Médiations et médiatisations (E-Journal)
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    Para uma avaliação mais inclusiva: repensar as práticas através da formação de formadores

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    This contribution presents a training course for trainers at the Institut français de l’Éducation (IFÉ-ENS Lyon) aimed at reflecting on assessment practices from an inclusion and equity perspective. The main aim of the course is to support teacher trainers, from nursery school to higher education, in developing more inclusive summative assessment practices by examining the principles of digital use and pedagogical differentiation. Current summative assessment practices often confront teachers with a professional dilemma: how to reconcile traditional conceptions of assessment based on equality with inclusive approaches based on equity (Yerly et al., 2024)? While digital technology is frequently perceived as an immediate response to the challenges of adapting learning, we choose to approach it from an inclusive perspective (Benoit et Feuilladieu, 2017). This contribution supports an approach that does not limit digital technology to a mere tool, but rather positions it as a tool in the service of an in-depth reflection on pedagogical objectives and barriers to learning. This approach is in line with Broad Curricular Alignment (Pasquini, 2019, 2021) and Universal Design for Learning (UDL) (CAST, 2024), which promote a systemic view of inclusion.Esta contribución presenta un curso de formación para formadores en el Institut français de l’Éducation (IFÉ-ENS Lyon), destinado a reflexionar sobre las prácticas de evaluación desde la perspectiva de la inclusión y la equidad. El objetivo principal del curso es apoyar a los formadores de docentes, desde la escuela infantil hasta la educación superior, en el desarrollo de prácticas de evaluación sumativa más inclusivas mediante el examen de los principios del uso digital y la diferenciación pedagógica. Las prácticas actuales de evaluación sumativa a menudo enfrentan a los profesores a un dilema profesional: ¿cómo conciliar las concepciones tradicionales de la evaluación basadas en la igualdad con los enfoques inclusivos basados en la equidad (Yerly et al., 2024)? Aunque la tecnología digital se percibe con frecuencia como una respuesta inmediata a los retos de adaptación del aprendizaje, aquí optamos por abordarla desde una perspectiva inclusiva (Benoit et Feuilladieu, 2017). Esta contribución defiende un enfoque que no se limita a lo digital como herramienta, sino a lo digital como herramienta al servicio de una reflexión profunda sobre los objetivos pedagógicos y las barreras al aprendizaje. Este enfoque está en línea con la Alineación Curricular Amplia (Pasquini, 2019, 2021) y el Diseño Universal para el Aprendizaje (UDL) (CAST, 2024), que promueven una visión sistémica de la inclusión.Cette contribution présente une formation de formateurs à l’Institut français de l’Éducation (IFÉ – ENS de Lyon) visant à penser les pratiques évaluatives dans une perspective d’inclusion et d’équité. L’objectif principal de la formation est d’accompagner les formateurs d’enseignants, de la maternelle à l’enseignement supérieur, dans le développement de pratiques évaluatives sommatives plus inclusives en interrogeant les principes d’usage du numérique et de différenciation pédagogique. Les pratiques évaluatives sommatives actuelles confrontent souvent les enseignants à un dilemme professionnel : comment concilier des conceptions traditionnelles de l’évaluation fondées sur l\u27égalité avec des approches inclusives basées sur l\u27équité (Yerly et al., 2024)? Alors que le numérique est fréquemment perçu comme une réponse immédiate aux défis d’adaptation des apprentissages, nous choisissons ici de l’aborder dans une perspective inclusive (Benoit et Feuilladieu, 2017). Cette contribution défend une approche qui ne se limite pas au numérique comme outil, mais au numérique comme un outil au service d’une réflexion approfondie sur les objectifs pédagogiques et les obstacles à l’apprentissage. Cette démarche s’inscrit dans le cadre de l’alignement curriculaire élargi (Pasquini, 2019, 2021) et de la conception universelle des apprentissages (CUA) (CAST, 2024), qui favorisent une vision systémique de l’inclusion.Esta contribuição apresenta um curso de formação para formadores do Institut français de l’Éducation (IFÉ-ENS Lyon) que visa refletir sobre as práticas de avaliação na perspectiva da inclusão e da equidade. O principal objetivo do curso é apoiar os formadores de professores, desde o ensino pré-escolar ao ensino superior, no desenvolvimento de práticas de avaliação somativa mais inclusivas, examinando os princípios da utilização digital e da diferenciação pedagógica. As práticas atuais de avaliação somativa confrontam frequentemente os professores com um dilema profissional: como conciliar as concepções tradicionais de avaliação baseadas na igualdade com abordagens inclusivas baseadas na equidade (Yerly et al., 2024)? Embora a tecnologia digital seja frequentemente vista como uma resposta imediata aos desafios da adaptação da aprendizagem, optamos aqui por abordá-la numa perspectiva inclusiva (Benoit et Feuilladieu, 2017). Esta contribuição defende uma abordagem que não reduz o digital a um instrumento, mas sim o utiliza como um recurso para incentivar uma reflexão aprofundada sobre os objetivos pedagógicos e as barreiras à aprendizagem. Esta abordagem se insere no contexto do Alinhamento Curricular Amplo (Pasquini, 2019, 2021) e do Desenho Universal para a Aprendizagem (UDL) (CAST, 2024), que promovem uma visão sistémica da inclusão

