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A Uma análise da comercialização de Quinoa no bairro metropolitano de Palermo (Buenos Aires)
El artículo examina las dinámicas socioeconómicas de la comercialización de la quinoa en restaurantes vegetarianos, orgánicos ynaturistas del barrio de Palermo, centrándose en la cadena de distribución desde los proveedores hasta los productores. Utilizando el enfoque del Campo Económico de Bourdieu, se analiza cómo las fallas de mercado, no previstas por la teoría neoclásica, afectan a los pequeños productores frente a actores dominantes en el sector. A través de un análisis cualitativo que incluye entrevistas y datos secundarios, se exploran tres tipos de economías: pública, privada y popular. Los resultados indican que Nature Crops, con su capital global, domina el mercado, mientras que los pequeños productores carecen de los recursos necesarios para competir. El estudio concluye que es esencial fortalecerel capital de los pequeños productores mediante políticas públicas y alianzasestratégicas para mitigar las desigualdades en la cadena de valor de la quinoa. Esta investigación ofrece una perspectiva crítica sobre la desigualdad estructural en el sector, destacando el papel del capital simbólico y las dinámicas de poder.Resumo: O artigo examina as dinâmicas socioeconômicas da comercialização da quinoa em restaurantes vegetarianos, orgânicos e naturistas do bairro de Palermo, com foco na cadeia de distribuição que vai dos fornecedores aos produtores. Utilizando a abordagem do Campo Econômico de Bourdieu, analisa-se como as falhas de mercado, não previstas pela teoria neoclássica, impactam os pequenos produtores diante de atores dominantes no setor.Por meio de uma análise qualitativa que inclui entrevistas e dados secundários, são explorados três tipos de economias: pública, privada e popular. Os resultados indicam que a Nature Crops, com seu capital global, domina o mercado, enquanto os pequenos produtores carecem dos recursos necessários para competir. O estudo conclui que é essencial fortalecer o capital dos pequenosprodutores por meio de políticas públicas e alianças estratégicas para mitigar as desigualdades na cadeia de valor da quinoa. Esta pesquisa oferece uma perspectiva crítica sobre a desigualdade estrutural no setor, destacando o papel do capital simbólico e as dinâmicas de poder
Os sentidos do trabalho na economia dos setores populares
The article aims to understand the meanings of work in the context of an economy of popular sectors, and to highlight some theoretical and practical implications of this analysis for the recognition and proposition of actions and policies aimed at a citizen affirmation of work, beyond the contractualist pattern of wage employment. It starts from the assumption that Brazil has never known the wage rate of central capitalist economies and that the categories of analysis, primarily centered on regular wage employment, do not capture the singularities of the work of millions of people, especially in urban spaces. The article is structured in three chapters: the first examines the reasons for linking the popular to the economy; the second analyzes what is meant by the economy of popular sectors and its peculiar dynamics and, the third, having as reference the notion of economy of popular sectors, analyzes new meanings of work in its relationship with markets and social movements.
Keywords: economy of popular sectors; work; marketsEl artículo tiene por objetivo comprender los sentidos del trabajo en el ámbito de una economía de los sectores populares, y poner en evidencia algunas implicaciones teóricas y prácticas de ese análisis para el reconocimiento y proposición de acciones y políticas dirigidas para una afirmación ciudadana del trabajo, más allá del patrón contractual del empleo asalariado. Parte del supuesto de que Brasil nunca conoció los índices de asalariamiento de las economías capitalistas centrales y que las categorías de análisis, centradas primordialmente en el empleo asalariado regular, no captan las singularidades del trabajo de millones de personas, especialmente en los espacios urbanos. El artículo está estructurado en tres capítulos: el primero, examina las razones de vincular lo popular a la economía; el segundo analiza lo que se entiende por economía de los sectores populares y su dinámica peculiar y, el tercero, teniendo por referencia la noción de economía de los sectores populares, analiza nuevos sentidos del trabajo en su relación con los mercados y los movimientos sociales.
ARK-CAICYT: ark:/s18514715/rl3cza1vzO artigo tem por objetivo compreender os sentidos do trabalho no âmbito de uma economia dos setores populares, e colocar em evidência algumas implicações teóricas e práticas dessa análise para o reconhecimento e a proposição de ações e políticas voltadas para uma afirmação cidadã do trabalho, para além do padrão contratualista do emprego assalariado. Parte do pressuposto de que o Brasil nunca conheceu os índices de assalariamento das economias capitalistas centrais e de que as categorias de análise, centradas primordialmente no emprego assalariado regular, não captam as singularidades do trabalho de milhões de pessoas, sobretudo nos espaços urbanos O artigo está estruturado em três partes: a primeira, examina as razões de se vincular o popular à economia; a segunda, analisa o que se entende por economia dos setores populares e sua dinâmica peculiar e, a terceira, tendo por referência a noção de economia dos setores populares, analisa novos sentidos do trabalho em sua relação com os mercados e os movimentos sociais.
