Núcleo de Produção Científica Digital da FSG (Centro Universitário e Faculdade da Serra Gaúcha)
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    PENSANDO A PSICOLOGIA DA SAÚDE E SEUS PARADIGMAS A PARTIR DO FILME “O ESCAFANDRO E A BORBOLETA”

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    O presente trabalho consiste em um resumo expandido, no qual foi proposto a análise do filme "O Escafandro e a Borboleta" a partir da Psicologia da Saúde e seus paradigmas.&nbsp

    “O RENASCER DE UMA VIDA”: ELEMENTOS DE PRODUÇÃO DE DOCUMENTÁRIO SOBRE A DOAÇÃO DE ÓRGÃOS

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    O documentário “O Renascer de Uma Vida”, produto da disciplina de Produção Audiovisual do curso de Jornalismo da FSG, abordou a temática da doação de órgãos na região da Serra Gaúcha por meio da história de vida de Cleni Dornelles, uma mulher que, devido a problemas de saúde, necessitou de um transplante de fígado. Considerando a importância do tópico para a sociedade, tornou-se imprescindível um debate sobre a relevância da doação, bem como relatos de profissionais e entrevistas com envolvidos durante os procedimentos hospitalares. Ao refletir e pesquisar sobre o tema, nota-se que pouco fala-se e divulga-se sobre a doação de órgãos, além das diversas informações falsas e crenças que estão associadas ao assunto. Conforme dados da Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul em 2022, foram realizados apenas 595 transplantes para quase 3 mil pessoas que aguardam na fila de doação. Ainda, de acordo com essas informações, o não consentimento familiar é a principal causa da redução de doadores de órgãos. Levando em conta os aspectos acima, o documentário teve como objetivo principal incentivar a doação de órgãos através do relato de Cleni Dornelles, abordando sua trajetória e de seus familiares, bem como mostrar os processos de doação e entrevistas de profissionais da saúde que argumentam sobre a importância deste ato de humanidade. Os métodos para o desenvolvimento do documentário foram realizados em sala de aula pelas estudantes responsáveis pelo projeto. Após a definição da temática, iniciou-se o processo de investigação de dados sobre a doação de órgãos no Rio Grande do Sul, além de suas problemáticas atuais e possíveis fontes para as entrevistas da produção. Após Maiéli Knorst, uma das integrantes do grupo, sugerir a abordagem da história de Cleni Dornelles, sua colega de trabalho que, devido a problemas de saúde, precisou passar por um transplante de fígado, o documentário começou a tomar forma. O primeiro contato com Cleni se deu por meio de uma pré-entrevista on-line de uma hora, em que foram realizadas perguntas sobre sua história de vida e sua relação com a doação de órgãos. Com o consentimento de Cleni para ser a fonte principal do curta, o processo de roteirização foi iniciado, contendo informações sobre o tema, etapas a serem elaboradas, dados e perguntas para a entrevistada. Assim, com o roteiro finalizado, as gravações oficiais começaram em 12 de Outubro de 2022, na residência da Senhora Dornelles, no município de Nova Petrópolis, Rio Grande do Sul. Foram utilizadas duas câmeras profissionais, luzes, microfones e baterias para os equipamentos. No dia 19 de Outubro de 2022 foram realizadas as gravações com a equipe médica do Hospital Pompéia, em Caxias do Sul, responsáveis pelos procedimentos de doações de órgãos. Posterior às gravações externas, ocorreram captações de imagens no próprio Centro Universitário da Serra Gaúcha. Com todas as imagens necessárias já captadas, realizou-se o processo de decupagem. Houve também captação de áudio, pesquisas e produções textuais que acompanharam os bastidores do documentário. A edição do documentário foi realizada em três semanas. Todo o processo do documentário, desde sua concepção até sua finalização, foi concluído pelas acadêmicas, que tiveram o essencial apoio de Cleni Dornelles, do Professor Giovanni Rocha e de Vitor Lemes, operador dos estúdios da FSG. Sobre os resultados, após a conclusão do projeto, em dezembro de 2022, foi realizada uma primeira exibição em sala de aula, na disciplina de Projeto Audiovisual ministrada pelo Professor Giovanni Rocha. Nesta primeira mostra, os alunos debateram sobre os resultados obtidos, bem como sobre o processo de criação do projeto e a importância da temática para a sociedade. Uma segunda exibição do documentário e de outros trabalhos acadêmicos, foi realizada nas dependências do Centro Universitário da Serra Gaúcha, mais especificamente no Ponto de Cultura NAV. Este evento foi aberto ao público e contou com a presença de diversos alunos de cursos de comunicação, professores e da fonte principal do documentário, Cleni Dornelles. Além da relevância da temática de doação de órgãos ter sido atingida com sucesso, a produção também causou comoção nos convidados presentes, emocionando a todos com a trajetória de Cleni. Por fim, o curta foi exibido para a equipe médica do Hospital Pompéia, que demonstrou grande satisfação com o resultado final do projeto realizado pelas acadêmicas

