eUSAL Revistas (Universidad de Salamanca)
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O O POVO TRABALHADOR BASCO. UMA BREVE HISTÓRIA DA FORMAÇÃO DE UM CONCEITO E DAS SUAS CONSEQUÊNCIAS ESTRATÉGICAS NA ETA.
From a philosophical standpoint, this article analyses the historical formation of the concept of the «Basque Working People» in the Basque armed organization ETA (Basque Country and Freedom, for its acronym in Basque). To accomplish this, we will study the imaginaries of the Basque Nationalists Youths during the 1940s and the official ideology of ETA in the 1960s. We have used primarily the ideological periodicals (journals such as Beti Gazte, Zabaldu, Kemen or Zutik) of these collectives as well as other relevant books (for example Federico Krutwig´s Vasconia) and documents which helped in the formation of ETA’s imaginary. Considering this historical formation of the concept of the «Basque Working People», we have reinterpreted the strategic approach of the organization since 1959. Tentatively, we have affirmed that ETA adopted a very specific use of violent methods, which were specifically oriented not to reach the goal of an independent and socialist Basque Country, but in the idea of making visible the concept of the «Basque Working People» in social reality. Thus, we have described this use of political violence as constative (and not performative). The non-violent strategic approaches of ETA were precisely focused on social spreading and implementation of its alternative imaginary: the achievement of independent and socialist Basque Country.Las siguientes páginas estudian a partir de un enfoque interpretativo la formación histórica del concepto del Pueblo Trabajador Vasco en la organización ETA. Para ello desarrollamos un análisis que va desde el estudio de los imaginarios de las primeras juventudes nacionalistas vascas durante los años 40 a la ideología oficial de este colectivo armado en la década de los 60. Las fuentes utilizadas han sido fundamentalmente las publicaciones periódicas de estas agrupaciones (boletines como Beti Gazte!, Zabaldu, Kemen o Zutik) así como distintas obras ajenas a ellas, pero relevantes para la formación de su corpus doctrinal (por ejemplo, el libro de Federico Krutwig, Vasconia). A partir del análisis de la historia formativa del concepto de Pueblo Trabajador Vasco como sujeto al que apelaba ETA, hemos conseguido realizar una relectura de la estrategia desarrollada por este grupo desde su nacimiento y hasta el desarrollo de su Quinta Asamblea entre los años 1966-1967. De modo tentativo, hemos descrito el uso de la violencia por parte de ETA como una estrategia constatativa. Es decir, su uso se orientaba a hacer visible el concepto subjetivo concebido por el colectivo armado como el reverso de todo lo afirmado en el régimen franquista. De forma paralela, las secciones no armadas de la organización se determinaron por realizar el proyecto político de ETA, la independencia y el socialismo del País Vasco, tratando de extender esa alternativa política entre la población.Les pages suivantes étudient, à partir d'une approche interprétative, la formation historique du concept de peuple basque travailleur dans l'organisation ETA. Pour ce faire, nous développons une analyse qui va de l'étude des imaginaires des premiers jeunes nationalistes basques dans les années 1940 à l'idéologie officielle de ce groupe armé dans les années 1960. Les sources utilisées ont été principalement les publications périodiques de ces groupes (bulletins tels que Beti Gazte !, Zabaldu, Kemen ou Zutik) ainsi que différents ouvrages extérieurs à ceux-ci, mais pertinents pour la formation de leur corpus doctrinal (par exemple, le livre de Federico Krutwig, Vasconia). A partir de l'analyse de l'histoire formative du concept de Peuple Ouvrier Basque comme sujet auquel l'ETA a fait appel, nous avons réussi à relire la stratégie développée par ce groupe depuis sa naissance jusqu'au développement de sa Cinquième Assemblée entre 1966-1967. Nous avons provisoirement décrit l'utilisation de la violence par l'ETA comme une stratégie de constatation. C'est-à-dire que son utilisation visait à rendre visible le concept subjectif conçu par le collectif armé comme l'inverse de tout ce qui était affirmé dans le régime franquiste. Dans le même temps, les sections non armées de l'organisation