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    XIV Colóquio da Secção Portuguesa da Associação Hispânica de Literatura Medieval – FRONTEIRA- Almeida (Guarda) – Portugal, 4-6 de setembro de 2024

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    Bibliographical references Studies AGAMBEN, Giorgio – O aberto. O Homem e o Animal. Lisboa: Edições 70, 2003. ÁLVARES, Cristina; SOUSA, Sérgio Guimarães de (ed.) – Limiares Homem Animal na literatura e na cultura da Idade Média. Berlin, Bern, Bruxelles, New York, Oxford, Warszawa, Wien: Peter Lang, 2023. CHÊNERIE, Marie-Luce – Le chevalier errant dans les romans arthuriens en vers des XIIe et XIIIe siècles. Paris: Librairie Droz, 1986. EIRÍN, Leticia – “O cancioneiro de Don Denís como intertexto poético”. In Estudos galego-brasileiros 4 - Língua, Literatura, Identidade. A Coruña: Universidade da Coruña, 2010, pp. 109-132. FERNÁNDEZ-ORDÓÑEZ, Inés; ARMISTEAD, Samuel G. – Alfonso X el Sabio y las Crónicas de España. Valladolid: Secretariado de Publicaciones e Intercambio Editorial, Universidad de Valladolid, 2000. GOMES, Rita Costa – Castelos da Raia. Vol. I - Beira. Lisboa: IPPAR, 1996. HARO CORTÉS, Marta – “La teatralidad en los villancicos pastoriles de Juan del Encina”. In BELTRAN LLAVADOR, Rafael (coord.) – Homenaje a Luis Quirante. Vol. I. Valencia: Universidad de Valencia = Universitat de València, 2003. pp. 191-204. MARTOS, Josep Lluís, et al. – “Poesía de cancionero y fuentes impresas: el repertorio abreviado de incunables poéticos”. In TORO PASCUA, María Isabel; VALLÍN, Gema (dirs.) – Tradiciones poéticas de la Romania (entre la Edad Media y la Edad Moderna). Salamanca: Ediciones Universidad de Salamanca, 2024, pp. 329-340. PASTOUREAU, Michel – Una historia simbólica de la Edad Media occidental. Buenos Aires: Katz editores, 2006. PIRES, Natália Albino – “Especificidade das formas adjetivais em romances da tradição oral moderna portuguesa: formas hápax”. In MARÇALO, Maria João, et al. (ed.) – Língua portuguesa: ultrapassar fronteiras, juntar culturas. Évora: Universidade de Évora, 2010, pp. 101-114. VASCONCELLOS, Carolina Michaëlis de – Estudos sobre o romanceiro peninsular: romances velhos em Portugal. Madrid: Imprenta Iberica, 1909.A décima quarta edição do colóquio da secção portuguesa da AHLM realizou-se entre os dias 4 e 6 de setembro, em plena raia beirã, na histórica vila de Almeida, em terras de Riba Coa. Tendo como tema “Fronteira”, não foi por acaso que o colóquio decorreu numa região que, durante séculos, delimitou os espaços do Reino de Portugal e de Leão, enquanto também marcava a separação entre os reinos do Norte com o Al-Andalus. De facto, o vocábulo “Beira”, no século XII, reportava-se aos territórios a oriente da serra da Estrela, entre os rios Douro e Tejo, sendo que os situados em Riba Coa, só tardiamente foram integrados no reino português, com o Tratado de Alcanices, em 1297, firmado por D. Dinis e Fernando IV de Leão e de Castela.   Referências bibliográficas Estudos  AGAMBEN, Giorgio – O aberto. O Homem e o Animal. Lisboa: Edições 70, 2003. ÁLVARES, Cristina; SOUSA, Sérgio Guimarães de (ed.) – Limiares Homem Animal na literatura e na cultura da Idade Média. Berlin, Bern, Bruxelles, New York, Oxford, Warszawa, Wien: Peter Lang, 2023. CHÊNERIE, Marie-Luce – Le chevalier errant dans les romans arthuriens en vers des XIIe et XIIIe siècles. Paris: Librairie Droz, 1986. EIRÍN, Leticia – “O cancioneiro de Don Denís como intertexto poético”. In Estudos galego-brasileiros 4 - Língua, Literatura, Identidade. A Coruña: Universidade da Coruña, 2010, pp. 109-132. FERNÁNDEZ-ORDÓÑEZ, Inés; ARMISTEAD, Samuel G. – Alfonso X el Sabio y las Crónicas de España. Valladolid: Secretariado de Publicaciones e Intercambio Editorial, Universidad de Valladolid, 2000. GOMES, Rita Costa – Castelos da Raia. Vol. I - Beira. Lisboa: IPPAR, 1996. HARO CORTÉS, Marta – “La teatralidad en los villancicos pastoriles de Juan del Encina”. In BELTRAN LLAVADOR, Rafael (coord.) – Homenaje a Luis Quirante. Vol. I. Valencia: Universidad de Valencia = Universitat de València, 2003. pp. 191-204. MARTOS, Josep Lluís, et al. – “Poesía de cancionero y fuentes impresas: el repertorio abreviado de incunables poéticos”. In TORO PASCUA, María Isabel; VALLÍN, Gema (dirs.) – Tradiciones poéticas de la Romania (entre la Edad Media y la Edad Moderna). Salamanca: Ediciones Universidad de Salamanca, 2024, pp. 329-340. PASTOUREAU, Michel – Una historia simbólica de la Edad Media occidental. Buenos Aires: Katz editores, 2006. PIRES, Natália Albino – “Especificidade das formas adjetivais em romances da tradição oral moderna portuguesa: formas hápax”. In MARÇALO, Maria João, et al. (ed.) – Língua portuguesa: ultrapassar fronteiras, juntar culturas. Évora: Universidade de Évora, 2010, pp. 101-114. VASCONCELLOS, Carolina Michaëlis de – Estudos sobre o romanceiro peninsular: romances velhos em Portugal. Madrid: Imprenta Iberica, 1909

