Sistema de Publicações da UNILA (Univ. Federal da Integração Latino-Americana)
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    Revista Latino-Americana de Estudos Avançados

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    Juegos y gamificación en las clases de ciencia: ¿una oportunidad para hacer mejor clase o para hacer mejor ciencia?

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    Si bien el juego siempre ha sido una herramienta de enseñanza y aprendizaje muy común, en los últimos años la eclosión de los videojuegos digitales y las estrategias de gamificación ha puesto de nuevo en escena esta aproximación educativa. Con este artículo queremos proponer una mirada al juego en el aula de ciencias experimentales, según si se usa para involucrar a los estudiantes en la práctica tradicional de aula (lo que denominamos “hacer clase”) o en la práctica científica (lo que denominamos “hacer ciencia”). Para ello, analizamos y comparamos dos juegos de mesa, dos videojuegos y dos estrategias de gamificación enfocadas a la enseñanza y aprendizaje de diferentes contenidos de química y biología.

    De la tierra del hombre al hombre de la tierra El necesario giro espacial de un contrato social a un contrato natural

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    Después de siglos de colonialismo y décadas de pos-colonialismo nos encontramos aquí, en este sur que somos, entre lo que lo que fuimos, lo que nos obligaron a ser, lo que deseamos ser y lo que ahora somos. Somos la tierra en resistencia que por siglos ha luchado contra genocidios, epistemicidios y ecocidios. Mientras el siglo pasado fue marcado principalmente por genocidios que reverberaron en la discusión la guerra del hombre contra el hombre y con ellos el surgimiento de un contrato social y el nacimiento de los derechos humanos, este siglo nos llama a pensar en la completa aniquilación de la vida sobre la Tierra y con ella la necesidad de un contrato natural y los derechos de la naturaleza. En nuestra propia condición de sur, en ese encuentro de saberes, culturas, pueblos y razas, se gesto un espacio propicio en el cual han emergido tanto en Ecuador como en Bolivia los derechos de la naturaleza comprendiéndola como un sujeto de derechos. Así, el sur desde su saber y su hacer ha abierto y potencializado una amplia y profunda discusión que repercute en diversas dimensiones. Me propongo aportar a esta discusión desde una geografía humanista, desde la idea de que en la incertidumbre por comprender lo que somos, ha sido el sur, nuestra propia condición existencial ligada a esta tierra quien nos ha enseñado. De este modo, espero que una comprensión existencial del espacio nos permita seguir enriqueciendo el debate sobre los derechos de la madre naturaleza, en algo que llamo un giro espacial, pues implica una mudanza, pasando de una comprensión del hombre perteneciendo a la tierra y no de la tierra perteneciendo al hombre

    Serviço Social e descolonialidade: relações entre Questão Colonial e Questão Social no brasil

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    O presente trabalho é resultado das inúmeras reflexões e produções construídas no âmbito do mestrado de “Estudios Latinoamericanos” da Universidad Nacional de Cuyo, Mendoza/Argentina, e se propõe a pensar o Serviço Social brasileiro desde a perspectiva da descolonialidade. Ressalta-se que o Projeto Ético-Político hegemônico do Serviço Social no Brasil, desde mediados dos anos 1990, tem como base teórico-metodológica a teoria social crítica. Embora as contribuições dessa perspectiva sejam fundamentais para desvelar as contradições inerentes ao modo de produção capitalista, e possibilitam uma posição ético-político crítica a esse sistema, se questiona, desde a perspectiva descolonial, que tal orientação não possibilita apreender as particularidades e heterogeneidades da realidade brasileira e latino-americana. Nesse sentido, se amplia a discussão da “Questão social e suas expressões”, a qual é considerada o objeto de estudo e intervenção do Serviço Social, e definida como a contradição entre capital e trabalho e os movimentos de resistência oriundos desse antagonismo; e a relaciona com a “Questão Colonial” que inclui as dominações coloniais e patriarcais. Ao ampliar o olhar para a Questão Social, se questiona a direção teórico-metodológica do Serviço Social, e se aponta para a necessidade de intercambiar saberes com outros modos de produzir conhecimento, que possibilitam pensar a interseccionalidade entre classe, raça/etnia e gênero na América Latina. 

