Revistas USC (UniSantaCruz)
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    LETRAMENTO PENSADO SOB A ÓTICA DA TECNOLOGIA

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    A sociedade em que vivemos carrega inerentemente a sua existência mudanças advindas da revolução tecnológica a qual possibilitou mudanças na forma de relações humanas. Influenciou de maneira significativa a forma de ler, escrever, aprender e principalmente na forma de perceber o mundo a volta, constituindo-se em uma cultura globalizada, expressão esta, utilizada sob a definição elaborada por Ferreira (2017, p. 35), que conceitua como “o rico, complexo e imenso conjunto de culturas que se entrecruzam no planeta impondo suas peculiaridades e diferenças e exigindo respeito aos seus modus vivendi, formatos e desenvolvimentos [...]

    MEMÓRIAS DO CÁRCERE, DE GRACILIANO RAMOS, E UN MUNDO APARTE, DE GUSTAW HERLING-GRUDZINSKI: UMA APROXIMAÇÃO ENTRE MEMÓRIA, TESTEMUNHO E TRADUÇÃO

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    Este texto apresenta uma análise do texto “Globalização, tradução e memória” (2005), o professor Márcio Seligmann-Silva aborda a relação entre essas três frentes que, por si só, rendem discussões extensas. Primeiramente, o professor ressalta que há atualmente uma tensão entre duas tendências aparentemente opostas: de um lado, o historicismo, que defende respeito rigoroso às diferenças históricas e culturais; do outro lado, observa-se a dissolução das fronteiras nacionais, bem como a implantação do capitalismo em sua fase de globalização e internacionalização do capital, sendo que a globalização seria um fator de nivelamento das diferenças

    ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE ADAPTAÇÕES DO LIVRO “GRANDES ESPERANÇAS” DE CHARLES DICKENS

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    O presente artigo pretende apresentar brevemente as diferenças entre as adaptações do livro “Grandes Esperanças” do escritor inglês Charles Dickens. As adaptações a serem analisadas são “Grandes Esperanças”, série do canal BBC, produzido no ano de 2011, dirigida por Brian Kirk, e o filme de mesmo título, produzido em 2012, e dirigido por Mike Newell. Como a literatura dialoga intensamente com outras formas de arte, busca-se através desse estudo, tratar de questões de linguagem na forma de literatura e filme, analisando suas aproximações e distanciamentos.   Palavras-chave: Adaptações fílmicas. Grandes Esperanças. Charles Dickens

    VIOLÊNCIA NA ESCOLA: A CONTRIBUIÇÃO DA FAMÍLIA PARA TAL

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    A presente pesquisa lança a problemática que em meio a tantas violências que presenciamos, nos dias de hoje, uma das que está sempre em evidência é a violência nas escolas. Muitos são os fatores que influenciam os alunos a exercer tal ato, inclusive possíveis contribuições da família em relação tais atitudes violentas que acontecem nas escolas. Foi possível refletir a problemática sobre as possíveis contribuições da família em relação aos atos de violência que acontecem nas escolas. Seguindo esta perspectiva, o artigo teve como escopo buscar entender em quais contextos e situações ocorrem a violência na escola, indicando formas de minimizar as consequências e os efeitos causados por esse ato, desempenhando uma maneira de confluir a escola e a família compreendendo que ambas são de grande importância na formação do sujeito. A pesquisa é embasada nas ideias dos principais autores da área como Cortella (2014, 2015, 2017), Freuri (2008), Abramovay (2005) e Luckesi (1993). Por meio deste artigo, foi possível refletir a necessidade de uma educação mais humanizada, com a consciência e a atitude de mudança, sendo um trabalho coletivo de todos os indivíduos que estão diretamente ligados na educação e formação do educando. Palavras-chave: Educação. Família. Violência

    Alfabetização e letramento nos anos iniciais do ensino fundamental

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    Este estudo acadêmico pretende diferenciar o processo de alfabetização e letramento, bem como fazer com que os profissionais da área educacional reflitam sobre sua prática pedagógica, planejando ações que possibilitem tais aprendizagens a serem alcançadas, propostas pedagógicas inovadoras, refletindo a importância de trabalhar o lúdico em sala de aula, levando as crianças a imaginar, sonhar, divertir-se e, sobretudo, aprender. Verifica-se que não se pode pensar em alfabetização, distanciando das práticas de letramento, pois uma complementa a outra. Entende-se que não é só no âmbito escolar que se dá os processos de alfabetização e letramento, pois é um processo que se estende por todos os anos de escolaridade, e por toda a vida. Percebe-se que estamos vivendo um momento educacional peculiar em que as transformações intensas estão exigindo dos educadores um aprimoramento constante, criando novas necessidades, nessa fase de transição, entende-se que, de fato, a escola vem sofrendo um grande impacto, mas que a assimilação do novo é ainda inconsciente

    Uma Ciência Social e Exata.

