Núcleo de Produção Científica Digital da FSG (Centro Universitário e Faculdade da Serra Gaúcha)
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    A IMPORTÂNCIA DA DISCUSSÃO DO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS NAS DISCIPLINAS INICIAIS DA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

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    INTRODUÇÃO: Atualmente, a crescente preocupação com a sustentabilidade e a saúde plaentária deixam claro a relevância do gerenciamento adequado de resíduos, especialmente nos serviços de saúde, onde a geração deste tipo de resíduos apresenta riscos específicos. A formação de enfermeiros com consciência ambiental e competências para a correta gestão dos resíduos gerados na assistência, é crucial para minimizar impactos negativos e promover práticas seguras. Assim, o objetivo deste trabalho é apresentar, através de um relato de experiência, a abordagem da temática de gerenciamento de resíduos na disciplina de Fundamentos de Enfermagem de um curso de graduação, visando preparar os futuros profissionais para a prática assistencial e sua interface com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). MATERIAL E MÉTODOS: A temática de gerenciamento de resíduos foi integrada ao conteúdo programático da disciplina de Fundamentos de Enfermagem, e abordada nos primeiros dias de aula, onde os acadêmicos realizam uma revisão de conteúdos, para início da prática clínica. A abordagem incluiu no primeiro momento, aulas expositivas dialogadas, com a apresentação dos tipos de resíduos de serviços de saúde (Grupo A, B, C, D e E), fluxos de gerenciamento, legislação pertinente, riscos associados ao manejo inadequado e a importância da segregação correta na fonte. Já em um segundo momento, nos serviços de saúde, foi realizada atividades práticas com geração e segregação de diferentes tipos de resíduos, bem como o conhecimento de todo o fluxo de geração, segregação, transporte, armazenamento e descarte dos mesmos, dentro dos serviços de saúde. A avaliação da aprendizagem dos acadêmicos, ocorreu por meio da observação da participação dos mesmos nas atividades práticas e discussões, bem como em avaliações práticas que incluíram questões sobre a correta segregação e os impactos do gerenciamento de resíduos. RESULTADOS E DISCUSSÕES: Observou-se um engajamento significativo dos acadêmicos com a temática, demonstrado por participação ativa nas discussões e questionamentos pertinentes sobre os diferentes tipos de resíduos e seus riscos, demonstração de compreensão dos fluxos de gerenciamento e da legislação aplicável, habilidade na identificação e segregação correta dos resíduos durante as atividades práticas simuladas e reconhecimento da importância da sua futura atuação profissional na garantia do manejo adequado dos resíduos no ambiente hospitalar, além da conexão estabelecida entre as práticas de gerenciamento de resíduos e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ampliando a visão sobre a responsabilidade social e ambiental da profissão. CONCLUSÃO: A inserção da temática de gerenciamento de resíduos nas disciplinas iniciais do curso de graduação em Enfermagem, como em Fundamentos de Enfermagem, demonstra ser uma estratégia eficaz para sensibilizar e preparar os futuros profissionais para a prática assistenciaç segura e responsável. Ao abordar a temática e, principalmente, a relação com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os acadêmicos desenvolvem uma visão mais ampla da sua responsabilidade na promoção da saúde e na proteção do meio ambiente. A internalização da importância da correta segregação de resíduos desde o início da formação contribui para a construção de uma cultura de segurança e sustentabilidade na futura atuação profissional dos enfermeiros. Recomenda-se a continuidade e o aprofundamento desta temática ao longo do currículo do curso de Enfermagem

    A (DES)INCLUSÃO ESCOLAR DE PESSOAS AUTISTAS

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    O transtorno do espectro autista é caracterizado por indivíduos que demonstram dificuldades comportamentais, afetando o desenvolvimento motor, psiconeurológico, social, da linguagem e cognição (DSM- 5 TR, 2023). Por conta de suas complexidades, indivíduos diagnosticados com o transtorno, possuem direitos garantidos pela Legislação e que estão presentes na constituição, através da Lei 12.764 de 27 de dezembro de 2012, que instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA. Outrossim, está previsto em lei, moradia, vida digna, proteção contra abusos e explorações, ensino profissionalizante e assistência social. Apesar dos direitos serem propostos na legislação brasileira, muitas vezes na prática vemos o contrário sendo externalizado, à exemplo da falha da educação inclusiva, assim como, a violência sofrida pelos autistas no ambiente escolar (bullying). É caracterizado como bullying, toda e qualquer agressão (física, verbal, ameaça, intimidação), praticada pelo agressor para com a vítima em âmbito escolar ou de trabalho. Em pesquisas realizadas por Rose et. al (2011), pessoas com deficiência possuem 50% a mais de chances de sofrerem bullying e este número quadruplica quando se trata de pessoas com TEA (WAINSCOT, 2008). Desse modo, essa tipologia de agressão pode acarretar sérias consequências, dentre elas a prática de violência física dos indivíduos que estão sofrendo com o bullying, diminuição da autoestima, autoagressão, depressão, tristeza, suicídio, isolamento, sentimentos de culpa, vergonha, humilhação e desamparo. Capadócia, Weiss e Pepler (2012), ainda ressaltam as dificuldades acadêmicas, sintomas psicossomáticos, empobrecimento da interação social, ansiedade e dificuldades de ajustamento social em virtude do bullying sofrido. Com isso, é indispensável que os adultos, observem com astúcia o que está acontecendo com seus dependentes, para que os direitos da pessoa com TEA não sejam negligenciados (OLIVEIRA; SHMIDT, 2023)