ARK-CAICYT: ark:/s18514715/rl3cza1v
Economia popular: para além do trabalho informal: Reflexões desde a economia solidária e a autogestão
Dentro de la gran diversidad de enfoques sobre la informalidad, en este trabajo nos hemos concentrado en su dimensión laboral, y partiendo de eso presentamos algunas reflexiones críticas sobre el difuso universo de la economía popular. En este contexto, una pregunta que nos acompañó a lo largo del presente texto fue: ¿es correcto afirmar que el trabajo en el ambito de la informalidad es más precario e indigno que el trabajo en el ámbito de la formalidad? De este modo, y orientando ya nuestra posición teórico-política sobre el tema, el objetivo aquí era muy simple y directo: rescatar, en términos de relaciones económicas y laborales, “lo bueno” de la informalidad. Para lograrlo, primero intentamos responder a la pregunta “¿formalizar para qué?”. A partir de esto, sistematizamos algunas reflexiones sobre economía popular, economía solidaria y autogestión. En términos de reflexiones finales, consideramos que la autogestión, más allá de sus rasgos puramente organizativos, tiene la capacidad de trascender hacia la reconexión de economía y política como dimensiones inseparables en el desafío de autoorganizar la vida en común, desde el ámbito comunitario, y de realizar un salto de la informalidad laboral a una forma de trabajo y vida dignos.Dentro da grande diversidade de abordagens sobre a informalidade,neste trabalho nos concentramos em sua dimensão laboral, e partindo distoapresentamos algumas reflexões críticas sobre o difuso universo da economia popular. Neste contexto, uma pergunta que nos acompanhou ao longo do presente texto, foi: é correto afirmar que o trabalho no âmbito da informalidade é mais precário e indigno do que o trabalho no âmbito da formalidade? Disto, e jáorientando nossa posição teórico-política sobre o tema, o objetivo aqui era muito simples e direto: resgatar, nos termos das relações econômicas e de trabalho, o que “há de bom” na informalidade. Para alcançá-lo, primeiro tentamos responder a pergunta “formalizar para quê?”. A partir disto, sistematizamos algumas reflexões sobre economia popular, economia solidária e autogestão. Em termos de reflexões finais, consideramos que a autogestão, para além de seus traços puramente organizativos, tem a capacidade de transcender em direção à reconexão de economia e política como dimensões inseparáveis no desafio de auto-organizar a vida em comum, a partir do âmbito comunitário, e de realizar um salto da informalidade laboral a uma forma de trabalho e de vida dignos
Análise socio-técnica da implementação argentina da plataforma cooperativa CoopCycle
This paper analyzes the deployment of CoopCycle in Argentina. This delivery platform cooperative was created in France in 2017 and spread throughout Europe as a sustainable socio-labor alternative to the advance of capitalist platforms. In the last two years, its landing in Argentina began and it has been carried out by the Federación Argentina de Cooperativas de Trabajo de Tecnología Información y Conocimiento (FACTTIC). Within the framework of a collaborative work between university and cooperative spaces, using qualitative and participatory research techniques, the case was approached from a socio-technical perspective. The paper identifies four nodal dimensions in the functioning construction: the functional adaptation of the software, the resignification of the project’s identity components, the development of socio-economic circuits, and the consolidation of the regional scale of the project. This analysis enables lessons on the potentialities and limitations of platform cooperativism as a counter-hegemonic movement alternative to platform capitalism.En este artículo analizamos el despliegue de CoopCycle en la Argentina. Esta cooperativa de plataforma de reparto y mensajería nació en Francia en el 2017 y se extendió por Europa como una alternativa socio-laboral sustentable al avance de las plataformas capitalistas. En los últimos dos años, comenzó su desembarco en la Argentina de la mano de la Federación Argentina de Cooperativas de Trabajo de Tecnología Información y Conocimiento (FACTTIC). En el marco de un trabajo colaborativo entre espacios universitarios y cooperativos, que recurre a técnicas de investigación cualitativas y participativas, abordamos el caso desde una perspectiva socio-técnica. Identificamos cuatro dimensiones nodales en la construcción de funcionamiento: la adaptación funcional del software, la resignificación de los componentes de identidad de proyecto, el desarrollo de circuitos socioeconómicos y la consolidación de la escala regional del proyecto. Este análisis permite extraer aprendizajes sobre las potencialidades y limitaciones del cooperativismo de plataformas en tanto movimiento contrahegemónico alternativo al capitalismo de plataformas.