    EDI, a contribuição oculta das cadeias editoriais

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    Taking equity, diversity and inclusion (EDI) into account in university teaching is often approached from two distinct perspectives: on the one hand, digital materials accessibility and, on the other, the transformation of teaching practices. This article looks at how the use of an editorial chain in resource production leads to pedagogical revision of materials and a reflective approach to making teaching accessible. The term ‘editorial chain’ covers tools that require a separation of content and form. The advantages and disadvantages of these tools are outlined in greater detail for the Scenari solution used in this study. Drawing on workshops carried out in videoconference or face-to-face with volunteer science teachers in different production contexts, we examine the difficulties and benefits of the chosen approach, which result in improvement and better student inclusion during teaching sessions.La consideración de la equidad, la diversidad y la inclusión (EDI) en la enseñanza universitaria suele abordarse desde dos ángulos distintos: por un lado, la accesibilidad digital de los materiales y, por otro, la transformación de las prácticas docentes. Este artículo examina cómo el uso de una cadena editorial en la producción de recursos conduce a una revisión pedagógica del material y a un enfoque reflexivo para hacer accesible la enseñanza. El término «cadena editorial» engloba herramientas que requieren una separación entre contenido y forma. Las ventajas e inconvenientes de estas herramientas se exponen de manera más detallada para la solución Scenari utilizada en este estudio. A partir de talleres realizados a distancia o de manera presencial con docentes de ciencias voluntarios, pero en contextos de producción diferentes, se examinan las dificultades y ventajas del enfoque adoptado, que conduce a una mejora de los materiales en consonancia con un enfoque pedagógico más inclusivo.La prise en compte de l’équité, diversité et inclusion (EDI) dans les enseignements universitaires est souvent abordée sous deux angles distincts : d’un côté l’accessibilité numérique des supports et de l’autre la transformation des pratiques pédagogiques. Cet article aborde comment l’utilisation d’une chaine éditoriale dans la réalisation de la ressource entraine une révision pédagogique du support et une démarche réflexive sur la mise en accessibilité d’un enseignement. Sous le terme de chaine éditoriale sont regroupés les outils imposant une séparation du fond et de la forme. Les avantages et les freins de ces outils sont rappelés plus précisément pour la solution Scenari utilisée dans cette étude. À partir d’ateliers menés à distance ou en présentiels avec des enseignants de sciences volontaires, mais dans des contextes de production différents, nous examinons les difficultés et les bénéfices de la démarche entreprise qui entraine une amélioration des supports en adéquation avec une meilleure approche inclusive des enseignements.A consideração da equidade, da diversidade e da inclusão (EDI) no ensino universitário é frequentemente abordada sob dois ângulos distintos: deum lado, a acessibilidade digital dos materiais e, do outro, a transformação das práticas pedagógicas. Este artigo analisa a forma como a utilização de uma cadeia editorial na produção de recursos conduz a uma revisão pedagógica do material e a uma abordagem reflexiva para tornar o ensino acessível. O termo “cadeia editorial” abrange ferramentas que exigem uma separação entre o conteúdo e a forma. As vantagens e desvantagens dessas ferramentas são descritas em maior pormenor para a solução Scenari utilizada neste estudo. A partir de oficinas realizadas a distância ou presencialmente com professores de ciências voluntários, mas em diferentes contextos de produção, examinamos as dificuldades e os benefícios da abordagem adotada, conduzindo a uma melhoria dos meios de comunicação em função de uma melhor inclusão das aulas

    Desenvolvimento profissional dos professores na era da IA: uma reflexão crítica para um modelo eficaz de mudança sustentável

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    In the current context of rapidly evolving technology, the emergence of artificial intelligence (AI) is profoundly transforming educational practices. This article offers a critical reflection on the professional development (PD) models for teachers, focusing on their effectiveness in inducing sustainable changes in teaching practices. By analyzing the most influential approaches, the study identifies key success factors of an effective PD model, including collaboration, alignment with institutional goals, and integration of AI. The methodology employed is based on a critical analysis of existing models in the scientific literature through a narrative and thematic approach, combined with an evaluation of the impacts of these models on teaching practices. Although not yet evaluated, the CRITICA methodological framework (Critique, Reflect, Interpret, Theme, Innovate, Collaborate, Act) is used to structure this analysis in three stages: critique, reflect, and propose innovative solutions for implementing PD in the AI era. This approach helps contextualize PD\u27s evolution within a constantly changing educational environment. This study also paves the way for a better evaluation of current models and the proposal of new models adapted to contemporary challenges.En el contexto de rápida evolución tecnológica, la emergencia de la inteligencia artificial (IA) está transformando profundamente las prácticas educativas. Este artículo propone una reflexión crítica sobre los modelos de desarrollo profesional (DP) de los docentes, enfocándose en su eficacia para inducir un cambio sostenible en las prácticas pedagógicas. Al analizar los enfoques más influyentes, el estudio identifica los factores clave de éxito de un modelo de DP efectivo, incluyendo la colaboración, la alineación con objetivos institucionales y la integración de la IA. La metodología empleada se basa en un análisis crítico de los modelos existentes en la literatura científica a través de un enfoque narrativo y temático, combinado con una evaluación de los impactos en las prácticas docentes. El marco metodológico CRITICA (Criticar, Reflexionar, Interpretar, Tematizar, Innovar, Colaborar, Actuar), aunque aún no evaluado, se utiliza para estructurar este análisis en tres etapas: criticar, reflexionar y proponer soluciones innovadoras para la implementación del DP en la era de la IA. Este enfoque permite contextualizar la evolución del DP en un entorno educativo en constante cambio. Este estudio también abre camino para una mejor evaluación de los modelos actuales y la propuesta de nuevos modelos adaptados a los desafíos contemporáneos.Dans le contexte actuel de l\u27évolution rapide des technologies, l’émergence de l’intelligence artificielle (IA) transforme profondément les pratiques éducatives. Cet article propose une réflexion critique sur les modèles de développement professionnel (DP) des enseignants, en mettant l\u27accent sur leur efficacité pour induire un changement durable dans les pratiques pédagogiques. En analysant les approches les plus influentes, l\u27étude identifie les facteurs clés de succès d\u27un modèle de DP efficace, incluant la collaboration, l\u27alignement avec les objectifs institutionnels, et l\u27intégration de l\u27IA. La méthodologie employée repose sur une analyse critique des modèles existants dans la littérature scientifique à travers une approche narrative et thématique, combinée à une évaluation des impacts des dispositifs sur les pratiques enseignantes. Le cadre méthodologique CRITICA (Critiquer, Réfléchir, Interpréter, Thématiser, Innover, Collaborer, Agir) bien que non encore évalué, est utilisé pour structurer cette analyse en trois étapes : critiquer, réfléchir, et proposer des solutions innovantes pour la mise en œuvre du DP à l\u27ère de l\u27IA. Cette démarche permet de contextualiser l’évolution du DP dans un environnement éducatif en constante mutation. Cette analyse ouvre également la voie à une meilleure évaluation des modèles actuels et à la proposition de nouveaux modèles adaptés aux défis contemporains.No contexto atual de rápida evolução tecnológica, o surgimento da inteligência artificial (IA) está transformando profundamente as práticas educacionais. Este artigo oferece uma reflexão crítica sobre os modelos de desenvolvimento profissional (DP) para professores, focando na sua eficácia em induzir mudanças sustentáveis nas práticas de ensino. Ao analisar as abordagens mais influentes, o estudo identifica os fatores-chave de sucesso de um modelo de DP eficaz, incluindo colaboração, alinhamento com os objetivos institucionais e integração da IA. A metodologia empregada é baseada em uma análise crítica dos modelos existentes na literatura científica através de uma abordagem narrativa e temática, combinada com uma avaliação dos impactos desses modelos nas práticas docentes. O quadro metodológico CRITICA (Criticar, Refletir, Interpretar, Tematizar, Inovar, Colaborar, Agir), embora ainda não avaliado, é utilizado para estruturar esta análise em três etapas: criticar, refletir e propor soluções inovadoras para a implementação do DP na era da IA. Esta abordagem ajuda a contextualizar a evolução do DP dentro de um ambiente educacional em constante mudança. Este estudo também abre caminho para uma melhor avaliação dos modelos atuais e a proposta de novos modelos adaptados aos desafios contemporâneos

