Núcleo de Produção Científica Digital da FSG (Centro Universitário e Faculdade da Serra Gaúcha)
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    A LEI DOS CRIMES AMBIENTAIS

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    Resumo expandido realizado com o objetivo de analisar dois projetos de lei que tramitam no senado federal que possuem o fito de aumentar as penas impostas na lei dos crimes ambientais

    FEEDBACK COMO FERRAMENTA DE GESTÃO

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    A feramente Feedback ganhou muito espaço nas organizações como um meio que auxilia líderes e colaboradores a alcançarem os objetivos pessoas e profissionais. No entanto, ainda se observam grandes dificuldades por parte dos gestores e recursos humanos na utilização da ferramenta. Esse artigo tem como objetivo verificar se líderes e liderados entendem que a ferramenta feedback auxilia no desenvolvimento pessoal, profissional e na motivação no ambiente organizacional

    FUNÇÃO SOCIAL DA TERRA E O MST

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    ESTÁGIO DE PSICOLOGIA EM ÊNFASE NO CONTEXTO DE FISIOTERAPIA AQUÁTICA

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    INTRODUÇÃO: O Centro Universitário da Serra Gaúcha (FSG) conta com um Centro Integrado de Saúde (CIS) de ampla estrutura. Dentre um dos atendimentos oferecidos, destaca-se o serviço de Fisioterapia Aquática que tem como finalidade auxiliar os pacientes no processo de reabilitação. Sendo esse, o local escolhido para a realização do estágio de final de curso com ênfase em contextos de saúde, trabalho e gestão do curso de Psicologia. O Serviço-Escola é um espaço para estudantes das áreas da saúde, nesse caso por uma acadêmica do curso de Psicologia, que destina os conhecimentos adquiridos ao longo da graduação para a comunidade. A rotina de estágio consiste em acompanhar o trabalho dos estudantes de Fisioterapia que realizam o atendimento para os pacientes a fim de habilitar ou restaurar o movimento e as atividades funcionais. O Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) conceitua a fisioterapia como o estudo, prevenção e tratamento de distúrbios cinéticos funcionais no corpo humano, sendo uma ciência ligada à saúde, que busca compreender como ocorrem esses distúrbios, através dos traumas, fatores genéticos e doenças adquiridas presentes neste indivíduos (COFFITO, 2022). Na área da saúde observa-se que o trabalho interdisciplinar é imprescindível no processo de reabilitação e restabelecimento do bem-estar físico e emocional do paciente. Pode-se caracterizar a interdisciplinaridade como a possibilidade de trabalho conjunto na busca de soluções, respeitando-se a atuação de cada profissão específica (ROSENFIELD, 1992). A interdisciplinaridade pode ser desenvolvida a partir da cooperação dos saberes, sendo possível quando os profissionais trabalham de forma integrada. Para abranger o conceito de saúde, é necessário considerar a dimensão biológica, psicológica e social (MINAYO, 1984). Acredita-se que esse momento de estágios finais dentro da formação acadêmica é um dos períodos de maior aprendizado, em que teorias são colocadas em prática e a atuação interdisciplinar é fundamental. Devido a pandemia COVID-19 e o distanciamento social necessário, os estágios realizados nesse contexto sofreram alterações que impactam na formação dos acadêmicos. Conforme exposto acima e sabendo o quanto tem sido importante e diferenciado estar desenvolvendo a prática de forma presencial, considera-se relevante dividir essa experiência com a comunidade científica. Sendo assim, o objetivo deste estudo é relatar a vivência de uma acadêmica a partir do trabalho interdisciplinar realizado no Serviço-Escola de uma instituição de ensino superior privada. MATERIAL E MÉTODOS: Trata-se de um relato de experiência de uma acadêmica de psicologia do estágio em ênfase em contextos de saúde, trabalho e gestão realizado no Serviço-Escola de fisioterapia aquática do CIS, da FSG. RESULTADOS E DISCUSSÕES: O estágio em ênfase teve início em março de 2022 e algumas atividades foram planejadas, estruturadas e iniciadas nesse período. Entre elas destacam-se: organização do aniversário de pacientes, alunos e professores; cartilha dos itens necessários para o estágio; escuta qualificada aos acompanhante, pacientes e alunos; abordagem Terapia de Aceitação e Compromisso para pacientes com dores crônicas; intervenções durante as atividades aquáticas; acolhimento e auxílio aos alunos; e a importância do brincar para as crianças no estímulo da aprendizagem. Observou-se que durante o período de isolamento, os pacientes não frequentaram o serviço, o que de alguma forma acarretou em impactos sociais e psicológicos, esperados de um momento pandêmico. Segundo Pereira (2020), a incerteza do período da pandemia é um agravante que pode desencadear sintomas de ansiedade e depressão, caso o sujeito sofra alterações consideráveis em sua vida. CONCLUSÃO:A partir desse relato, observa-se que o profissional da psicologia favorece o desenvolvimento de novos recursos de enfrentamento da situação e na humanização do ambiente. As intervenções têm como foco auxiliar na compreensão do impacto das perdas cognitivas, na condição adaptativa e emocional. Logo, a presença da estagiária da psicologia, atuando de forma interdisciplinar no serviço-escola de fisioterapia aquática, auxiliou os pacientes e a equipe a lidarem com as consequências presentes de uma pandemia. &nbsp