    Toda pedra pode ser oceano: experimentos sobre o “fetichismo” enquanto arquivo

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    This article offers a critical investigation of the concept of “fetishism” through conceptual and methodological experiments with the colonial archive. By mobilizing categories such as “line,” “impression,” and “dialectical machine,” it seeks to excavate the historical, political, and epistemological layers of the term, approaching it as a field of dispute and invention. Historical and ethnographic images are activated as critical operators, composing a visual montage that challenges the text and expands its reflective power. Drawing on authors such as William Pietz, Walter Benjamin, Suely Rolnik, Jacques Derrida, Jean-Luc Nancy, and Georges Didi-Huberman, the text articulates an experimental grammar of the archive, suggesting ways to reactivate the silenced memories of fetishism and its deviant uses. It is thus a poetic-political exercise in memory-making, which reclaims fetishism as an unstable, residual, and insurgent territory.Este artigo propõe uma investigação crítica do conceito de “fetichismo” por meio de experimentações conceituais e metodológicas com o arquivo colonial. Ao mobilizar categorias como “linha”, “impressão” e “máquina dialética”, busca-se escavar as camadas históricas, políticas e epistemológicas do termo, pensando-o como campo de disputa e invenção. Imagens históricas e etnográficas são acionadas como operadores críticos, compondo uma montagem visual que tensiona o texto e amplia sua potência reflexiva. A partir de autores como William Pietz, Walter Benjamin, Suely Rolnik, Jacques Derrida, Jean-Luc Nancy e Georges Didi-Huberman, o texto articula uma gramática experimental do arquivo, sugerindo formas de reativação das memórias silenciadas do fetichismo e seus usos desviantes. Trata-se, assim, de um exercício poético-político de invenção de memória, que reivindica o fetichismo como território instável, residual e insurgente

    Questões preliminares ao estudo da moda

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    This text elaborates upon the formulation of the difficulties faced by those who wish to elaborate a scientific study on fashion and aims to propose ways of overcoming them. After recalling the etymology of the term, this text draws attention to two questions prior to the study of fashion: the understanding of the nature of intersubjective processes that obey to its paradoxical logic and the understanding of the language games that, by using devices extrinsic to this logic, eventually regulate the logical paradoxes that constitute the phenomena of fashion.Formulação das dificuldades com que se confronta quem pretender elaborar um estudo científico sobre a moda e proposta dos caminhos para as ultrapassar. A uma primeira abordagem, a moda parece ser constituída por processos intersubjectivos que obedecem a uma lógica paradoxal e decorrer de jogos de linguagem que fazem intervir dispositivos extrínsecos a essa lógica para regular os paradoxos que a constituem

