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    O pessimismo cultural de Max Weber e seu presidente carismático na República de Weimar: uma reformulação da tese de Wolfgang Mommsen

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    This article examines the connections between Max Weber’s cultural pessimism and his defense of a strong President in the Weimar Republic, offering a reformulation of Wolfgang Mommsen’s thesis, which argues for a continuity between Weber’s and Carl Schmitt’s justifications for the concentration of power in the political leader. By analyzing the genealogy of Weberian categories and their influence on the institutional design of the Weimar Constitution, we argue that Weber’s defense of charismatic authority was shaped by a broader existential diagnosis of the possibilities for attributing meaning to life in the face of a process of bureaucratization and rationalization perceived as inevitable. Finally, we explore the tragic dimension of Weber’s thought, particularly in Politics as a Vocation, highlighting his reflections on the unintended consequences of political action and the ethical responsibility of leaders in the face of historical contingencies.Este artigo investiga as conexões entre o pessimismo cultural de Max Weber e sua defesa de um Presidente forte na República de Weimar, reformulando a tese de Wolfgang Mommsen, que aponta uma continuidade entre as justificativas de Weber e Carl Schmitt para a concentração de poder no líder político. Ao examinar a genealogia das categorias weberianas e sua influência no desenho institucional da Constituição de Weimar, argumentamos que sua defesa da autoridade carismática refletiu um diagnóstico existencial sobre as possibilidades de atribuição de sentido à vida diante de um processo de burocratização e racionalização percebido como inevitável. Por fim, exploramos a dimensão trágica do pensamento de Weber, especialmente em “A Política como Vocação”, enfatizando suas reflexões sobre as consequências não intencionadas da ação política e a responsabilidade ética dos líderes frente às contingências históricas

    Translation and social action: The case of Munshi Premchand’s literary works in Goa

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    The aim of this article is to discuss the relevance of the translation into the Portuguese language of some the short stories by Munshi Premchand (1880-1936), one of India’s greatest writers in Hindi and Urdu, by Evágrio Jorge (1925-1978), a Goan Freedom Fighter. These translations, and their publication in the Goan newspaper O Heraldo/Herald, took place during the transition of Goa, from a Portuguese colony (1510-1961) to a state of the Indian Union. I argue that these translations were not random but due to Premchand’s critical portrayal of some aspects of Indian culture – the exploration of the peasantry, the caste system, the condition of women, communalism— they can be interpreted as Jorge’s desire to call the attention of his fellow countrymen to the situation of Goa under the new Indian aegis. Jorge's translations stand as a warning to Goans, who had fought for the end of colonial rule, to maintain a critical eye on their new social and political status

    Translation in India: Theories, policies and practices

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    Presentation of the special issue Translation in India: Theories, policies and practices. &nbsp

    Direito do Trabalho e revolução digital: da necessidade do avanço protetivo no contexto tecnológico

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    El trabajo es una dimensión constitutiva del ser humano, proporcionando vínculos emocionales y relacionales. Y en cada momento de la historia hay una manera de entender la protección necesaria en ese momento. Y con el avance cultural y tecnológico, con las nuevas formas de organización empresarial del trabajo, especialmente aquellas mediadas por aplicaciones en teléfonos inteligentes, el teletrabajo, entre otras, la Ley volvió a ser llamada a construir protección para la nueva clase. En este artículo, a través de la metodología hipotética deductiva, a través del método de enfoque interpretativo y crítico, buscamos abordar el tema de la revolución digital y sus impactos en las relaciones laborales y al mismo tiempo traer una reflexión sobre los pilares de la sociedad 5.0, enfatizando la necesidad de repensar el papel del sindicato en el momento actual.O trabalho é uma dimensão constitutiva do ser humano, proporcionando laços de afetividade e relacionais. E a cada momento da história, há uma forma de sua compreensão da proteção necessária naquele momento. E com o avanço cultural e tecnológico, com novas formas de organização empresarial de trabalho, principalmente aqueles intermediados por aplicativos em smartphones, teletrabalho, dentre outras, o Direito novamente foi chamado para construir proteção a nova classe. No presente artigo, através da metodologia hipotético dedutiva, através do método de abordagem interpretativo o crítico, busca-se enfrentar o tema da revolução digital e seus impactos nas relações de trabalho e ao mesmo tempo trazendo uma reflexão sobre os pilares da sociedade 5.0, enfatizando a necessidade de se repensar o papel do sindicato no momento atual

