Sistema de Publicações da UNILA (Univ. Federal da Integração Latino-Americana)
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    2020-12-03 Minutes: Administrative Advisory Committee

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    Meeting with trustees Missy Feeley and Steve Levinsky

    Candlelight Vigil for African Countries October 2020

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    Candlelight Vigil for African Countries initiated by students via social media. Vigil took place outside of the Campus Center's lobby entrance on the evening of October 28, 2020

    Accidents: My Allegheny Experience and The COVID-19 Pandemic

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    Essay created on 5/19/2020 in Potomac, MD

    Alfabetizar, alfabetizándonos entre alfabetizados: experiencias de pedagogía descolonial en el norte de Perú

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    El presente trabajo pretende relatar las experiencias que se vivieron dìa a día en el Centro Poblado de Juzgara en Huancabamba-Piura-Perú, a inicios del mes de enero del 2020. Por esta razón propondremos dos  causales específicas para el desarrollo del tema. (a) Cómo; y quiénes son sus actores de dialogando entre saberes; y; (b) qué significa Alfabetizar, alfabetizándonos entre alfabetizados para Juzgara y sus visitantes. La idea de Alfabetizar en este trabajo desde un inicio tiene un nombre de inspiración  Paulo Freire. Juzgara se ubica a 2669 metros sobre el nivel del mar, en norte del Perú, y se encuentra dentro de la jurisdicción de la comunidad de Quispampa, dentro de la provincia de Huancabamba; es por eso que su manifestación geográfica lo ubica como caserío y desde el 2009 en Centro Poblado de Juzgara, perteneciente a Huancabamba. MHFPG es un grupo de estudios que se ubica en el país hermano del Brasil-Foz de Iguazú, con responsable al profesor Dr. Julio Da Silveira Moreira, su objetivo es reflexionar sobre los fenómenos de interculturalidad en regiones de Frontera, como también abrir nexos para los debates sobre los pueblos andinos e indígenas de América Latina. Nuestra metodología será la cualitativa

    Vulnerabilidade social em tempos de pandemia

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    O presente artigo tem o objetivo de discutir sobre o nosso atual modo de vida em tempos de pandemia (Covid-19), e de que forma a sociedade, os governantes e a ciência estão encarando as mudanças e as disparidades que essa pandemia vem nos mostrando. Além disso, estamos diante de uma nova crise planetária em que precisamos repensar nosso modo atual de vida e encararmos que os rumos que a humanidade tomou, estão nos levando ao caos social, econômico e ambiental. Por isso, se faz necessário aprofundar as discussões sobre a relação saúde-enfermidade e a sua correlação com dilemas atuais de ordem social, política e econômica, para compreendermos melhor o momento atual e também os rumos que podemos e devemos tomar

    MOTIVOS PARA COMEMORAR

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    Esse volume reflete o amadurecimento de um ideal, de um projeto nascido dentro da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), onde os membros do Grupo de Pesquisa Interdisciplinar em Racionalidades, Desenvolvimento e Fronteiras – GIRA visando possibilitar a publicação de trabalhos de pesquisadores de diversas áreas do conhecimento e, com isso, contribuir com o debate de temas ligados seus projetos de pesquisa, bem como criar condições para propor um programa de pós-graduação stricto sensu, criaram a Revista Orbis Latina.A Revista Orbis Latina, primeiro periódico científico publicado na UNILA, se consolidou e já conta, incluindo esta edição, com 10 (dez) volumes e 17 (dezessete) exemplares publicados, divididos em edições regulares e especiais. No tocante a pós-graduação, o GIRA uniu-se a outros grupos e colegas e implantou o Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Desenvolvimento, que já formou 34 (trinta e quatro mestres).Nossa meta agora é melhorar a avalição Qualis/CAPES da revista e ampliar nosso fator de impacto. Para tanto, convida-se professores, alunos e pesquisadores de universidades, centros universitários, faculdades, institutos e centros de pesquisa a colaborar conosco.                                                                       Enviem-nos seu trabalho! Prof. Dr. Gilson Batista de Oliveira (Editor