    “A segunda pele”: Algumas considerações sobre o simbolismo das armaduras no século XVI

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    In the sixteenth and seventeenth centuries there is a real turning point in the war art that marks the shifting from a conception of armor as a practical device to a conception of the armor as a symbolic device of corporal defense. The starting point for these reflections is the observation that, in relation to the medieval armature, the armor of "modern times" transcends warrior immediate immediate and exceeds the strict laws of Christian symbolism of the miles Christianus, both by the form and by the figurative repertoire which she displays as a representation of the self.Assiste-se, nos séculos XVI e XVII a uma verdadeira viragem no domínio da arte da guerra que marca a passagem de uma concepção da armadura enquanto dispositivo prático a uma concepção da armadura como dispositivo simbólico de defesa corporal. O ponto de partida destas reflexões é a constatação de que, em relação à armadura medieval, a armadura dos “tempos modernos” transcende a funcionalidade guerreira imediata e excede as leis estritas do simbolismo cristão do miles christianus, propondo-se tanto pela forma como pelo reportório figurativo que ela põe em cena como uma representação da pessoa

    The cult of the dead in Medieval Europe: revisiting a historiographical theme in times of crisis

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    Between November 2019 and the end of 2021, our planet lived a strange and singular daily life dictated by unexpected circumstances. During the epidemic caused by the spread of COVID-19, the daily news began with death tolls. For the first time in most of our lives, this wasn’t counting the number of victims of war, massacres or natural disasters. The deaths tallied during that period were, instead, the result of the spread of a respiratory virus, infection with which could be – and was in many thousands of cases – lethal. In fact, large-scale death had never been so significant for an inhabitant of post-World War II Europe, nor had the agent promoting the infection spread so quickly and easily in the various spaces and circles of society and socialisation.   Bibliographic references Sources Printed Sources CAMPOS, Maria Amélia Álvaro de – A comemoração dos mortos no calendário dos vivos. O obituário medieval da Colegiada de São Bartolomeu de Coimbra. (Edição crítica e estudo do manuscrito). Coimbra: Imprensa da Universidade, [em linha] 2020 [Consultado a 16 de fevereiro 2024]. Disponível em  https://doi.org/10.14195/978-989-26-1699-5 SANTOS, Maria José Azevedo – “Un libro de aniversarios de la colegiata de Santiago de Coímbra. Contribución al estudio del culto del Apóstol en la Edad Media”. Ad limina: revista de investigación del Camino de Santiago y las peregrinaciones 9 (2018), pp. 185–224.   Studies ARIÈS, Philippe – L’homme devant la mort. Paris : Éditions du Seuil, 1977. BAILEY, Mark – After the Black Death: Economy, society, and the law in fourteenth-century England. Oxford, New York: Oxford University Press, 2021. BARREIRA, Mariana Castro – A vida e a morte das comunidades laicas e eclesiásticas da paróquia medieval de São Bartolomeu de Coimbra: uma abordagem a partir do Timelink. Coimbra: Faculdade de Letras, [Em linha] 2023 [Consultado a 16 de fevereiro 2024]. Disponível em https://hdl.handle.net/10316/108473 