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    PREDIÇÃO DE SOLOS MOLES NO BRASIL: ELABORAÇÃO DE UMA CHAVE DE CLASSIFICAÇÃO

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    O conhecimento das características do solo é imprescindível para o planejamento territorial. Embora os solos possuam diversas propriedades que possam levar à sua classificação como solos moles, na prática estes são conhecimentos técnicos, até o momento, tratado restritamente no campo da Geotecnia. Assim, os projetos de infraestrutura, em especial de transporte, com rodovias e ferrovias, tradicionalmente são os grandes demandadores de informações sobre a ocorrência de solos moles, seja pela abrangência geográfica das vias ou pela necessidade de identificação de locais com solos apropriados para receber a infraestrutura viária e o material rodante. Neste trabalho, objetivou-se a elaboração de um mapa preditivo do potencial de ocorrência de solos moles para o Brasil. Para tal realizou-se inicialmente uma revisão bibliográfica a fim de identificar as principais características descritas como de solos moles; seguida da correlação destas com as características físicas, químicas e mineralógicas das classes de solos do Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (SiBCS). Elaborou-se então uma chave classificatória para tradução do potencial preditivo de ocorrência de solos moles a partir de dados pedológicos. Para tanto, utilizou-se os mapas de solos do Brasil e do Estado de Goiás, em escalas de 1:5.000.000 e 1:250.000, respectivamente, assim especializou-se o potencial de ocorrência de solos moles para as áreas. A validação dos dados contou com 1.470 pontos amostrais de campo no trecho da ferrovia Norte-Sul no Estado de Goiás entre os municípios de São Simão e Quirinópolis. Como resultados obteve-se duas classes de Potencial de Ocorrência de Solos Moles no território brasileiro: Baixo e Alto Potencial de ocorrência, sendo que a primeira classe engloba os solos com maior estabilidade física, bem drenados, bem desenvolvidos e com baixo teor de minerais primários e ausência de minerais expansivos representados pelos Latossolos, Argissolos, Nitossolos, Planossolos e Plintossolos. Já a segunda classe de Alto Potencial compreende os solos hidromórficos, com alto teor de matéria orgânica, presença de minerais primários do tipo 2:1 e expansivos e os solos arenosos, esta classe agrupa-se os Cambissolos, Chernossolos, Espodossolo, Gleissolos, Luvissolos, Neossolo, Organossolos, Vertissolos. Os resultados demonstram, ainda, que a ponte de conhecimentos entre a Pedologia e a Geotecnia permitiu construir um modelo capaz de prover uma informação preditiva sobre solos moles, que embora limitado à escala do dado, cobre uma importante lacuna até então existente no planejamento de transportes

    AGENDA 2030: O DESAFIO PARA A INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL REFERENTE AO SEU RESÍDUO

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    O presente artigo apresenta uma revisão por meio da literatura, o desafio da indústria da construção civil referente ao seu resíduo de acordo com a Agenda 2030. Tal avaliação é necessária devido a indústria da construção civil ser um dos principais causadores de impactos ambientais, sociais e econômicos e seu resíduo ser um dos principais agentes causadores e sua geração está relacionada com o crescimento da urbanização. A Agenda 2030 traz a indústria da construção um papel importante no desenvolvimento sustentável contento objetivos de desenvolvimento sustentável a serem alcançados, para alcançar tais objetivos é necessário realizar uma construção sustentável, a construção sustentável está na agenda de governos, profissionais da área da construção e nas pesquisas acadêmicas, a geração do resíduo da construção civil está atrelado principalmente a erros, tais como, aquisição e planejamento inadequados, a fim de a buscar a soluções para reciclagem e reutilizado do resíduo proveniente de tal indústria

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    FIBRAS ALIMENTARES NO CONTROLE GLICÊMICO DE PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO 2: REVISÃO DA LITERATURA