    A DISPARIDADE ENTRE A DEFESA E A ACUSAÇÃO NO DIREITO PENAL

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    Atualmente, é vislumbrado um forte discurso sobre a igualdade no sistema global, pois a igualdade claramente tem o poder de transmitir a importante segurança jurídica para os indivíduos que contemplam esta vasta sociedade. Dentre este tópico, entramos em um tema que desvirtua este momento do crescimento da igualdade na sociedade. O tema abordado é a disparidade de armas entre a defesa e a acusação dentre o processo penal. Neste tema é importante entender que a forma em que o poder estatal está dirimindo o processo penal está completamente desleal aos princípios igualitários que regem a vossa sociedade, pois está claramente evidenciado que o aparato Estatal, ou seja, “o sistema acusatório” é muito maior do que um simples escritório que se Virtua na “defesa do acusado”. Em detrimento ao estudo, está claramente evidenciado a necessidade de igualar as armas utilizadas pela defesa e o sistema acusatório dentre ao processo penal, no entanto é notado que o vosso momento atual luta mais que nunca pela igualdade, e com esta luta a sociedade merece ter um devido processo ao pranto da igualdade

    A VIRTUALIDADE DA LGBTFOBIA

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    Diversas teorias foram criadas para explicar o comportamento violênto e as causas da violência. O objetivo deste estudo é analisar a violência que permeia o discurso de comentários em publicações relacionadas a pessoas LGBTQIAPN+ de um jornal digital da Serra Gaúcha. Através da Análise de Contéudo, foram criadas três categorias: "Saúde", "Emprego" e "Religião". Observa-se que as matérias vinculadas tratam de avanços na construção de uma sociedade mais inclusiva e igualitária, porém os comentários, majoritariamente, contêm críticas e ironias, ou seja, violências

    GRUPOS OPERATIVOS EM AÇÃO

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    O projeto de extensão Diversidade em Foco, projeto este vinculado ao Centro Universitário da Serra Gaúcha, atua desde 2020, e tem como objetivo desenvolver ações direcionadas às comunidades, promovendo a construção de relações com base no respeito e acolhimento às diversidades. Um dos locais atendidos pelos componentes do Projeto é a Cruz Vermelha de Caxias do Sul, a qual fornece ajuda humanitária, tendo como missão fornecer alívio ao sofrimento humano, protegendo as vidas e a saúde das pessoas, principalmente em situações de conflitos e situações de emergência. O trabalho realizado no local é feito através de rodas de conversas sobre diferentes temas, os encontros vêm sendo desenvolvidos e constituindo um espaço terapêutico relevante para os participantes, através de relatos de experiências nos quais abordaremos algumas temáticas dos encontros promovidos

    A EDUCAÇÃO COMO INSTRUMENTO DE TRANSFORMAÇÃO SOCIAL

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    A violência urbana é um dos desafios enfrentados pela maioria das cidades modernas, caracterizada por diversos atos criminosos, desde assaltos e furtos até homicídios e violência doméstica. Deve ser considerado como um problema multifacetado, pois suas motivações se dão por diversos fatores, incluindo desigualdade econômica, estrutura familiar disfuncional, uso de drogas, falta de oportunidades profissionais e educacionais, autoestima, entre outros. O presente trabalho busca esmiuçar como a educação pode ser uma ferramenta crucial para combater a violência urbana, através do relato de experiência das autoras em seu local de estágio, o CASE, ou Centro de Atendimento Socioeducativo, o qual é destinado para o acolhimento de jovens em conflito com a lei, a fim de promover medidas socioeducativas voltadas para a ressocialização

    PROJETO AME

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    A cidade de Caxias do Sul/ RS conta com diversos projetos sociais, que realizam esse atendimento ao público infantil durante o contra turno escolar, necessitando sempre de doações e engajamento da comunidade para continuar existindo. O presente trabalho tem como objetivo arrecadar materiais escolares para crianças em idade escolar a partir do projeto social AME – Arrecadação de Materiais Escolares, dentro do Centro Universitário FSG, polo localizado na cidade de Caxias do Sul/ RS. Os materiais escolares recebidos pelas doações serão separados e reciclados dentro de uma oficina realizada na instituição, doados para projeto social de acolhimento de crianças no contra turno escolar