BENITO, Julia Pavón – “Is it necessary to continue researching death? A historiographical reflection and new perspectives”. Vínculos de Historia Revista del Departamento de Historia de la Universidad de Castilla-La Mancha, 12 [Em linha] (28 June 2023), pp. 65–83 [Consultado a 16 de fevereiro 2024]. Disponível em https://doi.org/10.18239/vdh_2023.12.03 BONORA, Gabriel Martinez – Atitudes perante a morte na sociedade medieval portuguesa. Os ca(u)sos da paróquia de Santiago de Coimbra. Coimbra: Faculdade de Letras, [Em linha] 2023 [Consultado a 16 de fevereiro 2024]. Disponível em https://estudogeral.uc.pt/handle/10316/111735 BOURLET, Caroline ; BOVE, Boris – “Religion civique ou affiliation communautaire ? Le témoignage des testaments parisiens des XIIIe-XVe siècles”. Histoire Urbaine, 60 /1 [Em linha] (2021), pp. 71–96 [Consultado a 16 de fevereiro 2024]. Disponível em https://doi.org/10.3917/rhu.060.0073 BROWN, Andrew – “Civic religion in late medieval Europe”. Journal of Medieval History 42/3 [Em linha] (2016), pp. 338–56 [Consultado a 16 de fevereiro 2024]. Disponível em https://doi.org/10.1080/03044181.2016.1162729 BURGESS, Clive – "Chantries in the Parish, or “Through the Looking-Glass”’. Journal of the British Archaeological Association 164, 1 [Em linha] (2011), pp. 100–129 [Consultado a 16 de fevereiro 2024]. Disponível em https://doi.org/10.1179/174767011X13184281108009 BURGESS, Clive – The right ordering of souls: the parish of All Saints’ Bristol on the eve of the Reformation. Woodbridge, UK ; Rochester, NY: Boydell Press, 2018. CAMPOS, Maria Amélia – “Death Commemoration Strategies in Medieval Portugal: A Mirror of Lay Participation in Religious Parochial Life (The Case of Coimbra)”. Religions 14/12 [Em linha] (2023) 1443 [Consultado a 16 de fevereiro 2024]. Disponível em https://doi.org/10.3390/rel14121443 CAMPOS, Maria Amélia Álvaro de – Cidade e Religião: a colegiada de Santa Justa de Coimbra na Idade Média. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, [Em linha] 2017 [Consultado a 16 de fevereiro 2024]. Disponível em https://doi.org/10.14195/978-989-26-1316-1 CAMPOS, Maria Amélia Álvaro de – Santa Justa de Coimbra na Idade Média: o espaço urbano, religioso e socio-económico. Coimbra: Faculdade de Letras, 2012 [Consultado a 16 de fevereiro 2024]. Disponível em http://hdl.handle.net/10316/21840 CHIAMA, Anne ; PÉCOUT, Thierry (eds.) – Les obituaires du chapitre cathédral Saint-Sauveur et de l’église Sainte-Marie de la Seds d’Aix-en-Provence. Paris : Academie des Inscriptions et Belles Lettres diffusion de Boccard, 2010. CHIFFOLEAU, Jacques – La comptabilité de l’au-delà : les hommes, la mort et la religion dans la région d’Avignon à la fin du Moyen Age, vers 1320-vers 1480. Roma: École française de Rome, 1980. CHIFFOLEAU, Jacques – La Religion flamboyante. Paris : Seuil, 1988. COELHO, Maria Helena da Cruz – “Um testamento redigido em Coimbra no tempo da Peste Negra”. Revista Portuguesa de História XVIII (1980), pp. 312–31. COELHO, Maria Helena Cruz; VENTURA, Leontina – “Vatatsa - una Domina nella vita e nella morte”. Intemelion. Cultura e território 14 (2008), pp. 43–80. FERREIRA, Antero; OLIVEIRA, Célia – “O impacto da “gripe espanhola” na cidade de Guimarães (1918-1919)”. Journal of Iberoamerican Population Studies XXXVIII/III (2020), pp. 55–79. FOLKERTS, Suzan (ed.) – Religious connectivity in urban communities (1400-1550): reading, worshipping, and connecting through the continuum of sacred and secular. Turnhout: Brepols, 2021. GARCÍA HUERTA, María del Rosario – "La muerte y los rituales funerarios en la Historia. Presentación del dosier / The Death and the Funeral Rituals in History: Introduction to the Dossier”. 