Núcleo de Produção Científica Digital da FSG (Centro Universitário e Faculdade da Serra Gaúcha)
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    HIPERSENSIBILIDADE DENTINÁRIA E RESTAURAÇÃO CLASSE V DO DENTE 35

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    O presente trabalho tem como objetivo ilustrar um tratamento restaurador executado e reexecutado no dente 35 com hipersensibilidade dentinária

    HOMENS, MULHERES E DESIGUALDADE

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    INTRODUÇÃO: Embora as mulheres sejam mais afetadas pela desigualdade de gênero, este é um fenômeno estrutrante da nossa sociedade que também afeta os homens. Uma reflexão relevante e talvez, pouco debatida, tem a ver com o olhar que a mulher na atualidade tem de si própria e as perguntas que, se não fazem, deveriam: “será que a existência de um útero faz de mim naturalmente programada para gestar?” “Porque só a mulher nasce com útero?” “Como que o fato de só pessoas de sexo feminino nascer com útero influencia a minha subjetividade?” Para algumas perguntas, não haverá respostas prosaicas, porém esse fato não desabriga a relevância de se pensar sobre como o “inconsciente” da mulher fora impactado até o momento a partir desse pequeno e grande fato: útero. O caminho que a humanidade trilhou, com relação ao sistema econômico capitalista, deixou um lastro subjetivo na mulher que, tal qual ao movimento de um pêndulo, nos levou a um extremo oposto no que se refere ao aspecto da (des)igualdade de gênero. Nesse sentido, este estudo visa promover uma reflexão acerca das relações de gênero entre homens e mulheres cis.  MATERIAL E MÉTODOS: O presente estudo trata-se de uma reflexão teórica a partir de uma revisão narrativa da literatura. RESULTADOS E DISCUSSÕES: A história da humanidade nos recheia de muitos exemplos que perpetuam a noção de desigualdade de gênero e é importante salientar que alguns desses fenômenos foram gendrados a partir de preceitos histórico econômicos. Segundo Laqueur (2001) a conjectura de uma diferença sexual substantiva e binária-oposta (homem/ mulher) nem sempre existiu. Ele apontou que, historicamente, houve uma mudança da escolha do foco de interesse das semelhanças entre os órgãos genitais masculinos e femininos para suas diferenças. Outro advento relevante que fomentou a desigualdade de gênero foi  o surgimento da psicanálise, Freud deu propósito a um conjunto ordenado de categorias de análise a quem buscava dar explicação a fenômenos corporais que não tinham relação estreita com a fisiologia (Schultz & Schultz, 2000). Assim, associou a patologia conhecida como histeria à mulher, sendo sua explicação pautada na repressão de sentimentos e emoções. Histeria é uma palavra originada do termo “útero” e, obviamente, homens não eram acometidos de histeria uma vez que são desprovidos de útero mas, sobretudo, por exercer dominância perante as mulheres ao ponto de definir arbitrariamente sobre naturalização de uma patologia baseado em um atributo biológico. Com a consolidação do capitalismo, no século XVIII/XIX, veio a noção de mobilidade social e a distinção, histórica e cultural, entre o âmbito público e privado. (Zanello, 2018). Neste sentido, o trabalho de Freud legitimou, em larga escala, o lugar de ocupação das mulheres em espaços privados e aos homens a abrangência de lugares públicos (Lima et al, 2008) E nos dias atuais? Homens sofrem por reprimir emoções? A dominância exercida no passado sugere a ideia de que não havia, de forma geral, emoções reprimidas, pois foi a própria expressão do poder ilimitado que limitou a mulher e, porque não dizer? Que, muitas vezes, a violentou. Conforme (Diniz, 2017) cerca de 35% das enfermidades e queixas médicas das mulheres se devem ao fenômeno da violência nas relações conjugais. Outro exemplo interessante: apenas recentemente, em março de 2021, fora revogada a lei em defesa da “honra” do homem, a qual preconizava que o homício praticado pelo marido, devido a suposta infidelidade da esposa, se tratava da legítima defesa da honra. Sob essa alegação, muitos era inocentados ou tinham suas penas atenuadas, ocasionando aumento da impunidade deste crime em contexto doméstico. (JUSBRASIL, 2024) Há apenas três anos, a mulher se deparava com essa lei, um verdadeiro contra-senso aos avanços de leis como a Maria da Penha e a do Femínicidio, as quais jogam luz a fenômenos escondidos dentros das casas brasileiras. Assim, faz-se necessário que a mulher moderna descubra sua própria “base epistemológica” que acolha suas particularidades visando pautar suas escolhas de vida em preceitos alinhados a seus reais valores. Nesse sentido, uma clínica psicológica pautada no construcionismo social pode ser uma aliada, pois para esta, o anseio reside em construir explicações sobre processos em que as pessoas explanam, narram ou, de alguma maneira, dão cabo na vida (Gergen, 1985). CONCLUSÃO: Assemelha que o fenômeno da desigualdade de gênero implica na postura da mulher atual que, muitas vezes, se coloca em choque no relacionamento com os homens. A busca de simetria na relação entre homens e mulheres depende do trabalho de ambos os gêneros, mesmo que, dentre esses dois gêneros, a mulher tenha sido a maior prejudicada até o momento.  Ao homem, cabe acordar desse sono transgeracional, o qual acontece sob o recôndito colchão da história e almofada psíquica que amortece a sua percepção de corresponsabilidade nos vários conflitos relacionais com mulheres. Evitando dicotomias e através de um exercício mútuo de aproximação, quem sabe, seja possível homens e mulheres deslocarem-se dos polos e encontrarem-se no meio do caminho