    A INJUSTA PRIVAÇÃO DE LIBERDADE

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    Sabe-se que a liberdade é um dos bens jurídicos tutelados mais necessários para a dignidade da pessoa humana. Entretanto, quando um indivíduo comete um ato ilícito, ele muitas vezes é privado da liberdade. O entrave, entretanto, é o numeroso caso de erros do judiciário: quando o agente público acaba condenando e tirando a liberdade de um sujeito inocente e deixando de aplicar o direito àquele que realmente descumpriu uma sanção penal. Portanto, este estudo visa a análise de erros do judiciários e possíveis medidas que possam ser adotadas para evitabilidade destes erros.&nbsp

    PARADAS LGBTQIAPN+ NO BRASIL E NO MUNDO: UMA BREVE CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA E BIBLIOGRÁFICA

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    INTRODUÇÃO/FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: Por muito tempo, manifestações de afeto entre pessoas do mesmo gênero foram relegadas ao âmbito privado da vida social, enquanto a expressão pública foi tolhida. Esse texto pretende fazer um registro histórico a respeito da notoriedade conquistada, a partir dos anos 1950 e que culminou na visibilidade massiva do movimento sexual não-hegemônico (FACCHINI, 2009). Inicialmente nos anos 80, com estudos antropológicos; depois na área da saúde, pensando na prevenção das doenças sexualmente transmissíveis; e, finalmente, inserindo o tema da homossexialidade em debates do Serviço Social e da Psicologia, a comunidade científica tem contribuído para dar visibilidade aos “invisíveis”, demonstrando a relevância de estudos, revisões e questionamentos acerca da comunidade LGBTQIAPN+ através da Teoria Queer e dos debates feministas, por exemplo, promovendo mudanças, embasamento técnico, registro e reconhecimento da importância das políticas públicas para essa população (CARNAVALE, 2023). MATERIAL E MÉTODOS: Trata-se de uma pesquisa bibliográfica e documental na qual foram utilizados artigos e publicações referentes ao tema das paradas de orgulho LGBTQIAPN+, políticas públicas e garantia de direitos. RESULTADOS E DISCUSSÕES: Em 1970, o movimento homossexual norte-americano se organizou politicamente e realizou uma caminhada para demonstrar oposição à discriminação do governo, controle dos bares e boates, à opressão da polícia e às leis anti-homossexuais (LIBRARY OF CONGRESS, s/d). Esse evento ocorreu um ano após a Revolta de Stonewall, na qual frequentadores do bar Stonewall Inn., em Nova York, se opuseram à invasão da polícia. Este marco do Movimento LGBTI+ americano, ocorreu no meio de transformações socioculturais e lutas por direitos civis que possibilitaram o deslocamento da homoafetividade ao âmbito público e a emergência da homossexualidade como categoria política e identidade social, não mais um desvio ou patologia (TRINDADE, 2011). A partir disso, outros países aderiram ao que viria a ser chamado de “Parada Gay”, inclusive o Brasil, onde a primeira “Parada do Orgulho GLT” (gays, lésbicas e travestis) ocorreu em 28 de junho de 1997, na Avenida Paulista (SIMÕES & FACCHINI, 2009; TRINDADE, 2011). Edições mais recentes, a “Parada do Orgulho LGBTI+” abriu espaço para a “Semana” e o “Mês do Orgulho”, bem como para as pautas de transgêneros, travestis e pessoas não-binárias, questões sobre machismo, misoginia, preconceitos e luta por direitos, em confluência com as críticas da Teoria Queer ao pensamento sexopolítico hegemônico. No Rio Grande do Sul, a primeira “Parada Livre” foi organizada pelo Grupo Nuances, em Porto Alegre, em junho de 1997, para demonstrar desacordo com a discriminação e com o “armário”, lugar metafórico que se refere às pessoas LGBTs não assumidas (VALLE, 2016). Em Bento Gonçalves, a primeira “Caminhada do Orgulho LGBTQ+” ocorreu em julho de 2021, realizada pela Bento Pride. A segunda edição, chamada de “Caminhada da Diversidade”, ocorreu em junho de 2023, com o lema “O importante é ser livre, com respeito”. CONCLUSÃO: Carnavale (2023) coloca que o movimento LGBTQIAPN+ vem ganhando muita força e ampliação, por todo o território nacional, mobilizando milhões de pessoas. Entretanto, ainda há diversos atravessamentos e barreiras para efetivação de seus direitos, principalmente devido ao avanço do conservadorismo, protagonizado por segmentos políticos religiosos, através da proliferação de desinformação e interpretações deturpadas. Contudo, as paradas do orgulho servem para mostrar à sociedade que gays, lésbicas, trans, travestis, intersexos, assexuais, pansexuais, não-bináries e todes que divergem da cisheteronormatividade existem e exigem uma vida com dignidade, direitos e visibilidade. A grande concentração de pessoas nas ruas durante os eventos revela que pessoas LGBTQIAPN+ são muitas, estão em todos os lugares, querem direitos e políticas que assegurem igualdade, liberdade e respeito. No caso deste material existe uma limitação científica, pois a temática foi brevemente pesquisada e estudada, sendo necessários novos estudos documentais sobre a temática de grande valia para a literatura nacional e internacional

