Revista Amazônica sobre Ensino de Geografia
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CONHECIMENTOS E HABILIDADES GEOGRÁFICAS AOS DISCENTES DO ENSINO MÉDIO INTEGRADO ATRAVÉS DA CARTOGRAFIA SOCIAL
O conhecimento geográfico pode ser aproveitado na discussão do senso comum e construir a percepção do aluno, para isso utilizou-se nesta pesquisa a ferramenta da cartografia social, no qual definirá a descrição de um determinado espaço a partir da descrição do trajeto dos alunos
A GEOGRAFIA DO CONHECIMENTO E DA PRODUÇÃO DIDÁTICA: NOTAS DE UMA REFLEXÃO TEÓRICA
A Geografia é a ciência da interface do espaço com a sociedade, dos quais tem um dos conceitos chaves: o lugar e o entendimento do cotidiano. Isto se torna importante quando se trabalha com os conteúdos escolares e as expectativas dos educandos. Assim, a geografia é produtora de conhecimentos essenciais para os domínios intelectuais do espaço e da sociedade. Mas, em sala de aula, tem sido reconhecida pelos alunos como desmotivante, decorativa e teórica em função de muitos professores trabalham a geografia escolar como uma reprodução de conceitos do livro didático. Nesta linha, o ensino de Geografia precisa pautar o sentimento dos alunos de pesquisar e compreender os fenômenos, principalmente para se tecer novos conhecimentos. A exploração da pesquisa se estende da universidade, a escola e a vida humana. Entretanto, cada vez mais produzir conhecimentos em ensino demanda da produção de materiais didáticos e documentos. Para isto, este artigo trás uma reflexão teórica sobre a temática, objetivando discutir sobre a produção de conhecimento e recursos didáticos pela Geografia, a partir de uma pesquisa bibliográfica. Contudo, espera-se contribuir com a Geografia enquanto educadora e formadora de novos saberes
O PIBID E O ENSINO DE GEOGRAFIA: A VISÃO DOS ALUNOS DA ESCOLA MANOEL LEITE CARNEIRO SOBRE O BAIRRO DO TENONÉ NA CONSTRUÇÃO DE UM JORNAL E A SUA REPRESENTATIVIDADE SOCIAL
Partindo de diversas situações recorrentes no dia-a-dia dos indivíduos em sociedade, que a cada momento vai modificando-se nos cenários sociais, uma das causas principais para que ocorra diversas mudanças é o acesso à várias informações que hoje estão disponíveis pela internet para quase todas a pessoas ao redor do mundo, além do uso de televisões, revistas, rádios e jornais. Dentre toda essa dinâmica em que nós vivemos, está presente a escola, cujo papel é um dos mais fundamentais, tratando de ser um local que permite e expressa uma constante relação de múltiplas experiências. Com isso, Este artigo busca trazer uma reflexão a partir da realização de um projeto desenvolvido na E.E.E.M. Profº Manoel Leite Carneiro, localizada no bairro Tenoné pelo PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência), onde realizou-se a construção de um jornal na perspectiva dos alunos sobre a historicidade do bairro, os problemas, as mudanças e a visão dos alunos sobre sua comunidade, trazendo consigo uma nova forma de olhar o bairro do Tenoné, apresentado como base as discussões geográficas realizadas em sala de aula. Desta feita, tendo como objetivo a construção de um jornal como uma importante ferramenta que aproxima a vida escolar com o cotidiano dos alunos, visando facilitar a verificação dos conhecimentos prévios, uma possível ampliação destes conhecimentos, a formação de indivíduos capacitados em entender o seu espaço e um processo de aprendizagem focado em conhecer a visão do aluno. Para o desenvolvimento metodológico adotou-se uma abordagem teórica e procedimentos práticos. Dessa forma, a teoria ficou ao encargo de uma revisão bibliográfica, enquanto que a parte prática foi realizada através das seguintes etapas: a) reconhecimentos das turmas com o objetivo de estabelecer um contato; b) promover um diálogo a partir de alguns aspectos sobre o bairro do Tenoné e a realização de um questionário; c) analise do questionário a partir das respostas mais frequentes e mais singulares; d) realização de uma nova roda de conversa e, a partir do que já foi analisado, construir