    HUMANIZAÇÃO NA SAÚDE

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    A humanização na saúde é uma abordagem primordial para transformar o atendimento hospitalar, criando um ambiente acolhedor e empático que considera o paciente em sua totalidade. Esse conceito integra o cuidado físico com o suporte psicológico e emocional, proporcionando um atendimento mais completo. Segundo Mota, Martins e Véras (2006), a humanização busca transformar o ambiente hospitalar, promovendo empatia e acolhimento. De acordo com Velasco, Rivas e Guazina (2012), a inserção da psicologia no contexto hospitalar é recente, mas crucial para minimizar o sofrimento da hospitalização. O psicólogo hospitalar é um pilar importante, melhorando o bem-estar mental e emocional dos pacientes e suas famílias, além de promover melhor adesão ao tratamento e recuperação (Mota, Martins e Véras, 2006; Velasco, Rivas e Guazina, 2012). Alves et al. (2015) destacam que a humanização dos cuidados de saúde visa reduzir o sofrimento e preservar a qualidade de vida dos pacientes e suas famílias. Este estudo tem como objetivos explorar o papel do psicólogo no contexto hospitalar, bem como, analisar os benefícios de sua atuação na humanização do atendimento

    PSICOLOGIA E PRÁTICAS GRUPAIS: RELATO DE EXPERIÊNCIA NA CRUZ VERMELHA DE CAXIAS DO SUL

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    O presente trabalho tem como objetivo apresentar o relato de experiência em um dos locais atendidos no Estágio Supervisionado I e II, o qual estou cursando através do Projeto Diversidade em Foco, projeto este de extensão vinculado ao Centro Universitário da Serra Gaúcha. O local escolhido para a prática e relato é a Cruz Vermelha, de Caxias do Sul