    ESTADO NUTRICIONAL DE PACIENTES INTERNADOS EM HOSPITAL PÚBLICO NA CIDADE DE CAXIAS DO SUL

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    INTRODUÇÃO: Os pacientes hospitalizados se beneficiam com uma boa avaliação do estado nutricional, podendo minimizar o tempo de internação e a morbimortalidade, além da redução de custos gerada a todos os envolvido. Definida como a deficiência de nutrientes que podem causar alterações na composição corporal a desnutrição é frequentemente vista no âmbito hospitalar. Através de vários indicadores é feito o diagnóstico, variando conforme as diretrizes do hospital e dos recursos que se tem disponível (LEANDRO-MERHI et al., 2019). Estima-se que de 30% a 60% dos pacientes internados sofrem com desnutrição, e que 75% pioram seu estado após alguns dias de internação. Dessa forma, objetivo desse trabalho foi identificar o estado nutricional de pacientes internados em um hospital. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: A triagem nutricional é de extrema importância, não apenas para avaliar o risco do paciente precocemente, como também seu histórico de saúde, porque 40% dos pacientes já são admitidos estando em risco nutricional, e a desnutrição acarretará no tempo em que esse paciente ficará hospitalizado, bem como na resposta ao tratamento e o quadro clínico em que ele se encontra. Os dados antropométricos vão auxiliar no diagnóstico, porque irão avaliar a composição corporal. Utiliza-se o índice de massa corporal (IMC), e a circunferência da panturrilha (CP) como preditores para avaliar a composição corporal, e consequentemente o estado nutricional do paciente. MATERIAL E MÉTODOS: foram analisados dados de prontuários dos pacientes adultos, de ambos os sexos internados, as variáveis coletadas foram idade, motivo da internação, circunferência da panturrilha (CP), e índice de massa corporal (IMC) . A CP e IMC foram os parâmetros utilizados como preditores para avaliar a composição corporal. RESULTADOS E DISCUSSÃO: foram avaliados 142 pacientes, sendo que 61,9% eram do sexo masculino, 40,84% dos pacientes avaliados estavam classificados como eutróficos, pelo IMC, diferente do estudo de Santos et al (2018) que achou a média de classificação de 28,46% sendo classificados como sobrepeso. Pela classificação da CP 45,07% dos mesmos estavam com baixa reserva muscular conforme a classificação, diferentemente de Pagotto et al., (2017) onde 73% dos pacientes estavam com a massa muscular reduzida. Os métodos mostram que existe uma lacuna ao se tratar de pacientes críticos, porque as conclusões dos parâmetros utilizados diferem entre si. (FONTOURA et al., 2006). CONCLUSÃO: Nos pacientes em estado grave o IMC não se mostrou um bom parâmetro, dado que o peso do paciente estará consideravelmente modificado, o mesmo parâmetro pode estar sendo superestimado, não mostrando assim, o quanto crítico é o real estado do paciente. Na prática a medida CP mostrou-se mais fidedigna ao real estado do paciente, mostrando precocemente a desnutrição, ou o estado de risco, em que o paciente se encontrav

