Núcleo de Produção Científica Digital da FSG (Centro Universitário e Faculdade da Serra Gaúcha)
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RELATO DE EXPERIÊNCIA: ESTÁGIO DE ÊNFASE EM CONTEXTO DE SAÚDE, TRBALHO E GESTÃO-INTERVENÇÕES NO ESCRITÓRIO MODELO DE ADVOCACIA CIDADÃ
FITORREMEDIAÇÃO DE METAIS COM PHYLLANTHUS FLUITANS: REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
O trabalho é uma revisão bibliográfica sobre a utilização da macrófita Phyllanthus fluitans aplicada à fitorremediação de metais
DESENVOLVIMENTO DE UM MODELO ALTERNATIVO PARA O ENSINO DE CELIOTOMIA EM PEQUENOS ANIMAIS
A aprendizagem pode ser obtida por diferentes métodos, inclusive na medicina veterinária, onde na área de cirurgia há a combinação entre ciência e habilidades técnicas. As habilidades cirúrgicas são desenvolvidas através do treinamento prático pela repetição de habilidades fisiomotoras e supervisão adequada, no entanto, a prática em animais in vivo é restrita, e em alguns países proibida, fazendo com que seja necessário a criação de modelos e manequins para tal atividade. Este trabalho teve como objetivo o desenvolvimento de um modelo constituído de polipropileno manufaturado pelos professores e alunos da instituição, representando a situação de uma celiotomia exploratória
EFICÁCIA DO RECONHECIMENTO FACIAL POR SOFTWARES EM PERCUSÃO PENAL
Este trabalho foi desenvolvido com o intuito de evidenciar, à problematização no reconhecimento facial realizado por inteligências artificiais. Ao decorrer do trabalho foi proposto o seguinte questionamento: quais os riscos atribuídos à utilização de reconhecimento facial por inteligências artificiais? Para responder este questionamento, foram desenvolvidas duas hipóteses, que serão explicadas ao decorrer deste trabalho. Para explicar estas hipóteses, foram abordados conceitos de percussão penal, LGPD, dentre outros conceitos importantes para realizar o debate do tema, por final, será analisado os casos de racismo estrutural e, como afetará diretamente a tomada de decisões pela inteligência artificial
LEI MARIA DA PENHA
A presença do psicólogo no núcleo jurídico data-se desde o ano de 1960, com sua inserção gradual e essencial, principalmente no que se refere à violência contra a mulher. Apesar do reconhecimento às mulheres, dado através da Lei Maria da Penha, não foi possível romper o violento ciclo estrutural do patriarcado na sociedade. A partir disso, há a proposta de ação do psicólogo jurídico a fim de acolher e auxiliar as vítimas, bem como intervir e desconstruir os agressores.
Este artigo tem como objetivo analisar o papel da psicologia jurídica na identificação de casos de violência psicológica sob o escopo da Lei Maria da Penha no contexto brasileiro. Pretende-se explorar a definição e os indicadores de violência psicológica, as complexidades da sua detecção e a avaliação do impacto psicológico sobre as vítimas
TRATAMENTO PERIODONTAL DA GENGIVITE E CÁLCULO DENTAL
Dentre as doenças bucais a gengivite é a mais comum, é uma doença diretamente relacionada ao biofilme dentário que se não for desorganizado pode causar a inflamação do tecido gengival (Seixas et al., 2010). O tratamento da gengivite consiste na remoção do biofilme dentário. Caso o biofilme dentário não seja removido ele pode acabar se transformando em cálculo dental (Schwartzkopf et al. 2017; Caballero et al., 2011; Seixas et al., 2010). O procedimento para tratamento do cálculo dental consiste na raspagem que tem por objetivo a remoção deste cálculo da superfície dos dentes (Schwartzkopf et al. 2017). O objetivo deste trabalho é ilustrar o tratamento periodontal que foi realizado para a gengivite e o cálculo dentário através da RAP (raspagem, alisamento e polimento) supragengival que foi realizado nas clínicas do curso de Odontologia da FSG
CAPACITAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA SAÚDE MENTAL À POPULAÇÃO LGBTQIAPN+: AVANÇOS E DESAFIOS