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Paris : Gallimard, 1981. LÉVY, Bernard-Henri – Este vírus que nos enlouquece. Lisboa: Guerra e Paz Editores, 2020. LÓPEZ DE GUEREÑO SANZ, María Teresa; MIRANDA GARCÍA, Fermín; CABRERA SÁNCHEZ, Margarita – Migravit a seculo: muerte y poder de príncipes en la Europa Medieval: perspectivas comparadas. Madrid: Sílex, 2021. MASSONI, Anne – "Les confraternités entre chapitres séculiers et communautés régulières : l’exemple du diocèse de Limoges (Xe-XIIe siècle)”. In DE CEVINS, Marie-Madeleine ; GALLAND, Caroline (eds.) – Le salut par procuration : Jalons pour une histoire des confraternités ou affiliations régulières. Rennes : PUR, 2023. https://doi.org/10.4000/books.pur.193921 MASSONI, Anne; NOIZET, Hélène – "La religion des Parisiens, introduction”. Histoire urbaine 60/1 [Em linha] (2021), pp. 5–8 [Consultado a 16 de fevereiro 2024]. Disponível em. https://doi.org/10.3917/rhu.060.0007  MIRANDA GARCÍA, Fermín; LÓPEZ DE GUEREÑO SANZ, María Teresa (coord.) – La muerte de los príncipes en la Edad Media: Balance y perspectivas historiográficas. Madrid: Casa de Velázquez [em linha] 2020. [Consultado a 16 de fevereiro 2024]. Disponível em http://books.openedition.org/cvz/22697 NETO, Margarida Sobral; RIBEIRO, Ana Isabel – "Nota Introdutória”. Revista Portuguesa de História [em linha] 52 (2021), pp. 11-13 [Consultado a 16 de fevereiro 2024]. Disponível em https://doi.org/10.14195/0870-4147_52_0.1 PÉCOUT, Thierry – Le nécrologe du chapitre cathédral Sainte-Marie et Saint-Castor d’Apt. Paris : Academie des Inscriptions et Belles Lettres diffusion de Boccard, 2016. PÉCOUT, Thierry – Le livre du chapitre du chapitre cathédral Notre-Dame de la Seds de Toulon. Paris : Academie des Inscriptions et Belles Lettres diffusion de Boccard, 2020. RIBEIRO, Ana Isabel Sacramento Sampaio – Nobrezas e governança: identidades e perfis sociais: (Coimbra, 1777-1820). Coimbra: Faculdade de Letras, [Em linha] 2012 [Consultado a 16 de fevereiro 2024]. Disponível em https://hdl.handle.net/10316/24349 SCOTT, Bruce; GORDON, Stephen – “Vigor Mortis: The Vitality of the Dead in Medieval Cultures”. Journal of Medieval History 48/2 [Em linha] (March 2022) [Consultado a 16 de fevereiro 2024]. Disponível em https://www.tandfonline.com/toc/rmed20/48/2 . VAUCHEZ, André – La religion civique à l'époque médiévale et moderne (Chrétienté et Islam). Actes du colloque de Nanterre (21-23 juin 1993). Roma : École française de Rome, 1995. VENTURA, Leontina – "Testamentária Nobiliárquica (século XIII). Morte e sobrevivência da linhagem”. Revista de História das Ideias 19 (1997), pp. 137–56. VENTURA, Leontina – “O testamento de D. Pedro Martins, bispo de Coimbra, e as suas relações de parentesco com a aristocracia medieval coimbrã”. Lusitania Sacra 39 [Em linha] (2019), pp. 177–213 [Consultado a 16 de fevereiro 2024]. Disponível em https://doi.org/10.34632/lusitaniasacra.2019.9657 VOVELLE, Michel – La mort et l’Occident: de 1300 à nos jours. Paris: Gallimard, 1983. VOVELLE, Michel – Mourir autrefois : attitudes collectives devant la mort aux XVIIe et XVIIIe siècles. Paris : Gallimard, 1990