étaient déterminées à réaliser le projet politique de l'ETA, l'indépendance et le socialisme du Pays basque, en essayant de diffuser cette alternative politique parmi la population.Le pagine seguenti studiano da un approccio interpretativo la formazione storica del concetto di Popolo Lavoratore Basco nell'organizzazione dell'ETA. Per farlo, sviluppiamo un'analisi che va dallo studio degli immaginari dei primi giovani nazionalisti baschi durante gli anni 40 fino all'ideologia ufficiale di questo gruppo armato negli anni 60. Le fonti utilizzate sono state principalmente le pubblicazioni periodiche di questi gruppi (bollettini come Beti Gazte!, Zabaldu, Kemen o Zutik) così come diverse opere esterne ad essi, ma rilevanti per la formazione del loro corpus dottrinale (per esempio, il libro di Federico Krutwig, Vasconia). Dall'analisi della storia formativa del concetto di Popolo Lavoratore Basco come soggetto a cui ETA si appellava, siamo riusciti a rileggere la strategia sviluppata da questo gruppo dalla sua nascita fino allo sviluppo della sua V Assemblea tra il 1966-1967. Tentativamente, abbiamo descritto l'uso della violenza da parte dell'ETA come una strategia costitutiva. Cioè, il suo uso era volto a rendere visibile il concetto soggettivo concepito dal collettivo armato come il contrario di tutto ciò che si affermava nel regime franchista. Allo stesso tempo, le sezioni non armate dell'organizzazione erano determinate a portare avanti il progetto politico dell'ETA, l'indipendenza e il socialismo dei Paesi Baschi, cercando di diffondere questa alternativa politica tra la popolazione.As páginas seguintes estudam a partir de uma abordagem interpretativa a formação histórica do conceito do povo trabalhador basco na organização da ETA. Para o fazer, desenvolvemos uma análise que vai desde o estudo dos imaginários dos primeiros jovens nacionalistas bascos durante os anos 40 até à ideologia oficial deste grupo armado nos anos 60. As fontes utilizadas foram principalmente as publicações periódicas destes grupos (boletins como Beti Gazte!, Zabaldu, Kemen ou Zutik) bem como diferentes obras fora deles, mas relevantes para a formação do seu corpus doutrinário (por exemplo, o livro de Federico Krutwig, Vasconia). A partir da análise da história formativa do conceito do Povo Trabalhador Basco como um tema ao qual a ETA apelou, conseguimos reler a estratégia desenvolvida por este grupo desde o seu nascimento até ao desenvolvimento da sua Quinta Assembleia entre 1966-1967. Tentativamente, descrevemos o uso da violência pela ETA como uma estratégia constatativa. Ou seja, a sua utilização visava tornar visível o conceito subjectivo concebido pelo colectivo armado como o inverso de tudo o que se afirmava no regime franquista. Ao mesmo tempo, as secções não armadas da organização estavam determinadas a realizar o projecto político da ETA, a independência e o socialismo do País Basco, tentando difundir esta alternativa política entre a população.As páginas seguintes estudam a partir de uma abordagem interpretativa a formação histórica do conceito do povo trabalhador basco na organização da ETA. Para o fazer, desenvolvemos uma análise que vai desde o estudo dos imaginários dos primeiros jovens nacionalistas bascos durante os anos 40 até à ideologia oficial deste grupo armado nos anos 60. As fontes utilizadas foram principalmente as publicações periódicas destes grupos (boletins como Beti Gazte!, Zabaldu, Kemen ou Zutik) bem como diferentes obras fora deles, mas relevantes para a formação do seu corpus doutrinário (por exemplo, o livro de Federico Krutwig, Vasconia). A partir da análise da história formativa do conceito do Povo Trabalhador Basco como um tema ao qual a ETA apelou, conseguimos reler a estratégia desenvolvida por este grupo desde o seu nascimento até ao desenvolvimento da sua Quinta Assembleia entre 1966-1967. Tentativamente, descrevemos o uso da violência pela ETA como uma estratégia constatativa. Ou seja, a sua utilização visava tornar visível o conceito subjectivo concebido pelo colectivo armado como o inverso de tudo o que se afirmava no regime franquista. Ao mesmo tempo, as secções não armadas da organização estavam determinadas a realizar o projecto político da ETA, a independência e o socialismo do País Basco, tentando difundir esta alternativa política entre a população