    How to teach interspecies design? Formal education in biodesign

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    The community of biodesign (interspecies design collaborations) seems to be heading toward solid self-organization and formalization. Some authors speculate that the approximation to biology could mark the design practice of the 21st century. It seems relevant to understand how teaching and learning are happening in biodesign to develop how it could be further introduced in design curricula. It doesn’t seem that an analysis of formal education was made yet. To address this research gap, this paper aims to understand the formal education scene in biodesign through an analysis of some of the main biodesign courses and programs. The methodological strategy is a systematic and a narrative review through a popular search engine. 16 results were analyzed: 1 Masterclass for Professionals, 8 courses, 1 undergraduate course (Major), 4 master’s, and 2 Ph.D. programs

    Introdução a César Aira educador

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    Based on the exhortation made by Groppa Aquino, Sandra Corazza and Máximo Adó (2018) for us to experience poetic teaching and Ricardo Piglia’s (1996) statement that certain writers can also be great pedagogues, our text aims – through study bibliography that brings together knowledge from the field of education, literary theory and philosophy and that subsidizes our essay method – highlight some procedures used by the writer César Aira that may help us to think about strategies to face the powers that are projected clandestinely on what is done in the classroom classrooms, or in other educational spaces, obliterating the possibilities for the emergence of the new. We will emphasize three main literary and extraliterary procedures: invention and chance, proliferating circulation and the use of characters as a vehicle for the author's own thought. As a result of the analysis of airana strategies, and based on our reading of Décio Pignatari (2004), we can say that the author's production goes beyond the mere avant-garde gesture, which is usually associated, to resemble guerrilla movements. Which led us to the conclusion that, in addition to literary work, it is a micropolitics that operates through a logic of affections and that can contribute to the construction of a common space, albeit temporary, where we can think about other forms for our existences.A partir de la exhortación de Groppa Aquino, Sandra Corazza y Máximo Adó (2018) para que experimentemos la enseñanza poética y de la afirmación de Ricardo Piglia (1996) de que ciertos escritores también pueden ser grandes pedagogos, nuestro texto pretende –a través del estudio de bibliografía que reúna saberes desde el campo de la educación, la teoría literaria y la filosofía y que subvenciona nuestro método ensayístico–  destacan algunos procedimientos utilizados por el escritor César Aira que pueden ayudarnos a pensar estrategias para enfrentar los poderes que se proyectan clandestinamente sobre lo que se hace en las aulas , o en otros espacios educativos, borrando las posibilidades para el surgimiento de lo nuevo. Destacaremos tres procedimientos literarios y extraliterarios principales: la invención y el azar, la circulación proliferativa y la utilización de los personajes como vehículo del propio pensamiento del autor. Como resultado del análisis de las estrategias airanas, y a partir de nuestra lectura de Décio Pignatari (2004), podemos afirmar que la producción del autor va más allá del mero gesto vanguardista, al que suele asociarse, para asemejarse a movimientos guerrilleros. Lo que nos llevó a concluir que, además de la obra literaria, es una micropolítica que opera a través de una lógica de los afectos y que puede contribuir a la construcción de un espacio común, aunque sea temporal, donde pensar otras formas para nuestras existencias.Partindo da exortação feita por Groppa Aquino, Sandra Corazza e Máximo Adó (2018) para que experimentemos uma docência poética e da afirmação de Ricardo Piglia (1996) de que certos escritores podem ser também ótimos pedagogos, nosso texto tem como objetivo – por meio de estudo bibliográfico que arregimenta saberes do campo da educação, da teoria literária e da filosofia e que subsidia nosso método ensaístico – destacar alguns procedimentos utilizados pelo escritor César Aira que poderão nos ajudar a pensar estratégias de enfrentamento dos poderes que se projetam clandestinamente sobre o fazer em sala de aula, ou em outros espaços educativos, obliterando as possibilidades de surgimento do novo. Daremos ênfase a três procedimentos literários e extraliterários principais: a invenção e o acaso, a circulação proliferante e o uso das personagens como veículo do pensamento do próprio autor. Como resultado da análise das estratégias airanas, e baseados em nossa leitura de Décio Pignatari (2004), diremos que a produção do autor ultrapassa o mero gesto vanguardista, a que geralmente é associado, para se assemelhar a movimentos de guerrilha. O que nos conduziu à conclusão de que, para além do fazer literário, trata-se de uma micropolítica que opera por meio de uma lógica dos afetos e que pode contribuir para a construção de um espaço comum, ainda que temporário, onde poderemos pensar outras formas para nossas existências