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    Introdução: O Diabetes Mellitus Tipo 2 é denominado por uma hiperglicemia persistente, decorrente de um distúrbio metabólico causado por uma resistência insulínica por ineficiência na secreção ou ação desta. Objetivo: Verificar a eficácia das fibras alimentares no controle glicêmico de pacientes com Diabetes Mellitus Tipo 2. Método: Estudo de revisão bibliográfica, com artigos de 2015 a 2020, em portal da Biblioteca Virtual em Saúde, Scientific Electronic Library Online e selecionado na base de dados: Medical Literature Analysis and Retrieval System Online. Resultados: Foram demonstrados diferentes tipos de fibras alimentares em resposta ao controle glicêmico em diabéticos tipo 2. Na qual há evidências positivas das fibras solúveis sobre alguns parâmetros de diagnóstico, como também nenhuma redução significativa. Conclusão: Existem benefícios das fibras solúveis, porém são necessários mais estudos que avaliem os efeitos a longo prazo das fibras na melhora desses parâmetros e consequentemente no controle geral da doença

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    ANÁLISE DE PROPOSIÇÕES METODOLÓGICAS DE ZONEAMENTO AMBIENTAL PARA BACIAS HIDROGRÁFICAS: O CASO DA BACIA DO RIO TAPACURÁ, PERNAMBUCO, BRASIL

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    A bacia hidrográfica do rio Tapacurá, localizada em partes das cidades Vitória de Santo Antão, Chã-Grande, Moreno, São Lourenço da Mata, Pombos e Gravatá é uma sub-bacia do rio Capibaribe, sendo a maior parte da área do solo da região utilizada para agricultura, cujos impactos ao meio ambiente são altamente expressivos e, até certo ponto, poderiam ser mitigados. Nesse cenário, o presente estudo objetivou sugerir um projeto de zoneamento ambiental a fim de propor usos menos agressivos ao solo da bacia sem implicar prejuízos econômicos aos produtores locais, além de colaborar no zoneamento ambiental de outras bacias hidrográficas. A importância deste trabalho está na necessidade de se respeitar o solo e o meio ambiente ao redor das terras trabalhadas, a fim de que não faltem recursos aos produtores locais no futuro. O estudo foi realizado utilizando-se cenas de radar da missão SRTM (Shuttle Radar Topography Mission), reprojetadas com Datum WGS 1984 ou SIRGAS 2000 em UTM (Universal Transversa de Mercator), submetidos a processamento e análises em Sistemas de Informações Geográficas (SIG). Através dessa metodologia de pesquisa e processamento de dados, concluiu-se que a divisão da bacia em zonas de agricultura, pecuária, conservação e preservação ambiental é possível, e pode auxiliar no gerenciamento do uso do solo da região. Diminuindo, assim, os impactos causados pelas principais atividades econômicas do território

    IDENTIFICAÇÃO E HIERARQUIZAÇÃO DE RISCO A INUNDAÇÕES EM ÁREAS DE BACIAS HIDROGRÁFICAS

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    A organização Meteorológica Mundial (OMM) preconiza que as mudanças climáticas e os eventos climáticos cada vez mais extremos causaram um aumento nos desastres naturais nos últimos 50 anos. Entre os desastres naturais, destaca-se a inundação de áreas urbanas e rurais brasileiras, causando graves prejuízos materiais a população e em alguns casos extremos levando a perdas socioeconômicas. Nesse contexto, a bacia hidrográfica do rio Tapacurá (BHRT) apresenta relevante importância para a região metropolitana da cidade do Recife, bem como para os municípios que estão contidos na área da bacia. Na década de 70 foi construída a barragem do Tapacurá com o intuito de diminuir as enchentes e inundações em períodos de chuvas intensas nas áreas de cabeceira da bacia, bem como em épocas de escassez das chuvas, servir para o abastecimento humano da região. O objetivo deste estudo foi identificar as áreas de risco de inundação da BHRT através da metodologia AHP (Analytic Hierarchy Process) utilizando cenas de radar da missão SRTM e mosaico de imagens de sensor óptico Landsat 8. A modelagem digital foi realizada no módulo HYDROLOGY do software ArcGIS da ESRI GIS and Mapping Software, licenciado para o Laboratório de Geotecnologias da UFRPE. Para verificar a consistência dos pesos estatísticos utilizados no método AHP, foi verificado a razão de consistência (RC), sendo este parâmetro menor que 0,1 para validação do modelo. Verificou-se que o nível de altíssimo risco de inundação da BHRT estão compreendidas nas áreas com menor altitude e baixa declividade da bacia, bem como nas áreas próximas a corpos d’água, com presença de solos mal drenados e baixo escoamento superficial

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