    A DISSONÂNCIA ENTRE O TRATAMENTO DADO À EQUIDADE DE GÊNERO E O ACESSO À SAÚDE PÚBLICA

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    A equidade de gênero na saúde pública é um princípio fundamental que visa garantir que todos tenham, independentemente da sua identidade de gênero ou de sexo, o acesso merecido aos serviços de saúde de qualidade com atenção as necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo. O viés do princípio a equidade é mais amplo que o secular princípio da igualdade, visto que tal tratamento buscar proporcionar aos cidadãos o respeito às suas diferenças e especificidades, minimizando por meio de políticas públicas assertivas quaisquer impactos sociais. Neste sentido, o objetivo do presente estudo foi verificar se há equidade de gênero quanto aos direitos de acesso à saúde.&nbsp

    RELATO DE EXPERIÊNCIA DE UMA ATIVIDADE EXTENSIONISTA EM UMA EMPRESA PRIVADA

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    RELATO DE EXPERIÊNCIA DE UMA ATIVIDADE EXTENSIONISTA EM UMA EMPRESA PRIVADAPaola Paim Cardoso, Daniela Schneider, *Nicole Pasqual Althaus.*Nicole Pasqual Althaus: Docente do curso de Biomedicina da FSG Centro Universitário. E-mail: [email protected] Paim Cardoso: Discente do curso de Biomedicina da FSG Centro Universitário. E-mail:[email protected] Schneider: Discente do curso de Biomedicina da FSG Centro Universitário. E-mail: [email protected]: Tipagem sanguínea. Ação social. Doação de sangue.​ INTRODUÇÃO: Este relato descreve uma ação comunitária desenvolvida no âmbito de uma disciplina extensionista do curso de graduação em Biomedicina. A atividade foi executada em uma empresa privada localizada em Caxias do Sul, onde estudantes universitários realizaram práticas de tipagem sanguínea em colaboradores, sob a supervisão de uma profissional da área biomédica. Os objetivos desta ação englobam o aumento do conhecimento sobre tipagem sanguínea, a identificação de doadores potenciais, o estímulo à doação regular, a contribuição para a sustentabilidade do banco de sangue e o fomento de uma cultura de solidariedade. Esta iniciativa visa não apenas beneficiar a empresa, mas também reforçar o compromisso social e a conscientização acerca da importância da doação de sangue na comunidade. MATERIAL E MÉTODOS: O processo foi fundamentado nos princípios teóricos da hematologia clínica. Foram coletadas amostras de sangue de 35 indivíduos, com uma distribuição de 65% homens e 45% mulheres, todos participantes de forma voluntária. Os colaboradores foram questionados sobre seu conhecimento prévio da tipagem sanguínea e, posteriormente, passaram por testes para avaliar a mesma. Após a realização dos testes, foram distribuídos folhetos informativos destacando a importância da doação de sangue. RESULTADOS E DISCUSSÕES: Os testes realizados para verificar a tipagem sanguínea revelaram que, em geral, os participantes possuíam um entendimento limitado sobre sua própria tipagem sanguínea, evidenciando uma lacuna significativa em termos de conhecimento sobre a própria saúde. Esses achados corroboram a literatura que aponta para a necessidade de maior conscientização sobre a importância da tipagem sanguínea e seus impactos nasaúde pública (Souza, 2020; Oliveira, 2021). A entrega de folhetos informativos destacou a importância da doação de sangue, alinhando-se às recomendações de programas de educação em saúde que enfatizam a promoção de informações corretas e acessíveis à população (Ferreira et al., 2019). A abordagem educacional, combinada com a prática de tipagem sanguínea, contribuiu para uma melhor compreensão dos colaboradores sobre a importância da doação de sangue e pode ter um impacto positivo na adesão a futuras campanhas de doação. Este estudo reflete a necessidade de iniciativas contínuas de educação e conscientização sobre a tipagem sanguínea e a doação de sangue. As evidências obtidas sugerem que intervenções similares podem ser eficazes em aumentar o conhecimento e promover comportamentos positivos relacionados à saúde. CONCLUSÃO: A integração de práticas de tipagem sanguínea com ações de educação e conscientização pode ser uma estratégia eficaz para aumentar o engajamento da população com campanhas de doação de sangue e promover a saúde pública. É recomendável que futuras ações de extensão universitária considerem a continuidade e a expansão dessas práticas para alcançar um impacto mais abrangente na comunidade. REFERÊNCIAS: FERREIRA, A. M.; SILVA, J. R.; OLIVEIRA, C. P. Educação em saúde e práticas de doação de sangue. São Paulo: Editora Saúde, 2019. OLIVEIRA, L. R. Conscientização sobre tipagem sanguínea e sua importância. Rio de Janeiro: Editora Científica, 2021. SOUZA, T. P. Aspectos da hematologia clínica e impacto na saúde pública. Belo Horizonte: Editora Médica, 2020

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