a temática do jornal; e) entrevista com alguns alunos; f) divisão da turma em grupos, sendo que cada grupo ficou responsável por um tópico que constituiria o jornal; g) entrega dos produtos produzidos pelos grupos para a formação do layout do jornal a partir das considerações dos alunos; h) apresentação do jornal pelos alunos na feira cultural da escola. A realização deste projeto apresentou tanto um desenvolvimento quanto resultados satisfatórios, bem como aulas mais dinâmicas e um maior interesse dos alunos sobre as problemáticas atuais acerca do bairro, o incentivo de pesquisa e da escrita e reflexões sobre questões sociais do espaço vivido pelos alunos
PERSPECTIVAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA NO CONTEXTO DAS NOVAS PROPOSIÇÕES CURRICULARES DA BNCC
Neste artigo são tradadas questões relacionadas a algumas das principais perspectivas do Ensino de Geografia e a Geografia Escolar, especialmente no que se refere a construção curricular interdisciplinar pautada na Base Nacional Comum Curricular, a BNCC. Por meio de uma revisão bibliográfica têm-se como objetivo realizar o debate sobre o papel deste referencial curricular no ensino de Geografia, para que consigamos, como resultado final, propostas para novas perspectivas em relação à Geografia Escolar
CARTOGRAFIA ESCOLAR: A UTILIZAÇÃO DE MAQUETES COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA.
O ensino da Geografia em sala de aula, assim como outras disciplinas podem através de recursos práticos e didáticos, acrescentar no conhecimento do aluno. O presente artigo tem por objetivo apresentar a relevância da cartografia no ensino da Geografia, reforçando a necessidade da linguagem visual no processo ensino-aprendizagem. Sabendo do papel da didática e seus recursos, utilizou-se desse conhecimento para propor um exercício didático e lúdico no ensino de geografia, facilitando, assim, aos alunos a apropriação de conteúdo, associando-os à responsabilidade social que cada indivíduo terá no viver em sociedade. A metodologia constou de fundamentação teórica e construção conjunta com discente onde foram elaboradas em prática a continuidade da construção de uma maquete realizada durante uma amostra pedagógica sobre as metodologias do ensino de Geografia, na EMEIF Santa Terezinha na cidade de Cametá, no dia 08 de novembro de 2019 onde os alunos aprimoraram seus conhecimentos por meio da representação cartográfica. Como sabemos hoje, existem muitas formas de ensinar, existem muitos meios e vários avanços em tecnologias que podem ser usadas em diversos conteúdos nas aulas. Desta forma pretende-se, oferecer aos discentes e docentes da Geografia alternativas de trabalhar a realidade do espaço geográfico por meio das representações cartográficas. Destacou-se também a importância de o professor trazer para a sala de aula, recursos didáticos como elemento diferencial na formação do aluno, e trabalhar com confecção de maquetes para a compreensão do espaço.
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA E FORMAÇÃO CIDADÃ NO ENSINO DE GEOGRAFIA: ANÁLISE DAS GRAFIAS DA RESERVA BIOLÓGICA DO TINGUÁ/RJ
O presente trabalho procura refletir a importância das grafias no ensino de Geografia nas séries iniciais para compreensão da paisagem da Reserva Biológica do Tinguá, localizada em sua maioria na Baixada Fluminense por meio de uma cidadania territorializada e apreendida de forma cidadã. Uma vez que entendemos que a alfabetização geográfica ocorre concomitantemente com a alfabetização e o letramento, e a prática do desenho se faz presente no processo, e trabalhar o ensino de Geografia e mais especificamente o ensino da paisagem com o desenho pode fortalecer a aprendizagem e, sobretudo reforçar a espacialidade dos fenômenos geográficos. Quando a criança desenha, ela representa o mundo e os elementos que concebe do mundo e a partir do desenho podem-se construir práticas de aprendizagem geográfica a partir da noção de paisagem e espacialidade
(Re)conhecendo a Amazônia: prática de campo no Parque Estadual do Utinga – PA.