    PSICOLOGIA SOCIAL PARA A CONSTRUÇÃO DO AUTOCONHECIMENTO DE PRÉ-ADOLESCENTES

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    INTRODUÇÃO/FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: Introduziremos este relato de experiência observando as principais questões da psicologia social e sua breve história, destacando os principais autores do mesmo, havendo assim a abrangência ao fato da história brasileira como aspecto importante para os dias de hoje. É observado entre todos os fatores desde a pesquisa ao estágio em si, a verdadeira necessidade em se ter uma forte contribuição ao desenvolvimento do pré-adolescente em seu completo, como motivação para algo maior posteriormente, aqui dito sua vida adulta, já que, relações de boa autoestima refletem em si e em todos a sua volta, principalmente na vida escolar onde é o seu local de maior “estadia”, riscos e alegrias. Neste ambiente escolar estar atento e conhecendo-se entendendo seus limites e valores, o que quer fazer e o que não quer, assim como o que deve e o que não deve fazer é crucial para o bom desempenho e também saúde mental e física. No final da década de 70, foi dedicado a uma articulação, sob o título de “aspectos psicológicos do controle social”, entre uma perspectiva comportamental, o behaviorismo radical de B. F. Skinner, com sua noção de controle do comportamento, e as noções sociológicas sobre o controle social, elaboradas por Mannheim (1962) e Becker (1977), dentre outros, incluindo ainda as perspectivas ditas microssociológicas, principalmente o interacionismo simbólico, como presente nas obras de Berger e Luckmann (1974). Aránega, Sánchez e Pérez (2019), pensam que “o autoconhecimento auxilia o manejo de emoções desagradáveis e faz parte da consciência emocional, a partir dele o indivíduo consegue identificar estados de humor”, assim “aplicá-los e manejá-los de acordo com as situações vivenciadas”. MATERIAL E MÉTODOS: O presente relatório de estágio supervisionado é referente estudo de caso permitindo assim uma metodologia como síntese para o conhecimento sobre a autoestima e autoconhecimento de pré-adolescentes em ambiente escolar e posterior, no ambiente familiar. A metodologia é através de pesquisas em artigos científicos como Google Acadêmico, Scielo utilizando-se os descritores “Autoestima de crianças e adolescentes” e “Socioemocional crianças”. Para a prática de estagio Curricular Supervisionado em Psicologia II – Intervenções Psicossociais em contextos ampliados, foi escolhido EMEF Rosário de São Francisco, localizada Av. Benjamim Custodio de Oliveira, 1023 bairro Charqueadas, Caxias do Sul-RS, a diretora é a Liange Finardi, e a vice da manhã é a Eliane Frigeri, a professora regente desta turma é a Eliamar do Carmo Lima da Silva. Meu estágio acontece às quintas-feiras de manhã, da turma da quarta série A do quarto ano do fundamental. RESULTADOS E DISCUSSÕES: Na primeira roda de conversa, foi percebido a importância em se trabalhar o autoconhecimento e também a autoestima, pois na percepção que se há, não adiantaria trabalharse outros assuntos que fugissem do seu cotidiano por hora, apenas por status (também seriam relevantes, mas sem muito impacto), sendo que, eles necessitavam conhecer-se a si mesmos, para depois enfrentar de forma positiva todos os desafios que há na vida em geral, pois, quanto mais cedo conhecerem a si mesmos, mais chances se têm de enfrentar os desafios de maneiras adaptativas e positivas, tanto no comportamento diário, como também no sucesso escolar e nas tomadas de decisões a curto, médio e longo prazo. Portanto, com o objetivo de trabalhar o autoconhecimento e autoestima, fora realizado quatorze encontros no total, e aproximadamente uma hora semanais. E para intervir nas questões ditas acima sobre os objetivos, pesquisas robustas e sérias foram realizadas em diversos sites contendo artigos e também dinâmicas para serem elaboradas e concretizadas com os alunos, adaptando e sendo criadas ao longo das aulas, observando sempre o interesse dos mesmos, onde em alguns encontros não houve boa absorção da prática pelos alunos, e sendo assim, recalcular a rota e também a frustração foram necessárias. Por parte da instituição, a escola é acolhedora e neste viés acolhe as famílias, em principal, aquelas em que há alunos ditos “problemáticos”, e também aquelas famílias que tem pouca participação na vida escolar do estudante, assim, é imprescindível destacar que há situações dramáticas de vulnerabilidade social e abandono afetivo e isso propositalmente é refletido na fase da adolescência e não tão mais tarde, na vida adulta que é onde se deseja que haja uma construção alicerçada da autoestima, porém, se isso não fora trabalhado desde cedo, há uma falha, “pane no sistema”. Devido a está reflexão, entende-se melhor ainda que as intervenções sobre a autoestima e sua relação consigo mesmo, era de urgência. CONCLUSÃO: É de extrema urgência é a contratação de profissionais capacitados com olhar de afeto e cuidado, observando quais os alunos que necessitam de acompanhamento mais individualizado e personalizado, e que seja feito o encaminhamento o mais rápido possível e a intervenção aconteça. Sendo assim, destaco por fim o papel importante que o psicólogo possui dentro de um ambiente escolar, e mesmo que houve em meu estágio uma intervenção em grupo, tenho a plena convicção que a minha semente foi plantada e que os alunos colherão os frutos benéficos dela. Aqui deixo registrado meu juramento de acolher sem julgar e de intervir com olhar de afeto, eu juro

    PROPOSTA DE INTERVENÇÃO REALIZADA NO CAPS DE SÃO MARCOS, DURANTE O ESTÁGIO CURRICULAR.

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    Trata-se de uma proposta de intervenção feita no Caps de São Marcos-RS, onde foi criado um grupo infantil com crianças em vulnerabilidade e usuárias do serviço

    INTERVENÇÃO COM EDUCADORES DE CASA LAR DE CAXIAS DO SUL

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    O artigo destaca a importância do papel dos educadores sociais em casas de acolhimento para crianças e adolescentes, ressaltando a falta de preparo técnico desses profissionais ao serem contratados. A partir de um estudo realizado em três casas lares em Caxias do Sul, evidenciou-se a necessidade de uma formação continuada para esses educadores, dada a complexidade das situações enfrentadas e a falta de treinamento inicial. Para abordar essa lacuna, foi realizado um programa de oito encontros semanais, entre maio e junho de 2024, com o objetivo de qualificar os educadores e auxiliá-los em suas práticas diárias. Durante esses encontros, foram discutidas várias temáticas, desde as dificuldades enfrentadas pelos educadores até questões como a importância dos limites, o manejo das emoções e o desenvolvimento cognitivo das crianças. Os resultados demonstraram uma mudança de perspectiva por parte dos educadores, destacando a reflexão sobre o impacto de suas atitudes nas crianças e a importância de suas palavras como figuras de autoridade. Apesar das dificuldades para reunir todos os educadores devido às demandas das crianças, foi possível realizar todos os encontros planejados. Conclui-se que os educadores sociais desempenham um papel fundamental no acolhimento das crianças em situação de vulnerabilidade, e a qualificação constante desses profissionais é essencial para garantir um melhor manejo das situações e, consequentemente, uma maior qualidade nos serviços prestados. Isso pode contribuir para reduzir os impactos negativos que o processo de acolhimento pode causar nas crianças, cujos danos são difíceis de calcular

    EXPLORANDO NOVOS CAMINHOS: PSICOLOGIA PARA ADOLESCENTES EM ACOLHIMENTO

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    Relato de Experiência de Prática Supervisionada em Psicologia&nbsp

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