    Práticas digitais de apoio às pessoas em processo de requalificação

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    Digital technology is driving new forms of activity and transforming workspaces, changing relationships between employees. This is all the more prevalent in professions that deal with relationships. We were interested in professional support, in order to answer the following question: How does digital technology change support based on relationships with others? There is a lack of scientific research on this subject, particularly in terms of addressing the question of the posture of actors and actresses faced with the impacts of digital technology on their interactions. Our mirror study will enable us to interview female carers and beneficiaries of a schemein the context of a skills assessment. We conducted semi-structured interviews, and we analysed our corpus in two steps, using Iramuteq supplemented with an interview grid. Our analysis is supported by the verbatims of the respondents. Even if digital technology is integrated into support practices, the work environment is made less empowering in human relations. Women in a support role find innovative practices to maintain a form of proximity, and beneficiaries adopt a facilitative attitude.La digitalización está impulsando nuevas formas de actividad y transformando los espacios de trabajo. Esto hace que cambie la relación entre los empleados. Esta observación es aún más relevante en las profesiones que implican relaciones con los demás. Nos hemos interesado en el acompañamiento profesional, con el fin de responder a la pregunta: ¿De qué manera lo digital modifica el acompañamiento basado en la relación con los demás? Hay una falta de investigación científica sobre este tema, en particular para abordar la cuestión de la postura de los actores y actrices frente a los impactos de la tecnología digital en sus interacciones. Nuestro estudio espejo permitirá entrevistar a las acompañantes (son todas mujeres) y a los beneficiarios de un régimen como parte de la evaluación de competencias. Realizamos entrevistas semiestructuradas, y analizamos nuestro corpus en dos pasos, utilizando Iramuteq complementado con una cuadrícula de entrevistas. Nuestro análisis está respaldado por las palabras literales de los encuestados. Incluso si la tecnología digital se integra en las prácticas de acompañamiento, el entorno de trabajo se vuelve menos capacitado en cuanto a las relaciones humanas. Las acompañantes encuentran prácticas innovadoras para mantener una forma de proximidad, y los beneficiarios adoptan una actitud facilitadora.Le numérique induit de nouvelles formes d’activités et transforme les espaces de travail. Les relations qu’entretiennent les salariés s’en trouvent modifiées. Ce constat est d’autant plus prégnant dans les métiers de la relation à autrui. Nous nous sommes intéressés à l’accompagnement professionnel afin de répondre à la question : en quoi le numérique modifie-t-il l\u27accompagnement fondé sur la relation à autrui? On constate un manque de recherches scientifiques sur ce sujet, en particulier pour aborder la question de la posture des acteurs et des actrices face aux impacts du numérique sur leurs interactions. Notre étude miroir permettra d’interroger des accompagnantes et des bénéficiaires d’un dispositif dans le cadre du bilan de compétences. Nous avons mené des entretiens semi-directifs et nous avons analysé notre corpus en deux temps, grâce à Iramuteq complété par une grille d’entretien. Notre analyse est soutenue par les verbatim des répondantes et répondants. Même si le numérique est intégré dans les pratiques d’accompagnement, l’environnement de travail est rendu moins capacitant dans les relations humaines. Les accompagnantes trouvent des pratiques innovantes pour conserver une forme de proximité et les bénéficiaires adoptent une attitude facilitatrice.A digitalização tem impulsiondo novas formas de atividade e tem transformado os espaços de trabalho. Isso muda a relação entre os funcionários. Este achado é ainda mais prevalente nas profissões de relações com os outros. Estávamos interessados em apoio profissional, a fim de responder à pergunta: Como o suporte à mudança digital se baseia nas relações com os outros? Existe uma falta de investigação científica sobre este tema, em particular para abordar a questão da postura dos atores e atrizes face aos impactos da tecnologia digital nas suas interações. O nosso estudo-espelho permitirá entrevistar mulheres prestadoras de cuidados e beneficiárias de um regime no âmbito da avaliação de competências. Realizamos entrevistas semi-estruturadas e analisamos o nosso corpus em duas etapas, utilizando o Iramuteq complementado com uma grade de entrevistas. A nossa análise é suportada pelos relatos textuais dos inquiridos. Mesmo que a tecnologia digital seja integrada nas práticas de apoio, o ambiente de trabalho torna-se menos capaz nas relações humanas. As mulheres acompanhantes encontram práticas inovadoras para manter uma forma de proximidade e os beneficiários adotam uma atitude facilitadora