Fuerzas externas y agencia individual en el Medievo Nórdico: los vicios humanos y las actitudes honorables como herramientas del destino
The aim of this article is to analyze the ways in which fate appears in Norse Medieval cultures. Special attention will be paid to V?lsunga saga and its context of production. We will see that the social dynamics of Iceland and Norway during the 13th century influence the representation of fate and its effects on the individual. The necessity of reciprocity was crucial for the maintenance of a society based on personal relationships and systems of friendship. Hence, greed is one of the principal transgressive elements condemned in the saga. In this narrative, a cursed treasure attracts the character´s greed and motivates them to transgress other fundamental norms. This doom also sets an ominous fate that casts doubt on the freedom an individual might have in a conditioned world. These determinants are also imposed by other external forces that are compared to destiny. Thus, we will demonstrate that honor and the obligations imposed within the kinship structure are represented with the same inexorability as destiny and the same destructiveness as greed. Excessive honor and greed have the capacity to drag individuals into a fateful future that will engulf both the complicit and the innocent.El objetivo de este artículo es analizar las formas en las que el destino toma presencia en el Medievo Nórdico. Nos centraremos especialmente en V?lsunga saga y su contexto de producción. Veremos que las dinámicas sociales de Islandia y Noruega durante el siglo XIII condicionan la representación del destino y los efectos que tiene sobre el individuo. La necesidad de la reciprocidad era crucial para el mantenimiento de una sociedad basada en las relaciones personales y en sistemas de amistad. Por ello, la avaricia es uno de los principales elementos transgresores condenados en esta saga. En dicha narrativa, un tesoro maldito atrae la codicia de los personajes y los motivará a transgredir otras normas fundamentales. Esta maldición fija a la vez un destino fatídico que pone en cuestión la libertad que un individuo puede tener en un mundo condicionado. Estos determinantes son impuestos también por otras fuerzas externas que encuentran su comparación con el propio destino. Así, demostraremos que el honor y las exigencias impuestas dentro de una estructura de parentesco son representadas con la misma inexorabilidad que el destino y la misma destructividad que la codicia. Tanto el honor excesivo como la codicia tendrán la capacidad de arrastrar a los individuos a un futuro aciago que engullirá tanto a los cómplices como a los inocentes
Dido e impotentia muliebris: A subversão do ideal de matrona na Eneida de Virgílio
Following the moral policies of Augustus, Virgil presents in his Aeneid two oppossing female prototypes, both related of the hero. First of all, Creusa, who has many of the virtues expected in the Roma wife. And Dido, who, although she had many of these virtues while she was married to the murdered Sichaeus, without a male relative to exercise the necesaary control over her, blind by the passion she feels for Aeneas, pushed by the words of the sister Anna, and dominated by impotentia, abandons the virtus that she tried to exercise as queen and experiences a progressive degradation as she is abandoned to the luxus to the point of choosing death as the only possibility of redemption. Her suicide will be the cause of hate between Rome and Carthage, and consequently, of the destruction of the african city, showing Virgil as well as moral decadence of woman can cause the decline and disappearance of a State.Siguiendo las políticas morales de Augusto, Virgilio nos plantea en su Eneida dos prototipos femeninos contrapuestos, ambos relacionados con el héroe. Por un lado, Creúsa, quien exhibe muchas de las virtudes que se esperaban en la matrona romana. Por otro, Dido, que, si bien poseyó muchas de estas virtudes mientras estuvo casada con el asesinado Siqueo, ahora, sin pariente masculino que ejerza el necesario control sobre ella, cegada por la pasión que siente por Eneas, espoleada por las palabras de su hermana Ana y dominada por la impotentia, abandona la virtus que intentó ejercer como gobernante y experimenta una progresiva degradación a medida que se abandona al