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    A ciência contábil ou contabilidade propriamente dita é vista por muitos como uma ciência exata, o que por princípio é um engano, porém plausível, haja vista que percebe-se naquela ciência um trato muito sistematizado com números que acabam por mensurar o patrimônio das células sociais. A ciência contábil é uma ciência social, uma vez que por definição a contabilidade é “a ciência que estuda os fenômenos patrimoniais, preocupando-se com realidades, evidências e comportamentos dos mesmos, em relação à eficácia funcional das células sociais” (Lopes de Sá, 2010). Evidencia-se nessa definição, a prioridade da ciência contábil em estudar o fenômeno patrimonial com relação às atividades das células sócias. O fenômeno patrimonial, baseando-se em Lopes de Sá (2010), é todo acontecimento que, de alguma maneira reflita a essência da riqueza de entidades, a qualquer tempo, voluntariamente ou não, imediatamente percebido ou não. Assim, tem-se a clareza que a contabilidade tem que ser perspicaz às influências que geram o fenômeno, não somente ao fato em si. Quando uma empresa, por exemplo, decidir comprar um bem, normalmente tem-se a percepção errônea de que a contabilidade só estará envolvida após a concretização da compra, porém o fenômeno patrimonial teve seu início desde o despertar da necessidade de se adquirir esse bem, pois, mais importante que o valor do bem em si, é saber se essa compra estará voltada à satisfação da necessidade da atividade empresarial, uma vez que, já na percepção da necessidade de aquisição, modificações na riqueza da entidade começam a acontecer. Dessa forma, pode-se entender que a contabilidade não é somente uma ciência que valora, mensura, registra e analisa o patrimônio, mas que também se preocupa com sua eficácia, com a qualidade do patrimônio das células sociais. Por levar, também, à mensuração do patrimônio, a ciência contábil acaba por distinguir elementos quantitativos (formal) além dos qualitativos (essencial), sabendo-se que na contabilidade a essência deve prevalecer sobre a forma, corroborando ainda mais o seu caráter social. Percebe-se na ciência contábil uma inter-relação social implícita quanto aos seus usuários, pois estes necessitam das informações geradas por aquela para algum fim e ela, por sua vez, é influenciada pelas necessidades dos que dela demandam. Isso evidencia, portanto, que muitos interesses internos e externos determinam a finalidade do conhecimento contábil. Para embasar teoricamente esse pensamento, Lopes de Sá (2010) enfatiza que “a contabilidade é uma ciência apta à contribuir, por meio de modelos à prosperidade das aziendas, assim, pode ensejar a prosperidade do todo social, ou seja, é a ciência competente para construir a prosperidade social a partir da somatória das unidades”. Dentre os usuários da contabilidade, alguns se sobressaem quanto à demanda e influência. O governo é um demandante das informações geradas pela contabilidade para que possa arrecadar impostos, taxas, contribuições, exercer acompanhamento sobre os preços e a livre concorrência, fiscalizar o mercado de capitais e estabelecer controle sobre o mundo financeiro. O estado poderia ter programas e sistemas próprios para satisfazer as necessidades citadas, porém, a um custo muito alto para os cofres públicos. A contabilidade por sua vez, sofre influência das regras governamentais, pois essas fazem com que a contabilidade se adapte e se modifique para atender a esse usuário, porém essa influência, demasiada em nosso país, faz com que, de alguma forma, a ciência contábil diminua o poder de criatividade e iniba o desenvolvimento de procedimentos contábeis que poderiam dar maior veracidade aos dados patrimoniais das células sociais. Assim como o governo, os administradores (no sentido mais amplo dessa palavra) também são usuários da contabilidade e demonstram a interdependência mútua entre gestão e a ciência aqui evidenciada. Os gestores das empresas se utilizam das informações contábeis como base para projetar o desempenho e corrigir eventuais desvios de “rota”. Em contrapartida, as decisões tomadas pelos administradores influenciam a contabilidade, haja vista que elas fazem com que a contabilidade se adapte à nova realidade da empresa ou celular[JK1] social. Se, por exemplo, a administração da empresa resolver abrir o capital, essa decisão implicará não só na forma jurídica, também será necessário um desenvolvimento maior da contabilidade da empresa tornando-a mais informativa e complexa. Percebe-se que a contabilidade tem uma identidade muito próxima às ciências exatas, devido a sua competência em buscar o valor mais próximo possível para mensurar patrimônio das aziendas, porém, evidencia-se que a ciência contábil prioriza a relação de influência e interdependência mútua entre os integrantes da sociedade, no sentido da melhor relação entre eles, o que a faz objetivar, em primeiro plano, a prosperidade social. Os poucos pontos destacados acima tem a finalidade de caracterizar a ciência contábil como uma ciência social, além de evidenciar que os dados quantitativos, normalmente mais percebidos pelos usuários da contabilidade, tornam-se de maior relevância quando associados à sua essencialidade, ao qualitativo propriamente dito. A junção dessas duas “pontas” é que faz a contabilidade se complementar dando a ela fortes características de exata, mas não a deixa se desvincular de sua essência social