    A INFLUÊNCIA DO ESTADO E OS DILEMAS DA DEMOCRACIA BRASILEIRA NO USO MEDICINAL DA CANNABIS

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    O uso da Cannabis sativa, popularmente conhecida como maconha no Brasil, não é algo recente. A partir da segunda metade do século 19, o uso medicinal da cannabis se fortaleceu, sendo citado em compêndios médicos e catálogos de produtos farmacêuticos (CARLINI, 2006). No entanto, a partir do século 20, influenciado pela política de restrição às drogas encampada pelos EUA, o Brasil passa a apresentar postura proibicionista com relação ao uso de substâncias entorpecentes (CARVALHO, 2011). Sob a alegação da preservação da vida e baseando-se em discursos morais, garantidos pelo discurso médico-jurídico, produtor de um saber-poder (CARVALHO, 2011), criminalizou-se o uso da maconha, seja recreativo ou medicinal, no Brasil. Dito isto, o presente estudo questiona: Como ocorreu a retirada de direitos e liberdade de escolha quanto ao uso da maconha medicinal no Brasil? Os direitos conquistados com relação ao uso da cannabis medicinal no Brasil podem retroceder? Para responder tais questionamentos, optou-se por desenvolver uma revisão de literatura sobre a temática, dividida em três momentos: 1) Breve histórico sobre a criminalização da cannabis no Brasil; 2) O uso medicinal da cannabis; e, por fim, 3) Dilemas da democracia brasileira e suas consequências sobre o direito e as liberdades democráticas no caso do uso medicinal da cannabis

    O CONSTITUCIONALISMO TRANSFORMADOR LATINO-AMERICANO DO SÉCULO XXI: A RELAÇÃO DOS ESTADOS PLURINACIONAIS DA BOLÍVIA E DO EQUADOR COM O MANIFESTO DO PIARAÇU DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL EM 2020

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    A crise das democracias liberais na América Latina no início do século XXI culminou em transformações sociais que foram capazes de refundar as bases das Constituições nacionais. Surge o conceito de Estado Plurinacional, como mecanismo jurídico para aprofundar a inclusão social da população historicamente excluída do poder político, como os povos indígenas, as mulheres, os negros e os LGBTs. Na Bolívia e no Equador, os povos indígenas foram os atores-chave que lideraram o processo de refundação do Estado, incorporando novos valores às Constituições, como o Buen Vivir, os Direitos da Natureza e os Direitos dos Animais, entre outros. No Brasil, os Direitos dos Povos Indígenas são frequentemente violados por decisões políticas que não respeitam a Constituição Federal de 1988, um reflexo direto de um sistema democrático representativo que não promove a participação política, que exclui em vez de incluir. As ameaças constantes e a escalada da tensão entre o Governo Jair Bolsonaro (Sem Partido) e os Povos Indígenas do Brasil, geraram reações. O Cacique Raoni Metuktire, da etnia Kaiapó e ativista ambiental reconhecido mundialmente, reuniu representantes de 45 povos indígenas do Brasil para a elaboração de um documento conjunto, o Manifesto do Piaraçu, com o objetivo de denunciar as violações em curso e de se fazer ouvir frente aos três poderes da República, as instituições democráticas, a sociedade brasileira e a comunidade internacional. Este artigo, portanto, trata de relacionar os conceitos do Constitucionalismo Transformador Latino-americano e o Manifesto do Piaraçu dos Povos Indígenas do Brasil, dialogando com dados de institutos de pesquisas e organizações governamentais e não-governamentais, com o objetivo de elucidar os desafios encontrados em termos de políticas públicas para solucionar a crise democrática brasileira