A proposta traçada neste artigo parte de uma abordagem realizada na turma de 7° ano do Ensino Fundamental Maior, da Escola SESI do Município de Ananindeua- Pa. A partir do conteúdo de Regiões Brasileiras trabalhado em sala de aula, dentre as quais a Região Amazônica Brasileira, pôde-se aprofundar especificamente tal região, de modo que se trata da região do Brasil em que os alunos residem. Ao propor este recorte, foi possível apresentar a importância das águas para a dinâmica natural que compreende essa região do Brasil, estendendo a proposta para uma prática de campo realizada no Parque Estadual do Utinga localizado em grande parte no município de Belém – Pará e outra no município de Ananindeua – Pará
PARA PENSAR O CICLO DAS ROCHAS E OS VULCÕES: RELATO DE UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR
Pensar o ensino de Geografia e metodologias interativas e instigantes para a construção de conhecimentos geográficos é central para Escola contemporânea. Assim, o presente artigo relata uma prática desenvolvida com alunos de sexto ano, da EMEF Junto ao CAIC Luizinho de Grandi, envolvendo as disciplinas de Geografia, Artes e Matemática, bem como contando com a colaboração de acadêmicos vinculados ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), do curso de Geografia, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A prática pedagógica visou compreender a dinâmica das rochas por meio do estudo dos processos vulcânicos, sistematizados por meio de maquetes, e da confecção de um mostruário diferentes tipos de rochas. As atividades foram realizadas no primeiro semestre de 2019. A proposta foi significativa na medida em que colaborou com a construção de conhecimentos técnicos e científicos entres os estudantes sobre os processos geológicos e geomorfológicos da Terra, bem como debateu os distintos tipos de minérios explorados pelo ser humano e a necessidade de conservação do patrimônio geológico e geomorfológico, colaborando, assim, com a Educação Geopatrimonial
ENSINO DE GEOGRAFIA E EDUCAÇÃO 4.0: CAMINHOS E DESAFIOS NA ERA DA INOVAÇÃO
O presente texto discute uma proposta de temas a serem desenvolvidos no ensino de geografia de maneira a adaptá-lo à chamada Educação 4.0. O ensino de geografia precisa acompanhar essas mudanças nos objetivos da educação e nos modos de produzir e se relacionar desta “sociedade tecnológica”. A partir de que ponto essas adaptações podem ter inicio? É a reflexão que este texto procura fazer, além de apresentar uma proposta nesse sentido. A metodologia empregada consiste na pesquisa de referências em textos científicos sobre a educação 4.0 e sobre algumas temáticas ligadas ao ensino de geografia. Foram apresentadas as ideias acerca de como discutir o problema e as referências foram usadas para fornecer o respaldo acadêmico. A educação 4.0 caracteriza-se por um modelo de ensino voltado a atender às demandas da 4ª Revolução Industrial ou Indústria 4.0, a partir da qual robôs, a inteligência artificial (AI), a internet das coisas e os ambientes digitais obrigam as pessoas a reinventarem seus papeis no mundo do trabalho e da vida em sociedade. O ensino de geografia precisa e tem como caminhar no sentido de acompanhar essas transformações através de conteúdos e práticas com os quais já trabalha, como a cartografia e o trabalho de campo
GEOGRAFIA E ENSINO: um olhar humanista
oai:ojs2.raseng.ojsbrasil.com.br:article/1Pensar o ensino de geografia a partir do humanismo é o objetivo deste breve ensaio. Tendo em vista que o ser humano é essencialmente um ser geográfico, busca-se, teoricamente, refletir sobre a relação ensino-geografia enquanto dimensão indissociável no qual a subjetividade humana torna-se o ícone referencial. Nesse sentido, a Geografia humanista revela-se como guia deste ensaio sob a regência da perspectiva fenomenológica existencialista. No entanto, não necessariamente iremos fazer um balanço sobre as principais teorias do ensino de geografia, mas, sobretudo, trazer ao leitor, autores que possam, em tese, nos possibilitar a (re)pensar o ensino de geografia mais em sua dimensão ontológica e epistemológica, que propriamente lógica e apriorística