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    AQUISIÇÃO DE PREPOSIÇÕES DESACOMPANHADAS POR FALANTES DE PORTUGUÊS BRASILEIRO

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    O objetivo deste trabalho é estudar a aquisição das preposições desacompanhadas em contextos interrogativos da língua inglesa, por aprendizes adultos, falantes de português brasileiro. A partir dos resultados de pesquisas como as de Quintero (1992) e de Barros da Silva (2002), formulamos um questionário para testar o conhecimento do uso das preposições desacompanhadas. Esse questionário foi aplicado em duas escolas de inglês de Porto Alegre, e noventa e três alunos, separados em três níveis de conhecimento (básico, intermediário e avançado), responderam a atividade.  Nossa pesquisa mostra que os aprendizes brasileiros aumentam a frequência do uso das preposições desacompanhadas à medida que adquirem mais conhecimentos de inglês. Entretanto, muitos deles apagam as preposições em interrogativas, mesmo no nível avançado

    EXPEDIENTE

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    VOL 16, Nº

    POLÍTICAS PÚBLICAS E OS DESAFIOS DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NO BRASIL: DA INAUGURAÇÃO PORTUGUESA ÀS AVALIAÇÕES DO BRITISH COUNCIL

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    O presente trabalho discute algumas propostas elaboradas nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) relativas às Políticas Públicas para o ensino das línguas estrangeiras no Brasil, a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) e as Orientações Curriculares para o Ensino Médio (OCEM), uma vez que estes são documentos que orientam a prática docente e regulamentam o ensino público brasileiro. Em um primeiro momento, é feita uma breve retomada historiográfica sobre como se deu o processo regulatório do ensino de línguas estrangeiras em escolas brasileiras, a partir do estudo proposto por Xavier (1994). Para se analisar textos dos PCNs acerca das expectativas e resultados decorrentes do ensino das línguas estrangeiras e seu papel para a formação humana e cidadã buscou-se relacionar os trabalhos de Hamel (2003); Paiva (2003); Bohn (2005); Xavier (2015). Por fim, foram considerados resultados de avaliações de proficiência em língua estrangeira de chineses, suecos e brasileiros, bem como a análise de dados de pesquisas apresentadas pelo EPI (2015) – Índice de Proficiência em Inglês, realizado pela Education First (E.F), British Council (2015). Esta discussão objetiva suscitar uma reflexão a respeito da eficácia das políticas públicas em garantir a qualidade, bons resultados e as condições necessárias para o desenvolvimento de atividades pedagógicas asseguradas por leis.

    LETRAMENTO E LETRAMENTOS: UMA ANÁLISE DE PRÁTICAS SOCIAIS LETRADAS EM CONTEXTOS HOSPITALARES A LUZ DOS NOVOS ESTUDOS DO LETRAMENTO

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    Nessa discussão, ganha espaço os Novos Estudos do Letramento (STREET, 1984/1995/2003/2012/2014), os quais buscam compreender os aspectos ideológicos e socioculturais da escrita na sociedade considerando os letramentos presentes nas múltiplas formas de interação entre sujeitos e escrita nos espaços discursivos. Definiu-se para este estudo o objetivo de analisar práticas sociais letradas em contextos hospitalares, a partir da interação médico e paciente, a luz dos Novos Estudos do Letramento, buscando perceber a importância da compreensão leitora no evento de letramento consulta médica. Do ponto de vista metodológico, constitui-se de uma pesquisa bibliográfica, subsidiada pelo diálogo teórico entre Magalhães (2012), Marcuschi (2010), Soares (2010), Tfouni (1988/2010), entre outros; e pesquisa de campo, realizada em uma unidade Estratégia de Saúde da Família (ESF) no bairro Dirceu Arcoverde, região sudeste de Teresina (PI), no segundo semestre do ano de 2014, o que constitui um corpus de 4 entrevistas: 3 com pacientes (P1, P2, P3) na fila de espera para o atendimento e 1 com a médica que os atenderia. A análise dos dados permitiu compreender a soberania da escrita e o poder do alfabetizado (a médica, que detém o letramento da letra (modelo autônomo, STREET, 1984)) sobre o analfabeto (os pacientes, que embora, muitas vezes não tenha o domínio do código alfabético, têm relevantes conhecimentos de mundo (modelo ideológico, STREET, 1984)). Assim, esses sujeitos se se constroem no mundo, a partir da forma como enunciam e assumem lugares sociais na escala hierárquica das representações socioculturais, a partir de seus níveis de letramento

    LIVRO DIDÁTICO DE LÍNGUA PORTUGUESA: DISPOSITIVO DE ENSINO OU DISPOSITIVO DE CONTROLE?

