Núcleo de Produção Científica Digital da FSG (Centro Universitário e Faculdade da Serra Gaúcha)
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    ESTAMPANDO SOLIDARIEDADE

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    O Projeto Bom Samaritano, localizado no bairro Reolon em Caxias do Sul, destaca-se por prestar assistência a famílias em situação de vulnerabilidade social. Apoiado por voluntários e membros da igreja local. Após as visitas ao projeto, FOI DECIDIDO REALIZAR UMA INICIATIVA empreendedora com o objetivo de contribuir ainda mais para a causa. A ideia consiste em investir em canecas personalizadas e em todos os materiais necessários para a confecção delas. Essas canecas seriam então doadas ao projeto, que poderia vendê-las como forma de angariar fundos adicionais. Desta maneira o objetivo geral do trabalho foi de ajudar a empreender e angariar fundos para manter de pé o projeto

    VIOLÊNCIA SIMBÓLICA

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    A violência simbólica refere-se a uma forma de violência que não se manifesta necessariamente física ou verbalmente, mas que perpetua as desigualdades entre os sexos através de símbolos, normas e práticas. Esta violência é insidiosa e muitas vezes invisível, operando através de estereótipos e preconceitos que moldam as expectativas e os papéis sociais de homens e mulheres. É reforçada através de discursos, representações culturais e instituições sociais que naturalizam o papel subordinado às mulheres. Devido à sutileza dessa forma de violência, as vítimas frequentemente não a reconhecem como tal, o que pode levar à disseminação da prática, uma vez que não percebem que estão sofrendo-a e nem que essa é uma forma de abuso. Diante disso, tem-se como objetivo neste trabalho, analisar e compreender a questão da violência de gênero dentro da análise da violência simbólica e seu impacto na vida das mulheres

    O SISTEMA UNITÁRIO DE AUTORIA NO DIREITO PENAL E A VIOLAÇÃO AO PRINCÍPIO DA INDIVIDUALIZAÇÃO DAS PENAS

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    O presente trabalho visa discutir a possível violação ao princípio da individualização das penas em sistemas jurídico-penais em que se adota o sistema unitário de autoria

    ARQUITETURA HOSTIL

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    A arquitetura esteve presente na história da civilização desde os primórdios, podendo transformar um lugar em um local que transmite segurança e conforto, assim como pode transformar lugares em hostis e reforçar a segregação social e espacial das cidades (Rampasi; Oldoni, 2020, p 386). O tema do presente trabalho é arquitetura hostil e violência urbana, tendo como sua pergunta motivadora o seguinte questionamento: A arquitetura hostil configura uma forma de violência urbana? Para responder o problema de pesquisa foram levantadas duas hipóteses. A primeira é defende que sim, considerando que a arquitetura hostil intensifica a segregação nas cidades, em uma tentativa de manter quem seria indesejado longe, podendo configurar como uma forma de violência urbana. Já a segunda hipótese é uma negativa, defendendo que não, sendo apenas uma escolha arquitetônica, não estando relacionada com segregação ou preconceito socioeconômicos e tão pouco com violência urbana

    RECORTE DOS ATENDIMENTOS FEITOS PELO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA DE CAXIAS DO SUL

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    O Brasil está entre os países que lideram em mortalidade por acidentes de trânsito urbano, envolvendo pedestres e veículos automotores. Em virtude do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) ser responsável por atender as ocorrências de trânsito com vítimas, o objetivo desse estudo foi avaliar os dados epidemiológicos de acidentes de trânsito, no município de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul (RS) em anos sem pandemia e durante a pandemia da COVID-19