    A Sociologia da Formação na Era Digital: Novas Engenharias e Profissionalização

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    This study aims to analyze how work digitalization and technological innovations influence the training engineering and professionalization processes in the Bachelor\u27s degree in Sociology. A qualitative methodology based on Sociotechnical Discourse Analysis (SDA) was used to examine the relationship between technology and society and how these dynamics affect academic training in Sociology. The main findings reveal significant institutional resistance to adopting digital technologies (DT) and curricular changes, as well as a perception of digitalization as a temporary solution. Barriers such as gerontocracy, inadequate technological infrastructure, and an incentive system that discourages collaboration were identified. The conclusions underscore the urgent need to modernize the Sociology curriculum to include advanced digital competencies and foster a culture of innovation. It is recommended to implement pedagogical strategies that include the DT transversal use, continuous training programs for teachers, and a comprehensive curricular reform.Este estudio tiene como objetivo analizar cómo la digitalización del trabajo y las innovaciones tecnológicas influyen en las ingenierías de formación y los procesos de profesionalización en la Licenciatura en Sociología. Se utilizó una metodología cualitativa basada en el Análisis del Discurso Sociotécnico (ADS)para examinar la relación entre tecnología y sociedad y cómo estas dinámicas afectan la formación académica en sociología. Los principales hallazgos revelan una resistencia institucional significativa hacia la adopción de tecnologías digitales (TD) y cambios curriculares, así como una percepción de la digitalización como una solución temporal. Se identificaron barreras como la gerontocracia, la falta de infraestructura tecnológica adecuada, y un sistema de incentivos que desincentiva la colaboración. Las conclusiones subrayan la necesidad urgente de modernizar el currículo de sociología para incluir competencias digitales avanzadas y fomentar una cultura de innovación. Se recomienda implementar estrategias pedagógicas que incluyan el uso transversal de tecnologías digitales emergentes, programas de formación continua para docentes, y una reforma curricular integral.Cette étude vise à analyser comment la digitalisation du travail et les innovations technologiques influencent les ingénieries de formation et les processus de professionnalisation dans le cadre du diplôme de licence en sociologie. Une méthodologie qualitative basée sur l\u27analyse du discours sociotechnique (ADS) a été utilisée pour examiner la relation entre la technologie et la société, et comment ces dynamiques affectent la formation universitaire en sociologie. Les principaux résultats révèlent une résistance institutionnelle importante à l\u27adoption des technologies numériques (TD) et aux changements curriculaires, ainsi qu\u27une perception de la digitalisation comme une solution temporaire. Des barrières telles que la gérontocratie, l’insuffisance d\u27infrastructure technologique et un système d\u27incitations qui décourage la collaboration ont été identifiées. Les conclusions soulignent la nécessité urgente de moderniser le curriculum en sociologie pour inclure des compétences numériques avancées et promouvoir une culture d’innovation. Il est recommandé de mettre en œuvre des stratégies pédagogiques incluant l’utilisation transversale des technologies numériques émergentes, des programmes de formation continue pour les enseignants et une réforme curriculaire intégrale.Este estudo tem como objetivo analisar como a digitalização do trabalho e as inovações tecnológicas influenciam as engenharias de formação e os processos de profissionalização na Licenciatura em Sociologia. Utilizou-se uma metodologia qualitativa baseada na Análise do Discurso Sociotécnico (ADS), que permite examinar a relação entre tecnologia e sociedade e como essas dinâmicas afetam a formação acadêmica em sociologia. Os principais resultados revelam uma resistência institucional significativa à adoção de tecnologias digitais (TD) e mudanças curriculares, bem como uma percepção da digitalização como uma solução temporária. Barreiras como a gerontocracia, a falta de infraestrutura tecnológica adequada, e um sistema de incentivos que desencoraja a colaboração foram identificadas. As conclusões destacam a necessidade urgente de modernizar o currículo de sociologia para incluir competências digitais avançadas e promover uma cultura de inovação. Recomenda-se implementar estratégias pedagógicas que incluam o uso transversal de tecnologias digitais emergentes, programas de formação contínua para professores e uma reforma curricular integral

    Engenharia pedagógica e tecnologias emergentes: desafios e pistas de ação identificados na concepção de Pares Didáticos Digitais Imersivos e Interativos

