais. Elementos para o estudo da administração medieval portuguesa. I. Itinerário del-rei D. Dinis. Lisboa: Instituto de Alta Cultura, 1962. RODRIGUES, Maria Teresa Campos – “O itinerário de D. Pedro I (1357-1367)”. Ocidente. Revista Portuguesa de Cultura 82 (1972), pp. 147-176. RODRIGUES, Maria Teresa Campos – “O itinerário de D. Fernando (1367-1383)”. Bracara Augusta 32 (1985-1986), pp. 181-227. SERRÃO, Joaquim Veríssimo – Itinerários de el-rei D. Sebastião (1568-1578). Lisboa: Academia Portuguesa da História, 1962. SERRÃO, Joaquim Veríssimo – Itinerários de el-rei D. João II. Lisboa: Academia Portuguesa da História, 1993. SOUSA, Armindo de – “A morte de D. João I. Um tema de propaganda dinástica”. Lucerna (1984), pp. 417-487

    Bilingualism represented in How to tame a wild tongue by Gloria Anzaldúa

    No full text
    This study aimed to analyse Gloria Anzaldúa’s identity representation through her writing in How to Tame a Wild Tongue (Anzaldúa, 1987), where she uses English and Spanish alternately. It also aimed to collect non-Spanish speakers’ impressions on this writing style. This study includes a summary of the analysed text and reports on a 2-question survey with non-Spanish speakers to examine their impressions regarding the use of Spanish  in an English text. The study aimed to answer the following research questions: 1) How does Anzaldúa’s writing style show her identity? 2) Why does she employ code switching  in her writing? 3) What are the impressions of non-Spanish speaking speakers of English while reading Anzaldúa’s text excerpts written in English and Spanish? Results indicated that Anzaldúa’s writing represents her identity as someone not belonging to one, but to different cultures represented in her Chicana identity, as well as in the use of both English and Spanish to navigate the English and Spanish-speaking worlds. Furthermore, results indicate that the use of Spanish  in her writing represents the need to connect to her Spanish-speaking audience. Participants indicated both positive and negative impressions related to their understanding of Anzaldúa’s code switching between English and Spanish in her writing.This study aimed to analyse Gloria Anzaldúa’s identity representation through her writing in How to Tame a Wild Tongue (Anzaldúa, 1987), where she uses English and Spanish alternately. It also aimed to collect non-Spanish speakers’ impressions on this writing style. This study includes a summary of the analysed text and reports on a 2-question survey with non-Spanish speakers to examine their impressions regarding the use of Spanish  in an English text. The study aimed to answer the following research questions: 1) How does Anzaldúa’s writing style show her identity? 2) Why does she employ code switching  in her writing? 3) What are the impressions of non-Spanish speaking speakers of English while reading Anzaldúa’s text excerpts written in English and Spanish? Results indicated that Anzaldúa’s writing represents her identity as someone not belonging to one, but to different cultures represented in her Chicana identity, as well as in the use of both English and Spanish to navigate the English and Spanish-speaking worlds. Furthermore, results indicate that the use of Spanish  in her writing represents the need to connect to her Spanish-speaking audience. Participants indicated both positive and negative impressions related to their understanding of Anzaldúa’s code switching between English and Spanish in her writing

    624

    full texts

    1,320

    metadata records
    Updated in last 30 days.
    Plataforma de Revistas e Livros Revistas NOVAFCSH
    Access Repository Dashboard
    Do you manage Open Research Online? Become a CORE Member to access insider analytics, issue reports and manage access to outputs from your repository in the CORE Repository Dashboard! 👇