    IMPACTO DA VIOLÊNCIA VIVENCIADA NA INFÂNCIA

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    INTRODUÇÃO: A violência familiar é um fenômeno social que, infelizmente, sempre existiu e foi aceita pela sociedade durante muitos séculos como parte da educação e dos valores sociais. Ela pode se manifestar de várias formas, incluindo física, psicológica, sexual ou negligência, e geralmente é praticada por pais, responsáveis ou pessoas próximas às crianças e adolescentes. É crucial reconhecer que, embora nem sempre essas formas de violência deixem marcas visíveis, elas são extremamente graves devido às profundas consequências emocionais e aos traumas psicológicos e afetivos que podem causar, incluindo dificuldade no processo de aprendizagem (Reis & Prata, 2018). MATERIAL E MÉTODOS: Foi realizada observação participante com um grupo de crianças e adolescentes em uma Unidade Básica de Saúde em um município do interior do estado do Rio Grande do Sul.  Uma pesquisa de revisão narrativa favoreceu a  sustentação às intervenções desenvolvidas com e no grupo (Marconi & Lakatos, 2003). RESULTADOS E DISCUSSÕES: Ao abordar o efeito das transformações sociais e culturais na dinâmica familiar, torna-se evidente que a família reflete e se adapta a essas mudanças, moldando seu papel e influência. Assim, a qualidade das relações entre os membros da família, a interação com o meio social e a comunicação entre eles são essenciais para a saúde mental de todos os envolvidos. Esses fatores podem afetar de forma positiva ou negativa, podendo até contribuir para o surgimento de déficits e transtornos psicoafetivos (Pratta & Santos, 2007). Partindo disso, é claro que o comportamento é determinado pela interação entre genética, biologia, influenciando a constituição do indivíduo, inclusive no contexto da aprendizagem formal. Desta forma, mesmo antes de entrar na escola, a criança já aprende em seus contextos afetivos. À medida que cresce, desenvolve habilidades em todos os domínios físico, cognitivo e socioemocional, sendo a aprendizagem profundamente influenciada pelo meio em que vive (Pessoa, 2017). Logo, fica claro que a aprendizagem pode ser gravemente prejudicada por diversos fatores que afetam seu bem-estar, especialmente quando estes fatores envolvem violência sofrida no ambiente familiar ou por pessoas próximas. A violência, ao impactar o desenvolvimento emocional da criança, interfere diretamente em sua capacidade de concentração e aquisição de conhecimento (Peres, 2018). CONCLUSÃO: A observação realizada e a revisão narrativa evidenciam que a violência praticada dentro do contexto familiar, de forma indireta ou não a criança, compromete não só seu desenvolvimento emocional, mas também, a capacidade de concentração e a obtenção de conhecimento. Portanto, é de suma importância que estratégias de apoio e intervenções sejam implantadas para enfrentar os efeitos da violência, a fim de promover um ambiente mais seguro e que a favoreça o proceso de aprendizagem e o desenvolvimento saudável

    AS MARCAS DE UM CICLO

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    INTRODUÇÃO: A violência contra a mulher é tão antiga quanto a nossa sociedade, ela deriva do desejo de dominar a vítima, a constrangendo física e/ou moralmente utilizando a coação, e, por muitas vezes, a força. Apesar dos avanços legais, da criação de Instituições de acolhimento e suporte, essa problemática persiste como uma ferida aberta em nosso tecido social. Embora existam diversos mecanismos de proteção e suporte, a trajetória da vítima é marcada por um período anterior de vulnerabilidade e sofrimento, o qual é chamado de ciclo da violência. Segundo o Instituto Maria Da Penha (IMP), o ciclo da violência contra mulher é composto por três fases. A primeira se manifesta por meio de um crescente aumento da tensão, caracterizado por explosões de raiva, mesmo em situações triviais, o agressor direciona suas frustrações para a vítima por meio de ameaças, ofensas e comportamentos intimidadores. No estágio seguinte, a violência se concretiza, toda a tensão reunida na primeira fase se materializa em violência verbal, física, psicológica, moral e/ou patrimonial. Após todo o sofrimento e violência, inicia-se a terceira fase, a lua de mel, identificada pelo arrependimento do agressor, o qual age pacífica e amorosamente, a fim de obter a reconciliação. Dessa forma,  com o propósito de romper esse ciclo e de preservar a saúde física e psicológica da vítima, além de punir o agressor e erradicar a violência contra a mulher, criou-se a Lei 11.340 de 07 de agosto de 2006, conhecida como Lei Maria da Penha (LPM), ainda, instituíram-se delegacias e órgãos especializados no atendimento à mulher, vítimas de violência doméstica. Nesse sentido, a pesquisa indaga: Como se processa o ciclo da violência contra a mulher até o momento da denúncia? Quais são os desdobramentos desse processo após a exposição dos fatos? A Lei Maria da Penha tem sido capaz de promover mudanças significativas na trajetória das mulheres vítimas de violência doméstica? O estudo tem como principal objetivo analisar o ciclo da violência contra a mulher, com foco na aplicação e efetividade da Lei 11.340/06, buscando identificar lacunas e oportunidades de melhoria na proteção das mulheres vítimas de violência. MATERIAL E MÉTODOS: A metodologia da pesquisa combina a revisão bibliográfica aprofundada com a coleta de dados primários por meio de uma entrevista semiestruturada com a autoridade policial de Bento Gonçalves, essa abordagem permite uma análise mais completa do tema, combinando o conhecimento teórico com a experiência prática. RESULTADOS E DISCUSSÕES: A partir disso, um estudo com 424 mulheres vítimas de violência doméstica permitiu identificar que essa forma de violência causa danos profundos e duradouros à saúde integral das mulheres, abrangendo os aspectos físicos, mentais e sociais (Lucena et al., 2023). Apesar dos danos causados pela violência doméstica, a permanência das mulheres em relações abusivas é influenciada por uma série de fatores inibidores, tanto internos (medo, culpa, vergonha, amor) quanto externos (pressões familiares, limitações materiais e ineficácia institucional), como apontam Bruhn e Lara (2016). Seguindo essa linha, a independência financeira não é garantia de rompimento com a violência doméstica. A crença na possibilidade de mudança do agressor e a esperança em um futuro melhor podem levar mulheres economicamente independentes a permanecerem em relações abusivas (Lucena et al., 2023). Ainda, mesmo após a criação e aplicação da Lei 11.340, três a cada dez brasileiras já foram vítimas de violência doméstica, de acordo com a 10ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, feita pelo Instituto DataSenado, em parceria com o Observatório da Mulher contra a Violência (OMV), os dados apontaram que a violência psicológica é a mais recorrente (89%), seguida pela moral (77%), pela física (76%), pela patrimonial (34%) e pela sexual (25%). CONCLUSÃO: Portanto, os dados permitiram identificar que, embora a lei tenha proporcionado ferramentas importantes para a denúncia e o acolhimento das vítimas, ainda há desafios a serem superados. A trajetória das mulheres vítimas de violência é complexa e marcada por diversos obstáculos, que vão desde o medo de denunciar até a dificuldade em romper com o ciclo de abuso. É fundamental que as políticas públicas continuem sendo aprimoradas, com foco na prevenção, na assistência às vítimas e na punição dos agressores. Além disso, é preciso investir em campanhas de conscientização e em programas de educação para mudar a cultura patriarcal que perpetua a violência de gênero