    AÇÕES PREVENTIVAS DO ENFERMEIRO PARA AS INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE

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    INTRODUÇÃO/FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: A Infecção Hospitalar (IH) é definida pela Portaria nº 2.616/1998 do Ministério da Saúde (MS), como aquela “adquirida após a admissão do paciente e que se manifeste durante a internação ou após a alta, quando puder ser relacionada com a internação ou procedimentos hospitalares” (BRASIL, 1998). Hoje a IH está incorporada no conceito de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) (MS, 2023), e se caracterizam como um problema multifatorial de saúde pública, pois é importante causa de morbidade, mortalidade, além dos custos a elas relacionados (ANVISA, 2021). No Brasil, estima-se que 3% a 15% dos pacientes hospitalizados desenvolvem alguma IRAS (SCHEIDT e CARVALHO, 2006). A grande maioria das IRAS é causada por um desequilíbrio da relação existente entre a microbiota humana normal e os mecanismos de defesa do hospedeiro. Isto se deve a doença de base do paciente, procedimentos invasivos e alterações da população microbiana, geralmente induzida pelo uso de antibióticos (SANTOS et al., 2004). Nesse contexto estão as bactérias resistentes a múltiplos antibióticos, popularmente conhecidas como “superbactérias” como a Klebsiella Pneumoniae Carbapenemase (KPC), Staphylococcus aureus, Streptococcus pneumoniae, Acinetobacter baumannii (OMS, 2014; REIS et al., 2013). Porém, a disseminação dessas bactérias multirresistentes ocorre tanto no ambiente hospitalar como na comunidade (SANTOS, 2004) e podem atingir pacientes como os profissionais de saúde (OPAS, 2017). Assim, o objetivo do estudo foi realizar uma revisão de literatura e elencar as principais ações preventivas do enfermeiro dentro do ambiente hospitalar para evitar as IRAS. MATERIAL E MÉTODOS: O estudo é uma revisão de literatura do tipo narrativa onde foram realizadas buscas em sites de pesquisa utilizando palavras-chave como “infecção hospitalar”, “bactérias multirresistentes”, “resistência microbiana a antibióticos”, “prevenção IRAS”, “controle de infecções hospitalares”. O critério de inclusão foi artigos publicados em português. As bases de dados consultadas foram Biblioteca Virtual de Saúde, Scientific Electronic Library Online (SciElo), Google Scholar, Ministério da Saúde e Organização Mundial da Saúde. RESULTADOS E DISCUSSÕES: O controle de IRAS é considerado de responsabilidade de todos os profissionais de saúde que prestam assistência direta ao paciente, uma vez que o meio hospitalar constitui um vasto e excelente habitat para as bactérias (GIAROLA et al, 2012). Apesar da IRAS ser um processo infeccioso adquirido no ambiente hospitalar, a maioria das vezes a sua ocorrência se dá por fatores como a lavagem inadequada das mãos, manuseio de materiais e realização de técnicas desrespeitando os princípios de assepsia e falta de controle rigoroso no processamento dos materiais esterilizados, uso indiscriminado de antibióticos. Nesse sentido, a Anvisa criou o