    Audiência Pública da Gestão Fiscal

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    O Brasil, desde muito tempo sempre apresentou problemas sérios com gestão, gerando uma má administração da máquina pública. Em tempos de crise, os recursos disponíveis sofrem consideráveis reduções e a arrecadação tende a diminuir, o que exige grandes esforços para manter todos os setores em pleno funcionamento. Assim, muito se questiona sobre o montante que o governo em todas as esferas, seja ela, Federal, Estadual ou Municipal, arrecada e onde ele efetivamente aplica todo esse recurso, principalmente, devido aos grandes casos de corrupção e a enorme falta de infraestrutura básica para com a população. Soma-se a isto o fato do valor dos impostos, taxas e contribuições, ser cada vez mais altos e consumirem grande parcela da riqueza gerada pelas pessoas físicas e jurídicas. Contudo, há uma forma da população participar ativamente das decisões relacionadas à obtenção e aplicação dos recursos, pois há a previsão na legislação que impõe ao Governo a obrigação de informar à sua população os valores que ele arrecada e também a forma com que ele gasta, ou seja, para onde ele destina o dinheiro, qual o percentual da receita aplicado para prestação de serviços públicos essenciais, seja, com saúde, educação e programas sociais, por exemplo, e dentre outros exigidos através das disposições constitucionais. Essa forma é denominada com Audiência Pública de Gestão Fiscal, onde todas estas e muitas outras informações se fazem presentes na prestação de contas do Governo para com a população, conforme previsto nos dispositivos legais: Constituição Federal, Constituições Estaduais e também nas Leis Orgânicas dos Municípios. Logo, buscando a acepção da palavra audiência segundo o dicionário Aurélio têm-se:“[...]é o ato de ouvir ou dar atenção a quem fala”. Portanto, uma Audiência Pública é uma reunião que conta com a participação da população, da sociedade civil, do poder Executivo, Legislativo ou Ministério Público com objetivo de buscar e apresentar opiniões sobre possíveis soluções para os problemas da sociedade. A convocação para a audiência pública da gestão fiscal é de responsabilidade do Poder Legislativo, no caso municipal, por exemplo, é a Câmara de Vereadores, que tem a função de legislar sobre os assuntos que competem ao município, bem como fiscalizar e controlar todos os atos da administração direta e indireta municipal. Entretanto, a realização da audiência deve também ser informada na página do Tribunal de Contas do Estado. Desta forma, para uma gestão fiscal eficiente o município sempre apresentará seus relatórios acompanhados de uma base legal, ou seja, tudo o que for demonstrado e publicado está previsto na legislação. A título de exemplo, na Gestão Fiscal do Município de Curitiba, são as seguintes: CONSTITUIÇÃO FEDERAL LEICOMPLEMENTAR Nº 101/00 (Lei de Responsabilidade Fiscal) PORTARIA STN Nº 553/2014 LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO LEI MUNICIPAL Nº 14.371/13 (Plano Plurianual) LEI MUNICIPAL Nº 14.485/14; 14.575/143 (Lei de Diretrizes Orçamentárias);LEI MUNICIPAL Nº 14.585/14 (Lei Orçamentária Anual) A audiência em questão é pautada também na Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101 de 04 de maio de 2000), que determina o período da realização da Audiência Pública da Gestão Fiscal que deve ser realizada até o final dos meses de maio, setembro e