    Armenian Illuminated Manuscripts in the Collection of the Gulbenkian Museum: Notes on Interdisciplinary Research Project

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    This paper reflects general notes on a recently completed doctoral project designed to comprehensively study a group of Armenian illuminated manuscripts housed in the Gulbenkian Museum in Lisbon. The codices studied were a Bible and three Gospel Books. These manuscripts were studied with an interdisciplinary approach for the first time, implementing methodologies from the History of Art, History and Technology of Artistic Production, and Conservation Science. The study provided insights into the political, cultural, and religious reality of seventeenth-century Armenian diasporic communities where the manuscripts were produced. It provided a perception of art and craftsmanship and shared practices within these communities. The art and materiality of the Armenian manuscripts of the Gulbenkian Museum reflect the practices of tradition and innovation, adopted by scribes and illuminators of the early modern Armenian scriptoria.   Bibliographical references Sources GULBENKIAN ARCHIVES (Fundação Calouste Gulbenkian, Arquivos Gulbenkian), Lisbon, doc. no. MCG 01470, MCG 02129, MCG 02085, consultated in October 2019. GULBENKIAN ARCHIVES (Fundação Calouste Gulbenkian, Arquivos Gulbenkian), Lisbon, doc. no. MCG 04428, dossier of DER NERSESSIAN, Sirarpie, consulted in October 2019.   Studies ARAKELYAN, Mikayel – “Sixteenth and Seventeenth Century Armenian Illuminated Manuscripts from Galicia, Podillia, and Bukovyna”. In BARDAKJIAN, Kevork; SYSYN, Frank; YASINOVSKYI, Andrii (eds.) – Armenian-Ukrainian Historical Contacts. Papers of the International Conference Held in Lviv. Lviv, 2011, pp. 93-112. 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GRIGORYAN, Hermine, et al. – “Exceptional Illuminated Manuscripts at the Gulbenkian Museum: a Bible and Three Gospels Produced in the Armenian Diaspora”. Heritage 6/3 (2023), pp. 3211-3231. HAMBURGER, Jeffrey F. – St. John the Devine: The Deified Evangelist in Medieval Art and Theology. London: University of California Press, London, 2002. KOUYMJIAN, Angèle; KOUYMJIAN, Dickran – “The Museum Calouste Built”. Saudi Aramco World. 9/10 (1974), pp. 6-11. KOUYMJIAN, Dickran – “Some Iconographical Questions About the Christ Cycle in Armenian Manuscripts and Early Printed Books”. Le sacre Scritture e loro interpretazioni. Orientalia Ambrosiana, 4. Milano - Roma: Biblioteca Ambrosiana - Bulzoni Editore, 2015, pp. 121-143. ŁAZARYAN, Vigen – Xoranneri meknowt῾yownner (in Armenian) [Commentaries on Canon Tables]. Yerevan, 1995. 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    DOMINA: poder en femenino (Reino de León, siglos XI-XII)

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I-II. Eds. Gregoria Cavero Domínguez; Encarnación Martín López. León: Centro de Estudios e Investigación San Isidoro – Caja España de Inversiones – Archivo Histórico Diocesano, 1999- 2000. Colección Documental del Monasterio de San Pedro de Eslonza, t. I (912-1300). Eds. José Manuel Ruiz Asencio; Irene Ruiz Albi. León: Centro de Estudios e Investigación “San Isidoro” – Caja España de Inversiones- Archivo Histórico Diocesano, 2007. Colección Documental del Monasterio de Santa María de Otero de las Dueñas, t. I-II. Eds. José Antonio Fernández Flores; Marta Herrero de la Fuente. León: Centro de Estudios e Investigación “San Isidoro” – Caja España de Inversiones – Archivo Histórico Diocesano, 1999-2005. La reina doña Urraca (1109-1126): cancillería y colección diplomática. Ed. Irene Ruiz Albi. León: Centro de Estudios e Investigación “San Isidoro” – Caja España de Inversiones- Archivo Histórico Diocesano, 2003. 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London: Leicester University Press, 1998 (1983).En el siglo XII, entre los años 1109 y 1126, los reinos de León y de Castilla conocieron un monarca en cuerpo de mujer. En ausencia de herederos masculinos por la vía directa, al morir Alfonso VI le sucedió su hija legítima, Urraca I. Ella recibió de su padre el gobierno sobre todo su reino, y llegó a asumir el título imperial que él llevaba anteriormente. Esto quiere decir que no actuaba como tutora del heredero, sino que era ella misma la heredera legítima, reina de toda Hispania. Necesitó casarse por segunda vez, uniéndose a Alfonso I Batallador, rey de Aragón. La alianza matrimonial fracasó, y los reinos de León-Castilla y Aragón se enfrentaron en una guerra que devastó sobre todo el territorio leonés y castellano. Al final, el matrimonio estéril se deshizo. Para el hijo de Urraca, el futuro Alfonso VII, el aragonés representaba un peligro a su acceso al trono. Así, la reina se enfrentó también a los conflictos y problemas derivados de su sucesión.   Referencias bibliográficas Fuentes Fuentes impresas Cartulario del Infantado de Covarrubias.  Ed. Luciano Serrano. Valladolid: Cuesta, 1907. Colección Diplomática del Monasterio de Carrizo, t. I (969-1260). Ed. Concepción Casado Lobato. León: Centro de Estudios e Investigación “San Isidoro”- Caja de Ahorros y Monte de Piedad – Archivo Histórico Diocesano, 1983. Colección Diplomática de San Salvador de Oña (822-1284), t. I (822-1214). Ed. Juan del Álamo. Madrid: Consejo Superior de Investigaciones Científicas, 1950. Colección Diplomática de Santa María de Piasca (857-1252). Ed. Julia Montenegro Valentín. Santander: Diputación Regional de Cantabria – Consejería de Cultura, Educación y Deporte, 1991. Colección Documental del Archivo de la Catedral de León, t. I-VI. Eds. José María Fernández Catón, et. al. 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STAFFORD, Pauline – Queens, Concubines and dowagers: the king’s wife in the early Middle Ages. London: Leicester University Press, 1998 (1983)