INTRODUÇÃO/FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: A desinformação por parte dos profissionais da saúde mental acerca do cuidado e atendimento com a população LGBTQIAPN+ tem sido cada vez mais pesquisada e evidenciada nos relatos dessa comunidade. Com base na literatura, o cuidado que é ofertado pelos profissionais da saúde encontra-se em despreparo para atender as demandas e especificidades dessa população, o que compromete a saúde e gera afastamento dos serviços de saúde, segundo De Feitas et al. (2023). Há dados que chamam a atenção desse movimento de esvaziamento dos serviços de saúde por parte dessa população, onde 47% da população LGBTQIAPN+ relata ter evadido ou desistido de atendimentos de saúde em geral pelo fato de não se sentirem acolhidos e respeitados e, 40% dessa população que busca os serviços de saúde não revelam sua orientação sexual ou identidade de gênero por medo de sofrem violênicas e discriminações por parte dos profissionais (COQUAL – Diversidade, Equidade e Inclusão, 2021-2022). Assim, a finalidade desse trabalho é relatar a experiencia de uma capacitação realizada pelo GREG – Grupo de Estudos de Gênero à profissionais de saúde mental, cujo objetivo dessa foi de qualificar o atendimento e o acolhimento da equipe multidisciplinar de saúde mental acerca das diversidades sexuais e de gênero. MATERIAL E MÉTODOS: Foram realizados dois encontros de frequencia quinzenal, com duração de três horas nas dependências de um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), tipo II, na Serra Gaúcha – RS e, com a participação de aproximadamente 20 colaboradores de saúde mental de uma equipe multidisciplinar. Os materiais utilizados para a capacitação dos profissionanis foram elaborados pelo GREG da Faculdade da Serra Gaúcha em Bento Gonçalves, grupo esse coordenado e comporto por duas docentes e discentes do curso de Psicologia da mesma. Foram utilizados materiais visuais, casos e dinâmicas para proporciar reflexão por parte dos profissionais sobre suas formas atuais de atendimento e acolhimento da população LBTQIAPN+. As temáticas trabalhadas foram as diferenças entre identidade de gênero e orientação sexual, a sigla LGBTQIAPN+, implicações e importância do acolhimento e atendimento de saúde mental as diversidades, perfil da população no contexto regional e nacional. RESULTADOS E DISCUSSÕES: Permeado pelas queixas e demandas repassados pela equipe percebe-se uma desinformação e desconhecimento por parte dos profissionais que atendem a população e suas especificidades, além de resistências e “pre-conceitos”. Corroborando ao que De Oliveria et al. (2022) colocam, muitas vezes os problemas enfrentados pela comunidade nos cuidados de saúde são pautados em função na falha no acesso a informação e na qualificação do atendimento por profissionais na perspectiva de lacunas relacionadas a formação acadêmica. Assim, essa capacitação assim como todos as informações que visem disseminar conhecimento acerca dessa população e suas características contribuem efetivamente para o debate e visibilidade a essa temática proporcionando educação sem esteriotipos ou preconceitos (DIAS, 2019; DE OLIVEIRA ET AL., 2022; DE FREITAS ET AL., 2023). Segundo o Ministério da Saúde, especialmente na Nota Técnica nº 18/2014 (BRASIL, 2013; 2014), prevê que é de obrigatoriedade ao profissional da saúde conhecer as características do publico atendido e as diferentes necessidades que essas pessoas apresentam, visto que a comunidade LGBT+ vivencia processos de exclusão devido à discriminação em diversos contextos, como na sociedade em geral, família, escolas e ambientes de saúde. CONCLUSÃO: Capacitar os profissionais da saúde, em especial nesse caso os de saúde mental, permite que as necessidades de saúde da população LGBTQIAPN+ sejam atendidas de forma adeqauada, humanizada e respeitosa. A compressão sobre a pluralidade de gênero e sexualidade hoje se torna urgente em todos os âmbitos na qual essa comunidade frequente e possa ser assistida. Portanto, cabe aos trabalhadores da sáude fazerem a diferença, agindo como agentes de mudança e oferencendo a devida assistência para garantir a saúde integral desses indivíduos (BRASIL, 2013; 2014). Conclui-se assim, que tal atividade e experiencia compartilhada nesse trabalho apresentou-se como de extrema relevância ao cenário atual proporcionando conhecimento, acesso a informação e reflexão sobre serviços de saúde ofertados a população LGBTQIAPN+
PERCEPÇÃO DE PACIENTES COM PARALISIA CEREBRAL ACERCA DA REABILITAÇÃO COM GAMETERAPIA