    Didática e filosofia da história no século XXI: novos desafios para pensar o ensino de história

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    Along the lines of a previously published article (focusing on the innovations of the philosophy of history of the 20th century), this article takes aim at the possible relationships between history teaching practice analysis and the innovations of the philosophy of history of the 21st century. It address successively the issues related to the possibilities of historiography to represent the past, the new ways of focusing on historical time –not always necessarily linear– which implies for some authors the presence, real or ghostly, of the past in the present. The article especially ponders the possibilities opened by said approaches in the field the analysis of teaching history practice. On the other hand, it will address the ways in which these possibilities are not always compatible with the classroom experience, both in the way of focusing on the discursive aspects that run through the work of teaching –and learning– history, as well as in the temporal issues that play between presence and absence, of the past in the present, of the present in the view of the past and its possible projections towards the future.Continuando la línea de un artículo anteriormente publicado, que se enfocaba en las novedades de la filosofía de la historia del siglo XX, este se centra en las posibles relaciones entre el análisis de la práctica de la enseñanza de la historia y las novedades de la filosofía de la historia del siglo XXI. Aborda sucesivamente las cuestiones referidas a las posibilidades de la historiografía de representar el pasado, las nuevas maneras de enfocarse en el tiempo histórico, no necesariamente lineal, que implica para algunos autores la presencia, real o fantasmal, del pasado en el presente. El artículo valorará especialmente las posibilidades que abren estos planteamientos en el campo del análisis de la práctica de la enseñanza de la historia. Por otro lado aborda las maneras en que estas posibilidades no son siempre compatibles con la experiencia de aula, tanto en la forma de enfocarse en los aspectos discursivos que atraviesan de lado a lado el trabajo de enseñar –y aprender– historia, como en las cuestiones temporales que juegan entre la presencia y la ausencia, del pasado en el presente, del presente en la mirada del pasado y de sus posibles proyecciones hacia el futuro.Dando sequência a outro artigo publicado anteriormente, que se concentrou no desenvolvimento da filosofia da história do século XX, este texto centra-se nas possíveis relações entre a análise da prática do ensino da história e o desenvolvimento da filosofia da história do século XXI. Ele abordará, sucessivamente, questões relacionadas com as possibilidades da historiografia para representar o passado, as novas formas de focar o tempo histórico, não necessariamente linear, implicando para alguns autores a presença, real ou fantasmagórica, do passado no presente. O artigo valoriza, especialmente, as possibilidades dessas abordagens para o campo de análise da prática do ensino de história. Por outro lado, aborda os modos como essas possibilidades nem sempre são compatíveis com a experiência de sala de aula, tanto na forma de focar nos aspectos discursivos que atravessam o trabalho de ensinar –e aprender– história, como na problematização de temporalidades que jogam entre presença e ausência, do passado no presente, do presente na visão do passado e suas possíveis projeções para o futuro