    ANOS POTENCIAIS DE VIDA PERDIDOS POR COVID-19 EM CAXIAS DO SUL/RS

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    INTRODUÇÃO: A pandemia de SARS-CoV-2 (Covid-19) representou a mais grave crise sanitária deste século, impactando na expectativa de vida da população. O estudo da sua letalidade tem sido fundamental na tomada de decisões, na evitabilidade da disseminação e de seus agravos (OLIVEIRA, 2020), bem como no desenvolvimento de políticas de saúde voltadas a sua contenção e redução de impactos sociais e econômicos, incluindo estratégias de imunização populacional. Em fevereiro de 2020, menos de três meses após a primeira manifestação do vírus da Covid-19 em Wuhan, na China, identificou-se no Brasil no estado de São Paulo/SP, a primeira manifestação do vírus. Em março do mesmo ano registrou-se no município de Caxias do Sul/RS o primeiro caso da doença. O índice de APVP tem se destacado entre os estudos epidemiológicos (LUCENA e SOUSA, 2009) apontando para elevações no custo social e gastos hospitalares (SOUZA et al., 2011) em doenças que afetam a população. Este estudo visa analisar a mortalidade por Covid-19 no município de Caxias do Sul/RS, no período de 2020 a abril de 2022, a partir do índice de Anos Potenciais de Vida Perdidos (APVP) buscando investigar diferenças a partir da implantação da estratégia vacinal. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo epidemiológico, descritivo e temporal. Os dados de óbito foram extraídos do Sistema de Informação da Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde para o município de Caxias do Sul/RS. Foram considerados todos os óbitos por Covid-19 de indivíduos residentes no município, entre os anos 2020 a 2021. Para cálculo de APVP utilizou-se a técnica padronizada (ROMEDER; WHINNIE, 1988). Primeiramente definiu-se os agrupamentos por faixa etária, em seguida, multiplicou-se o número de óbitos em cada intervalo de idade pelo número de anos restantes para atingir a idade limite de 75 anos, considerando a expectativa de vida (IBGE, 2010). Essa diferença foi obtida a partir do ponto médio de cada faixa etária. O resultado desses produtos forneceu o total de APVP, valor que representou o número estimado de perdas de anos para óbito por Covid-19 na população e período investigado. Foram calculados o valor total de APVP e as taxas de APVP por 1.000 indivíduos para todo o período de análise considerando-se o período anterior (2020 a junho de 2021) e posterior (julho 2021 a abril 2022) à implementação da estratégia de imunização. RESULTADOS: No período investigado foram registrados 1552 óbitos por Covid-19, destes, 579 acima dos 75 anos, sendo excluídos das análises por tangenciarem a expectativa de vida da população brasileira. As faixas etárias acima dos 50 anos foram as mais afetadas pelos óbitos. Considerando-se o período total, foram perdidos 13.322,50 anos por Covid-19 no período estudado, sendo perdidos, em média, 13,69 anos potenciais de vida com idade média no óbito 61,31 anos. No transcorrer de 2020 até 30 de junho de 2021 foram perdidos 10.095 anos por Covid-19 no munícipio. Não revelando impactos, mas após a implementação da estratégia de vacinação, de julho de 2021 a abril de 2022, observou-se redução de 312,78% nos APVP por Covid-19 com uma taxa de APVP de 7,03 anos perdidos para cada 1.000 habitantes podendo refletir os esforços em pró imunização da população. (Tabela 1). CONCLUSÕES: A pandemia de Covid-19 apresentou severo impacto na mortalidade populacional, traduzindo-se negativamente nos APVP. Merece atenção o possível impacto da imunização populacional neste indicador