Programa Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (PNPCIRAS), que tem como objetivo reduzir, em âmbito nacional, a incidência de IRAS e de Resistência Microbiana (RM) em serviços de saúde, por meio da implementação de práticas de prevenção e controle de infecções baseadas em evidências (ANIVISA, 2021). No entanto, não existe um método único que atenda a esses requerimentos, mas um consenso de respeito a alguns elementos básicos. Nesse estudo foram elencados quatro práticas, que consideramos básicas para a prevenção das IRAS. Em ordem de importância são: (1) a higienização correta das mãos - lavagem das mãos com água e sabonete líquido, com ou sem antisséptico, e fricção das mãos com preparações alcoólicas; (2) uso correto dos equipamentos de proteção individual (EPIs) durante o atendimento - luvas, jaleco, avental impermeável sem mangas, proteção ocular (óculos ou protetores faciais) e proteção da mucosa da boca (máscaras, protetores faciais); (3) treinamento dos profissionais de saúde para o uso de EPI sobre: quais itens fazem parte deles (uso contínuo), quando e onde devem colocar e tirar, sequência correta de colocação e de remoção; (4) promover a educação e a qualificação em prevenção e controle de infecções em todos os níveis desde a gestão à assistência. CONCLUSÃO: A partir desse estudo pode-se concluir que a atuação do enfermeiro tem um papel crucial no processo de prevenção das IRAS através da execução de práticas simples durante o atendimento ou cuidado, refletindo diretamente na saúde do paciente e dele mesmo. REFERÊNCIAS BRASIL. PORTARIA n. 2.616, de 12 de maio de 1998. Regulamenta as ações de controle de infecções hospitalares no Brasil. Gabinete do Ministro, Brasília. 12 maio 1998. BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE (BVS) MINISTÉRIO DA SAÚDE. 15/5: Dia Nacional do Controle das Infecções Hospitalares. Disponível em <https://bvsms.saude.gov.br/15-5-dia-nacional-do-controle-das-infeccoes-hospitalares/>. Acesso em: 09set.2023. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA – ANVISA. Programa Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (PNPCIRAS) 2021 a 2025. Brasília. 05 de março de 2021. SCHEIDT, K. L. S.; CARVALHO, M. Avaliação prática da lavagem das mãos pelos profissionais de saúde em atividades lúdico-educativas. Rev. bras. enferm.; n.14, v. 4, p.221-225, 2006 PEREIRA, M.S., SOUZA, A.C.S., TIPPLE, A.F.V. AND PRADO, M.A.D. A infecção hospitalar e suas implicações para o cuidar da enfermagem. Texto & Contexto-Enfermagem, n.14, p.250-257, 2005. REIS, H. P. L. C.; VIEIRA J. B.; MAGALHÃES, D. P.; Sartori, D. P.; Fonseca, D.B.; Viana, J.M.; et al. Avaliação da resistência microbiana em hospitais privados de Fortaleza – Ceará. Ver. Bras. Farm.; n.94, v.1, p.83-87, 2013 SANTOS, N. D. A resistência bacteriana no contexto da infecção hospitalar. Texto & Contexto-Enfermagem.; n.13, p.64-70, 2004. GIAROLA, L. B., BARATIERI, T., COSTA, A. M., BEDENDO, J., MARCON, S. S., & WAIDMAN, M. A. P. Infecção hospitalar na perspectiva dos profissionais de enfermagem: um estudo bibliográfico. Cogitare Enfermagem, n.17, v.1, p.151-157, 2012

