Revistas Eletrônicas do Cesuca
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Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre: análise de evolução das contas do ativo e receitas
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Fisioterapia e qualidade de vida em pacientes adultos com diagnóstico de paralisia cerebral
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Impacto da Fisioterapia na reabilitação de torcicolo congênito: uma revisão bibliográfica
O torcicolo congênito pediátrico é uma desordem musculoesquelética determinada por fatores pré, peri e pós-natais, caracterizada pela contração unilateral do músculo esternocleidomastóideo, que decorre em uma inclinação lateral da cabeça e rotação contralateral da coluna cervical. Essa condição pode levar a complicações no desenvolvimento motor e postural da criança, sendo a intervenção precoce e fisioterapêutica é necessária para evitar deformidades e limitações funcionais. O acompanhamento por uma equipe interdisciplinar com a presença do fisioterapeuta é fundamental para crianças com torcicolo congênito. Os recursos fisioterapêuticos objetivam promover o alinhamento postural e o desenvolvimento motor adequado, bem como promover maior qualidade de vida. Objetivo: Analisar o impacto fisioterapêutico no desenvolvimento neuropsicomotor de crianças com torcicolo congênito, bem como descrever os sintomas e comprometimento na qualidade de vida de pacientes com torcicolo congênito; Metodologia: Esta revisão bibliográfica científica foi realizada com base em pesquisas nas bases de dados eletrônicas PUBMED, LILACS e SCIELO. Foram incluídos apenas estudos em língua inglesa e espanhol, publicados nos últimos 5 anos (2019-2024). Selecionaram-se 13 artigos internacionais que discutem a fisioterapia no tratamento de crianças com torcicolo muscular congênito. Resultados e Considerações Finais: A fisioterapia é fundamental no tratamento do torcicolo congênito, sendo indicada para a correção das alterações musculares e posturais. A intervenção precoce, por meio de técnicas de alongamento, terapia manual, exercícios específicos e orientação aos pais, contribui significativamente para a melhora da mobilidade cervical e prevenção de complicações e que o acompanhamento fisioterapêutico contínuo favorece o desenvolvimento motor normal e a qualidade de vida e a funcionalidade da criança.
A Fisioterapia no pós-operatório de pacientes submetidos a Cirurgia Ortognática
A cirurgia ortognática é um procedimento cirúrgico complexo que visa corrigir deformidades faciais e disfunções funcionais da mandíbula. Esse tipo de cirurgia é frequentemente realizado para melhorar tanto a estética facial quanto a função mastigatória, impactando na qualidade de vida dos pacientes. No entanto, o pós-operatório é frequentemente acompanhado por sintomas significativos, incluindo dor, edema, limitação de movimentos, hematomas e alterações na sensibilidade da região facial. Esses sintomas podem dificultar a recuperação e a reintegração do paciente às atividades diárias, tornando a intervenção fisioterapêutica essencial. A fisioterapia é fundamental na reabilitação pós-operatória, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos pacientes e reduzir o tempo de recuperação funcional. Este estudo tem como objetivo: analisar o quadro sintomatológico e as intervenções fisioterapêuticas aplicadas no pós-operatório de cirurgias ortognáticas. Para realizar esta pesquisa, foi realizada uma revisão da literatura em bases de dados como Google Scholar, Scielo e Pubmed. A pesquisa enfatizou os artigos publicados nos últimos três anos, garantindo a inclusão das informações mais recentes e considerando as palavras chaves Fisioterapia; Pós-operatório; Cirurgia ortognática; Sintomas. A seleção abrangeu estudos recentes sobre a fisioterapia no contexto do pós-operatório da cirurgia ortognática, resultando na análise de 24 artigos relevantes que forneceram dados sobre práticas e resultados. As intervenções fisioterapêuticas identificadas incluem a drenagem linfática manual, aplicada para