INTRODUÇÃO/FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: A Paralisia Cerebral (PC) é uma condição neuromotora crônica infantil que pode afetar o tônus e a postura, bem como a motricidade em geral. (ELAD et al, 2018). A gameterapia é uma opção de reabilitação multidisciplinar que pode ajudar a melhorar a propriocepção, coordenação motora, força muscular, atividade cerebral, concentração e equilíbrio. Além disso, a gameterapia pode melhorar a marcha de forma lúdica e interativa (CARVALHO et al, 2014). Assim, avaliamos a percepção dos pacientes sobre a eficácia da gameterapia como método de reabilitação. MATERIAL E MÉTODOS: Sete pacientes com paralisia cerebral diparética ou hemiparética participaram de um programa de gameterapia utilizando o Nintendo Wii (NW) durante 8 semanas. Cada sessão teve duração de 30 minutos e ocorreu uma vez por semana. Ao final do período, os participantes foram submetidos a uma entrevista semiestruturada. Para relatar as percepções dos pacientes, foram atribuídos nomes fictícios. A análise dos dados foi realizada por meio da técnica de análise de conteúdo de Bardin. RESULTADOS E DISCUSSÕES: Os dados qualitativos foram categorizados como "A fusão do real e virtual como estratégia motivacional na fisioterapia" na categoria "a". Os participantes relataram suas percepções pessoais e corporais relacionadas à experiência virtual, o que foi corroborado pelas observações das pesquisadoras registradas em diário de campo. Ao serem questionados sobre a reabilitação por realidade virtual, todos os participantes responderam desconhecer tal terapia, embora todos conhecessem jogos de vídeo game. Cristiano Ronaldo foi o único que jogou o NW, possivelmente devido à baixa renda socioeconômica das famílias dos demais participantes. Esse resultado é semelhante ao estudo de Sá e Rabinovich (2006), que identificou que a renda familiar per capita de Sete das onze famílias em vulnerabilidade social era inferior a um salário mínimo após o nascimento de uma criança com deficiência física. Dois participantes preferiram o tênis, três preferiram o boxe, um preferiu o boliche e um preferiu o beisebol. Os colaboradores CR7 e Anastácia, que apresentam diferentes topografias da paralisia cerebral, relacionaram sua preferência ao fato de terem um domínio melhor com uma das mãos, o que trazia maior destreza ao jogo. Durante as partidas de tênis, especialmente Anastácia, com domínio da mão esquerda, apresentou desempenho equivalente às raquetadas de um jogo de tênis real. Os participantes que preferiram o boxe justificaram sua escolha ao fato desse jogo ser bastante dinâmico. Nos relatos de Macris e Martha, ambas hemiparéticas, foi possível perceber que a atividade as estimulava a usar todo o corpo, o que pode auxiliar as células não afetadas a executar a transmissão de novas informações neurais aos membros que apresentam alguma lesão (ADAMOVICH & FLUET, 2010). Embora Prado et al (2013) afirmem que os hemiparéticos tendem a negligenciar seu hemicorpo comprometido, a realização dos movimentos durante o jogo pareceu auxiliar nesse processo. A realidade virtual tem a capacidade de estimular a criatividade e ajudar pacientes a superar medos, traumas e limitações físicas. Em um estudo recente (Buyuk et al., 2021), os pacientes jogaram utilizando equipamentos como cama elástica, bosu e disco de propriocepção, sendo gradualmente desafiados a realizar atividades mais complexas. Como resultado, houve uma melhora significativa na confiança e controle corporal, com pacientes recebendo atendimento fisioterapêutico ao longo da semana. Esse estudo se alinha a outras pesquisas que mostram como a terapia baseada em realidade virtual pode melhorar a performance motora em crianças (Pavão et al., 2014). Além disso, a realidade virtual oferece treinamento mais intenso e feedback sensorial em três dimensões, simulando situações da vida real (Montero & Zanchet, 2003). CONCLUSÃO: A fusão do real e virtual pode ser uma estratégia motivacional eficaz na fisioterapia, proporcionando aos pacientes uma experiência lúdica e desafiadora que pode ajudá-los a superar medos, traumas e limitações físicas. A realidade virtual também oferece um treinamento mais intenso e feedback sensorial em três dimensões, simulando situações da vida real, e pode ser usada para melhorar a confiança, o controle corporal e a performance motora. Embora a renda socioeconômica possa ser um fator limitante para o acesso a essa terapia, a realidade virtual ainda pode ser uma opção viável para muitos pacientes. A terapia baseada em realidade virtual pode ser uma ferramenta valiosa para fisioterapeutas, permitindo que eles ofereçam tratamentos mais eficazes e personalizados aos seus pacientes
RESUMO ARTIGO RECRUTAMENTO E SELEÇÃO AS GERAÇÕES BABY BOOMER, GERAÇÃO X, GERAÇÃO Y E GERAÇÃO Z
RESUMO ARTIGO RECRUTAMENTO E SELEÇÃO AS GERAÇÕES BABY BOOMER, GERAÇÃO X, GERAÇÃO Y E GERAÇÃO