fevereiro, conforme abaixo: Art. 9º [...] § 4o Até o final dos meses de maio, setembro e fevereiro, o Poder Executivo demonstrará e avaliará o cumprimento das metas fiscais de cada quadrimestre, em audiência pública na comissão referida no § 1o do art. 166 da Constituição ou equivalente nas Casas Legislativas estaduais e municipais. Assim, em cada audiência será apresentada a movimentação fiscal constantes nos relatórios instituídos por forçados artigos 52 a 55 da Lei de Responsabilidade Fiscal, que indicará os relatórios da Execução Orçamentária, tais como: Balanço Orçamentário que evidenciará, por categoria econômica, as receitas por fonte e despesas por grupo de natureza.Demonstrativos da execução das receitas por categoria econômica e fonte, despesas por categoria econômica e grupo de natureza, função e subfunção; Relatório resumido que evidenciará a apuração da receita corrente líquida, receitas e despesas previdenciárias, resultado nominal e primário, despesas com juros e restos a pagar. Quando se fizer necessário deverão também ser informadas as justificativas de limitação do empenho e a frustração de receitas.Relatório de Gestão Fiscal, ao final de cada quadrimestre, que deverá conter a assinatura do Chefe do poder Executivo, Presidente e demais membros da Mesa Diretora, Presidente de Tribunal e do Chefe do Ministério Público, da União e dos Estados. Este relatório apresentará as seguintes informações: Despesa total com pessoal, distinguindo a com inativos e pensionistas;dívidas consolidada e mobiliária; concessão de garantias;operações de crédito, inclusive por antecipação de receita; demais despesas, indicação das medidas corretivas adotadas ou a adotar, se ultrapassado qualquer dos limites. Os demonstrativos do último quadrimestre deverão conter as informações do montante das disponibilidades de caixa em trinta e um de dezembro contendo a inscrição em Restos a Pagar, das despesas liquidadas, empenhadas e não liquidadas. Além da apresentação dos relatórios e demonstrações mencionados, o Relatório Resumido da Execução Orçamentária e o Relatório da Gestão Fiscal devem ser publicados no site da Prefeitura do Município, atendendo o princípio da publicidade[1], assim como as demais informações que compõem toda a estrutura financeira apresentada, tais como: Balanços atuais e de anos anteriores, a prestação de contas do quadrimestre atual e de anos anteriores, o plano de governo, as informações sobre compras e licitações, os valores da realização das receitas e da execução das despesas orçamentárias, como por exemplo,com passagens, hospedagens e adiantamento de viagens. Portanto, as audiências públicas estão aí para prestar contas para a sociedade, cabe aos cidadãos participarem de forma ativa, ordenada e respeitando o regulamento interno do local de sua execução. Desse modo, o cidadão deve se preparar sobre o tema que será apresentado, pois ajudará muito no entendimento das informações prestadas e, principalmente, na formulação de questões, sugestões e contribuições de melhorias. Para saber quando determinada audiência ocorrerá, basta acompanhar sua divulgação através do portal na internet de seu município, Diário Oficial e divulgações da imprensa local. Cabe a todos nós o acompanhamento e participação de maneira ativa da prestação de contas, afinal, são de nosso interesse e, principalmente, trata-se da aplicação devida de nossos recursos. É melhor participar do que protestar! &nbsp

