Periódicos científicos (Universidade Federal do Espírito Santo)
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ADAPTAÇÃO DE ATIVIDADES COMO DISPOSITIVO PARA O DESENVOLVIMENTO DA ESCRITA DO ALUNO COM AUTISMO
Este artigo tem como objetivo compreender as dificuldades no processo do desenvolvimento da escrita de um aluno com autismo, e a contribuição da adaptação de atividades para o atendimento das demandas específicas. Pesquisas nacionais dos últimos 10 anos mostram uma carência de estudos sobre tal temática, demonstrando a importância de provocar reflexões acerca das dinâmicas que envolvem o desenvolvimento da escrita e a adaptação de atividades para alunos com Transtorno do Espectro Autista. Metodologicamente é de natureza qualitativa, do tipo pesquisa-ação colaborativa-crítica, propondo a espiral autorreflexiva e considerando a construção coletiva entre pesquisador e sujeitos da pesquisa. Além disso, a pesquisa também se configura como do tipo estudo de caso. Para tanto, retorna a 20 atendimentos de um adolescente com autismo, com foco na leitura e escrita, analisando os relatórios descritivo-analíticos desses atendimentos. São apresentadas as adaptações de atividades produzidas para atender a demanda específica desse aluno, e os resultados alcançados nesse percurso. Como resultados destacam-se a adaptação de 15 atividades; a importância da ludicidade e do planejamento para o processo de aprendizagem; o trabalho de parceria grupal como dispositivo para a aprendizagem; a mudança de atitude do aluno frente à aprendizagem da escrita; o desenvolvimento de funções mentais superiores; o avanço na aquisição da escrita; o desenvolvimento da compreensão textual, e a modificação do aluno para o pertencimento do lugar de sujeito aprendente. Conclui-se que, no tensionamento entre o coletivo e o singular, é possível a construção de um processo de ensino-aprendizagem que valorize a diversidade e colabore para a construção de uma escola inclusiva
The production of educational games for students with Intellectual Disabilities and Autism Spectrum Disorder
This research aimed to analyze the situations established in the planning and application of games for students with intellectual disabilities and autism spectrum disorder in the Specialized Educational Services (AEE), taking into account the learning singularities of the students studied. The proposed study was developed in the Multifunctional Resource Room (SRM), in a municipal school that serves the initial years of Elementary Education and took place in four moments: knowledge of the academic history of the students, participants of the research, through semi-structured interviews with the AEE teacher and legal guardians; Observation of the pedagogical practices and the dialogues established in the Multifunctional Resource Room; Collaborative participation in planning with the AEE teacher to develop games; Application of the games with analysis of the details of the learning processes of the students investigated. Three students with autism, three students with intellectual disabilities, an AEE teacher and the legal guardians of the students participated in the research. These students were taught in groups predefined by the teacher at the beginning of the school year, according to the proximity of the school year in which they studied, based on the singularities/characteristics observed in each group, and the games were planned collectively with the AEE teacher. The historical-cultural perspective developed by Vygotsky (2000a, 2000b, 2007) supported the study proposed here, given his contributions on the learning process of people with disabilities, highlighting the importance of alternative paths and special resources. It is concluded that educational games, designed based on the perceptions and singularities of students, are an element that contributes to the learning process of students with ID and ASD, as they make it possible to enhance learning according to the field of interest and with challenges that meet the abilities and difficulties of students.Esta pesquisa teve como objetivo analisar as situações instauradas no planejamento e na aplicação de jogos para estudantes com deficiência intelectual e transtorno do espectro autista no AEE (Atendimento Educacional Especializado), levando em consideração as singularidades de aprendizagem dos estudantes pesquisados. O estudo ora proposto se desenvolveu na Sala de Recursos Multifuncionais – SRM, em uma escola Municipal que atende os Anos iniciais do Ensino Fundamental e transcorreu em quatro momentos: conhecimento do histórico escolar dos estudantes, participantes da pesquisa, por meio de entrevistas semiestruturadas com a professora do AEE e responsáveis legais; Observações das práticas pedagógicas e as interlocuções instauradas na Sala de Recursos Multifuncionais; Participação colaborativa nos planejamentos junto à professora do AEE para elaboração de jogos; Aplicação dos jogos com análise das minúcias dos processos de aprendizagem dos estudantes investigados. Participaram da pesquisa três estudantes com autismo, três estudantes com deficiência intelectual, uma professora do AEE e os responsáveis legais dos estudantes. Os referidos estudantes eram atendidos em grupo pré-definidos pela professora no início do ano letivo, de acordo com a proximidade do ano escolar em que estudavam, a partir das singularidades/características observadas em cada grupo e os jogos foram planejados coletivamente com a professora do AEE. A perspectiva histórico-cultural elaborada por Vigotski (2000a, 2000b, 2007) fundamentou o estudo ora proposto, diante de suas contribuições sobre o processo de aprendizagem da pessoa com deficiência, dando destaque para a importância de caminhos alternativos e recursos especiais. Conclui-se que jogos pedagógicos, pensados a partir das percepções e das singularidades dos estudantes, se apresentam como um elemento que contribui para o processo de aprendizagem dos estudantes com DI e TEA, pois possibilitam potencializar a aprendizagem de acordo com o campo de interesse e com desafios que venham ao encontro das habilidades e dificuldades dos estudantes
Capítulo XIII: Um salto
Capítulo XIII do romance Memórias póstumas de Brás Cubas. 
Capítulo XXXVII: Enfim!
Capítulo XXXVII do romance Memórias póstumas de Brás Cubas. 
Capítulo XLVII: O recluso
Capítulo XLVII do romance Memórias póstumas de Brás Cubas. 
Capítulo LIII: . . . . . . .
Capítulo LIII do romance Memórias póstumas de Brás Cubas. 
Capítulo LIV: A pêndula
Capítulo LIV do romance Memórias póstumas de Brás Cubas.