Núcleo de Produção Científica Digital da FSG (Centro Universitário e Faculdade da Serra Gaúcha)
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PROBLEMAS SOCIOAMBIENTAIS NA SAÚDE COLETIVA
INTRODUÇÃO: Os problemas ambientais são problemas eminentemente sociais, gerados e atravessados por um conjunto de processos sociais e, como tais, só vieram à tona porque, como ambientes criados, não se encontram alheio à vida social humana, mas são completamente penetrados e reordenados por ela, confundindo atualmente o que é natural com o que é social. Sendo assim, o objetivo da pesquisa é descrever os achados presentes na literatura científica acerca do processo da saúde coletiva. MATERIAL E MÉTODOS: Trata-se de uma revisão de literatura, cujos artigos selecionados foram encontrados na base de dados Scielo. A busca ocorreu através do idioma português. Os termos utilizados para a pesquisa foram "problemas ambientais“, totalizando 55 artigos encontrados, sendo selecionados 4 para compor a estrutura do trabalho. O corte temporal adotado foi de artigos publicados entre os anos 2018 a 2023 e o período de busca compreendeu o mês de maio de 2023. RESULTADOS E DISCUSSÕES: A preocupação com os efeitos na saúde provocados pelas condições ambientais é evidente desde a antiguidade, envolvendo problemas, tais como os efeitos do clima no balanço dos humores do corpo, os miasmas, as sujeiras e os odores. Assim, sempre esteve presente nos diferentes discursos e práticas sanitárias que se constituíram como respostas sociais às necessidades e aos problemas de saúde. Os temas relativos à saúde são incorporados na pauta das reivindicações dos movimentos sociais e surgem propostas de compreensão da crise sanitária como fundamentalmente um processo político e social, recebendo a denominação de medicina social. Ao contrário do higienismo para o qual o ambiente era um objeto medicalizado através de um conjunto de normatizações e preceitos a serem seguidos e aplicados no âmbito individual, a participação política é concebida como principal estratégia de transformação da realidade de saúde. O advento do paradigma microbiano nas ciências básicas da saúde representou um grande reforço a este movimento que, tornado hegemônico e batizado de saúde pública, reorienta as diretrizes dos discursos e das práticas ocidentais no campo da saúde social. Indubitavelmente, com o paradigma microbiano, o ambiente de foco dos discursos e das práticas da saúde pública é o doméstico, que deveria ser purificado, limpo e arejado, sendo isto considerado vital para a saúde dos seus habitantes, particularmente as crianças. CONCLUSÃO: A ampliação da compreensão dos problemas ambientais como não somente restritos aos aspectos de saneamento e controle de vetores, bem como a recuperação da dimensão política e social dos mesmos pode, em grande parte, ser atribuída às questões que passaram a ser colocadas pelo movimento ambientalista.
REFERÊNCIAS
FREITAS, Carlos Machado de. Problemas ambientais, saúde coletiva e ciências sociais. Scielo, Rio de Janeiro, p. 1-14, dez. 2022. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/MnktxFwcHGF6XLycPjsyQks/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 05 de maio de 2023.