    Fundamentos teóricos por trás da captação de recursos financeiros

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    Este artigo investiga o endividamento empresarial e as opções de captação de recursos disponíveis no mercado financeiro e de capitais. A pesquisa justifica-se pela necessidade de compreender como empresas utilizam o endividamento para financiar sua expansão sem comprometer a estrutura acionária, aproveitando benefícios fiscais. O objetivo prin-cipal é analisar os impactos da alavancagem financeira e os riscos associados, como a insolvência e a percepção negativa dos investidores. Para isso, a metodologia adotada envolve uma revisão teórica baseada em estudos sobre fontes de financiamento, incluin-do capital próprio, capital de terceiros, empréstimos bancários e emissão de títulos no mercado de capitais. A pesquisa compara as vantagens e desvantagens de cada alternati-va, considerando fatores como controle acionário, custo do capital e requisitos contratu-ais. Os resultados indicam que a escolha da melhor estrutura de capital deve considerar o setor de atuação, o ciclo de vida da empresa e as condições econômicas. A análise de-monstra que uma gestão prudente do endividamento permite maximizar os benefícios da alavancagem financeira, enquanto reduz riscos como a perda de liquidez e restrições impostas por credores. Conclui-se que o uso estratégico do endividamento pode impul-sionar o crescimento empresarial, desde que seja realizado com planejamento e visão de longo prazo

    A IDENTIDADE DO PROFESSOR NA PÓS-MODERNIDADE

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    Este artigo apresenta algumas considerações sobre a formação da identidade docente em uma sociedade pós-moderna, construída a partir de consecutivas mudanças e descontinuidades históricas e, portanto, contingente ao tempo. Esse estudo constitui-se de uma revisão bibliográfica que apresenta primeiramente o conceito clássico de modernidade e pós-modernidade contextualizando seus acontecimentos e destacando as contribuições de alguns autores e suas críticas, em diferentes conceitos substitutos aos conceitos da modernidade, em vista das recentes mudanças sociológicas, cognitivas e tecnológicas da denominada ciência moderna. Segue o mesmo procedimento quanto às considerações sobre a pós-modernidade, suas mudanças e contradições, como cenário da formação dos profissionais da educação no deslocamento de seus espaços sociais alternando inevitavelmente a construção das suas identidades tanto a nível pessoal como profissional. Esse processo interativo de (re)construção identitária a partir da globalização requer um pensamento reflexivo, aqui fundamentadas nas teorias de Jürgen Habermas, Zygmunt Bauman, Anthony Giddens, Claude Dubar, Stuart Hall e Antonio Nóvoa, entre outros, sobre a socialização e a identidade na formação do saber e as críticas voltadas a tal pensamento no mundo contemporâneo.   Palavras-chave: Formação docente. Identidade. Modernidade. Pós-modernidade

    Identidade visual estratégica para pequena empresa

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    Dada a importância de uma Identidade Visual que seja profissional e adaptativa tanto ao meio digital quanto ao físico, foi proposto um novo sistema aliado a estratégias de gestão da marca para uma pequena empresa real que surgiu pela necessidade de empreender. O Sistema de Identidade Visual atual dessa pequena empresa foi analisado, os problemas identificados em sua comunicação visual foram detalhados e um projeto desenvolvido. O projeto está baseado nas etapas de projetação da metodologia de Bruno Munari, iniciando pela problematização e partindo para a sua subdivisão em problemas menores, deixando-os mais evidentes. Em seguida, dados importantes para a criação foram coletados com a gestora da empresa durante reuniões realizadas com o objetivo de analisá-los e então, prosseguir para a etapa da pesquisa dos possíveis materiais que poderiam ser utilizados, aplicação de testes e experimentações. Após completar o processo inicial, alguns modelos foram gerados através dos rascunhos para que fosse possível evidenciar uma solução preliminar. Por fim, com a realização das devidas verificações do modelo selecionado, o desenho construtivo da solução definitiva foi criado e finalizado. Com a finalização de todas as etapas da metodologia de Munari, o resultado obtido foi um logotipo mais profissional, elegante, harmonioso e com uma maior percepção de valor por parte do público-alvo da empresa. Trazendo ainda, cores marcantes que oferecem um contraste melhor e permitem uma aplicação mais versátil, dessa forma, a empresa pôde se reposicionar no mercado. Ainda que a metodologia de Bruno Munari não seja específica para projetos de Identidades Visuais, foi possível aplicá-la e elaborar uma tão assertiva quanto outra que se apoie nas metodologias voltadas somente ao tipo de projeto. Também, foi possível perceber que um projeto de design profissional, especialmente de Identidade Visual, é capaz por si só de transmitir valor para o consumidor de uma marca

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