    RELATO DE EXPERIÊNCIA:

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    A adolescência é uma fase do desenvolvimento que tem como alicerce a construção de sua subjetividade, enquanto as estruturas psíquicas, corporais, familiares e da cultura sofre mudanças conflitantes. Lutos e fragilidades relevantes acontecem nesse período em que o adolescente tende a buscar liberdade, autonomia e respostas, agindo muitas vezes de forma explosiva e intempestiva. Este relato está vinculado à prática de Estágio Supervisionado em Intervenções Psicossociais em Contextos Ampliados do curso de Psicologia, realizada em um Centro de Aprendizagem de um município no Rio Grande do Sul. O Programa Nacional de Aprendizagem é uma iniciativa do governo federal que, a partir de políticas públicas, visa inserir jovens maiores de 14 anos no mercado de trabalho, buscando conciliar trabalho e estudo, conforme leis trabalhistas. A proposta de intervenção foi de atuar sobre as relações de conflitos que existiam entre colegas, professores e funcionários na instituição, visando aspectos positivos das relações bem como proporcionar que os jovens consigam passar por essa fase mais fortalecidos. Os resultados mostram que uma instituição pode desempenhar papel decisivo na saúde mental desses jovens, e que além de ensino, o fator psicológico poderá delinear a trajetória deles. Destaca-se também a necessidade de serviço psicossocial contínuo devido à perda concreta da condição de criança, seguido no ingresso ao mercado de trabalho. Além disso, o treinamento e a atenção da saúde mental dos profissionais envolvidos, é de suma importância, pois são esses que vão atuar diretamente e por um período longo com os adolescentes. Conclui-se, portanto, que o apoio psicológico, o auxílio na elaboração das relações saudáveis, e o treinamento com os profissionais é fundamental. Estes espaços não apenas contribuiriam para a melhoria das relações, mas também proporcionaria um ambiente saudável para todos os envolvidos.   &nbsp

    ATIVIDADES RECREATIVAS EM INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS (ILPI) - UMA PERSPECTIVA DA PSICOLOGIA SOCIAL

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    O presente artigo descreve a experiência de estágio realizada em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI), com foco na realização de atividades recreativas e de convivência. Durante o estágio, foram promovidas práticas como tricô, jogos de cartas, leituras compartilhadas, rodas de conversa e escolha coletiva de músicas, atividades que, proporcionam momentos de lazer, também funcionaram como ferramentas para o fortalecimento de vínculos entre os residentes da ILPI. O envolvimento dos participantes nessas ações favoreceu o desenvolvimento da escuta ativa, da valorização das experiências individuais e da construção de um espaço coletivo de troca e acolhimento. Ao compartilharem suas memórias, desejos, conquistas e vivências, os residentes puderam resgatar sua identidade, fortalecer sua autoestima e experimentar um sentimento de pertencimento dentro da instituição

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