MACHADO, Isis Laynne de Oliveira et al. Proteção ao meio ambiente e às gerações futuras: desdobramentos e reflexões bioética. Review, Brasília, v. 44, n. 124, p. 1-12, mar. 2020. Disponível em: https://www.scielo.br/j/sdeb/a/qwqC4w64RTNh7PJDQHgqdNF/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 05 de maio de 2023
A IMPORTÂNCIA DA ORIENTAÇÃO FARMACÊUTICA PARA EVITAR A INTOXICAÇÃO INFANTIL POR MEDICAMENTOS ARMAZENADOS INCORRETAMENTE
INTRODUÇÃO/FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: De acordo com o Conselho Federal de Farmácia (2014), a intoxicação medicamentosa se apresenta em sintomas ou sinais produzidos pelo organismo como uma reação a uma substância ou fármaco injetado, inalado, ingerido ou utilizado na forma tópica. Contudo, essas reações podem ser classificadas como agudas ou crônicas, dependendo de sua intensidade e duração, sendo os sintomas, normalmente, bastante específicos para determinada classe de substância. Ademais, os efeitos tóxicos estão diretamente relacionados com a dose, com o tempo de exposição e com o próprio organismo do indivíduo, uma vez que é absorvido, distribuído, metabolizado e excretado de acordo com as características individuais. MATERIAL E MÉTODOS: Este estudo buscou as avaliar as intoxicações infantis por fármacos, averiguando o impacto do armazenamento doméstico incorreto de medicamentos, com base na consulta do sistema de dados sobre intoxicações, publicações de órgãos governamentais e 3 artigos acadêmicos selecionados de acordo com o resumo, na língua portuguesa, pela plataforma Google Acadêmico, utilizando os termos “intoxicação medicamentosa”, “intoxicação infantil” e “armazenamento de medicamentos”. É um trabalho exploratório (do ponto de vista de seus objetivos gerais) e qualitativo (no que tange a sua abordagem). RESULTADOS E DISCUSSÕES: Para monitorar e avaliar a ocorrência desses episódios, o Ministério da Saúde instituiu, em 2006, o Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (SINITOX), vinculado a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), munido a partir de notificações voluntárias de casos de intoxicação por diferentes agentes, como medicamentos, alimentos, cosméticos, inseticidas, químicos em geral e animais peçonhentos, entre outros. No entanto, apesar da disponibilidade de dados, ocorreu uma redução do número de casos de intoxicação justamente por conta da diminuição da participação nos levantamentos, alterando as estatísticas e tornando-as menos fidedignas. Para Balk, Torres, Barbosa, Gollino e Chies (2015), o armazenamento de medicamentos nos domicílios brasileiros é uma prática comum, que tem grande potencial de causar agravos à saúde. Os locais de maior incidência de armazenamento são em gavetas, caixas ou armários, normalmente de fácil acesso, que não impossibilitam o alcance de crianças e, por isso, corroboram para certos casos de acidentes. Visto que a administração acidental é responsável pelo maior número de casos de intoxicação, as crianças são um alvo comum para esses problemas, por conta das formas e cores comumente atrativas dos medicamentos. Moraes, Júnior, Ferreira e Brito (2021) constataram que as crianças de 1 a 4 anos são as mais expostas à intoxicação, pela curiosidade que é naturalmente desenvolvida nessa etapa da vida, e os aspectos fisiológicos farmacocinéticos e farmacodinâmicos são distintos de acordo com o período que o indivíduo se encontra. Em crianças, a absorção por via oral sofre efeito do pH gástrico, que é mais ácido, além da distribuição de substâncias hidrossolúveis ocorrer de forma mais facilitada, visto que o percentual de água corporal é maior do que em adultos. Ademais, a meia-vida da droga pode ser alterada por conta dessa distribuição de água e gordura no corpo e as enzimas diferenciadas nas fases do desenvolvimento metabólico podem influenciar na eliminação dos fármacos (MORAES; JÚNIOR; FERREIRA; BRITO, 2021). CONCLUSÃO: Dessa forma, faz-se necessário amplificar a proteção das crianças para evitar agravos, supervisionando-as principalmente nas idades iniciais, mantendo os possíveis intoxicantes em locais seguros, armazenados em armários altos e trancados, além de preservar a qualidade físico-química do medicamento. Nesta etapa, tem-se que o profissional farmacêutico é de extrema importância, pois é ele que detém os conhecimentos relacionados aos medicamentos e pode orientar se forma segura e correta no armazenamento dos mesmos, atentando-se aos prazos de validade, além do descarte que deve ser realizado em local correto. É imprescindível, ainda, atentar-se aos sintomas frequentemente causados pelos episódios de intoxicação infantil, representados principalmente por dor, vômito, convulsões, dispneia, disenteria, queimação no trato gastrointestinal, confusão mental e mudança na cor dos lábios. Nem sempre os sinais serão imediatos e, portanto, ao aparecerem, a criança deve ser levada imediatamente ao serviço de saúde mais próximo, devendo ser realizada notificação para o SINITOX, que compilará os dados fornecidos e divulgará os perigos e os desafios do fácil acesso de crianças a substâncias possivelmente tóxicas