    Cartografías del imaginario nobiliario ibérico: vacío, movimiento, coherencia

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    In this work, under the express inspiration of the work of Luís Krus, some of the nobiliary "cartographies" that he studied are analysed together with others that are, as a whole, coherent for the Iberian space in the late Middle Ages. On this line of argument and complementary to previous works, the study is articulated around three reflective axes: the intentional relationship between space, time and social actors around the notion of spatial emptiness, the idea of movement that entails the fulfilment of a social function and, finally, the macro-narrative coherence in the representation of certain specifically nobiliary social spaces.    Bibliographical references Printed sources DACOSTA, Arsenio (ed.) – El Libro del linaje de los Señores de Ayala y otros textos genealógicos. Materiales para el estudio de la conciencia del linaje en la Baja Edad Media. Bilbao: EHU Press, 2007. GARCÍA DE SALAZAR, Lope – Libro de las buenas andanças e fortunas que fizo Lope García de Salazar. Ed. 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Buenos Aires: Ediciones del Sol, 2008.En este trabajo, bajo la inspiración expresa de la obra de Luís Krus, se analizan algunas de las “cartografías” nobiliarias que él estudió junto con otras que son, en conjunto, coherentes para el espacio ibérico en la baja Edad Media. Sobre esta línea argumentativa y de forma complementaria a anteriores trabajos, el estudio se articula en torno a tres ejes reflexivos: la intencionada relación entre espacio, tiempo y actores sociales alrededor de la noción de vacío espacial, la idea de movimiento que conlleva el cumplimiento de una función social y, finalmente, la coherencia macronarrativa en la representación de determinados espacios sociales específicamente nobiliarios.    Referencias bibliográficas  Fuentes impresas DACOSTA, Arsenio (ed.) – El Libro del linaje de los Señores de Ayala y otros textos genealógicos. Materiales para el estudio de la conciencia del linaje en la Baja Edad Media. Bilbao: EHU Press, 2007. 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    Robin Hood and Maiden Mary