ARK-CAICYT: ark:/s18514715/cgi1g9b15Neste artigo, analisamos a implantação da CoopCycle na Argentina. Esta cooperativa de plataformas de entrega nasceu em França em 2017 e espalhou-se por toda a Europa como uma alternativa sócio-laboral sustentável frente ao avanço das plataformas capitalistas. Nos últimos dois anos, começou a sua chegada à Argentina através da Federación Argentina de Cooperativas de Trabajo de Tecnología Información y Conocimiento (FACTTIC). No contexto do trabalho colaborativo entre espaços universitários e cooperativos, utilizando técnicas de investigação qualitativa e participativa, abordamos o caso de uma perspectiva socio-técnica. Identificamos quatro dimensões nodais na construção do funcionamento: a adaptação funcional do software, a resignificação dos componentes de identidade do projeto, o desenvolvimento de circuitos socioeconómicos e a consolidação da escala regional do projeto. Esta análise permite-nos tirar lições sobre as potencialidades e limitações do cooperativismo de plataforma como um movimento contra-hegemônico alternativo ao capitalismo de plataforma.
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Lo mejor de ambos mundos. Posibilidades y perplejidades en la transición de la Antropología Social a la Neuroingeniería
The following contribution is conceived as an invitation to debate the potential of an interdisciplinary practice of anthropology beyond the scope of the social sciences and the humanities in current Argentina. Through an exercise of reflexive objectivation following the transition of a social anthropologist to the field of Neuroengineering, we present some of the main misunderstandings, interpellations and obstacles met, in order to pose a series of fundamental questions on the boundaries of anthropology, the training of its practitioners and the ways in which many of them conceive the discipline and perform their relationship to it. Finally, we consider some of the major institutional challenges involved in an interdisciplinary anthropology-based practice in Argentina and we propose some questions regarding its conceptualization and evaluation on the hands of the scientific community and its local sponsoring agencies that we consider deserving of an explicit and collective consideration.Esta contribución invita a un debate acerca de las potencialidades de la práctica interdisciplinaria de la antropología por fuera del campo de las ciencias sociales y humanas en la Argentina contemporánea. A partir de un ejercicio de objetivación reflexiva que tiene como eje la transición de un antropólogo social al campo de la neuroingeniería, se presentan algunos de los equívocos enfrentados, las interpelaciones recibidas y los escollos encontrados, para plantear una serie de preguntas fundamentales acerca de los límites de la disciplina antropológica, de las trayectorias de formación de sus practicantes y del modo en que muchos de ellos la conciben, piensan y configuran su relación con ella. Finalmente se consideran varios de los principales desafíos institucionales para una práctica interdisciplinaria de esa naturaleza y se proponen cuestiones relativas a su conceptualización y evaluación por parte de la comunidad científica y sus dispositivos de financiación locales
El Atasco
El Atasco está escrito desde un futuro improbable, situado geográficamente en Florencia, Italia, y temporalmente en 2024, durante los días en los que en el mundo las redes se volvieron visibles al ojo humano. Como escribiera Ítalo Calvino, los protagonistas pueden percibir “intersecciones de campos de fuerza, diagramas vectoriales, haces de redes que convergen, divergen, se refractan”, que inmediatamente constituyen en el nuevo paisaje urbano. Frente a semejante transformación, un grupo de jóvenes, guiados por una informática llamada Jussi, colonizan virtualmente parte de las celdas visibles al atardecer, estableciendo un nuevo espacio en disputa en el seno mismo de la ciudad. El Atasco desde su planteo ficcional habla del poder y la dominación de las grandes fuerzas económicas y políticas, del poder de su pisada, de la relación de los habitantes de la ciudad con el espacio público, y de la necesidad de actualizar constantemente esta tensión como un verdadero territorio en disputa
Distancia de rescate
En palabras de Amanda, protagonista de la película, la distancia de rescate es aquella distancia justa que la separa de su hija, Nina, y que no le impide acudir a protegerla si es preciso. La película pone en escena distintas miradas sobre la maternidad y también formas de cuidar, a partir del vínculo que se teje entre Amanda, quien llega a un paraje rural argentino para pasar las vacaciones, y Carla, quien reside allí junto con su hijo David. ¿Cómo medir y manejar esa distancia de rescate si el peligro está en el aire que respiramos, en el agua que bebemos o en la tierra que pisamos
Fortalecer as economias para a vida a partir da territorialidade das comunidades indígenas: A experiência das comunidades Diaguita do departamento de Santa María, Catamarca (Argentina), no alvorecer do século XXI