luxus que la conducirá a la muerte como única posibilidad de redención. Su suicidio será la causa del odio entre Roma y Cartago, y, a consecuencia del mismo, de la destrucción de esta última, mostrando así Virgilio que la decadencia moral a nivel individual puede provocar a largo plazo el declive y la desaparición de un Estado.Suivant le politique morale d´Auguste, Virgile nous présente dans son Énéide deux prototypes féminins opposés, tous deux liés au héros. D'une part, Creúsa, qui présente de nombreuses vertus attendues de la matrone romaine. De l'autre, Didon, qui bien qu'elle possédait beaucoup de ces vertus alors qu'elle était mariée au Sichaeus assassiné, maintenant, sans parent masculin pour exercer le contrôle nécessaire sur elle, aveuglée par la passion qu'elle éprouve pour Enée, stimulée par le paroles de sa sœur Ana et dominée par l'impuissance, abandonne le virtus qu'elle a essayé d'exercer en tant que règle et subit une dégradation progressive alors qu'elle s'abandonne au luxus qui la mènera à la mort comme seule possibilité de rédemption. Son suicide sera la cause de la haine entre Rome et Carthage, et en conséquence, la destruction de cette dernière, montrant ainsi à Virgile que la décadence morale au niveau individuel peut conduire au déclin et à la disparition à long terme d'un État. .Seguendo le politiche morali di Augusto, Virgilio presenta nella sua Eneide due prototipi femminili oposti, entrambi legati all'eroe. Da un lato, Creúsa, che esibisce molte delle virtù attese dalla matrona romana. Dall'altra Didone, che pur possedendo molte di queste virtù mentre era sposata con l'assassinato Sichaeus, ora, senza un parente maschio che eserciti su di lei il necessario controllo, accecata dalla passione che prova per Enea, spinta dal parole della sorella Ana e dominata dall'impotentia, abbandona la virtus che cercava di esercitare come governante e sperimenta un progressivo degrado mentre si abbandona al luxus che la condurrà alla morte come unica possibilità di redenzione. Il suo suicidio sarà la causa dell'odio tra Roma e Cartagine e, di conseguenza, la distruzione di quest'ultima, mostrando così a Virgilio che il decadimento morale a livello individuale può portare al declino e alla scomparsa a lungo termine di uno Stato.Seguindo a politica moral de Augusto, Virgiio nos apresenta em sua Eneida dois protótipos femininos opostos, ambos relacionados ao héroi. Por um lado, Creúsa, que exibe muitas das virtudes esperadas da matrona romana. Por outro lado, Dido, que embora possuísse muitas dessas virtudes enquanto era casada com o assassinado Sichaeus, agora, sem um parente do sexo masculino para exercer o controle necessário sobre ela, cega pela paixão que sente por Enéias, estimulada pelo palavras de sua irmã Ana e dominada pela impotentia, abandona o virtus que tentou exercer como governante e experimenta uma degradação progressiva ao se abandonar ao luxus que a conduzirá à morte como única possibilidade de redenção. Seu suicídio será a causa do ódio entre Roma e Cartago, e como resultado disso, a destruição desta, mostrando assim a Virgílio que a decadência moral no nível individual pode levar ao declínio e desaparecimento de um Estado a longo prazo
Tiempos de cambio: Díon de Macedonia y la llegada de Roma
The aim of this paper is to examine the changes that took place in the sacred city of Dion, in Macedon, after the Roman conquest. The research is focused primarily on the shrine of Zeus Olympios, where it is possible to discern certain alterations that led to its progressive decline. This phenomenon would be part of the consolidation process of Roman domination in this place, which would eventually finalize with the foundation of a new religious space to venerate Zeus HypsistosEl objetivo de este artículo es analizar los cambios que experimenta la ciudad sagrada de Díon, en Macedonia, al ser conquistado el territorio por Roma. La investigación se centra concretamente en el santuario de Zeus Olímpico, donde se puede constatar la realización de una serie de alteraciones que motivaron el paulatino abandono del mismo. Esto estaría enmarcado en un proceso de consolidación del poder romano en el lugar, que finalizaría con la fundación de un nuevo espacio religioso, consagrado a Zeus Hipsisto
Cayo Julio César en Britania: ¿Campañas de exploración o incursiones fracasadas?