reduzir o edema e melhorar a circulação na região facial. Esta técnica a sensação de desconforto, favorecendo condições propícias para a cicatrização, exercícios de mobilização são introduzidos gradualmente para restaurar a amplitude de movimento da mandíbula que são cruciais para prevenir rigidez articular e garantir que a função mandibular seja retomada adequadamente. O controle do quadro álgico também é uma prioridade no pós-operatório. Técnicas de eletroterapia, como a estimulação elétrica transcutânea (TENS), são prescritas na presença de dor e são eficazes na redução da percepção da dor e no relaxamento muscular. A crioterapia e as técnicas de terapia manual são igualmente importantes no processo de reabilitação. Essas intervenções incluem manipulações suaves que liberaram tensões musculares e melhoram a mobilidade na região facial, especialmente em pacientes que apresentam aderências cicatriciais. Os Fisioterapeutas orientam os pacientes sobre a importância de seguir as recomendações pós-operatórias, como evitar movimentos bruscos e realizar os exercícios indicados. Uma equipe interdisciplinar é indicada para maior assertividade no tratamento. Ao abordar sintomas como dor, edema e limitação de movimento, as intervenções fisioterapêuticas promovem uma recuperação mais rápida e confortável. A personalização do tratamento, agregada a uma abordagem interdisciplinar, garante que as necessidades de cada paciente sejam atendidas de forma eficiente e eficaz, favorecendo uma reintegração bem-sucedida às atividades cotidianas e uma melhora significativa na qualidade de vida
Orquiectomia em equinos: técnica em decúbito dorsal
A orquiectomia ou castração de garanhões é uma cirurgia realizada com frequência por médicos veterinários naqueles equinos que não são destinados a reprodução, seu objetivo é diminuir o comportamento sexual, tornando o animal mais dócil e manejável. O objetivo deste resumo é descrever a técnica cirúrgica de orquiectomia em decúbito dorsal em equino. O procedimento inicia-se com a realização da anamnese, exame clínico geral do paciente, solicitação de exames complementares (hemograma e bioquímicos séricos), e autorização para cirurgia. Durante o exame clínico específico do sistema reprodutor, deve-se realizar ainda uma avaliação completa da bolsa escrotal, constatando a presença dos dois testículos para dar seguimento ao procedimento cirúrgico. Inicia-se o procedimento com a aplicação da medicação pré-anestésica (MPA) xilazina na dosagem de 1,1mg/kg pela via intravenosa (IV). Após a aplicação da MPA, observa-se uma diminuição de tônus muscular, posicionamento de equilíbrio em base ampla e a cabeça do animal fica em posição mais baixa. Identificando-se esses sinais, segue-se com a indução anestésica com a associação de cetamina na dosagem de 2,2mg/kg/IV e diazepam na dosagem de 0,05-0,5mg/kg/IV. Após a aplicação dos agentes indutores, o animal entrará em decúbito lateral com auxílio evitando acidentes. Na sequência, trocou-se o decúbito lateral pelo decúbito dorsal, para a realização de antissepsia da bolsa escrotal com esponja de clorexidina 2%. Após, foi aplicado bloqueio intratesticular com 10 ml de lidocaína em cada testículo e uma nova antissepsia é realizada (antissepsia cirúrgica). Os cirurgiões se paramentam e colocam luvas estéreis, panos de campo isolando a região cirúrgica e minimizando contaminações. O procedimento cirúrgico se inicia com a realização de uma incisão na região lateral da bolsa escrotal (pele) expondo a túnica vaginal que também deverá ser incidida nos casos de orquiectomia feita com técnica aberta. Após a abertura da túnica vaginal o testículo pode ser exposto de forma completa para a ressecção do mesórquio e liberação da cauda do epidídimo. Após a ruptura do ligamento, o testículo foi completamente exteriorizado para visualização do plexo pampiniforme, local onde foi posicionado o emasculador para hemostasia e exérese testicular. O tempo de uso do emasculador foi de 5 minutos. Ao fim do procedimento é realizada a limpeza da região com iodo tensoativo 10% diluído em água e a incisão escrotal é deixada aberta para cicatrizar por segunda intenção. O mesmo procedimento é realizado no segundo testículo. No pós-operatório recomendou-se o uso de anti-inflamatório não estereoidal pela via intravenosa (flunixin meglumine) e antibiótico de amplo expectro pela via intramuscular (penicilina), além de curativos tópicos diários com aplicação de spray repelente