    ORIENTAÇÃO AOS COLABORADORES E NORMAS PARA PUBLICAÇÃO

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    A Revista Orbis Latina está aberta a colaborações de pesquisadores de qualquer parte do planeta. Os artigos, resenhas e demais contribuições devem girar em torno de temáticas que envolvam racionalidades, desenvolvimento, fronteiras ou temas de políticas públicas e planejamento urbano e regional. Trata-se de uma revista online, formatada em pdf, publicada exclusivamente em ambiente virtual (internet) de acesso irrestrito. Os artigos, resenhas e demais contribuições publicadas implicam na transferência de direitos do(s) autor(es) para a revista. É de extrema importância salientar que não são pagos direitos autorais pelos textos publicados. Os artigos, resenhas e demais contribuições enviadas para publicação na Revista Orbis Latina são apreciados por pareceristas pelo sistema blind review.A Revista Orbis Latina receberá textos que contenham as seguintes características:i) Artigos Científicos – Os textos devem conter no mínimo 5 e no máximo 30 laudas em formato Word ou equivalente. Os artigos devem obrigatoriamente apresentar título, resumo (300 palavras no máximo) e palavras-chave (mínimo três e máximo de sete) em, pelo menos, dois idiomas, introdução, conclusão e referências. Na folha de rosto deverá aparecer o título e o(s) nome(s) do(s) autor(es), com respectiva identificação em nota de rodapé (titulação, instituição de origem, titulação e correio eletrônico. A formatação do artigo deve ser em tamanho A4, margens 2,5 cm, fonte arial 12 ou times new roman 13 e espaçamento simples. Artigos de iniciação científica devem ter, no máximo, 10 laudas.ii) Resenhas – As resenhas devem conter no mínimo 3 e no máximo 25 laudas em formato word ou equivalente. Na folha de rosto deverá aparecer os dados do livro e o nome do autor da resenha, com respectiva identificação em nota de rodapé (titulação, instituição de origem, titulação e correio eletrônico. A formatação deve ser em tamanho A4, margens 2,5 cm, fonte arial 12 ou times new roman 13 e espaçamento simples.iii)Demais Contribuições – As contribuições de caráter cultural devem conter no máximo 10 laudas em formato word ou equivalente. Na folha de rosto deverá aparecer o título e os dados do autor, com respectiva identificação em nota de rodapé (titulação, instituição de origem, titulação e correio eletrônico. A formatação deve ser em tamanho A4, margens 2,5 cm, fonte arial 12 ou times new roman 13 e espaçamento simples.Os autores de artigos, resenhas e demais contribuições devem encaminhar suas colaborações, sem identificação, através do  website da revista -  https://revistas.unila.edu.br/index.php/orbis

    O Ter, Amar e Ser na Qualidade de Vida de Catadores de Materiais Recicláveis

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    As cooperativas de agentes ambientais buscam gerar renda para pessoas excluídas do mercado de trabalho e que, muitas vezes, vivem à margem da sociedade. A avaliação dos indicadores de qualidade de vida pode auxiliar a compreender melhor as condições sociais, econômicas e ambientais destes trabalhadores. O estudo investigou a qualidade de vida destes agentes sob a ótica de Nussbaum e Sen (1995) do ser, o ter e o amar. O estudo foi exploratório com corte transversal novembro de 2017 a março de 2018, sem considerar a evolução dos dados no tempo. Os dados de fonte primárias, opiniões, foram coletados por meio de um questionário com escalas variadas e dos dados secundários, registrados, em bibliográfica cientifica e registros da cooperativa. A população pesquisada foram 84 agentes ambientais. Os dados foram tratados por estatística simples e análise de conteúdo. Os resultados apontaram que a qualidade de vida nas três dimensões avaliadas Ter, Ser e Amar; todos apresentam fracos resultados e evidenciam a necessidade de capacitar os agentes no processo de gestão da cooperativa para melhorar as condições ambientais, econômicas e sociais dos agentes envolvidos

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