A IMPORTÂNCIA DA CONSCIENTIZAÇÃO EM SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO NO APRENDIZADO ORGANIZACIONAL
A definição de Segurança da Informação consiste em uma área de conhecimento voltada para a proteção dos ativos de informação, a fim de assegurar a confiabilidade, integridade e disponibilidade das informações, evitando, acessos e alterações indevidas (SÊMOLA, 2004). A literatura acerca da Segurança da Informação indica que a criação da Política de Segurança é sempre um dos primeiros passos para se implantar um sistema de gestão de segurança da informação (ISO 27001, 2013). Contudo, somente a criação da Política não é o bastante, o fator humano deve ser considerado, pois são as pessoas que devem cumprir a política estabelecida. Nesse sentido, as campanhas de conscientização são as ferramentas mais apropriadas para engajar as pessoas e garantir que estas recebam treinamento, educação e conscientização apropriados em consonância com as políticas e procedimentos organizacionais
MÉTODO DIAGRAMA DE ISHIKAWA PARA A OTIMIZAÇÃO DO TRATAMENTO DE EFLUENTES POR LODO ATIVADO DE UMA EMPRESA METALÚRGICA
A otimização de uma estação de tratamento de efluentes por lodos ativados é analisada a partir da aplicação do método de Ishikawa
AVALIAÇÃO DO ÍNDICE DE DESNUTRIÇÃO E INFLAMAÇÃO EM PACIENTES COM DOENÇA RENAL CRÔNICA EM HEMODIÁLISE EM UM HOSPITAL PÚBLICO DA SERRA GAÚCHA
INTRODUÇÃO: A Doença Renal Crônica (DRC) é uma patologia que deve ser abordada de forma multidisciplinar, doença complexa que demanda medidas de acompanhamento e monitoramento nutricionais de maneira a prevenir desfechos como o desenvolvimento de outras comorbidades ou até mesmo a mortalidade. Diante disso os profissionais da área da saúde necessitam utilizar de métodos a fim de que possam monitorar o estado nutricional do paciente em hemodiálise e introduzir intervenções nutricionais adequadas, como é o caso do questionário de Índice de Desnutrição e Inflamação (MIS), que é um método utilizado para avaliar os níveis de desnutrição e inflamação em pacientes com doença renal crônica em tratamento hemodialítico. O objetivo desta pesquisa foi avaliar os índices de desnutrição e inflamação através do questionário MIS em pacientes de tratamento hemodialítico em um hospital público na Serra Gaúcha. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: A desnutrição e a inflamação na DRC são muito comuns, principalmente naqueles que realizam a hemodiálise, podendo se relacionar de forma direta com o mau prognóstico desses pacientes. Na inflamação ocorre um hipercatabolismo que influencia no processo de desnutrição, diminuindo as reservas energéticas e de proteínas no organismo, levando à perda de massa muscular e refletindo de forma negativa no estado nutricional do paciente em hemodiálise. O questionário MIS identifica a inflamação e a desnutrição em pacientes em tratamento hemodialítico através de um sistema de pontuação, abordando os seguintes itens: mudança de peso e de ingestão alimentar, sintomas gastrointestinais, capacidade funcional, comorbidades associadas, tempo de diálise em anos, sinais de massa muscular reduzida, índice de massa corporal (IMC), albumina sérica e capacidade total de ligação de ferro (CTLF). Acerca da análise da pontuação pode-se avaliar o estado nutricional e inflamatório do paciente e dessa forma realizar a intervenção nutricional adequada. MATERIAL E MÉTODOS: Realizou-se a aplicação do Índice de Desnutrição e Inflamação em pacientes que estavam em tratamento hemodialítico em um hospital público na Serra Gaúcha, no período de março de 2022. O questionário funciona através de um sistema de pontuação, onde cada item pode pontuar de 0 a 4 pontos, sendo que a soma final pode ser de 0 a 30 pontos. Os dados foram avaliados e tabulados em planilha do Excel e os pontos de corte para a identificação dos resultados foram avaliados através do estudo de Yamada et al., (2008). RESULTADOS E DISCUSSÕES: A amostra foi composta por 76 pacientes, sendo 49 (64%) do sexo masculino, com idade média de 59 anos, onde 8 (10,5%) do sexo masculino e 6 (7,8%) do sexo feminino pontuaram valor >6 no questionário MIS, o que indica inflamação e desnutrição conforme o ponto de corte segundo Yamada et al., (2008). Conforme resultado apresentado por Barros et al., (2014) a média de idade que foi de 58 anos, demonstrou correlação significativa entre o escore de desnutrição e inflamação, o que se assemelha aos resultados encontrados no presente estudo. CONCLUSÃO: A prevalência de desnutrição e inflamação em pacientes com doença renal crônica (DRC) em tratamento hemodialítico no sexo masculino e com idade média de 59 anos é maior do que em relação ao sexo feminino.