    DA ADMINISTRAÇÃO EMPRESARIAL AO CAMPO DA EDUCAÇÃO

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    INTRODUÇÃO/FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: Impulsionado pela pandemia Covid-19 e pelo uso repentino de aulas síncronas e assíncronas via plataformas digitais, o tema da inovação está, recorrentemente, presente no Ensino Superior. Ao mesmo tempo em que acusamos a presença, a permanência e a idolatria de todos por esse tema, apontamos para mais uma presença. Essa voltada ao seu contrário: marcamos a presença pela falta de definição do que possa ser concebido como atividade inovadora na Educação (TAVARES, 2019). Esta pesquisa de Pós-doutorado, em andamento na UFRGS, problematiza o discurso pedagógico sobre o item lexical inovação empregado no campo da Educação, mais especificamente, no Ensino Superior - curso de Pedagogia em uma Instituição privada, localizada na região nordeste do estado do Rio Grande do Sul. O suporte teórico-metodológico é a Análise de Discurso materialista (PÊCHEUX, 2008). Analistas de discurso interrogam como estão sendo feitas as narrações dos sujeitos e dos discursos, atualmente, através de uma postura epistemologicamente questionadora, visando à produção de sentidos. Portanto, seu trabalho é o de interpretação, é o de olhar, com estranhamento, para o que está aí como se fosse já dado e acabado. Não concebemos, portanto, a língua transparente, tampouco operamos com a busca de uma intencionalidade do autor (PÊCHEUX, 1995). Propondo um diálogo com a área da Educação, a referida pesquisa busca: a) caracterizar os discursos fundadores que se servem do conceito de inovação; b) estabelecer relações entre os contextos históricos discursivos em que o item lexical inovação é empregado e os objetivos que norteiam seu emprego em determinados contextos históricos e  c) caracterizar o modo como o item lexical inovação trabalha no interior da formação discursiva didático-pedagógica da IES. Elegemos para o início deste estudo, a lexicografia, nos domínios da Análise de Discurso (ORLANDI, 2000). É na dialética entre as práticas de registro e de cristalização da significação das palavras que é exposto como as palavras trabalham nos acontecimentos. Assim é possível pensar o trabalho dos sentidos da linguagem nos limiares dos registros dos dicionários (físicos e digitais). Essa tecnologia linguística atende ao desejo dos humanos de compreender a língua e de, supostamente, dominá-la. A sua construção visa aos seus objetivos e ao seu público, contribuindo, desta forma, para a composição de sua proposta lexicográfica. Percebe-se, dessa forma, a construção do sentido de um discurso a cada nova ocorrência, conforme suas condições de produção. Os próximos passos da pesquisa dirigem-se às entrevistas semiestruturadas com gestores e professores para, então, analisarmos o documento intitulado Tese de Inovação, emitida pela IES. Como resultados parciais, uma vez que a pesquisa ainda está em desenvolvimento, registramos a nossa observação dirigida a como se projetam, nos dicionários, uma representação da língua pelos índices do modo como os sujeitos, afetados pelo político, produzem e utilizam a língua, conferindo sentidos às palavras. Nos dicionários físicos, encontramos a formatação típica composta por origem etimológica, classificação e acepções vagas e abrangentes, por assim poderem se referir às diferentes áreas de conhecimento. Notamos a repetição das mesmas acepções. Em nenhuma obra consultada confrontamo-nos com referências aos processos educativos. E, ao acusarmos a falta, evidenciamos nosso desejo de presença. Estabelecemos um processo de questionamento: por que houve este silenciamento?  Não podemos deixar que destacar que há pequenas brechas, rupturas nas acepções dos dicionários físicos consultados. Elas podem ser observadas quando há referências às formações discursivas de alguns campos do conhecimento como à Linguística, à Biologia e ao Direito. Já nos dicionários digitais, verificamos que a forma com que as acepções foram registradas, aproximam-se da informalidade, sem referência à etimologia ou às categorias linguísticas – expediente próprio dos dicionários físicos. Neste grupo de dicionários, verificou-se a presença de conceitos mais específicos e com maior extensão e de citações de autores clássicos e das áreas anunciadas desde o título das obras. Em relação ao campo da Educação, destaca-se as referências à Epistemologia. Por fim, nota-se a presença da paráfrase e da polissemia. Se sentidos se repetem e se fixam, pelo funcionamento da repetição, no movimento da história, há possibilidades do sentido poder deslocar-se. Então, a polissemia atesta a incompletude, a abertura do discurso e por estar exposto ao equívoco, todo enunciado pode vir a ser outro, passando a se (re)significar na/pela diferença. &nbsp

    ENSINO EAD COMO FORMA DE ACESSO A EDUCAÇÃO NAS CASAS PRISIONAIS FEMININAS

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    GESTANTES DEFICIENTES: A FALTA DE INFORMAÇÃO

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    Durante o período gestacional, o corpo da mulher é acometido por diversas alterações físicas, hormonais, psíquicas e sociais, as quais afetam todos os âmbitos da mesma. São de extrema importância o acompanhamento pré-natal e que a gestante tenha rede de apoio, entendendo as mudanças que seu corpo e sua vida passarão. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 45 milhões de brasileiros têm alguma deficiência, sendo 13 milhões deficientes físicos. Ter deficiência não impede os indivíduos de constituírem e planejarem uma família (BRASIL,2012). Como indivíduos em uma sociedade ativa, as pessoas com deficiência têm os mesmos direitos de qualquer outro cidadão e merecem ser respeitados e tratados como iguais. Deste modo, o presente trabalho visa comentar, diante a escassez de conhecimentos, sobre gestantes deficientes, uma vez que esse assunto é reputado como um TABU por muitos, já que sexualidade e deficiência raramente são vistos juntos em uma discussão

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