Although it was Piteas who at the end of the 4th century BC provided the first reports on Britain, for most of the intellectuals of the High Roman Empire it was an irrefutable question that it had not been the Greek explorer, but Gaius Julius Caesar, the first to have reached the island. Caesar came to Britain twice, in 55 BC. and in 54 BC. Bearing in mind the ongoing campaigns against the Gallic tribes, in this article we try to answer the following questions: Why focus attention on a place that, a priori, did not represent any imminent danger? What did he hope to achieve with these actions? What consequences would the arrival of the proconsul on the island have for Britain and Rome?Si bien fue Piteas de Massalia quien a finales del siglo IV a. C. aportó las primeras relaciones sobre Britania, para la mayoría de los intelectuales del Alto Imperio fue una cuestión irrefutable que no había sido el explorador griego, sino Cayo Julio César, el primero en haber llegado a la isla. César arribó a Britania en dos ocasiones, en 55 a. C. y en 54 a. C. Teniendo presentes las campañas en curso contra las tribus galas, en el presente artículo tratamos de dar respuesta a las siguientes preguntas: ¿Por qué centraría su atención en un lugar que, a priori, no representaba ningún peligro inminente? ¿Qué esperaba lograr con estas acciones? ¿Qué consecuencias tendría para Britania y para Roma la llegada del procónsul a la isla
Santos Yanguas, Narciso. Muerte y más allá en Asturias antigua. Inscripciones oicomorfas y mundo funerario en época romana. Ediciones Clásicas, 2021, 177 pp., 36 imágenes-b/n [ISBN: 978-84-7882-873-9]
Vadillo Muñoz, Julián: Historia de la fai. El anarquismo organizado. Madrid: La Catarata, 2021. 240 pp.; ilus. isbn: 978-84-1352-004-9.
Simulación y análisis del sistema de transporte en el norte de la Carpetania romana. Una aproximación desde SIG y análisis de redes
This paper characterises how the territory of northern Roman Carpetania was articulated through its communication routes. In this case, we have approached this work from an innovative perspective away from traditional urban-centric ones. With this aim, we have carried out a transportation network simulation in the study area using GIS. The results for the main roads fit remarkably well with the Roman roads described in the ancient sources. This provides us with a high degree of reliability to analyse the articulation of the territory through secondary roads and rural paths. We have analysed the location of some characteristic settlements on the road network as well as the areas with the greatest accessibility using tools derived from network analysis. These analyses suggest that the villages and agglomerations present in the territory played a crucial role in the territorial articulation, mainly in those areas less covered by the municipal influence areas.Este trabajo caracteriza el modo en que se articulaba el territorio del n de la Carpetania romana a través de sus vías de comunicación principales y secundarias. En este caso hemos enfocado este trabajo desde una perspectiva alternativa alejada de las tradicionales aproximaciones urbanocéntricas. Para ello, hemos realizado una simulación de la red de comunicaciones en el n de la Carpetania a través de Sistemas de Información Geográfica. Los resultados para las vías principales se ajustan notablemente bien con las vías descritas en las fuentes textuales antiguas. Esto nos ofrece una gran fiabilidad para poder analizar la articulación del territorio a través de las vías secundarias y caminos rurales. Mediante herramientas derivadas de los análisis de redes hemos analizado la localización de algunos de los asentamientos más característicos en la red viaria, así como las áreas con mayor accesibilidad. Estos análisis apuntan a que las aldeas y aglomeraciones presentes en el territorio jugaban un papel crucial en la articulación territorial, principalmente en aquellas áreas menos cubiertas por las áreas de influencia municipales