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    Digital Educational Twins (DETs) are virtual environments for human learning (VEHLs) that open up new perspectives in educational design, bringing them closer to the professional realities of engineers. A digital twin is a digital replica of an existing industrial or physical object or system, which can be equipped with operating tools to understand, analyze and predict the functioning and control of the real entity. It can become a teaching tool. The integration of DETs as a new virtual learning environment involves pedagogical design work aimed at creating instrumented learning situations. This article focuses on the collaborative pedagogical design work carried out by pedagogical engineers, teacher-researchers and IT developers as part of the JENII project (ANR-21-DMES-0006). The research data are derived from thirteen semi-structured interviews with project participants, three interviews with pedagogical engineers and observation of three pedagogical scenario design meetings using DETs. The results provide a better understanding of the collaborative design of pedagogical devices, identify new players around the emerging technology of DETs and highlight levers for action to optimize pedagogical engineering with emerging technologies.Los gemelos digitales de enseñanza (GDE) son entornos virtuales para el aprendizaje humano (EVAH) que abren nuevas perspectivas en materia de diseño educativo para acercarse a las realidades profesionales de los ingenieros. El gemelo digital es una réplica digital de un objeto o sistema industrial o físico existente, que puede equiparse con herramientas operativas para comprender, analizar y predecir el funcionamiento y control de la entidad real. Puede convertirse en una herramienta pedagógica. La integración de los GDE, como nuevo entorno virtual de aprendizaje, implica un trabajo de diseño pedagógico destinado a crear situaciones de aprendizaje instrumentadas. Este artículo examina el trabajo de diseño pedagógico realizado de forma colaborativa por ingenieros pedagógicos, profesores-investigadores y desarrolladores informáticos en el marco del proyecto GDEII (ANR-21-DMES-0006). Los datos de la investigación se basan en trece entrevistas semiestructuradas realizadas a participantes en el proyecto, tres entrevistas a ingenieros pedagógicos y la observación de tres reuniones para diseñar escenarios educativos utilizando GDE. Los resultados permiten comprender mejor el diseño colaborativo de dispositivos educativos, identificar a los nuevos actores implicados en la tecnología emergente de los GDE y poner de relieve las palancas de actuación para optimizar la ingeniería educativa con tecnologías emergentes.Les jumeaux numériques d’enseignement (JNE) sont des environnements virtuels pour l’apprentissage humain (EVAH) qui ouvrent des perspectives en matière de conception pédagogique pour se rapprocher des réalités professionnelles des ingénieurs. Le jumeau numérique est la réplique numérique d\u27un objet ou d\u27un système industriel ou physique existant, qui peut être doté d’outils d’exploitation pour comprendre, analyser et prédire le fonctionnement et le pilotage de l’entité réelle. Il peut devenir un instrument pour l’enseignement. L’intégration des JNE, en tant que nouvel environnement virtuel d’apprentissage, engage un travail de conception pédagogique visant la création de situations d’apprentissage instrumentées. L’article porte sur ce travail de conception pédagogique mené de manière collaborative entre des ingénieurs pédagogiques, des enseignants-chercheurs et des développeurs informatiques dans le cadre du projet JENII (ANR-21-DMES-0006). Les données de recherche sont issues de 13 entretiens semi-directifs menés auprès des acteurs du projet, de 3 entretiens avec des ingénieurs pédagogiques et de l’observation de 3 réunions de conception de scénarios pédagogiques utilisant des JNE. Les résultats permettent de mieux comprendre la conception collaborative de dispositifs pédagogiques, d’identifier les nouveaux acteurs autour de la technologie émergente des JNE et de mettre en lumière les leviers d’action pour optimiser l’ingénierie pédagogique avec des technologies émergentes.Os gémeos educativos digitais (DET) são ambientes virtuais de aprendizagem humana (VHE) que abrem novas perspectivas em termos de concepção pedagógica, aproximando-os da realidade profissional dos engenheiros. O gémeo digital é uma réplica digital de um objeto ou sistema industrial ou físico existente, que pode ser equipado com ferramentas operacionais para compreender, analisar e prever o funcionamento e o controle da entidade real. Pode tornar-se uma ferramenta didática. A integração dos NEJ, enquanto novo ambiente virtual de aprendizagem, implica um trabalho de concepção pedagógica destinado a criar situações de aprendizagem instrumentadas. Este artigo analisa o trabalho de concepção pedagógica realizado de forma colaborativa por engenheiros pedagógicos, professores-investigadores e programadores de TI no âmbito do projeto JENII (ANR-21-DMES-0006). Os dados da investigação baseiam-se em treze entrevistas semi-estruturadas com participantes no projeto, três entrevistas com engenheiros pedagógicos e na observação de três reuniões de concepção de cenários educativos com recurso a JNE. Os resultados permitem uma melhor compreensão da concepção colaborativa de dispositivos educativos, identificam os novos intervenientes na tecnologia emergente dos JNE e destacam as alavancas de ação para otimizar a engenharia educativa com tecnologias emergentes

    Da acessibilidade generalizada à inclusão planejada: análise crítica de um ambiente digital universitário