En el presente artículo se comparten de manera sintética parte de los resultados de un trabajo de investigación que se propuso analizar y comprender desde una perspectiva multidimensional la construcción de territorialidades indígenas comunitarias en el marco de procesos de reorganización y resistencia territorial de comunidades diaguitas de Catamarca (2000-2022). En ese marco, se propone describir, caracterizar y analizar de manera particular la importancia que asume la organización de las relaciones económicas para el fortalecimiento de la territorialización de la organización comunitaria indígena y la defensa de los territorios. Para ello se abordan aspectos de los modos de reproducción de la vida que en las comunidades se encuentran enlazados a la lucha en defensa de territorialidades comunitarias y afirmaciones identitarias como pueblo diaguita.Neste artigo, são compartilhados de forma sintética parte dos resultados de um trabalho de pesquisa que se propôs a analisar e compreender desde uma perspectiva multidimensional a construção das territorialidades comunitárias indígenas no marco dos processos de reorganização e resistência territorial das comunidades Diaguita de Catamarca (2000-2022). Neste quadro, propõe-se descrever, caracterizar e analisar de forma particular a importância que a organização das relações económicas assume para o fortalecimento da territorialização da organização comunitária indígena e a defesa dos territórios. Para tanto, são abordados aspectos dos modos de reprodução de vida que nas comunidades estão vinculados à luta em defesa das territorialidades comunitárias e das afirmações identitárias como povo Diaguita
PARES: Compra cooperativa em universidades: Desafios das Políticas Públicas Universitárias para a institucionalização de outra economia
El programa PARES (Proveedores Asociativos Regionales de la Economía Social) surge en el año 2021, en la Universidad Nacional de General Sarmiento (UNGS), ubicada en Los Polvorines, Partido de Malvinas Argentinas, Provincia de Buenos Aires, Argentina. Nace como una política pública universitaria orientada a saldar una deuda pendiente del sector público con los emprendimientos asociativos y cooperativos de la Economía Social, Popular y Solidaria (ESPS), a partir de la generación de mecanismos para incorporarles al sistema de compras universitario. En este artículo compartimos los avances del trabajo que el equipo lleva a cabo en los tres ejes del programa: Régimen especial de compras; Registro de proveedores y Desarrollo de proveedores cooperativos. Analizamos las dificultades y los desafíos para incorporar al sector en el sistema de Compras Públicas a partir de un relevamiento de cooperativas del área de influencia de la universidad. A modo de conclusión se proponen algunas reflexiones respecto a los desafíos que las universidades públicas deben asumir con el sector para favorecer la generación de circuitos de producción orientados a la co-construcción de otra economía.
ARK-CAICYT: ark:/s18514715/1na62doixO programa PARES (Provedores Associativos Regionais da Economia Social) surgiu em 2021, na Universidade Nacional de General Sarmiento (UNGS), localizada em Los Polvorines, Partido das Malvinas Argentinas, Província de Buenos Aires, Argentina. Nasceu como uma política pública universitária voltada para quitar uma dívida pendente do setor público com empresas associativas e cooperativas de Economia Social, Popular e Solidária (ESPS), a partir da geração de mecanismos para incorporá-las ao sistema de compras universitárias. Neste artigo compartilhamos o andamento do trabalho que a equipe realiza nos três eixos do programa: Regime especial de compras; Cadastro de fornecedores e Desenvolvimento de fornecedores cooperados. Analisamos as dificuldades e desafios para incorporar o setor ao sistema de Compras Públicas a partir de um levantamento das cooperativas da área de influência da universidade. A título de conclusão, propõem-se algumas reflexões a respeito dos desafios que as universidades públicas devem assumir com o setor para favorecer a geração de circuitos produtivos orientados para a coconstrução de uma outra economia.
ARK-CAICYT: ark:/s18514715/1na62doi
Apresentação nº 31: Convergências
Publicamos este Número 31 de Otra Economía en un contexto de preocupante debilitamiento de los intentos de articulación promovidos desde principios de siglo en Latinoamérica y el Caribe, mediante instituciones como la UNASUR, CELAC, ALBA y otras iniciativas semejantes, agravado por los retrocesos en materia de derechos, la fragilidad institucional e inestabilidad de las democracias en varios de nuestros países.Publicamos este número 31 da Otra Economia num contexto de preocupante enfraquecimento das tentativas de articulação promovidas desde o início do século na América Latina e no Caribe, através de instituições como UNASUL, CELAC, ALBA e outras iniciativas semelhantes, agravadas pelos retrocessos em termos de direitos, pela fragilidade institucional e pela instabilidade das democracias em vários dos nossos países