    Epistemologia da formação docente: o saber sobre ensino nas licenciaturas em história

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    History teacher education programs have been the subject of reflections that highlight their specificities, particularly their weaknesses. Some of these challenges are as the disconnect between theory and practice, the centrality of disciplinary knowledge, the limited space dedicated to didactic-pedagogical discussions in teacher training, and the absence of theoretical debates on the teaching and learning processes that history requires and fosters among children and adolescents. This article aims to discuss, in dialogue with the existing body of research, the nature of the historical knowledge conveyed in teacher education programs. The Brazilian educational field has consolidated the idea that history, at the basic education level, is not meant to train young historians. Given that basic education is focused on the cognitive development of children and adolescents, what type of school knowledge is being promoted by history teacher education programs? This article examines the epistemological perspectives embedded in the curricular frameworks of history teacher education programs to critically assess the formation offered regarding history teaching and learning. In doing so, the article will analyze the underlying conception of teaching that informs the curricular structure of the Political Pedagogical Course Projects (PPPC) of history teacher education programs. The analysis we offer argues that the initial training of history teachers in Brazil disregards the School as a space for knowledge production, does not recognize school culture, teachers' practices and Basic Education students as objects of reflection with the same status that the past occupies in the list of contents and reflections that organize the curricular paths offered.Los programas de formación de docentes de historia han sido objeto de reflexiones que destacan sus especificidades, particularmente sus fragilidades. Algunas de estas problemáticas son la desconexión entre teoría y práctica, la centralidad del conocimiento disciplinar, el escaso espacio dedicado a discusiones didáctico-pedagógicas en la formación docente y la ausencia de debates teóricos sobre los procesos de enseñanza y aprendizaje que la historia exige y fomenta en niños y adolescentes. Este artículo busca analizar, en diálogo con la producción académica consolidada, la naturaleza del conocimiento histórico que se imparte en las licenciaturas en historia. En el ámbito educativo brasileño, se ha consolidado la idea de que la enseñanza de la historia en la educación básica no tiene como objetivo formar pequeños historiadores. Considerando que este nivel educativo se orienta hacia el desarrollo cognitivo de niños y adolescentes, ¿qué tipo de conocimiento escolar están promoviendo las licenciaturas en historia? El artículo examina las perspectivas epistemológicas presentes en los marcos curriculares de las licenciaturas en historia, con el fin de problematizar la formación ofrecida en relación con la enseñanza y el aprendizaje de la historia. De esta manera, el artículo analiza la concepción subyacente de la enseñanza en la estructura curricular de los Proyectos de Curso Político-Pedagógicos (PPPC) de los programas de formación docente en historia. El análisis que ofrecemos sostiene que la formación inicial de profesores de historia en Brasil desconoce la Escuela como espacio de producción de conocimientos, no reconoce la cultura escolar, las prácticas docentes y los estudiantes de Educación Básica como objetos de reflexión con el mismo estatus que ocupa el pasado en el listado de contenidos y reflexiones que organizan los recorridos curriculares ofrecidos. As licenciaturas em história tem sido objeto de reflexões que apontam suas especificidades, em especial suas fragilidades. Algumas delas são o descompasso entre teoria e prática, a centralidade do saber de referência, o espaço diminuto que as discussões didático pedagógicas ocupam no processo de formação e a ausência de discussões teóricas sobre os processos de ensino e aprendizagem que a História demanda e promove em crianças e adolescentes. O que se pretende discutir aqui, em diálogo com a produção já consolidada, é a natureza do conhecimento histórico que as licenciaturas professam. Se o campo educacional brasileiro tem consolidado a ideia de que a História, na Educação Básica, não tem o compromisso de formar pequenos historiadores e, considerando, que esse mesmo nível de ensino se volta para o desenvolvimento cognitivo de crianças e adolescentes, que conhecimento escolar as licenciaturas encaminham? O artigo aborda a perspectiva epistemológica presente nos projetos pedagógicos de curso de licenciaturas em História, de forma a problematizar a formação sobre ensino e aprendizagem oferecida. O artigo analisa, pois, a concepção de ensinar subjacente à configuração curricular dos Projetos Políticos Pedagógicos de Cursos (PPPC). A análise que oferecemos argumenta que a formação inicial de professores de história, no Brasil, desconsidera a Escola como espaço de produção de conhecimento, não reconhece a cultura escolar, as práticas dos professores e os/as alunos/as da Educação Básica como objetos de reflexão com o mesmo estatuto que o passado ocupa no rol de conteúdos e reflexões que organiza os percursos curriculares oferecidos