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    As well as a Christian name, “Marian” is an adjective related to the cult of, and devotion to, Saint Mary, Herself traditionally associated with the month of May, which includes Mother’s Day. Mary’s own status as a ‘spiritual mother’ for Catholic and — up to the 16th century Reformation(s) — Christian believers, as well as a model for all women, a paradigm of virtue and perfection and thus the opposite of everything that Eve stood for in medieval theological thought and exegesis, account for what Derek Pearsall has suggestively called “Mariolatry”. This Marian devotion, patent in many poems of the 14th and 15th centuries, left powerful traces in the oldest surviving Robin Hood ballads, a fact which inspired my title: “Robin Hood and Maiden Mary”, rather than the phonetically akin, and more predictable one, “Robin Hood and Maid Marian”.   Bibliographical references Sources Printed DOBSON, R. B.; TAYLOR, J. (eds.) – Rymes of Robyn Hood. An Introduction to the English Outlaw. Gloucester: Allan Sutton Publishing, 1989 (William Heinemann, 1976). The English and Scottish Popular Ballads. 5 vols. Ed. Francis James Child. New York: Dover Publications, Inc., 1965 (Houghton, Mifflin and Company, 1882-1898). LA HALLE, Adam de – Le Jeu de Robin et de Marion [c.1283] précédé du Jeu du Pèlerin. Ed. Kenneth Varty. London, Toronto, Wellington and Sydney: George G. Harrap & Co., 1960. Medieval English Verse. Ed. Brian Stone. Harmondsworth: Penguin Books, “Penguin Classics”, 1986 (1964). Sir Gawain and the Green Knight. 2nd. ed., trans. Brian Stone. Harmondsworth: Penguin Books, 1983 (1959).   Studies AERS, David – “’In Arthurus day’: community, virtue, and individual identity in Sir Gawain and the Green Knight”. In Community, Gender and Individual Identity. English Writing 1360-1430. London and New York: Routledge, 1988, pp. 153-178. ALARCÃO, Miguel – Príncipe dos Ladrões: Robin Hood na Cultura Inglesa (c.1377-1837). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação para a Ciência e a Tecnologia, 2001. DALARUN, Jacques – “Olhares de clérigos”. In KLAPISCH-ZUBER, Christiane (dir.) – História das Mulheres no Ocidente. Vol. 2. A Idade Média. Porto: Edições Afrontamento, 1993, pp. 29-63. DICKENS, A. G. – The English Reformation. N.p.: Fontana Press, 1988 (London: B. T. Batsford, 1964). GRAY, Douglas – Themes and Images in the Medieval English Religious Lyric. London: Routledge, 1972. HOLT, J. C. – Robin Hood. London: Thames and Hudson, 1984 (1982). JOHNSON, Valerie B. – “A forest of her own: Greenwood-space and the forgotten female characters of the Robin Hood tradition”. In COOTE, Lesley; JOHNSON, Valerie B. (eds.) – Robin Hood in Outlaw/ed Spaces. Media, performance, and other new directions. London and New York: Routledge, 2021, pp. 21-39. KNIGHT, Stephen – Robin Hood. A Complete Study of the English Outlaw. Oxford: Blackwell Publishers, 1994. 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Oxford: Clarendon Press, 1968.Além de um nome próprio, “Marian” é um adjetivo referente ao culto da, e à devoção a, Santa Maria, Ela própria tradicionalmente associada ao mês de Maio, que inclui o Dia da Mãe. O estatuto de Maria como ‘mãe espiritual’ para os crentes católicos e — até à(s) Reforma(s) do século XVI — cristãos, assim como um modelo para todas as mulheres, um paradigma de virtude e perfeição e, por conseguinte, o oposto de tudo o que Eva representava no pensamento e na exegese teológicos medievais explicam aquilo a que Derek Pearsall sugestivamente chamou “Mariolatria”. Esta devoção mariana, patente em inúmeros poemas dos séculos XIV e XV, deixou marcas poderosas nas mais antigas baladas sobreviventes sobre Robin dos Bosques, facto que inspirou o meu título: “Robin dos Bosques e a Virgem Maria”, em vez do foneticamente similar, e mais previsível, “Robin dos Bosques e Maid Marian”.   Referências bibliográficas Fontes Fontes impressas DOBSON, R. B.; TAYLOR, J. (eds.) – Rymes of Robyn Hood. An Introduction to the English Outlaw. Gloucester: Allan Sutton Publishing, 1989 (William Heinemann, 1976). The English and Scottish Popular Ballads. 5 vols. Ed. Francis James Child. New York: Dover Publications, Inc., 1965 (Houghton, Mifflin and Company, 1882-1898). LA HALLE, Adam de – Le Jeu de Robin et de Marion [c.1283] précédé du Jeu du Pèlerin. Ed. Kenneth Varty. London, Toronto, Wellington and Sydney: George G. Harrap & Co., 1960. Medieval English Verse. Ed. Brian Stone. Harmondsworth: Penguin Books, “Penguin Classics”, 1986 (1964). Sir Gawain and the Green Knight. 2nd. ed., trans. Brian Stone. Harmondsworth: Penguin Books, 1983 (1959).   Estudos AERS, David – “’In Arthurus day’: community, virtue, and individual identity in Sir Gawain and the Green Knight”. In Community, Gender and Individual Identity. English Writing 1360-1430. London and New York: Routledge, 1988, pp. 153-178. 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