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    Twenty years after passing the 2005 law on equality and citizenship for people with disabilities, this article analyzes digital accessibility in higher education, particularly for students with specific learning disabilities. Drawing on the example of the University of Orléans, it highlights the progress made as well as the limitations of an often technocentric approach, illustrated by questionable choices. The article advocates for reasoned accessibility centered on user experience, taking individual needs into consideration. It underscores the tensions between generalized accessibility and targeted inclusion, calling for a complementary approach that balances individual accommodations and collective adaptations. Reconciliation lies in fostering inclusion education for all university stakeholders, avoiding specific profile invisibilization and ensuring equitable accessibility based on scientific evidence and human mediation.Veinte años después de la ley de 2005 sobre igualdad y ciudadanía de las personas con discapacidad, este artículo analiza la accesibilidad digital en la educación superior, especialmente para los estudiantes con trastornos específicos del lenguaje. A través del ejemplo de la Universidad de Orleans, se destacan los avances, pero también las limitaciones de una accesibilidad a menudo tecnocéntrica, ilustradas por decisiones cuestionables. El artículo aboga por una accesibilidad razonada, centrada en la experiencia del usuario y que tenga en cuenta las necesidades individuales. Pone de relieve las tensiones entre la accesibilidad generalizada y la inclusión dirigida, llamando a una complementariedad entre la compensación individual y las adaptaciones colectivas. La reconciliación pasa por una educación en inclusión para todos los actores universitarios, evitando la invisibilización de los perfiles específicos y garantizando una accesibilidad equitativa, basada en fundamentos científicos y una mediación humana.Vingt ans après la loi de 2005 sur l’égalité et la citoyenneté des personnes handicapées, cet article analyse l’accessibilité numérique dans l’enseignement supérieur, en particulier pour les étudiants avec des troubles spécifiques du langage. Par l’exemple de l’université d’Orléans, il souligne les progrès, mais aussi les limites d’une accessibilité souvent technocentrée, illustrées par des choix mal orientés. L’article plaide pour une accessibilité raisonnée, centrée sur l’expérience utilisateur, et tenant compte des besoins individuels. Il met en lumière les tensions entre l’accessibilité généralisée et l’inclusion ciblée, appelant à une complémentarité entre la compensation individuelle et les adaptations collectives. La réconciliation passe par une éducation à l’inclusion pour tous les acteurs universitaires, évitant l’invisibilisation des profils spécifiques et garantissant une accessibilité équitable, fondée sur des bases scientifiques et une médiation humaine.Vinte anos após a Lei de 2005 sobre a igualdade e cidadania das pessoas com deficiência, este artigo analisa a acessibilidade digital no ensino superior, em particular para os estudantes com transtornos específicos de linguagem. Através do exemplo da Universidade de Orléans, destaca os progressos, mas também as limitações de uma acessibilidade muitas vezes tecnocentrada, ilustrada por escolhas discutíveis. O artigo defende uma acessibilidade ponderada, centrada na experiência do usuário e levando em consideração as necessidades individuais. Ele destaca as tensões entre acessibilidade generalizada e inclusão direcionada, defendendo uma complementaridade entre compensação individual e adaptações coletivas. A reconciliação passa por uma educação para a inclusão de todos os atores universitários, evitando a invisibilização de perfis específicos e garantindo uma acessibilidade equitativa, fundamentada em bases científicas e em mediação humana

    Reinventar a aprendizagem do design: oficinas híbridas e imersivas para a acessibilidade digital e a equidade, diversidade e inclusão

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    The integration of immersive and hybrid technologies into design education is redefining pedagogical paradigms by introducing interactive environments that encourage a more intuitive understanding of complex concepts. Virtual reality (VR) and augmented reality (AR) offer new ways of learning, but their adoption raises challenges of accessibility and inclusion, calling the educational equity principles into question. Digital accessibility is not just a technical issue; it requires an inclusive approach that takes into account learner’s cognitive, sensory and cultural diversity. The study explores the impact of these technologies on design learning, hypothesizing that thoughtful integration, combined with inclusive pedagogical strategies, could improve educational effectiveness and democratize access to training. A mixed methodology was adopted, combining a quantitative survey of 65 teachers and 120 students from European and Tunisian design institutions, with qualitative interviews to identify the obstacles and levers for adaptation. The results highlight disparities in adopting these tools, underlining the need for methodological and ethical vigilance to ensure equitable appropriation of techno-pedagogical innovations and guarantee accessible, sustainable and inclusive learning.La integración de tecnologías inmersivas e híbridas en la enseñanza del diseño redefine los paradigmas pedagógicos al introducir entornos interactivos que fomentan una comprensión más intuitiva de conceptos complejos. La realidad virtual (RV) y la realidad aumentada (RA) ofrecen nuevas formas de aprendizaje, pero su adopción plantea retos de accesibilidad e inclusión, poniendo en tela de juicio los principios de equidad educativa. La accesibilidad digital no es sólo una cuestión técnica; requiere un enfoque integrador que tenga en cuenta la diversidad cognitiva, sensorial y cultural de los alumnos. El estudio explora el impacto de estas tecnologías en el aprendizaje del diseño, partiendo de la hipótesis de que una integración reflexiva, combinada con estrategias pedagógicas inclusivas, podría mejorar la eficacia educativa y democratizar el acceso a la formación. Se adoptó una metodología mixta, combinando una encuesta cuantitativa a 65 docentes y 120 estudiantes de instituciones de diseño europeas y tunecinas, con entrevistas cualitativas para identificar los obstáculos y las palancas de adaptación. Los resultados ponen de manifiesto disparidades en la adopción de estas herramientas, subrayando la necesidad de una vigilancia metodológica y ética para asegurar una apropiación equitativa de las innovaciones tecnopedagógicas y garantizar un aprendizaje accesible, sostenible e inclusivo.L’intégration des technologies immersives et hybrides dans l’enseignement du design redéfinit les paradigmes pédagogiques en introduisant des environnements interactifs favorisant une compréhension plus intuitive des concepts complexes. La réalité virtuelle (RV) et la réalité augmentée (RA) offrent de nouvelles modalités d’apprentissage, mais leur adoption soulève des défis d’accessibilité et d’inclusion, interrogeant les principes d’équité éducative. L’accessibilité numérique ne se limite pas à une question technique; elle exige une approche inclusive prenant en compte les diversités cognitives, sensorielles et culturelles des apprenants. L’étude explore l’impact de ces technologies sur l’apprentissage du design, en posant l’hypothèse qu’une intégration réfléchie, combinée à des stratégies pédagogiques inclusives, pourrait améliorer l’efficacité éducative et démocratiser l’accès à la formation. Une méthodologie mixte a été adoptée, associant une enquête quantitative menée auprès de 65 enseignants et 120 étudiants issus d’établissements européens et tunisiens de design, ainsi que des entretiens qualitatifs pour identifier les freins et les leviers d’adaptation. Les résultats mettent en évidence des disparités dans l’adoption de ces outils, soulignant la nécessité d’une vigilance méthodologique et éthique pour assurer une appropriation équitable des innovations technopédagogiques et garantir un apprentissage accessible, durable et inclusif.A integração de tecnologias imersivas e híbridas no ensino do design redefine os paradigmas pedagógicos ao introduzir ambientes interativos que favorecem uma compreensão mais intuitiva de conceitos complexos. A realidade virtual (RV) e a realidade aumentada (RA) oferecem novas formas de aprendizagem, mas sua adoçãoapresenta desafios de acessibilidade e inclusão, questionando os princípios da equidade educacional. A acessibilidade digital não se limita a uma questão técnica; exige uma abordagem inclusiva que considere as diversidades cognitivas, sensoriais e culturais dos aprendentes. Este estudo explora o impacto destas tecnologias na aprendizagem do design, partindo da hipótese de que uma integração reflexiva, combinada a estratégias pedagógicas inclusivas, pode melhorar a eficácia educativa e democratizar o acesso à formação. Foi adotada uma metodologia mista, combinando uma pesquisa quantitativa realizada com 65 professores e 120 estudantes de instituições de design europeias e tunisinas, com entrevistas qualitativas para identificar barreiras e facilitadores da adaptação. Os resultados evidenciam disparidades na adoção dessas ferramentas, ressaltando a necessidade de uma vigilância metodológica e ética para garantir uma apropriação equitativa das inovações tecnopedagógicas e assegurar uma aprendizagem acessível, sustentável e inclusiva