    Sumário

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    A química sob(re) o corpo em Dalí e em Rabarama

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    A química é a ciência que estuda a matéria e suas transformações. Por essa definição, o corpo também é domínio da química, material, orgânica, descritiva, explícita. Porém, compreende-se que a redução do corpo apenas à sua corporeidade achata a riqueza de sua complexidade. O corpo é, também, imagem e representação. Os químicos reconhecem que a representação é uma transformação simbólica da realidade. Neste ensaio, busca-se enfatizar alguns aspectos culturais das ciências químicas que são incorporados, imaginados e representados nas artes plásticas. A química sob o corpo é substrato para as imaginações e pinturas de desmaterialização de Salvador Dalí. A química sobre o corpo, na pele faz parte das palpitações, dos latejos em representações esculturais, de Paola Epifani, codinome Rabarama

    O olhar pelas narrativas da EJA: o aluno como protagonista nas aulas de química

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    A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é um campo carregado de complexidades entre os sujeitos que a constituem com modos, tempos, habilidades e aprendizagens diversas. Nesse caminho, partindo do contexto das aulas de química buscamos compreender, por meio da análise de suas narrativas, com a escrita de um memorial como as histórias de vida desses sujeitos revelavam aspectos relacionados à química, os conteúdos, as metodologias de aprendizagem, bem como os seus interesses em estudar esta disciplina. Assim, enquanto protagonistas de suas ações os alunos da EJA demonstraram que para uma compreensão mais significativa da química, essa disciplina deveria ser proposta a partir do contexto real, da observação do fenômeno, e que nesse sentido, os alunos deram todo o respaldo para problematizar o ensino dos conteúdos de química pertinentes à sua realidade

    ESPACIOS DE INTERACCIÓN E INTEGRACIÓN DEL CENTRO DE IDIOMAS DEL IFAC/CAMPUS RIO BRANCO: ACTIVIDADES LINGÜÍSTICOCULTURALES

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    Esta narrativa presenta la experiencia vivenciada en el año de 2013, enuna de las prácticas desarrolladas por docentes de lenguas extranjeras en elproyecto piloto del Centro de Idiomas del Instituto Federal de Educação, Ciênciae Tecnologia do Acre / CIIFAC, campus Rio Branco, ubicado en la región nortede Brasil. La búsqueda por espacios de interacción e integración entre lasculturas de los idiomas extranjeros y los estudiantes resultó en actividadescomunes planteadas para los grupos de Español y de Francés como lenguasextranjeras. Los objetivos propuestos consistieron en la ampliación delconocimiento de los estudiantes sobre los países y la práctica escrita y oral delas lenguas por medio de aspectos culturales como la música, la gastronomía, la danza, además de la historia de los pueblos nativos y la geografía de las regiones estudiadas

    Literatura em sala de aula: do purismo ao contemporâneo

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    Abordar literatura em sala de aula ultrapassa mais que o próprio conceito acerca do que é literatura, pensando assim, a seguinte resenha crítica traz um resumo do livro Cine Privê, do contista sergipano Antonio Carlos Viana, perpassando pela sua linguagem arrojada, coloquial, trazendo para a sua narração os espaços marginalizados pela sociedade. Assim, compreende-se, na literatura, que a mesma não é puritana. Dito isto, há a necessidade de trabalhar-se com textos de linguagens mais próximas do aluno, defendendo, com isso, uma maior aptidão à leitura dos alunos brasileiros

    Uso ritual das Tacuaras pelos Guarani e sua violação no Oeste do Paraná

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    No dia 14 de março de 2018, cinco índios Avá Guarani foram presos pelaPolícia Ambiental do Estado do Paraná, quando voltavam de uma ilha formada pelo lago da Hidrelétrica de Itaipu, no município de Santa Helena, pelo corte de uma vara de taquara, chamada no processo de “bambu nativo”. Foram imputados em crime do art. 38 da Lei 9.605/98, relativo a “destruir ou danificar vegetação primária ou secundária, em estágio avançado ou médio de regeneração”. O delegado da Polícia Federal estabeleceu uma fiança de mil reais para cada pessoa, totalizando um valor de cinco mil reais. Um advogado que acompanhou o caso e conversou com os Guarani presos relatou que eles não possuíam sequer calçados, e que até uma fiança de 10 reais já seria absurda. No dia 16 de março, os cinco foram soltos por decisão do Juiz Federal que recebeu o caso, com uma condição absurda: “não poderão se ausentar da aldeia sem prévia solicitação de autorização a este Juízo”. Ficou a pergunta no ar, se o juiz federal entende o que é uma aldeia, e que os indígenas se deslocam todos os dias como todos os seres humanos, estejam em aldeias, campos ou cidades

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