Núcleo de Produção Científica Digital da FSG (Centro Universitário e Faculdade da Serra Gaúcha)
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    UMA OBSERVAÇÃO ACERCA DO CENTRO INTEGRADO DE SAÚDE E SUA RELAÇÃO COM CLIENTES E COLABORADORES

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    Um relato de vivência no Centro Integrado de Saúde da FSG, atrelado à intervenções pautadas na área da Psicologia Organizacional

    INTERVENÇÃO EM COMUNIDADE TERAPÊUTICA NO CONTEXTO DE DEPENDÊNCIA QUÍMICA

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    INTRODUÇÃO: As intervenções preventivas sobre dependência química quando realizadas com embasamento científico e estruturadas numa relação de confiabilidade junto da comunidade-alvo possibilitam laços benéficos, favorecem espaços para reflexão, trocas de saberes além de incentivar o protagonismo da cidadania e da solidariedade, preconiza BÜCHELE ET AL.(2009).ATIVIDADES DESENVOLVIDAS/REFLEXÃO: Em comunidade terapêutica para tratamento da dependência química participei das atividades na fazenda da CT, e das reuniões que ocorrem durante a semana, na sede. O atendimento individual aos usuários da CT-fazenda e a participação nos grupos, proveu subsídios para a intervenção. Os acolhidos relataram envolvimento com substâncias lícitas ou ilícitas de natureza estimulante com idade entre a infância e a adolescência. Por isso, um dos objetivos da intervenção era de conhecer as crianças e adolescentes bem como os desafios que vivenciavam no contexto impactante da dependência química intrafamiliar e fortalecê-los através de intervenções que lhes dessem voz e promovessem saúde psíquica. A intervenção com enfoque na prevenção ocorreu através da criação de um grupo com crianças e adolescentes, possuidores de familiares acolhidos na Ct-fazenda. O enfoque no tratamento ocorreu através da coordenação em conjunto, de um grupo terapêutico denominado grupo de “tratamento de rua”, composto por sujeitos que optaram por fazer seu tratamento inseridos na sociedade. CONCLUSÃO: A intervenção direcionada para a prevenção proporcionou espaço de escuta e fortalecimento dos sujeitos mais vulneráveis na dependência química intrafamiliar. A intervenção direcionada para o tratamento resultou na reabilitação e na manutenção do tratamento de um grupo de dependentes químicos.Referência bibliográfica: BÜCHELE, F., Coelho, E.B.S.,& Lindner, S.R.,(2009). A promoção da saúde enquanto estratégia de prevenção ao uso das drogas. Ciência & Saúde Coletiva, 14(1):267-273, 2009. Disponível em https://doi.org/10.1590/S1413-8123200900010003

    CONHECENDO ALGUNS CONCEITOS EM TERAPIA COMPORTAMENTAL DIALÉTICA

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    ANÁLISE DE CASO CLÍNICO - JOÃOZINHO

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    IMPACTOS DA JUSTIÇA RESTAURATIVA: UM OLHAR AO ADOLESCENTE INFRATOR

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    IMPACTOS DA JUSTIÇA RESTAURATIVA: UM OLHAR AO ADOLESCENTE INFRATO