    A A evolução da relação dos professores com os saberes digitais após a pandemia: gênero, competências e sentimento de competência

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    Misunderstandings between education and digital technology stem from a combination of factors, some concrete and others rooted in beliefs. On the one hand, the lack of resources - or the lack of initial and ongoing training - is an easily observable and measurable barrier. These findings, supported by various studies, show that despite numerous government initiatives, educational technology integration in schools remains imperfect. On the other hand, perceptions of digital education reinforce these difficulties. These perceptions need to be analyzed from a gender perspective, as the teaching workforce, which is predominantly female, contrasts sharply with the digital professions, where women represent only around 17%. The COVID-19 crisis in 2020, which forced teachers to adopt digital technology urgently without training or additional resources, challenged these representations. The aim of this article is to examine what remains of the gendered representations of digital technology. Two sets of data - 1054 questionnaires and 24 semi-structured interviews - allow us to examine the evolution of this relationship before and after the pandemic. While the questionnaires suggest that women have developed a more serene approach to digital technology in the aftermath of the pandemic, in the interviews, they find it difficult to declare themselves competent, in contrast to men, despite their established practices.Los malentendidos entre la escuela y lo digital se originan en una combinación de factores, algunos concretos y otros del ámbito de las creencias. Por un lado, la insuficiencia de recursos o la falta de formación inicial y continua constituyen obstáculos fácilmente observables y objetivables. Estos hallazgos, respaldados por diversos estudios, muestran que, a pesar de las numerosas iniciativas gubernamentales, la integración de las tecnologías educativas en las escuelas sigue siendo imperfecta. Por otro lado, las representaciones relacionadas con lo digital en la educación refuerzan estas dificultades. Estas percepciones deben analizarse desde la perspectiva de género, ya que el profesorado, mayoritariamente femenino, contrasta fuertemente con las profesiones digitales, donde las mujeres solo representan alrededor del 17 %. La crisis del COVID-19 en 2020 obligó a los docentes a utilizar lo digital de forma urgente, sin formación ni recursos, alterando estas representaciones. El objetivo de este artículo es examinar lo que queda de las representaciones de género en torno a lo digital. Dos corpus —1054 cuestionarios y 24 entrevistas semiestructuradas— permiten estudiar la evolución de esta relación antes y después de la pandemia. Si bien se observa en los cuestionarios que las mujeres tienen una relación con lo digital más serena después de la pandemia, en las entrevistas les resulta difícil declararse competentes, a diferencia de los hombres, a pesar de contar con prácticas comprobadas.Les malentendus entre école et numérique trouvent leur origine dans une combinaison de facteurs, certains concrets et d’autres de l’ordre des croyances. D’une part, l’insuffisance de moyens, ou l’absence de formation initiale et continue constituent des obstacles facilement observables et objectivables. Ces constats, appuyés par diverses études, montrent qu’en dépit des nombreuses initiatives gouvernementales, l’intégration des technologies éducatives reste imparfaite à l’école. D’autre part, des représentations concernant le numérique éducatif renforcent ces difficultés. Ces perceptions doivent être analysées sous l’angle du genre, car le corps enseignant, majoritairement féminin, contraste fortement avec les métiers du numérique où les femmes ne représentent qu’environ 17 %. La crise de COVID-19 en 2020 a contraint le corps enseignant à utiliser le numérique en urgence, sans formation ni ressources, bouleversant les représentations. Le but de cet article est de voir ce qui reste des représentations genrées du numérique. Deux corpus – 1054 questionnaires et 24 entretiens semi-directifs – permettent d’étudier l’évolution de ce rapport avant et après la pandémie. Si on constate dans les questionnaires que les femmes ont un rapport au numérique plus serein après la pandémie, elles peinent dans les entretiens à se déclarer compétentes, contrairement aux hommes, et malgré des pratiques avérées.Os mal-entendidos entre a escola e o digital têm sua origem em uma combinação de fatores, alguns concretos e outros ligados às crenças. Por um lado, a insuficiência de recursos ou a ausência de formação inicial e contínua constituem obstáculos facilmente observáveis e mensuráveis. Esses achados, apoiados por diversos estudos, mostram que, apesar das inúmeras iniciativas governamentais, a integração das tecnologias educacionais na escola continua imperfeita. Por outro lado, as representações relacionadas ao digital na educação reforçam essas dificuldades. Essas percepções precisam ser analisadas sob a perspectiva de gênero, uma vez que o corpo docente, majoritariamente feminino, contrasta fortemente com as profissões digitais, onde as mulheres representam apenas cerca de 17%. A crise da COVID-19 em 2020 forçou os professores a utilizarem o digital de forma emergencial, sem formação ou recursos adicionais, abalando essas representações. O objetivo deste artigo é examinar o que resta das representações de gênero do digital. Dois conjuntos de dados – 1054 questionários e 24 entrevistas semiestruturadas – permitem estudar a evolução dessa relação antes e depois da pandemia. Enquanto os questionários indicam que as mulheres desenvolveram uma relação mais serena com o digital após a pandemia, nas entrevistas elas demonstram dificuldade em se declarar competentes, ao contrário dos homens, mesmo com práticas comprovadas

