Revistas da UCPEL (Universidade Católica de Pelotas)
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    A Morte no Contexto da Medicina

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    Morrer é sempre uma possibilidade real na vida do ser humano. No entanto, nos dias atuais, em conseqüência do avanço tecnológico, cada vez mais surgem dúvidas sobre até quando um tratamento deve prosseguir pois a morte, muitas vezes, não é iminente para os enfermos já vencidos pela doença. Conflitos referentes à existência ou não de diferenças éticas entre não ofertar e suspender tratamentos são reais no dia a dia do médico, principalmente, no ambiente de medicina intensiva. Este artigo tem por objetivo abordar o tema da morte, da eutanásia, da distanásia e das ordens de não-reanimação no contexto da medicina intensiva enfocando os princípios fundamentais da bioética

    Orçamento Participativo – Ensaio ético-crítico

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    Este pequeno trabalho está divido em 3 partes: A primeira apresenta algumas conclusões teóricas como fundamento para entender o processo de participação política enquanto expressão de uma Democracia Participativa. A analética enquanto possibilidade dialética de elaboração de síntese é o horizonte. Numa segunda parte reunimos alguns princípios éticos e políticos da participação popular em vista de um programa como o do Orçamento Participativo. Num terceiro momento analisaremos o programa Todo Poder Emana do Povo e o do Orçamento Participativo em Pelotas, Porto Alegre e depois novamente em Pelotas, em seu processo, suas etapas, seus estrangulamentos guardando sempre proximidade com a linguagem utilizada neste programa e neste processo. Pretendemos que ele sirva de provocação e estímulo a políticos, educadores, e a todos aqueles que quiserem efetivamente comprometer-se com a causa da organização e libertação dos excluídos da terra

    Doenças, Doentes, Médicos: aspectos antropológicos e culturais

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    O artigo faz uma análise do termo “Saúde”, mostrando que a definição da mesma nem sempre é objetiva. Também do termo “Doença”. Na realidade o que existe são pessoas sadias ou doentes, inseridas num contexto que pode ser mais ou menos patogênico. A História mostra como a Medicina nasceu como arte antes de ser ciência. E a sua função sempre foi o alivio do sofrimento e, possivelmente, a cura da patologia responsável pelo mesmo. Muitas das patologias na sociedade atual tem a sua origem em desequilíbrios do homem com o meio físico e social. Na análise da figura do médico são enfatizadas duas qualidades: a probidade e a perícia profissional, imprescindíveis para que o mesmo possa exercitar a profissão que resulte sempre no bem dos pacientes, independentemente do fato de curar. Para tanto o A. tece alguns comentários sobre as atuais falhas no ensino médico, no qual a ênfase maior é dada à técnica e não à relação humana, e à observação. O A. propõe algumas idéias para a melhora do mesmo

    Apresentação

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    Uma proposta de ética econômica e empresarial a partir da ética discursiva

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    Relacionar ética e economia não é uma tarefa fácil. Ainda mais quando alguns insistem que a lógica do mercado pode orientar a ação do homem em todos os sentidos. A perspectiva de um “pensamento único” contrasta com uma reflexão crítica, a qual pode estabelecer fundamentos normativos à racionalidade econômica e empresarial

    “VÓS SOIS OS RAMOS”: NOTAS PARA A HISTÓRIA DOS PRIMEIROS CINQUENTA ANOS DA DIOCESE DE PELOTAS

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    Padre Aldo Lorenzoni apresenta a história dos primeiros cinquenta anos da Arquidiocese de Pelotas. Trata-se de uma história riquíssima, permeada de feitos heroicos de seus leigos, padres e bispos

    Violência Estrutural e Capitalismo: Particularidades da Sociedade

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    O artigo apresenta um estudo exploratório de cunho bibliográfico acerca da violência estrutural e suas particularidades na sociedade capitalista brasileira. O objetivo central é realizar uma reflexão sobre como essa expressão da violência vem se configurando diante as mediações que perpassam o capitalismo no Brasil. Traz ainda as seguintes provocações: Como o Estado contribui para a naturalização da violência estrutural? Como essa violência interfere no acesso aos direitos sociais? Quais são as suas principais expressões na cena contemporânea brasileira? Discute-se, sobre a complexificação da violência estrutural diante do atual estágio capitalista e, das persistentes investidas conservadoras que perpassam a construção das respostas da burguesia e do próprio Estado no seu enfrentamento. Ainda que a violência, em suas bases fundantes, não seja um fenômeno advindo do capitalismo, encontra neste, solo fértil para sua reprodução, tendo na violência estrutural uma expressão produzida a partir das condições inerentes a esse modo de produção.   Palavras Chave: Violência Estrutural, Sociedade Burguesa, Estado, Direitos Sociais

    Processos Educativos e Formação Humana no âmbito do PAIF: um estudo a partir de documentos

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    O presente trabalho realiza, a partir de alguns documentos que parametrizam a Política Nacional de Assistência Social, uma análise das estratégias socioeducativas propostas a serem realizadas pelo Serviço de Proteção e Atendimento Integral às Famílias – PAIF no âmbito do CRAS (Centro de Referência da Assistência Social), tendo como destaque a metodologia da pesquisa-ação e pedagogia problematizadora de Paulo Freire. No que tange à formação humana, os documentos indicam, como objetivos, que as ações realizadas no serviço, visem o desenvolvimento de potencialidades das famílias e a ampliação da sua capacidade de atuação na comunidade e território onde vivem, potencializando sua ação política. Para tanto, é necessária a construção de uma relação horizontal entre os técnicos e os usuários do serviço. Por fim, são pontuadas algumas dificuldades para a consolidação de tal proposta como a formação do profissional que trabalha na Assistência Social e a posição passiva e conformista da população atendida

    As ouvidorias e sua institucionalização: o controle social nas secretarias municipais de saúde

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    Nos estudos sobre controle social no Sistema Único de Saúde (SUS) pouco tem se discutido sobre o caso das ouvidorias. Assim, este trabalho visou conhecer a situação das ouvidorias no estado de Pernambuco. Usou-se a abordagem qualitativa através da pesquisa documental de 185 Relatórios Anuais de Gestão (RAG), com a análise de conteúdo das pactuações/execuções descritas pelas secretarias de saúde cuja matriz interpretativa transitou entre a teoria institucional e a Análise Institucional. Ao analisar a situação das ouvidorias, 88,1% (163) dos municípios não implantaram nenhuma no período analisado. Sobre as “situações das ouvidorias descritas”, verificou-se que a temática mais frequente foi “0 Proporção de municípios com ouvidorias implantadas”. Do ponto de vista da análise da institucionalidade, é possível afirmar que a institucionalização das ouvidorias no estado é propositalmente incipiente. Mesmo considerando a padronização que estes documentos detêm, a forma como estes foram pactuados sugere maior preocupação com a norma do que com a participação

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