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    Analisa-se o livro didático de Língua Portuguesa do Ensino Médio, especificamente o Manual do Professor, a fim de verificar se, além de recurso didático, esse material pode se constituir como dispositivo de poder/controle para subjetivar os indivíduos envolvidos no processo de ensino e de aprendizagem em contexto de ensino. Esta pesquisa adota como aporte teórico-metodológico os estudos de Bakhtin (2003), Bakhtin/Volochinov (1992) e Foucault (1987), tendo em vista os pressupostos de que o material didático apresenta caráter dialógico, ou seja, promove a interação entre os sujeitos (autor e aluno) e de que ele pode se inscrever como um dos dispositivos de ensino presentes no âmbito escolar. Por meio da análise do Manual do Professor, os resultados evidenciam que o livro didático se constitui como recurso didático e também como dispositivo de controle/poder a serviço do Estado, a fim de influenciar a práxis docente. Não obstante à força política-ideológica deste material, cabe exclusivamente ao professor a tarefa de estabelecer os limites, bem como o papel que o livro didático exercerá em sua sala de aula

    A CONSTRUÇÃO DA AUTORIDADE DOCENTE: O QUE PENSAM OS FUTUROS PROFESSORES SOBRE ISSO?

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    Este texto expõe uma pesquisa cujo objetivo foi investigar as concepções de alunos em processo de formação docente sobre a autoridade do professor em sala de aula. Sabe-se que a disciplina na escola está estreitamente associada à autoridade docente, daí esse tema tornar-se objeto de nossas investigações, porque a qualidade do ensino pressupõe que haja respeito, e este, por sua vez, vincula-se à autoridade do professor. Para a realização da pesquisa, foram selecionados 33 alunos que frequentavam o curso de Letras, em uma universidade do interior paulista. Por se tratar de um curso de licenciatura, tais alunos provavelmente pretendem exercer o magistério. Sendo assim, a forma como concebem o conceito de autoridade docente certamente influenciará em sua atuação profissional. Assim, solicitamos aos sujeitos de pesquisa que completassem por escrito a seguinte questão: “Em sua opinião, a autoridade do professor consiste em...”. As respostas dos sujeitos de pesquisa foram examinadas segundo os constructos da análise de conteúdo de Bardin (2010). Feitas as análises, verificou-se que a maioria entende a autoridade docente como o poder adquirido pelo professor quando este sabe estabelecer limites ou possui domínio dos conteúdos e postura adequada. Poucos concebem a autoridade docente como uma construção feita em parceria entre professor e aluno. Nesse sentido, segundo os especialistas no assunto, atribuir unicamente ao professor a responsabilidade de angariar o respeito do aluno pode tornar-se empecilho ao êxito da aprendizagem. Por isso, é importante entender no que consiste a autoridade docente para poder incrementar ações que a viabilizam

    FORMAS DO SUBJUNTIVO MANDATIVO NA MÍDIA IMPRESSA AMERICANA E BRITÂNICA: UMA ANÁLISE COM BASE EM USO

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    Esta pesquisa tem como objetivo investigar o uso do subjuntivo mandativo na língua inglesa, por meio da análise de dados empíricos, retirados de 20 textos da mídia impressa Americana e 20 da mídia Britânica. Os textos foram retirados de dados disponíveis online. Os resultados da análise qualitativa dos textos demonstram que o subjuntivo mandativo, presente em orações subordinadas substantivas objetivas diretas, composto por verbo na forma básica, foi usado na totalidade dos textos analisados. Na mídia impressa britânica, nos textos analisados, o subjuntivo foi realizado por meio da inserção de um verbo modal, especialmente should. Esses resultados lançam luz não somente para a descrição da língua inglesa em uso, mas também para a necessidade de desenvolver materiais de ensino de inglês baseados na realidade empírica da língua, incluindo, nesse caso, a conscientização linguística do aluno sobre variação e formas de uso.

    ARGUMENTAÇÃO

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    APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA NO CÁRCERE

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    Este artigo tem como objetivo fazer uma análise de conteúdos ensinados em aulas de Língua Inglesa dentro do contexto carcerário, para depois propor conteúdos e planos de trabalho que possam ser relevantes para este grupo de pessoas. A investigação tem base qualitativa e é feito um estudo de caso com uma turma do Ensino Médio de uma escola penitenciária. Os alicerces teóricos para esta pesquisa derivam dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Inglesa para o Ensino Médio (2000) e o Conteúdo Básico Comum de Língua Inglesa para o Ensino Médio para o Estado de Minas Gerais (2008), ressaltando os conceitos de atividades sociais no ensino de Língua Inglesa (LIBERALI, 2012) e as propostas de ensino para ambientes prisionais sugeridas por Thomas e Thomas (2008). Discussões sobre cidadania, liberdade e sua relação à Educação (CLOUGH e HOLDEN, 2002; PERRENOUD, 2005 e FREIRE, 1967, 1970), bem como os princípios de punição propostos por Foucault (2003) subjazem o estudo. A discussão indica caminhos para uma proposta de ensino-aprendizagem de língua inglesa mais coerente com o contexto alvo, calcada na perspectiva de atividade sociais e que, potencialmente, promove co-participação dos apenados nas decisões sobre temas a serem incluídos na disciplina, dando-lhes, assim, liberdade para aprenderem a língua alvo e também possibilidades para desenvolverem cidadania, mesmo estando em regime de reclusão.   Palavras-chave: Cidadania. Ensino de Inglês. Contexto carcerário.

    EDITORIAL

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    EDITORIAL VOL 16 Nº

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