    Deixámos os rapazes para trás? Abordando o declínio da participação masculina no ensino superior no Québec

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    Generally, research related to equity, diversity, and inclusion (EDI) focuses on people with disabilities, ethnic or cultural minorities, and sexual or gender minorities. It follows in the tradition of initiatives that have progressively enabled women to take their place in society, expanding these efforts to include a broader range of underrepresented groups. Men who do not live with disabilities and who are not part of a minority group are therefore often overlooked in these studies. Yet, available data show that in higher education, they have not been the majority among students for quite some time. This highlights the need to examine what is happening earlier in the educational pathway, as academic delays and dropouts often begin in childhood. This invites us to question the potential role that certain technologies could play in supporting boys’ academic success. Additionally, we will see that income inequalities disadvantaging women may also help explain differences in the return on investment in higher education between men and women—underscoring the importance of considering the relationships between traditionally studied minority groups and others who may not appear marginalized at first glance.En general, las investigaciones relacionadas con la equidad, la diversidad y la inclusión (EDI) se centran en las personas con discapacidad, las minorías étnicas o culturales, así como las minorías sexuales o de género. Estas investigaciones se inscriben en la continuidad de acciones que han permitido progresivamente a las mujeres ocupar su lugar en la sociedad, ampliándose a una mayor diversidad de grupos específicos. Los hombres que no tienen discapacidades y no forman parte de una minoría suelen ser, por lo tanto, los grandes olvidados de estos estudios. Sin embargo, los datos disponibles muestran que, en el nivel de la educación superior, hace ya tiempo que dejaron de ser mayoría entre el alumnado. Por ello, es necesario observar lo que ocurre antes de llegar a la educación superior, ya que los retrasos y el abandono escolar comienzan en la infancia. Esto lleva a cuestionar el papel que podría desempeñar la integración de ciertas tecnologías para apoyar la escolarización de los chicos. Además, veremos que las desigualdades salariales en perjuicio de las mujeres también pueden explicar una diferencia en la rentabilidad de la educación superior entre hombres y mujeres, lo cual subraya la importancia de considerar las relaciones entre los grupos minoritarios tradicionalmente estudiados y otros que, a primera vista, pueden no parecer marginados.Généralement, les recherches en lien avec l’équité, la diversité et l’inclusion (EDI), s’intéressent aux personnes handicapées, aux minorités ethniques ou culturelles ainsi qu’aux minorités sexuelles ou de genre. Elles s’inscrivent dans la lignée des actions ayant progressivement permis aux femmes de prendre leur place dans la société en l’élargissant à une plus grande diversité de publics particuliers. Les personnes de sexe masculin ne présentant pas de handicap et ne faisant pas partie d’une minorité constituent ainsi souvent l’impensé de ces études. Pourtant, les données disponibles mettent en évidence que sur le plan de l’enseignement supérieur, ils ne sont plus majoritaires parmi nos étudiants depuis longtemps. Nous verrons ainsi qu’il est nécessaire de regarder ce qu’il se passe en amont des études supérieures, car les retards et abandons scolaires commencent dès l’enfance. Cela peut amener à remettre en question le rôle que pourrait jouer l’intégration de certaines technologies pour soutenir la scolarité des garçons. Par ailleurs, nous verrons que les inégalités de revenus en défaveur des femmes sont également susceptibles d’expliquer une différence de profitabilité de l’enseignement supérieur entre hommes et femmes, ce qui souligne l‘importance de prendre en considération les rapports entre les publics particuliers étudiés et les autres.De modo geral, as pesquisas relacionadas com a equidade, diversidade e inclusão (EDI) concentram-se em pessoas com deficiência, minorias étnicas ou culturais, bem como em minorias sexuais ou de gênero. Essas pesquisas seguem a linha das ações que, ao longo do tempo, permitiram às mulheres ocupar seu lugar na sociedade, ampliando o foco para uma maior diversidade de públicos específicos. Homens que não possuem deficiência e que não pertencem a nenhum grupo minoritário são, assim, frequentemente deixados de lado nesses estudos. No entanto, os dados disponíveis mostram que, no ensino superior, eles já não são maioria entre os estudantes há bastante tempo. Por isso, é necessário olhar para o que acontece nas etapas anteriores à educação superior, pois os atrasos e o abandono escolar começam na infância. Isso leva a questionar o papel que a integração de certas tecnologias poderia desempenhar no apoio à escolarização dos meninos. Além disso, veremos que as desigualdades salariais que afetam negativamente as mulheres também podem explicar diferenças na rentabilidade do ensino superior entre homens e mulheres, o que destaca a importância de considerar as relações entre os públicos minoritários tradicionalmente estudados e os demais

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