    AS MINORIAS SEXUAIS E DE GÊNERO E A ESCUTA PSICANALÍTICA

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    INTRODUÇÃO/FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: "Eu sou gente também, mas as vezes parece que as pessoas não pensam isso de mim." (Luis). As minorias sexuais e de gênero tem sido objeto de debates e reflexões políticas, sociais e científicas nas últimas décadas. Especialmente, na contemporaneidade, à medida que a sociedade avança de forma paradigmática e busca promover a inclusão, a diversidade e a segurança de direitos. Por minorias sexuais e de gênero, compreende-se aquelas pessoas que não se enquadram nas normas sociais e culturais relacionadas ao sexo biológico e/ou identidade de gênero. Assim, minorias sexuais e de gênero abrangem as pessoas que divergem do padrão heteronormativo e de heterossexualidade que por muito tempo prevaleceu no contexto social. Historicamente, essa população é marginalizada e discriminada em diversas culturas ao redor do mundo e tais efeitos expositivos podem levar a graves problemas de saúde mental. É importante, portanto, que a psicanálise, enquanto abordagem terapêutica, também possa oferecer suporte e ajuda para esses indivíduos. Objetiva-se, com esse material, explorar a importância da escuta psicanalítica para as minorias sexuais e de gênero, destacando seu papel na desconstrução de preconceitos, no fortalecimento da identidade e no empoderamento dos indivíduos. MATERIAL E MÉTODOS: Esse resumo foi escrito a partir da elaboração de um trabalho e da apresentação em um Instituto de Estudos em Psicanálise na Serra Gaúcha-RS. Realizando-se uma busca bibliográfica de materiais teóricos psicanalíticos e sobre minorias sexuais e de gênero, especialmente pautado na Teoria do Estresse de Minorias. RESULTADOS E DISCUSSÕES: Partimos do referencial teórico psicanalítico para compreender de que forma a Psicanálise pode atuar como protagonista terapêutico na escuta dessa população. Porém, nosso referencial também é político, social e ético, baseado na busca por igualdade de direitos e dignidade a essas pessoas que carecem de um olhar ampliado, cuidadoso e de não opressão. Assim, pode-se unir ao referencial psicanalítico, a teoria do estresse de minorias, elaborada por John Meyer (2003), psicólogo americano e que tem ganhado destaque nas investigações científicas do cenário atual. De acordo com essa teoria, as minorias sexuais e de gênero estão submetidas a estressores específicos, como o estigma, a mortalidade, a violência e a marginalização social. Ao oferecer um espaço de acolhimento e compreensão a esses sujeitos, a psicanálise permite a expressão e a elaboração das experiências de estresse vivenciadas devida à sua orientação sexual ou identidade de gênero. Entretanto, algo que deve ser considerado no que tange aos psicoterapeutas, no caso dos gêneros e sexualidades, é que a queixa pode ser associada em relação às normas sexuais e de gênero. Isto significa que o psicoterapeuta busca supor antes mesmo de escutar o que sujeito tem a dizer a respeito do seu sofrimento psíquico; se este é diretamente determinado por um desejo ou prática sexual transgressivos ou pela recusa à norma binária de gênero (CUNHA, 2021). A escuta acontece em uma posição hierarquicamente superior, com uma proteção de “ser autoridade” e com um enquadre psicopatológico. Muitas vezes, os psicoterapeutas, em seus lugares de fala, e os desentendimentos dos mesmos, a partir dos marcadores sociais e dos privilégios que os atravessam, acabam por (re)reproduzir violências clínicas e epistemológicas (STONA & CARRION, 2021). Cunha (2021) ainda destaca, assim como Freud (1912/2010) faz nas "Recomendações ao médico que pratica a Psicanálise" não se trata de definir procedimentos, técnicas, protocolos para uma escuta mais acolhedora, mas cada vez mais o psicoterapeuta deve se remeter aos princípios que possam guiar na escuta de pessoas LGBTTQIAP+, saindo da postura de orientar o indivíduo a receber respostas - o furor curandi já denominado por Freud. Ademais, com essa ruptura paradigmática, a escuta psicanalítica é convocada a repensar suas concepções sobre sexualidade e gênero, reconhecendo a fluidez e a multiplicidade dessas vivências e formas de identificação dos sujeitos. A Psicanálise contemporânea busca compreender e acolher as experiências desse grupo, indo para além das categorizações fixas e binárias. A ênfase é colocada na singularidade de cada sujeito, em sua história, desejos, fantasias e angústias, sem reduzi-los a estereótipos, diagnósticos simplistas ou a práticas coercitivas. CONCLUSÃO: Cabe salientar que a formação contínua e de atualização profissional, enquanto fundamental ao exercício da profissão. Psicoterapeutas devem estar abertos para desconstruir seus próprios preconceitos e dificuldades a fim de ampliar sua compreensão sobre a diversidade sexual e de gênero, que tem se empoderado e tem batido às portas de profissionais, infelizmente, pouco capacitados para a escuta assertiva, ética e de acolhimento. Através do psicoterapeuta de orientação psicanalítica e da sua escuta, que gays, lésbicas, trans, queers e as demais diversidades têm a oportunidade de revisitar suas histórias, reconstruir significados, ressignificar experiencias traumáticas e reconectar-se consigo mesmos de maneira mais autônoma e empática. Nesse processo, poderão também construir novas narrativas e possibilidades de vida. Esse trabalho, entretanto, se trata de um breve fragmento teórico acerca das diversas formas de manifestações sexuais e identidades de gênero, partindo do referencial psicanalítico e sua importância no acolhimento a essa comunidade, mas tal temática deve seguir sendo amplamente investigada e debatida nos mais diversos âmbitos, científicos, acadêmicos e sociais