 
ADAPTAÇÃO DE VISITAS HOSPITALARES EM TEMPOS DE PANDEMIA
INTRODUÇÃO: Com a pandemia do novo Coronavírus, causada pela SARS-CoV-2 e que vem sendoenfrentada desde março de 2020, pudemos notar que foram necessárias diversas adaptações, emdiferentes âmbitos, para sobreviver à nova realidade. Dentre as mudanças que ocorreram, a restriçãoem visitas hospitalares foi uma medida adotada entre as instituições de saúde, com o intuito deminimizar o contágio entre pacientes, visitantes e profissionais da área (FICHER et al., 2020). Nomanejo das situações de crise, devemos considerar o enorme potencial de sofrimento dos diversospersonagens envolvidos, desde pacientes e familiares até profissionais e líderes do sistema de saúde(CRISPIM, D. et al., 2020). Neste cenário, foi necessário a inovação dos profissionais da área, queutilizaram da tecnologia para amenizar a falta desse convívio familiar, em um momento tão delicado.Assim, o objetivo desse trabalho foi identificar quais as principais maneiras de diminuir o impacto narestrição de visitações a pacientes em internação hospitalar
UM VIRÚS DUAS GUERRAS
O presente trabalho tem como objetivo fazer uma análise do crime de violência doméstica, feminicídio e suas leis de combate ao crime, sob a lei Maria da Penha na pandemia do covid-19. Para tal propósito foram utilizados conceitos de tal crime, e apontando os fundamentos para o impacto das leis no crime em questão. O tema é abordado de acordo com ordenamento jurídico brasileiro, incluindo um estudo sobre feminicídio e a efetividade das delegacias da mulher na pandemi
DIREITOS HUMANOS PARA ALÉM DOS HUMANOS
INTRODUÇÃO/FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: É nítido que existem crises ambientais e éticas que assolam a sociedade brasileira. Contudo, em conjunto, ambas podem trazer consequências gravosas para as presentes e futuras gerações, para as demais espécies e também para o meio ambiente, o que afeta o planeta como um todo. O recorte que se faz é sobre o paradoxo que precisa ser resolvido com urgência: defender não humanos e, ao mesmo tempo, manter a sociedade a partir de sua exploração, que aniquila espécies, arruína os mais diversos biomas e ainda reitera a desigualdade social. Os Direitos Humanos foram (e continuam sendo) construídos a partir do dinamismo social, político e econômico de cada sociedade. Na época, pessoas eram exploradas para manutenção de um sistema. Seus lares, suas famílias, seus corpos, suas vidas pouco importavam, a depender de sua origem, religião, gênero e da norma vigente. Atualmente, temos normas que protegem animais silvestres e animais domésticos. Por sua vez, animais que são até conhecidos como “de abate” não são protegidos pelo ordenamento jurídico. Contudo, essa segregação entre espécies não observa o fato de que animais silvestres são mortos e seus habitats são destruídos em desmatamentos e de queimadas para a atividade agropecuária. Não há como proteger efetivamente espécies quando seu aniquilamento gera lucro. Lucro esse, diga-se de passagem, para poucos, uma vez que o quilo da carne tem se tornado cada vez mais um item de luxo. Além disso, todas as espécies, sem segregação, deveriam ter igual consideração (essência do princípio da igualdade) no ordenamento jurídico, uma vez que, segundo Charles Darwin, todas possuem a capacidade de sentir. Assim, uma mudança significativa no ordenamento jurídico brasileiro, a exemplo da recente mudança de paradigma do Equador, ao incluir o termo “Pacha Mama” no preâmbulo de sua Constituição, precisa acontecer, visando a proteção de todas as demais espécies, dos biomas e também a continuidade da espécie humana, que depende da existência do Planeta Terra em determinadas condições. Desta forma, proteger animais