O uso de antirretrovirais no tratamento de Leucemia Viral Felina e Imunodeficiência Viral Felina
Os retrovírus FeLV (Vírus da Leucemia Felina) e FIV (Vírus da Imunodeficiência Felina) têm um impacto significativo na medicina veterinária, levando ao desenvolvimento de patologias que cursam com alta morbidade e mortalidade em gatos. Ambos vírus pertencem à família Retroviridae, mas possuem características distintas que influenciam na sua patogênese e tratamento. O FeLV pode causar uma série de condições graves, incluindo supressão imunológica, com rápida progressão e patogenicidade. Já o FIV, um lentivírus semelhante ao HIV, pode causar febre transitória, linfadenomegalia e linfopenia. A transmissão de ambos ocorre principalmente por contato direto, como mordidas e trocas de secreções entre felinos e seus diagnósticos precoces são cruciais para o manejo eficaz dos pacientes, incluindo testes de detecção de antígenos e anticorpos, como ELISA e reação em cadeia da polimerase (PCR). Atualmente, não há cura para as retroviroses felinas e o tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhoria da qualidade de vida dos gatos afetados, que em geral, tem prognóstico ruim diante desta afecção. O uso de antirretrovirais têm grande importância na fase inicial da doença, principalmente, momento em que atuam como inibidores de crescimento em fase de replicação viral inicial, tais como PMEA, [R]-PMPDAP, Zalcitabina e a Suramina, Plerixafor e Interferon, trazendo benefícios aos pacientes no tratamento das retroviroses. Com o intuito de abordar os mecanismos de ação e vantagens no uso dessas terapias, este artigo objetiva revisar conceitos importantes relacionados ao tema, servindo de apoio ao constante aprendizado e atualização de estudantes e médicos veterinários.
Melhorando a atenção na Educação Infantil: observações e estratégias em prática
Este trabalho apresenta uma pesquisa em andamento na disciplina de Prática Interdisciplinar: Educação Infantil, Anos Iniciais e Educação de Jovens e Adultos, do curso de graduação em Pedagogia Licenciatura do Centro Universitário Cesuca. A pesquisa consistiu em observações realizadas ao longo de três dias, uma a cada semana, totalizando 12 horas de observações, em uma escola privada localizada na região metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul (RS), especificamente em uma turma de Educação Infantil, Jardim B. Foi possível observar que a professora seguiu as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e implementou um planejamento eficaz que considera as necessidades específicas dos alunos, embora os alunos apresentem resistência aos métodos de ensino propostos pela docente e manifestem constantes desorganizações em sala de aula. A partir dessas observações, emergiu a seguinte questão de pesquisa: quais estratégias a professora pode empregar para minimizar a dispersão dos alunos durante as atividades? O objetivo geral deste estudo é desenvolver abordagens que incentivem a atenção e o engajamento das crianças durante as aulas, promovendo um ambiente de aprendizagem mais produtivo. Os objetivos específicos incluem a proposição de estratégias que possam apoiar o trabalho da professora, como a adoção de recursos visuais diversificados, atividades práticas e a criação de conexões com os interesses dos alunos, visando tornar as aulas mais dinâmicas e interativas. Além disso, espera-se que o estudo contribua para a formação docente, oferecendo uma percepção valiosa sobre a prática pedagógica. Esse resumo indica que, no futuro, será elaborado um artigo científico que aprofundará os achados da pesquisa e as implicações das estratégias propostas para a prática pedagógica