    Mulheres que Vivenciaram Violência de Gênero

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    O presente resumo pretende relatar as observações feitas dentro da Prática Clínica com o intuito de identificar as percepções obtidas dentro do Estágio, na disciplina de Ênfase1, em relação aos serviços oferecidos no Centro de Referência Revivi-Coordenadoria da mulher, de Bento Gonçalves. A violência contra as mulheres e a violência de gênero abrangem muitos aspectos e a tarefa profissional/multiprofissional é desafiadora e envolve relações de convivência, tanto em espaços privados como públicos. Suas manifestações são diversas e são de ordem da ação física, sexual, patrimonial ou formas silenciosas, simbólicas e invisíveis. A violência decorre, sobretudo, de relações de poder, da histórica dominação masculina e da condição de subalternização das mulheres em contextos relacionais sustentados pelas estruturas hierárquicas do patriarcado. No caso do Centro Revivi, o acolhimento às mulheres que vivenciam violência doméstica, é um dispositivo importante para a formação do vínculo e a prática de cuidado em termos de profissional/usuária

    PROJETO ARA: AUTOMATIZAÇÃO DO PROCESSO DE APROVEITAMENTO DE RECURSOS ACADÊMICOS EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR ATRAVÉS DE RPA

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    Atualmente a tecnologia mais utilizada para automação de processos repetitivos, ou seja, processos que possuem muitas regras e que são executados em grande volume, é o RPA (Robotic Process Automation). Pensando nisso, a FSG Centro Universitário resolveu investir na tecnologia de RPA e utilizá-la em um processo interno para análise de dados acadêmicos dos alunos da instituição. Com isso, surgiu o questionamento de como a automação de um processo de análise de dados acadêmicos poderia vir a ser útil na gestão acadêmica, sendo o objetivo principal deste trabalho detalhar o desenvolvimento da automação em RPA utilizada para esse fim. Para resolver esse questionamento, o Projeto ARA foi criado visando reaproveitar os recursos acadêmicos para gerar resultados úteis à coordenação da instituição. Para o desenvolvimento do robô usado no projeto, foi utilizado o software UiPath Studio juntamente com abordagens de timesheet, test suite, versionamento semântico de código e RegEx para atingir o objetivo principal do projeto. O desenvolvimento do robô seguiu através de estudos sobre o processo e análise de como automatizá-lo da melhor forma possível. O robô foi construído, testado e adaptado aos poucos buscando abranger todos os requisitos levantados na fase de planejamento, visando deixar o processo 100% automatizado via RPA. Além do desenvolvimento do robô, foram realizadas coletas de feedback com os coordenadores que usufruíram dos resultados gerados, buscando entender quais foram os benefícios obtidos pelo uso da tecnologia desenvolvida e como ela pôde auxiliar na tomada de decisão pelo corpo docente

    COMPORTAMENTO DE VARIÁVEIS FÍSICAS E PERCEPTIVAS DE UMA EQUIPE PROFISSIONAL DE VOLEIBOL EM JOGOS E TREINOS DURANTE PLAYOFF DE UMA COMPETIÇÃO

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    Introdução: O voleibol é um esporte mundialmente praticado que tem como característica a utilização de diferentes tipos de capacidades físicas e gestos motores. O salto é um de seus principais gestos motores e está intimamente ligado a intensidade de um jogo de voleibol. Objetivo: Descrever e analisar o comportamento de variáveis perceptivas e físicas de uma equipe profissional de voleibol durante as últimas seis semanas de uma temporada. Métodos: Foram analisados dados de 39 sessões de treinamentos e jogos. As variáveis analisadas foram:  percepção de esforço (PE); qualidade total de recuperação (TQR);  dados de saltos (altura total, altura média e número de saltos). Para análise dos dados, as 39 sessões foram divididas de duas formas: comparação entre semanas; tipos de sessões (jogos, técnicos, táticos, e táticos após treino de força). Resultados: Os dados perceptivos não apresentaram diferença significativa tanto na análise semanal quanto na por tipo de sessão. Nos dados de saltos, a altura média não apresentou diferença significativa em nenhuma das análises realizadas. Já a altura total e o número de saltos tiveram um comportamento similar onde sessões de jogos apresentaram valores significativamente maiores do que treinos técnicos. Conclusão: Dessa forma, podemos notar que a fase a qual a equipe se encontrava e a forma que os treinos eram feitos, não geraram diferenças na percepção de esforço e de recuperação. Tendo em consideração a altura média como um medidor de intensidade e também não tendo apresentado diferença significativa, faz-se necessário outros estudos para entender a influência da altura média nos marcadores perceptivos em atletas de voleibol.&nbsp

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