significa proteger o ambiente em que eles estão inseridos e proteger o ambiente em que estão inseridos significa proteger a nossa própria espécie. A vida em si deve estar acima da capacidade geradora de lucro. A título de exemplo, ao priorizar o lucro, a sociedade ignora os bilhões de seres vivos que são retirados dos oceanos e, posteriormente, descartados, como tartarugas ameaçadas de extinção, tubarões, botos e golfinhos em redes de pesca. Além disso, a manutenção dos interesses de grupos influentes afeta de forma considerável a exploração de recursos esgotáveis. A Amazônia, por exemplo, possui 2.500 espécies de árvores, o que totaliza 1/3 da madeira tropical do planeta, além de 30 mil das 100 mil espécies de plantas da América Latina e abriga o Rio Amazonas, que descarrega 230 milhões de litros de água por segundo no Oceano Atlântico. O desmatamento em virtude de madeira, grãos e criação de gado afeta o ciclo das águas e acrescenta 200 milhões de toneladas de carbono na atmosfera. Tendo em vista o exposto, é necessária uma mudança do sistema vigente criado pela espécie humana para um sistema que observe as necessidades fundamentais das demais espécies, preserve os biomas e, por consequência, garanta uma vida digna para espécie humana e suas gerações futuras. 
PROJETO DE PILATES
INTRODUÇÃO: A Política Brasileira de Promoção à Saúde em colaboração com o SUS, o incentivo à prática de atividade física na atenção básica é considerada uma importante estratégia para prevenção de agravos em saúde. As ações desta política preconizam a oferta de práticas corporais/atividade física, podendo variar de caminhadas, exercícios em grupo e métodos como o Pilates. O Pilates é caracterizado por exercícios de ativação da musculatura profunda do abdômen e estabilizadores de quadril e tronco, utilizado tanto para fins de reabilitação, quanto para atividade física. Portanto, o objetivo do presente estudo é descrever o Projeto de Pilates: uma iniciativa de promoção à atividade física no contexto da Atenção Básica. MATERIAL E MÉTODOS: O projeto de Pilates foi integrado ao Estágio Curricular Comunitário do curso de Fisioterapia do Centro Universitário da Serra Gaúcha, em 2023/1, turno da tarde. Semanalmente, junto à UBS do Bairro Mariani, em Caxias do Sul/RS, o docente e estagiários administraram aulas de Mat Pilates para um grupo de cinco mulheres residentes da região, por 40 minutos. RESULTADOS E DISCUSSÕES:A oferta do Projeto Pilates na rede básica de saúde atendeu às premissas da Política Brasileira de Promoção à Saúde e aos atributos essenciais da Atenção Primária. Haja vista que a atenção primária é um dos níveis mais solicitados pela população, a oferta de práticas corporais neste contexto potencializa a atenção integral à saúde do usuário. CONCLUSÃO: O projeto atende às demandas da Política Brasileira de Promoção à Saúde e Atributos Essenciais da Atenção Primária, potencializando a assistência em saúde
A RELATIVIZAÇÃO DO RIGOR LEGAL NO CRIME DE ESTUPRO DE VULNERÁVEL EM FACE DOS DIREITOS FAMILIARES
Até 2009, o Código Penal considerava, pelo disposto no art. 224, a presunção de violência no caso de relação com menor de 14 anos, assim, discutia-se se esta presunção era absoluta ou relativa. Após isso, com o advento Lei 12.015/09, o legislador deixou de considerar a presunção de violência de modo que, por si só, a conduta da relação carnal ou a prática de ato libidinoso com menor de 14 anos é suficiente para configuração do crime de estupro de vulnerável. Dessa forma, esta pesquisa objetiva, através da doutrina e jurisprudências, responder a pergunta: A vulnerabilidade do menor de 14 anos no crime de estupro é relativizável? A complexidade do tema faz com que a doutrina tenha posições distintas