    ALTERAÇÕES HEMATOLÓGICAS APRESENTADAS POR CÃES PORTADORES DE ANAPLASMOSE E RANGELIOSE ENTRE 2022 E 2023

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    Pesquisa realizada através de análises comparativas de dados hematológicos de pacietes positivos prar anaplasmose e rangeliose em laboratório no RS

    COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO DAS FUNÇÕES EXECUTIVAS EM CRIANÇAS COM DIFERENTES NÍVEIS DE HABILIDADE MOTORAS

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    O processo de desenvolvimento motor está associado a uma rede complexa e interativa de estruturas cognitivas. Uma das estruturas cognitivas de alta ordem que são responsáveis pelo planejamento e organização de metas é chamada de Funções Executivas. Entretanto, pouco se sabe sobre as interações entre o desenvolvimento motor e o desempenho de funções executivas e como estas variáveis incidem uma sobre as outras e vice-versa. Tendo em vista tais constatações, esse estudo tem como objetivo verificar as correlações entre funções executivas e habilidades motoras em praticantes de um programa de intervenção com atividades física e esportes. Participaram da amostra 19 crianças, com faixa etária entre 7 e 12 anos. Foram utilizados três testes para mensurar o desempenho das funções executivas; (1) Go/No-GoApp, que avalia o controle inibitório; (2) Odd One Out, que avalia memória de trabalho e (3) Trail Making Test, que avalia flexibilidade cognitiva. Para avaliar as habilidades motoras foi utilizado o teste Test of Gross Motor Development (TGMD-3). TGMD é um teste utilizado para avaliar o desenvolvimento motor de crianças que engloba diferentes habilidades fundamentais de locomoção e manipulação. Com base nos dados da avaliação das habilidades motoras, foram criados 3 grupos com diferentes níveis de desempenho. Grupo 1 (baixo), 2 (médio) e 3 (alto). A partir das análises de comparação das médias entre os grupos, encontrou-se diferenças significativas no desempenho das funções executivas entre o grupo 1 e 3. As diferenças encontradas foram para as tarefas de controle inibitório e memória de trabalho. Não encontrou-se diferenças significativas para a variável de flexibilidade cognitiva e também nenhuma diferenças do grupo 2 quando comparado aos outros dois. Conclui-se existir alguns mecanismos de interação entre os aspectos cognitivos e motores do desenvolvimento para os grupos de crianças que apresentam mais diferenças de desenvolvimento motor. Esses dados apontam para uma discussão que enfatiza que essas habilidades se desenvolvem juntas e sugere que investigações dentro desta área de estudo devem se dar a partir de uma perspectiva de desenvolvimento integral que pode ajudar a promover a saúde e o bem-estar das crianças