    Parâmetros e diretrizes de qualidade para a educação infantil: entre avanços e novas disputas

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    In this work, we will study the three editions of the National Quality Parameters for Early Childhood Education, published in 2006, 2018, and 2024, as well as Resolution No. 1 of October 17, 2024, which defined the Operational Guidelines for Quality and Equity in Early Childhood Education. We aim to compare the main characteristics of their respective contents and structures and identify possible factors that may have influenced the material's content. We argue that, over this period, the principles that originally guided the development of the 2006 document, concerning the concept and the nature of the educational services provided to them, underwent significant deviations. These deviations greatly distanced Early Childhood Education from its expansion as a public right in 2018, partially returning in 2024, but presenting new challenges.Neste trabalho, tomaremos como objeto de estudo as três edições dos Parâmetros Nacionais de Qualidade para a Educação Infantil, publicadas em 2006, 2018 e 2024, bem como a Resolução n. 1 de 17 de outubro de 2024 que definiu as Diretrizes Operacionais de Qualidade e Equidade para a Educação Infantil, buscando confrontar as principais características de seus respectivos conteúdos e estrutura e identificar possíveis fatores que possam ter influenciado o teor desses materiais. Argumentamos que, nesse decurso, os princípios que originalmente orientaram a elaboração do documento de 2006, no que diz respeito à concepção e à natureza do atendimento educacional, sofreram desvios significativos, os quais afastaram sobremaneira a Educação Infantil de sua expansão como direito público em 2018, retornando em alguma medida em 2024, mas apresentando novos desafios

    Entre avanços, retrocessos e apagamentos: a Proposta Pedagógica da Educação Infantil, do Campo, das Águas e das Florestas nos PNQEIs

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    This article investigates the extent to which the National Quality Parameters for Early Childhood Education (PNQEI) incorporate territorial knowledge and practices into the pedagogical proposal. We argue that, under a universalizing logic, public policies tend to exclude community and ancestral knowledge; in a policy focused on quality, such exclusion implies considering this knowledge and practices as lacking quality. We analyze the three versions of the PNQEI (2006, 2018, and 2024) in light of pluriversality and the concept of the child as body-territory. The documents reveal a movement that ranges from the decorative presence of this knowledge to its erasure, with progress evident in the 2024 version, albeit still constrained by a regulatory context that limits advancement.Este artigo investiga em que medida os Parâmetros Nacionais de Qualidade para a Educação Infantil (PNQEI) incorporam conhecimentos e práticas territoriais na dimensão da proposta pedagógica. Argumentamos que, sob uma lógica universalizante, as políticas públicas tendem a excluir conhecimentos territoriais; em uma política que versa sobre qualidade, tal exclusão implica considerar esses saberes e práticas, referências para a construção das identidades, como sem qualidade. Analisamos as três versões dos PNQEI (2006, 2018 e 2024) à luz da pluriversalidade e da criança corpo–território. No documento de 2006, os conhecimentos do território têm presença decorativa, na medida em que são mencionados, mas não são incorporados de fato. No de 2018, eles sequer aparecem, sendo totalmente apagados. Já o documento de 2024 inclui indicadores que reconhecem o território e as infâncias nele tecidas, porém outras políticas do contexto regulatório atual acabam limitando os avanços

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