    INOVAÇÕES PEDAGÓGICAS NO AMBIENTE ESCOLAR: O QUE HÁ DE NOVO NO PERÍODO PÓS PANDEMIA

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    INTRODUÇÃO/FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: A inovação na educação envolve aintrodução de novas ideias, métodos, tecnologias, e ambientes de aprendizagem para promover aeducação com eficácia, melhorando a qualidade da educação, neste cenário de grandes e rápidasmudaças, Clebesch (2007, p.1) relata que “Na velocidade que as coisas estão mudando é nossodever pensar um pouco mais para onde estamos indo e levando conosco nossos estudantes.Precisamos sair da toca. Não somos mais apenas professores. Somos, também analistas detendências. E isso é muito estimulante. Devemos entender melhor o mundo para dialogarmosmelhor com ele. [...] Deixemos nossas tocas. Quem hiberna são os ursos. Muitos deles, aliás, estãoameaçados de extinção”. Com isto, busca– se romper com os métodos tradicionais de ensino, quemuitas vezes são centrados no professor e na transmissão de conhecimento de forma passiva para osalunos, fazendo com que o ensino se torne monótono sem interações e sem resultados. Durante apandemia houve uma grande defasagem no ensino regular, muitos alunos, por questões sociais,ficaram desatendidos em relação ao ensino, Huang et al. (2020) complementa dizendo que ofechamento das escolas gerou grandes consequências sociais para as pessoas e sociedade, tais como:aprendizado interrompido, má nutrição, confusão e estresse para os professores, lacunas naassistência à infância, aumento na taxa de evasão escolar e, o desafio para medir e validar o que seaprendeu durante o ensino remoto. Ao retornarem para o ambiente escolar, foi notório o dano que o período pandêmico causou nas crianças, principalmente naqueles cujo o período pandêmico foi omesmo que o período de alfabetização. Levando hoje docentes de 3º, 4º, e 5º ano, da área um doensino fundamental, vir a trabalhar e desenvolver objetivos e habilidade do 1º e 2º ano, essefenômeno ocorre com grande domínio nas escolas municipais e estaduais de Caxias do Sul. Com asinúmeras inovações que tem surgido, a favor a educação, o objetivo do presente trabalho éidentificar as inovações utilizadas pelos professores das redes municipais de Caxias do Sul noprocesso de ensino aprendizagem dos alunos. MATERIAL E MÉTODOS: Os métodos utilizadospara essa pesquisa se estabeleceram através da revisão de literatura de um artigo sobre as inovaçõespedagógicas e o seu papel no ambiente escolar. RESULTADOS E DISCUSSÕES: O uso deinovações no processo da alfabetização foi confirmado pelos professes e gestores das escolas.Assim como Chauncey (1979) e Venguer & Venguer (1988), os professores também acreditam queao relacionar os conteúdos com o mundo lúdico as os alunos aprendem com mais eficácia. Com issoo uso de jogos educativos tem se feito presente nas escolas, além da sala de aula com interaçõesformando um terceiro educador. O jogo é um fundamental recurso para se utilizar com as crianças,pois é lúdico e para Kishimoto (1996) o jogo é um instrumento pedagógico muito significativo.Com a verba do governo as escolas também fazem o uso do Chromebooks e mesa digitais para queos alunos possam ter acesso a diferentes tecnologias, mediadas pelo professor. Estes recursostecnológicos trazem uma maneira diferente de alfabetizar, propiciando atividades pedagógicasinovadoras, auxiliando no desenvolvimento do senso crítico nas crianças, discernimento eautonomia, desde que os softwares educacionais sejam usados de acordo com a realidade e asnecessidades do educando (TIMBOÍBA, PAIM, MONTEIRO, 2011). CONCLUSÃO: Éindiscutível o impacto que a pandemia causou no ensino aprendizagem dos educandos. Com ofechamento das escolas e a transição para o ensino remoto muitos estudantes que não possuíamacesso a tecnologia foram prejudicados, essa mudança agravou e evidenciou ainda mais asdesigualdades educacionais que já existiam. Portanto, é fundamental que os professores etejamconstantemente buscando por métodos pedagógicos inovadores, visando tornar o processo de ensinoprazeroso e envolvente para os alunos. REFERÊNCIAS CLEBESCH, J. Muito além do jardim. Disponível em:.Acesso: jun.2023. HUANG, R.; LIU, D. J.; TLILI, A.; YANG, J. F.; EWANG, H. H. Handbook on facilitating flexible learning during educational disruption: The chinese experience in maintaining undisrupted learning in COVID19outbreak. Instituteof Beijing Normal University. 2020. Disponível em:<https://iite.unesco.org/wp-content/uploads/2020/03/Handbook-onFacilitatingFlexible-Learning-in-COVID-19-Outbreak-SLIBNU-V1.2-20200315.pdf> .Acesso em:jun.2023. TIMBOÌBA, C. A. N.; RIBON, I.S.; PAIM, I. P. de O. MONTEIRO, S. R. A inserção das TICs no ensino fundamental: Limites e Possibilidades. V. 2, n. 4, Jul. 2011. Revista Cientifica de Educação a distância. Disponível em: https://periodicosunimes.unimesvirtual.com.br/index.php/paideia/article/download/ 180/187 Acesso em: jun. 2023. KISHIMOTO, Tizuco Morchida. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 7 ed. São Paulo: Cortez, 199

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